O evento é dedicado à leitura e à arte, e acontece simultaneamente em todas as unidades do Senac São Paulo no estado. A ação propõe uma variedade de atividades que vão desde exposições, palestras, apresentações artísticas e a tradicional troca de livros.
Tem livros parados na estante? Traga seus livros em bom estado e leve para casa novas histórias!
Durante a 11ª edição da Semana Senac de leitura, teremos a tradicional e querida feira de troca de livros. Uma ótima oportunidade para você renovar o seu acervo trocando com os disponíveis em nossa mesa!
Regras para participar:
• Aceitamos livros de literatura em geral, desde que estejam em bom estado de conservação (será avaliado pela equipe da biblioteca)
• Não aceitamos livros de caráter religioso, político-partidário e didático.
Horário para troca:
• Segunda a sexta-feira: das 8h às 21h
• Sábado: das 8h às 12h
Não é necessário fazer inscrição. Venha trocar seus livros e renovar suas leituras!
Local: Biblioteca Senac Guaratinguetá
A exposição Palavras e Peles: A Escrita Negra Brasileira propõe um encontro sensível entre literatura, identidade e memória. Por meio de tecidos impressos, a mostra apresenta imagens de grandes escritores e escritoras negras do Brasil, acompanhadas de seus nomes e dos títulos de suas obras mais emblemáticas.
O uso do tecido como suporte simbólico remete à pele, à ancestralidade e à resistência, reforçando a ideia de que a escrita negra é corpo, voz e história viva.
No dia 18 de abril, a unidade realizará o lançamento do livro Segredos Entre Nós, da autora Marcelli de Macedo Freire, em um encontro especial que celebra a escrita, o protagonismo estudantil e a força das histórias que nascem dentro da comunidade escolar.
Marcelli participou, no ano passado, do projeto literário desenvolvido pela unidade para revelar talentos da escrita entre estudantes, familiares e colaboradores. Na ocasião, os participantes puderam desvendar autores que escreviam de forma anônima, em uma dinâmica investigativa repleta de pistas e suspense. Entre as descobertas estava Marcelli, que agora retorna à escola para apresentar ao público o lançamento oficial de seu primeiro livro.
O evento será uma oportunidade para conhecer mais sobre o processo criativo da autora, conversar sobre literatura e celebrar o percurso de quem transforma experiências e imaginação em palavras.
Programação
9h às 10h — Recepção e café para convidados
10h às 11h — Bate-papo com a autora Marcelli de Macedo Freire, com mediação de Daniel Puziski
11h às 12h — Sessão de autógrafos
Nascida em São Paulo, em 2004, cultivou desde a infância uma forte paixão pelos livros, aprofundada ao longo dos três anos em que participou do clube de leitura e mediação da escola. A partir dessa experiência, começou a escrever pequenos contos e poesias, mas foi durante a pandemia de 2020 que surgiu a ideia de criar um romance de época.
Amante do gênero romance e dos clássicos da literatura, acredita no poder transformador das palavras e espera que sua escrita alcance o coração de seus primeiros leitores, assim como os livros e autores que a motivaram a escrever. Cursou Aprendizagem Profissional no Senac Itaquera.
Bibliotecário, formado em Biblioteconomia pela UNIFAI – Centro Universitário Assunção, Pós-Graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado, pelo Centro Universitário Senac São Paulo e Cursando Gestão Escolar, também pelo Centro Universitário Senac São Paulo. Está há 8 anos na instituição Senac SP, e atualmente coordena a Biblioteca do Senac Itaquera.
Essa é uma oficina para confecção de placas decorativas personalizadas com frases, ministrada por Priscila Medeiros Pereira. Limite de 20 pessoas por turma.
Quando acontece:
Dia 27/04, das 9h30 às 11h30
Dia 30/04, das 15h30 às 17h30
Onde:
Biblioteca Senac Ribeirão Preto
Inscrições pelo e-mail: ribeiraopreto.biblioteca@sp.senac.br
Priscila, 39 anos, bacharel em comunicação. Designer gráfico desde 2008, artesã de papel desde 2011 e oficineira desde 2022. Ministra oficinas de criatividade para crianças e adultos, em instituições, escolas e eventos. Projetos diversos, variando entre o brincar lúdico, atividades integradas, universo geek, reaproveitamento de materiais e faça e venda, para empreendedores.
Como inspiração para o encontro, será utilizado o livro Torto Arado, do escritor Itamar Vieira Junior. A atividade terá início com a leitura de alguns trechos da obra, seguida de uma breve conversa sobre temas, relacionando também com nossas raízes e com as histórias que formam a cultura brasileira.
Daniela Souza de Almeida, mas pode chamar de Dani Souza, cresceu entre livros e sempre teve um carinho especial pelas bibliotecas. Técnica em Biblioteconomia formada pelo Senac e atualmente cursando graduação na área, trabalha em biblioteca criando encontros entre leitura, escrita e sensibilidade. Estuda Libras e se dedica à colagem artística. Vencedora do concurso de poesia FLIPenha 2025, representando o Senac Guarulhos, com o poema “Eu, em casa”, segue rabiscando versos, memórias e pequenas histórias pelo caminho.
Greice Andreia Michelloni Bezerra é bibliotecária, com formação em Biblioteconomia e 20 anos de atuação na Biblioteca do Senac Guarulhos. Ao longo de sua trajetória, dedica-se ao atendimento ao público e auxiliá-los em suas pesquisas, também atua na organização do acervo e outras atividades relacionadas a rotina bibliotecária, sempre promovendo o acesso à informação e incentivando a formação de leitores.
Os estandartes serão produzidos pelos participantes e posteriormente pendurados no teto do ambiente, criando uma instalação visual que represente elementos da literatura, da cultura brasileira e das histórias que fazem parte da nossa identidade cultural.
Daniela Souza de Almeida, mas pode chamar de Dani Souza, cresceu entre livros e sempre teve um carinho especial pelas bibliotecas. Técnica em Biblioteconomia formada pelo Senac e atualmente cursando graduação na área, trabalha em biblioteca criando encontros entre leitura, escrita e sensibilidade. Estuda Libras e se dedica à colagem artística. Vencedora do concurso de poesia FLIPenha 2025, representando o Senac Guarulhos, com o poema “Eu, em casa”, segue rabiscando versos, memórias e pequenas histórias pelo caminho.
Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas de Ciências Humanas, Saúde e Educação de Guarulhos (FG) e mestre em Educação pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), construiu sua trajetória na interface entre a Psicologia, a Educação e o desenvolvimento social. Possui experiência de aproximadamente dez anos como educadora social em contextos de educação não formal e popular, com atuação voltada à práxis comunitária e às juventudes.
Atualmente, exerce a docência na área de desenvolvimento social no SENAC-SP e no ensino superior, atuando na formação acadêmica em Psicologia. Desenvolveu pesquisas no campo da Educação, com ênfase nas identidades de educadores sociais e suas práticas e processos formativos, além de interesses em aprendizagem situada e práticas juvenis.
Paralelamente à atuação docente e acadêmica, desenvolve prática clínica em psicoterapia no Espaço Conexões, com foco no atendimento a adolescentes e mulheres.
Apresentação teatral Tribobó City, interpretada pelos estudantes do curso Técnico em Teatro do Senac Itapira.
Escrita por Maria Clara Machado, a comédia infantojuvenil se passa em uma cidade do interior repleta de personagens caricatos, situações absurdas e muito humor, brincando com o universo das pequenas cidades brasileiras.
Com linguagem acessível, música e um forte tom lúdico e satírico, a obra aborda temas como poder, convivência social, ingenuidade e crítica de costumes, convidando o público à reflexão por meio do riso e da imaginação.
Sob orientação da docente Aline Cezarone, a apresentação evidencia o processo formativo, criativo e coletivo dos estudantes, valorizando o teatro como ferramenta de expressão, pertencimento e construção de conhecimento.
Estudantes do curso Técnico em Teatro do Senac Itapira.
Na atividade a autora piracicabana de Folclore em Poeminhas, apresenta lendas tradicionais da cidade e conta sobre seu processo criativo ao transformar o folclore local em poesia.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na biblioteca.
As vagas são limitadas e as inscrições antecipadas.
Indicação: a partir dos 14 anos.
Jornalista, radialista, atriz e escritora, com mais de 15 anos de experiência em comunicação. Atuou no jornal A Província de Piracicaba, onde trabalhou diretamente com conteúdos históricos, culturais e de memória. É autora de Piracicaba: Folclore em Poeminhas, livro que apresenta lendas e elementos do folclore piracicabano em linguagem poética e acessível.
O esquenta da Semana Senac de Leitura!
Cante junto clássicos e sucessos da música brasileira em um momento divertido e cheio de energia para celebrar nossa cultura. 🎶🇧🇷
Uma sopa feita de pedra… você provaria? Nesta contação de história, o famoso Pedro Malasartes usa sua esperteza para transformar quase nada em um grande banquete.
Uma história leve, divertida e cheia de criatividade!
Imersão na obra de Hilda Hilst: leitura de poemas, criação de painéis artísticos e interpretações musicais.
Seus textos mergulham nas raízes subjetivas do ser: afetos, corpo, espiritualidade e inquietações. Enquanto também refletem saberes construídos na experiência humana e cultural brasileira. Ao transitar entre poesia, prosa e teatro, Hilda amplia as formas de dizer e sentir o Brasil, valorizando a palavra como espaço de criação, ruptura e reflexão.
Assim, sua obra convida o público a revisitar as próprias raízes e a produzir novos sentidos, transformando a leitura em um ato vivo de cultura e conhecimento.
Local: Biblioteca
Docente em Comunicação Social – Curso Técnico em Publicidade e Cursos Livres. Comunicadora, e pesquisadora. Doutora e mestra em Comunicação e Práticas de Consumo pela ESPM/SP.
A autora apresenta histórias, costumes e tradições que revelam a riqueza cultural de Piracicaba.
A atividade é gratuita e acontece na biblioteca.
As vagas são limitadas e as inscrições antecipadas.
Indicação: a partir dos 14 anos.
Pesquisadora da arte e da cultura na América Latina, possui Pós-doutorado pela ECA-USP sobre “Estéticas Simbólicas do Movimento Cultura Viva da América Latina. Professora do curso de pós-graduação da FAAP. Autora do livro: Tradições Populares em Piracicaba: um pedaço do chão encantado pelo Sesc.
Durante a Semana Senac de Leitura realizaremos a Feira de Troca de Livros. Para participar, os interessados devem ir até a Biblioteca com livros em bom estado de conservação. Não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas. Participe!
Horários: de segunda a sexta das 8h às 21h; sábado das 8h ao 12h, sem necessidade de inscrição.
Local : Biblioteca
A Semana Senac de Leitura contará com a Feira de Troca de Livros e Gibis. A troca será realizada na unidade Pindamonhangaba, de segunda a quinta-feira, das 7h30 às 21 horas.
A troca será de livro por livro e gibi por gibi. Os materiais devem estar em bom estado de conservação. Serão bem-vindos livros de literatura estrangeira, nacional, infantil e infanto-juvenil. Não serão aceitos livros didáticos e acadêmicos.
Atividade interativa convida o público a colorir ilustrações inspiradas na cultura brasileira, valorizando símbolos, tradições e expressões que formam a identidade do país.
📍Local: Biblioteca
As expressões populares regionais fazem parte da identidade cultural do Brasil e variam conforme a história, os costumes e as interações sociais de cada lugar.
Nesta atividade você poderá interagir compartilhando cards com frases contendo gírias típicas de diferentes regiões do país, acompanhadas de seus significados e exemplos de uso.
Divirta-se com as expressões populares, aprenda e leve a diversidade da língua portuguesa para o seu dia a dia.
Espaço colaborativo onde leitores podem indicar livros que marcaram suas leituras, compartilhando sugestões com outras pessoas e incentivando a troca de experiências literárias.
📍Local: Biblioteca
Atividade interativa que convida o público a responder à pergunta “Quais palavras representam a cultura brasileira para você?”. As palavras compartilhadas vão formar uma nuvem coletiva, revelando percepções, identidades e a diversidade cultural do Brasil por meio da linguagem.
📍Local: Biblioteca
Integrando a programação da Semana Senac de Leitura, a atividade Biblioteca Viva em Ação contará com a presença do artista visual Henrique Campos. Em uma intervenção artística ao vivo, Henrique dialogará com os temas do evento, traduzindo em ilustrações e traços autorais os sentidos da leitura, do conhecimento e da imaginação.
Durante a atividade, o artista desenvolverá desenhos inspirados nas falas, reflexões e elementos simbólicos que compõem o universo dos livros e dos leitores. Essa criação em tempo real reforça a biblioteca como um polo de pensamento crítico e expressão, estabelecendo conexões profundas entre a palavra e a imagem. A interação acontece de forma integrada à participação dos convidados, acompanhando e interpretando visualmente os temas abordados. Através de sua linguagem artística sensível, Henrique amplia as possibilidades de leitura do conteúdo, contribuindo para transformar a biblioteca em um ambiente de criação, escuta e circulação de ideias, fortalecendo seu papel fundamental como agente cultural e educativo.
Sem necessidade de inscrição.
Ilustrador e eterno aprendiz do olhar, Henrique Campos acredita que “pisar no chão é sentir o universo”. Atuando como Diretor de Artes da Editora Rua Descalça, ele utiliza o desenho como uma ponte entre o imaginário e o real. Nesta Semana Senac de Leitura, Henrique traz seu traço para o palco, capturando a alma das palavras dos escritores convidados em desenhos criados ao vivo, sob o calor do momento.
Painel onde os frequentadores poderão desenhar e expressar, por meio do traço, suas percepções e referências sobre a cultura brasileira.
📍Local: Biblioteca
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Itaquera vai realizar a nossa já tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. A ideia é incentivar a leitura, fazer os livros circularem — sejam novos, usados, em tinta ou acessíveis, e aproximar ainda mais as comunidades interna e externa por meio de uma ação cultural simples e cheia de significado.
Para participar, é fácil: é só vir até a unidade, trazer seus livros e/ou gibis em bom estado e escolher outros para levar para casa.
Vale lembrar que livros trocam por livros e gibis por gibis, e que não poderemos receber materiais didáticos, políticos ou religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
O espaço de trocas funcionará durante toda a semana da programação, aqui na biblioteca.
Esperamos você!
Ao longo do nosso dia, atravessamos ruas, bairros e caminhos cujos nomes muitas vezes passam despercebidos. Mas cada palavra carrega uma história: ecos de línguas ancestrais, memórias dos povos originários e das raízes que formam o Brasil que habitamos hoje.
Esta exposição é um convite para olhar com mais atenção para aquilo que já faz parte da nossa rotina. Desde o momento em que saímos de casa até o retorno no fim do dia, somos cercados por palavras que contam histórias, basta saber escutá-las.
Em parceria com a turma de Design Gráfico, convidamos você a embarcar nessa descoberta: explorar as origens, os significados e as raízes dos nomes que compõem a Zona Leste de São Paulo.
Venha redescobrir o lugar onde você vive, palavra por palavra.
Atividade conduzida pela docente Luiza Helena Rodrigues (Design Gráfico) e realizada pelos estudantes do Senac Vila Prudente.
Traga suas leituras e renove sua estante!
Serão aceitos para troca livros, gibis e obras literárias em bom estado de conservação, nos gêneros: infantil, infantojuvenil e adulto.
Atenção: não serão aceitos materiais didáticos, religiosos ou de cunho político-partidário, além de enciclopédias, guias e revistas de qualquer natureza.
Participe com a gente e compartilhe histórias!
Durante a Semana Senac de Leitura teremos a tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade.
Para participar, é fácil: é só vir até a unidade, trazer seus livros de literatura, gibis ou quadrinhos, em bom estado, e escolher outros para levar para casa.
Vale lembrar que livros são trocados por livros, gibis por gibis, e quadrinhos por quadrinhos.
Não recebemos materiais didáticos, políticos ou religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
O Feira acontece durante a semana, das 8 às 20 horas, na biblioteca.
Esperamos você!
A Feira de Troca de Livros promove a circulação de obras literárias e o acesso democrático à leitura entre alunos, colaboradores e comunidade, permitindo a troca durante toda a Semana Senac de Leitura. São aceitos para troca: livros, gibis e literatura em bom estado de conservação (infantil, infanto-juvenil e adulta). Não são aceitos: livros didáticos, religiosos, de cunho político-partidário, enciclopédias, guias e revistas de qualquer assunto.
Com palavras de origem indígena e afro-brasileira, a árvore da biblioteca propõe uma experiência interativa que valoriza a diversidade linguística e cultural do Brasil, evidenciando a origem de termos amplamente usados no dia a dia.
📍Local: Biblioteca
Mural com informações sobre a trajetória de Conceição Evaristo e exposição de suas obras disponíveis no acervo da biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Que tal renovar sua estante e ainda levar novas histórias para casa?
Durante a Semana Senac de Leitura, realizaremos a Feira de Troca de Livros na Biblioteca da unidade um espaço pensado para compartilhar histórias, conhecimentos e novas descobertas.
Participar é fácil: Traga seus livros e/ou gibis em bom estado e escolha outros para levar para casa.
Importante:
Livros trocam por livros
Gibis trocam por gibis
Não serão aceitos materiais didáticos, políticos ou religiosos, além de enciclopédias, dicionários, guias ou revistas
Horários
Segunda a sexta, das 8h às 21h
Sábado, das 8h às 12h
Local
Biblioteca do Senac Águas de São Pedro
Gosto do Vale é uma exposição que explora a ambiguidade da palavra “gosto” para falar de afeto, pertencimento e sabor. A mostra evidencia o diálogo entre o Vale do Ribeira com as diferentes culturas tradicionais da região e a cultura japonesa. A banana surge como símbolo do território, conectando terra, memória e experiência sensível.
A mostra apresenta o resultado das pesquisas realizadas pelos alunos dos primeiros anos sobre “receitas afetivas” ligadas à vivência em Registro/SP. Mais que preparo de alimentos, elas revelam memórias, tradições e identidades, mostrando como as palavras preservam histórias e saberes ao longo do tempo.
Partindo do entendimento de que a cultura deve ser valorizada em seu contexto e significado, especialmente as manifestações de povos originários e africanos, os estudantes do Curso Técnico em Estilismo e Coordenação de Moda desenvolveram vestimentas fundamentadas em pesquisas realizadas no site do IPHAN, explorando aspectos históricos, sociais e identitários além da estética.
O projeto integrou conhecimentos de interpretação histórica da moda, definição de matérias-primas e aviamentos, modelagem tridimensional (moulage), costura e customização. Cada peça traduz a articulação entre investigação e prática, transformando referências culturais em narrativas visuais coerentes e tecnicamente fundamentadas.
O resultado evidencia a capacidade dos futuros profissionais de alinhar criatividade, ética e mercado, reconhecendo a moda como linguagem de pertencimento, memória e identidade cultural.
Participe da nossa tradicional Feira de Troca de Livros! Traga seus livros usados e encontre novos tesouros literários!
Na nossa feira, você pode:
Itens para troca: livros, gibis e literatura em bom estado de conservação: infantil, infanto-juvenil e adultos.
Só serão aceitos livros em bom estado de conservação.
Itens recusados: livros didáticos, religiosos e de cunho político-partidário, enciclopédia, guias e revistas de qualquer assunto.
Participação Gratuita. Sem Necessidade de Inscrição.
A Biblioteca do Senac Sorocaba, em parceria com docentes e estudantes do Curso Técnico em Confeitaria, promoverá um encontro inspirado na obra “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, conectando literatura, cultura e gastronomia em uma experiência interdisciplinar.
A iniciativa propõe explorar a leitura como fonte de inspiração criativa para o universo da confeitaria, incentivando a imaginação, o aprendizado colaborativo e o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento. A ação também reforça o papel da biblioteca como um espaço dinâmico de aprendizagem ativa, integração e vivências culturais.
Formada em Gastronomia pelo Senac Águas de São Pedro, Pós-graduada em Docência no Ensino Superior pelo Senac São Paulo com experiência em Cozinha Italiana, Confeitaria e Padaria.
Docente da área de Confeitaria e Panificação do Senac Sorocaba.
Nutricionista, de coração leve e alma curiosa. Apaixonada por livros, ela encontra na leitura um refúgio e nas páginas, inspiração. Entre uma xícara de café e outra, pratica yoga, desbrava trilhas, descobre novos destinos e se embala ao som de boas músicas. Uma pessoa que cultiva o equilíbrio entre corpo e mente, com um sorriso sereno e uma vontade constante de explorar o mundo e o conhecimento.
A exposição fotográfica intitulada “Tem Jeito: cenas imagéticas triviais que contam pequenas histórias”, da fotógrafa Inês Correa, apresenta encontros com situações vividas entre trabalhos e viagens. Trata-se do olhar de uma brasileira de família miscigenada, que se propõe a romper preconceitos e leituras rígidas do nosso dia a dia.
Cada fotografia possui sua singularidade. A ideia de reuni-las é criar o entendimento de que nem sempre o diálogo possível acontece entre iguais. Aqui, o que se apresenta é a percepção de que há, em nosso cotidiano, luta, doçura, diversão, cordialidade, molejo, raça, criatividade e uma pitada de fé.
Esta coleção de imagens propõe um olhar simples para uma conjuntura complexa, marcada pela diversidade, pela abrangência e pelo que ainda pode estar por vir.
Período de visitação: de 27/04/2026 a 30/04/2026
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8 às 21 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas.
Fotógrafa, pesquisadora da imagem e educadora, mestre em Comunicação e Semiótica PUC-SP. Trabalhou como fotojornalista na Folha de São Paulo e repórter fotográfica no projeto Migration, na agência holandesa PAPA – Participating Artists Press Agency. Atualmente, trabalha como fotógrafa, ministra oficinas e workshops de fotografia e é docente no Senac Santana.
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Itapira realizará sua tradicional feira de troca de livros junto à toda a comunidade escolar.
A Troca de Livros tem como objetivo incentivar a leitura, fazer circular livros em tinta e acessíveis, novos e usados, integrar as comunidades interna e externa, além de promover ações culturais.
Para participar, basta vir até a unidade, trazer seu livro(s) e/ou gibi(s) em bom estado de conservação e trocar por outros em exposição.
Importante lembrar, que livros serão trocados por livros e gibis por gibis, assim como não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
O espaço de troca funcionará durante toda a semana de evento.
Durante a Semana Senac de Leitura realizaremos a Feira de Troca de Livros. Para participar, os interessados devem ir até a Biblioteca com livros em bom estado de conservação. Horários: de segunda a sexta das 8h às 21h; sábado das 8h ao 12:00. Não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
A tradicional Feira de Troca de Livros acontece entre estudantes, funcionários e toda a comunidade escolar, com o objetivo de promover o acesso à leitura. Além de estimular o hábito de ler, a feira cria um espaço de convivência, onde os participantes podem conversar sobre literatura, indicar obras e descobrir novos autores.
Uma iniciativa simples que valoriza a cultura, a educação e a comunidade.
Importante:
• Livros trocam por livros
• Gibis trocam por gibis
• Não serão aceitos materiais didáticos, políticos ou religiosos, nem enciclopédias, dicionários, guias ou revistas
O espaço de trocas estará no hall do 1º andar, esperando por você.
Venha fazer parte dessa corrente de leitura!
A feira acontece de 27/04 a 30/04/2026, de segunda a sexta-feira, das 8 às 21 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas.
Um espaço escuro e envolvente, onde projeções de imagens da fauna e flora brasileira se espalham pelas paredes e teto, criando um cenário de natureza com sons ambiente. O espaço contará com tapetes para contemplação, permitindo que o visitante se entregue à experiência de imersão total. A sala celebra as brasilidades por meio da riqueza dos biomas nacionais, despertando pertencimento, consciência ambiental e conexão profunda com a diversidade natural do Brasil.
—————————————————————————————————————————————————————————————————
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na sala anexo a biblioteca.
Na atividade Feira de Troca de Livros, a Equipe da Biblioteca do Senac Penha propõe mais do que a circulação de obras, mas a ativação de encontros entre leitores, histórias e trajetórias. A troca de livros torna-se também troca de experiências e saberes. A ação amplia o acesso à leitura e tensiona a ideia de posse em favor da partilha. Fortalece vínculos comunitários e práticas sustentáveis. A leitura emerge como prática coletiva e social.
Local: Biblioteca do Senac Penha
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Barretos vai realizar a nossa já tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. A ideia é incentivar a leitura, fazer os livros circularem — sejam novos, usados, em tinta ou acessíveis — e aproximar ainda mais as comunidades interna e externa por meio de uma ação cultural simples e cheia de significado.
Para participar, é fácil: é só vir até a unidade, trazer seus livros e/ou gibis em bom estado e escolher outros para levar para casa. Vale lembrar que livros trocam por livros e gibis por gibis, e que não poderemos receber materiais didáticos, políticos ou religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
Também teremos:
– Exposição “O Brasil tem o Molho”
– Pote das Crendices
– Entrega do passaporte literário
Venha nos visitar e mergulhe nas tradições e sabores culturais do país.
Resgate histórias curiosas e crenças que atravessam gerações, despertando memória e identidade.
A apresentação interativa de berrante convida o público a vivenciar de perto uma forte expressão da cultura sertaneja.
Onde toques marcantes e história ganham vida de forma dinâmica e envolvente.
Uma experiência que conecta gerações e valoriza as raízes culturais de Barretos.
Um mergulho nas narrativas orais e escritas que revelam a identidade cultural e as histórias que atravessam gerações.
Criatividade e diversão se encontram nesta atividade que une arte e leitura em um só momento.
Na oficina de marca-páginas, os participantes soltam a imaginação colorindo e criando peças únicas.
Já no Bingo Literário, a brincadeira ganha vida com referências do universo dos livros, despertando conhecimento de forma leve e interativa.
A cultura local ganha vida no palco com a apresentação “Raízes Barretenses”, encenada pelos alunos do Técnico em Teatro do Senac Barretos.
Na Exposição Arte e estamparia DOS BRASIS, Eduardo Laurino apresenta um conjunto de produções que tensionam e ampliam o olhar sobre as matrizes indígenas e afro-brasileiras. As estampas operam como linguagem visual de memória e identidade. A atividade convida à leitura estética do Brasil em sua pluralidade. Provoca reflexão sobre pertencimento e representação. Um espaço de atravessamentos entre arte, cultura e história.
Local: Biblioteca do Senac Penha
Designer de Moda com especialização em Acessórios. Atua como chapeleiro e figurinista, com coleções para SPFW, Fashion Rio e teatro. É docente de Moda no Senac Penha e proprietário de marca própria de chapéus.
A exposição “Origem das Palavras” é uma instalação artístico-educativa que convida o visitante a descobrir como o português brasileiro foi moldado pela diversidade regional do país e por diversas matrizes linguísticas como indígena, africana entre outras. A ação é composta por mapas ilustrados do Brasil com expressões representativas de cada estado e totens temáticos organizados por região, apresentando regionalismos, gírias e palavras do cotidiano junto com suas origens etimológicas e significados. A proposta revela as camadas históricas e culturais que habitam a nossa fala, conectando tradição, identidade e diversidade.
Com palavras de origem indígena e afro-brasileira, a árvore da biblioteca propõe uma experiência interativa que valoriza a diversidade linguística e cultural do Brasil, evidenciando a origem de termos amplamente usados no dia a dia.
📍Local: Biblioteca
A programação reúne feiras, exposições, espetáculos, oficinas, vivências, apresentações artísticas, rodas de conversa e cine-debates, valorizando a diversidade cultural brasileira, as tradições populares, as narrativas orais, a arte, a ancestralidade, a tecnologia e as formas contemporâneas de produzir e compartilhar conhecimento. As atividades propõem diálogos entre literatura, música, dança, gastronomia, artes visuais, cultura digital e saberes tradicionais, ampliando as possibilidades de leitura do mundo.
Mais do que incentivar o acesso ao livro, o Senac Penha propõe experiências que fortalecem vínculos comunitários, estimulam a autoria, a criatividade e a troca de experiências. A Semana Senac de Leitura reafirma, assim, o compromisso da instituição com a educação cultural, a inclusão, a pluralidade de vozes e a construção coletiva de sentidos.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Feira de Troca de Livros da Penha
Na atividade Feira de Troca de Livros, a Equipe da Biblioteca do Senac Penha propõe mais do que a circulação de obras, mas a ativação de encontros entre leitores, histórias e trajetórias. A troca de livros torna-se também troca de experiências e saberes. A ação amplia o acesso à leitura e tensiona a ideia de posse em favor da partilha. Fortalece vínculos comunitários e práticas sustentáveis. A leitura emerge como prática coletiva e social.
Dia e horário: de 27 a 30/4 das 8 às 22 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Saiba mais
Exposição – Arte e estamparia DOS BRASIS
Na Exposição Arte e estamparia DOS BRASIS, Eduardo Laurino apresenta um conjunto de produções que tensionam e ampliam o olhar sobre as matrizes indígenas e afro-brasileiras. As estampas operam como linguagem visual de memória e identidade. A atividade convida à leitura estética do Brasil em sua pluralidade. Provoca reflexão sobre pertencimento e representação. Um espaço de atravessamentos entre arte, cultura e história.
Dia e horário: de 27 a 30/4 das 8 às 22 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Saiba mais
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
📆 27/4 – SEGUNDA-FEIRA
Espetáculo: De repente, Uma história popular das escolas literárias
No espetáculo De repente, Uma história popular das escolas literárias, a Cia Mapinguary constrói uma travessia crítica e lúdica pela formação da literatura brasileira. Inspirado no teatro mambembe e no cordel, o espetáculo desloca a literatura do campo erudito para o território do popular. Articula humor, oralidade e crítica social. Aproxima público e tradição literária. Uma experiência estética, pedagógica e cultural.
Horário: das 10h30 às 12 horas
Local: Auditório do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina de Escrita Criativa: O Cordel Contemporâneo e a Identidade Local
Na Oficina de Escrita Criativa: O Cordel Contemporâneo e a Identidade Local, Thais Cavalcanti propõe o cordel como ferramenta de leitura e escrita do mundo. A atividade mobiliza rima, métrica e oralidade para transformar vivências em poesia. Reforça a relação entre território, memória e linguagem. Incentiva autoria e expressão crítica. A palavra emerge como prática cultural e política.
Horário: das 19h30 às 21 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Saiba mais
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
📆 28/4 – TERÇA-FEIRA
Oficina – Ijexá: dança, corpo, ritmo, o Brasil e a palavra.
Na Oficina Ijexá: dança, corpo, ritmo, o Brasil e a palavra, Renã Lino articula corpo, música e ancestralidade como formas de conhecimento. O Ijexá é apresentado como ritmo e como memória cultural afro-brasileira. A experiência ativa o corpo como linguagem e arquivo vivo. Promove consciência cultural e sensibilidade. Um espaço de aprendizagem que atravessa o sensível e o coletivo.
Horário: das 10 às 12 horas
Local: Área externa do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Visita – Raízes da Vida- Histórias Vivas
Na atividade Raízes da Vida – Histórias Vivas, Samira Burani propõe a escuta como prática de valorização da experiência. O encontro entre gerações possibilita a circulação de memórias e narrativas de vida. A oralidade é reconhecida como forma legítima de conhecimento. Os registros produzidos ampliam a reflexão sobre identidade e pertencimento. Um espaço de troca, afeto e construção coletiva.
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina – Arte que Sopra Saberes: Escultura com Balões e Cultura Popular
Na Oficina Arte que Sopra Saberes, Darthi Alves utiliza o lúdico como estratégia de mediação cultural. A criação de esculturas com balões aproxima os participantes da fauna brasileira e dos imaginários populares. A atividade estimula criatividade, expressão e reconhecimento do território. Articula arte, brincadeira e conhecimento. Um espaço onde o fazer se torna aprendizagem.
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina – Raízes do Brasil: sabores, livros e discos
Na Oficina Raízes do Brasil: sabores, livros e discos, Isabel Bonfim, Elvis Campello e Isabel Lima propõem uma articulação entre diferentes linguagens culturais. Literatura, música e alimentação são mobilizadas como formas de leitura do cotidiano. A experiência amplia a percepção sensorial e simbólica da cultura brasileira. Estimula interação e criação. Um espaço de convergência entre saberes.
horário: das 14 às 16 horas
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Quando o Brasil dança: ritmos, raízes e saberes em movimento
Na atividade Quando o Brasil dança, Inajá Tetembuá propõe o corpo como território de memória e expressão cultural. Os ritmos brasileiros são vivenciados como práticas de resistência e identidade. A dança ativa saberes e histórias que atravessam gerações. A experiência articula movimento, cultura e pertencimento. Um encontro entre corpo e ancestralidade.
Horário: das 19h30 às 21 horas
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
📆 29/4 – QUARTA-FEIRA
Oficina – Libras é Cultura Popular
Na Oficina Libras é Cultura Popular, Darthi Alves e seus estudantes apresentam a Libras como linguagem cultural e política. A atividade amplia a compreensão da comunicação para além da oralidade. Ensina sinais relacionados à cultura brasileira. Promove inclusão e reconhecimento da diversidade. A linguagem é compreendida como prática social e cultural.
Horário: das 10 às 11h30
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Mãos que criam, raízes que inspiram: oficina de porta – livros
Na atividade Mãos que criam, raízes que inspiram, Náthaly Adamo propõe o fazer manual como prática de leitura e cuidado. A confecção de porta-livros articula criação, funcionalidade e afeto. Os participantes produzem objetos que dialogam com a leitura. A atividade valoriza saberes manuais. Um espaço onde o fazer constrói sentido.
Horário: das 10 às 12 horas
Local: Sala 6
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina – Entre Linhas e Retalhos: leitura e memória no fazer do fuxico
Na Oficina Entre Linhas e Retalhos, Priscila Brito articula leitura e artesanato como práticas culturais. O fuxico é trabalhado como técnica e como memória. A atividade integra escuta, criação e partilha. Valoriza saberes tradicionais e coletivos. Um espaço de construção de vínculos e significados.
Horário: das 14 às 16 horas
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Experiência – Chás, curandeira e benzedeiras
Na Experiência Chás, curandeiras e benzedeiras, Maria Carolina Varella mobiliza saberes ancestrais ligados ao cuidado. A roda de conversa promove escuta e troca de experiências. A atividade valoriza práticas tradicionais e espiritualidade. Amplia a compreensão de saúde e cultura. Um espaço de partilha e reconhecimento.
Horário: das 14 às 16 horas
Local: Área Externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Apresentação – O cancioneiro das raízes brasileiras
Na Apresentação O cancioneiro das raízes brasileiras, Renã Lino e convidados apresentam a música como forma de narrativa cultural. As canções revelam histórias, afetos e identidades. A atividade convida à escuta sensível e reflexiva. A música é tratada como linguagem de memória. Um encontro entre arte e cultura.
Horário: das 14h30 às 15h30
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Contação de histórias: Ubuntu Contos Africanos
Na Contação de histórias Ubuntu Contos Africanos, a Cia Mapinguary mobiliza a oralidade como forma de transmissão de saberes. As narrativas são atravessadas por música e interação. A atividade valoriza a ancestralidade africana. Promove participação e envolvimento do público. Uma experiência cultural sensível e coletiva.
Horário: das 19h30 às 20h30
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Saiba mais
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
📆 30/4 – QUINTA-FEIRA
Oficina – A cura pelo afeto! Conhecendo a brasileira Nise da Silveira
Na Oficina “A cura pelo afeto”, Carla de Oliveira apresenta a trajetória de Nise da Silveira como referência para práticas de cuidado. A atividade articula conversa e arteterapia. Valoriza o afeto como dimensão central da saúde mental. Promove reflexão sobre relações humanas. Um espaço de escuta e sensibilização.
Horário: das 10 às 12 horas
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Apresentação – “Gírias que Matam – Linguagem Popular e Segurança”
Na Apresentação Gírias que Matam, Geraldo Lins propõe uma leitura crítica da linguagem no contexto do trabalho. A atividade evidencia como expressões cotidianas podem impactar comportamentos e segurança. Estimula consciência no uso da linguagem. Relaciona comunicação e prevenção. Um espaço de reflexão aplicada.
Horário: das 10h30 às 12 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Experiência – Sopa de letrinhas: palavras e sabores do Brasil
Na Experiência Sopa de letrinhas, Fernanda Suzumura e Elton Galves articulam linguagem e gastronomia. A atividade propõe uma experiência sensorial e lúdica. Os participantes constroem palavras enquanto degustam. Valoriza a cultura alimentar brasileira. Um espaço de aprendizagem e interação.
Horário: das 9 às 11 horas
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Apresentação – Tecnoliteracia na cultura brasileira
Na Apresentação Tecnoliteracia na cultura brasileira, Soró Linhares, Klaiber Miranda, Valéria Abud e Neide Maschio articulam literatura e tecnologia como campos em constante diálogo e transformação. A atividade mobiliza recursos digitais como dispositivos de criação e mediação da palavra. Amplia as formas de leitura, escrita e produção de sentidos no contemporâneo. Estimula criatividade, experimentação e inovação. Um espaço em que cultura, linguagem e tecnologia se atravessam e se reinventam.
Horário: das 14 às 16 horas
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
CineDebate – A hora da estrela e a representação do Brasil de Macabéa
No CineDebate: A hora da estrela e a representação do Brasil de Macabéa, Emerson da Silva, Brenda da Costa e Aline Cordeiro conduzem a exibição do filme, baseado na obra literária de Clarice Lispector, seguida de debate. A atividade propõe reflexões sobre identidade, invisibilidade social e as múltiplas camadas da personagem Macabéa. Ao articular cinema e literatura, evidencia diferentes formas de leitura do mundo. Um espaço de diálogo crítico, análise sensível e construção coletiva de sentidos.
Horário: das 19h30 às 22 horas
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Exposição desenvolvida pelos estudantes de Design Gráfico, Publicidade e Propaganda (com parceira da Rádio), Moda, Computação Gráfica, Design de Interiores e oficina de TI, na biblioteca do Senac Sorocaba para a SSL 2026 sobre a influência das PALAVRAS no cotidiano brasileiro como reforço de IDENTIDADE CULTURAL. O foco da exposição é o hibridismo do vocabulário brasileiro e como ele se reproduz em todo o território.
Atividade de docentes e estudantes do Senac Sorocaba.
Organizadas pelos estudantes e professores do Ensino Médio, as atividades se dividem em diferentes núcleos: Brasil Plural: Palavras que nos formam, com termos de origem indígena, africana e portuguesa representados em caligrafias artísticas, colagens, desenhos e texturas; Mapa Afetivo Geográfico, que contrapõe fotos da década de 70 e imagens atuais de locais citados no livro, além de capas e registros da autora; Saberes do Cotidiano, um painel de objetos antigos acompanhados de explicações; e Mapa Sensorial: Sabores, cores e sons do Brasil, que reúne imagens, palavras, texturas, receitas, mapas e ritmos musicais em uma experiência sensorial. Além disso, o projeto inclui Os Brasis do Brasil, com microcontos, e Pipas em movimento, uma exposição de pipas suspensas no teto ou laje, compondo um mosaico cultural e criativo.
Explore 6 missões incríveis sobre nossas raízes, ritmos, festas, biomas e identidades.
Responda aos quizzes e colecione saberes!
Técnico em Mecânica Automotiva – SENAI, Técnico em Projetos Mecânico – Fernando Prestes, Graduação Publicidade e Propaganda UNISO, Graduação Técnologo em Eletrônica Automotiva – FATEC, Graduação em Engenharia Mecânica Pitagoras, Pós-graduação: Docência Ensino Superior UNINTER, Pós-graduação:Engenharia de Segurança do Trabalho UCAM, Pós-graduação:Engenharia Ambiental ÚNICA, Mestrado : Processos Tecnologicos e Ambientais – Mestrado UNISO Doutorando: Processos Tecnologicos e Ambientais – Doutorado UNISO.
Docente da área de Desenvolvimento Social no Senac Sorocaba. Mestre em Comunicação e Cultura. Especialista em Segurança do Trabalho e em Gestão de Marketing . Graduada em em Publicidade e Propaganda e em Engenharia Civil , com registro profissional (DRT) como publicitária.
Traga seus livros e gibis em bom estado para circular novas histórias!
Livro por livro, gibi por gibi.
Não aceitamos: Materiais didáticos, políticos, religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
Em 2026, no Senac Sorocaba, teremos livros de literatura nos idiomas: inglês, francês e espanhol.
São Materiais de Troca: livros, gibis e literatura em bom estado de conservação: infantil, infanto-juvenil e adultos. não são materiais de troca.
Não são Materiais de Troca: livros didáticos, religiosos e de cunho político-partidário, enciclopédia, guias e revistas de qualquer assunto.
A exposição apresenta o universo criativo do estilista brasileiro Walter Rodrigues, no qual moda, arte e história se encontram em narrativas construídas por formas, matérias-primas e fazeres manuais.
📍Local: Biblioteca
A Feira de Troca de Livros promove a circulação de obras literárias e o acesso democrático à leitura entre alunos, colaboradores e comunidade, permitindo a troca durante toda a Semana Senac de Leitura. São aceitos para troca: livros, gibis e literatura em bom estado de conservação (infantil, infanto-juvenil e adulta). Não são aceitos: livros didáticos, religiosos, de cunho político-partidário, enciclopédias, guias e revistas de qualquer assunto.
A proposta é incentivar a leitura, colocar os livros para circularem, sejam novos ou usados e aproximar ainda mais a comunidade interna e externa por meio da cultura, Promovendo consumo consciente, sustentabilidade, economia colaborativa e acesso democrático a bens e saberes.
Na Feira de Troca de Livros, os frequentadores da biblioteca poderão trazer um livro em bom estado de conservação que já tenham lido e trocar por outro que desejam ler.
📍Local: Biblioteca
Participar é fácil: é só passar na unidade, trazer seus livros e/ou gibis em bom estado e escolher outros para levar para casa.
📌 Importante:
• Livros trocam por livros;
• Gibis trocam por gibis;
• Não serão aceitos materiais didáticos, políticos ou religiosos, além de enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
O espaço de trocas estará em frente a Biblioteca!
Venha fazer parte dessa corrente de leitura!
O Instituto Colibri com o objetivo de incentivar à literatura e ampliar o acesso à cultura, oferece ao Senac Araraquara a exposição Itamar Vieira Junior, a qual integra as ações do Educativo da Festa Literária da Morada do Sol, a FliSol.
A exposição que homenageia o autor é composta por 8 painéis artísticos, distribuídos em 4 estruturas de dupla face, inspirados em sua obra, com arte e curadoria de Lauro Monteiro, transformam literatura em imagem e emoção. Silvani Silva é a curadora dos textos da exposição.
Horário para visitação:
Segunda das Xh às Xh
Onde: Bloco 6
Sem necessidade de inscrição.
Arquiteta e urbanista pela universidade central paulista, possui especialização em docência no ensino superior pela universidade federal de Uberlândia – UFU. É mestre em planejamento e projeto urbano pela universidade de Brasília – UNB. Doutora em arquitetura e urbanismo pela universidade de Brasília – UNB. Atuou como professora e pesquisadora no curso de arquitetura e urbanismo e no curso de design da universidade federal de Uberlândia FAUED-UFU. Atuou como professora e pesquisadora no curso de Arquitetura e Urbanismo e no Curso de Design de Interiores da Universidade de uUberaba – UNIUBE. É professora certificada Autodesk (Autocad/Revit), Sketchup e Promob. Atua também na elaboração e execução de projetos arquitetônicos e de design de interiores na Studio Vertical Arquitetura – SVA.
A tradicional Feira tem como objetivo incentivar a leitura e o acesso a cultura por meio da circulação de livros, HQs e DVDs novos e usados, em bom estado de conservação.
Para participar, os interessados devem ir até a unidade do Senac Francisco Matarazzo com os materiais de troca em bom estado de conservação.
As regras para as trocas são: livros são trocados por livros e gibis por gibis.
As trocas acontecerão de segunda a sexta, das 9 às 20 horas na biblioteca.
* Não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
Gratuito e sem necessidade de inscrição.
A Exposição – Multiartista Fernanda Ribeiro apresenta um recorte da produção autoral da artista, reunindo videoclipes, figurinos cênicos, acessórios e fotonarrativas em um percurso sensorial que articula audiovisual, moda, performance e imagem como linguagens integradas. A proposta convida o público a vivenciar a arte como experiência formativa, em diálogo direto com os campos da educação, cultura e inovação. O projeto parte do entendimento do corpo como território, arquivo e linguagem, onde memória, identidade e criação se manifestam de forma sensível e política. As obras apresentadas atravessam temas como ancestralidade afroindígena, feminidades negras, musicalidade, processos criativos independentes e cultura digital, evidenciando a arte como ferramenta de elaboração simbólica e construção de narrativas próprias. Os videoclipes autorais integram música, performance e narrativa visual, revelando o diálogo entre som, imagem e presença cênica. Os figurinos e acessórios, utilizados em shows e produções audiovisuais, são apresentados como esculturas vestíveis, portadoras de simbologias, afetos e referências culturais. As fotonarrativas ampliam esse universo ao construir sequências visuais que articulam documentação artística e poesia, enquanto os textos de processo contextualizam as obras e valorizam o percurso criativo como conhecimento.
A exposição propõe um ambiente acessível, sensível e reflexivo, estimulando o olhar crítico e a formação estética do público. Destina-se a estudantes, docentes e comunidade em geral, especialmente interessados em arte contemporânea, audiovisual, moda, fotografia, identidade e criação artística.
Multiartista e multidisciplinar afroindígena, cantora, compositora, performer e arte-educadora. Sua criação nasce do encontro entre corpo, voz, natureza e ancestralidade. Transitanto entre música, performance e audiovisual, transforma os espaços por onde passa em territórios políticos e poéticos, onde arte, espiritualidade e justiça social se entrelaçam como caminhos de resiliência e presença. Há mais de 20 anos atua na cena cultural independente de Botucatu (SP) e região. Em suas obras, faz do corpo e da voz instrumentos de denúncia, expansão de consciências e reconexão com saberes ancestrais, promovendo trocas de conhecimento e ecoando um grito por liberdade e transformação social.
Instalação que reporta a vida e obra de Cora Coralina, que foi mulher simples, doceira de profissão e que produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro.
A autora cuja obra atravessa tempo e espaço, rompe os muros e reflete sobre os lugares que habitou e eternizou em seus ‘escritinhos’.
Resgatar sua vida e produção literária, ressaltam a memória e a força da mulher na literatura.
Curadoria e produção: Thiago Felipe Toledo.
Educador e cultiva múltiplas paixões ligadas ao processo criativo, das contações de histórias do interior às produções artísticas e ao universo dos livros. É profissional da área educacional desde 2014, graduado em Artes Visuais e pós-graduado em Educação, Diversidade e Inclusão. Integra a equipe do Senac Francisco Matarazzo.

Mural de exposição coletiva, com: palavras, trechos de falas, expressões, ilustrações e elementos visuais que representem a diversidade das narrativas orais brasileiras. Valorizando a oralidade como forma de leitura do mundo, reconhecendo as narrativas faladas como expressões de ancestralidade, identidade, criatividade e saberes das culturas brasileiras. Produção e apresentação turmas de Aprendizagem 8 e 8.1
Docente em Desenvolvimento Social – Senac Ourinhos. Graduada em Direito e pós-graduada em Direito Educacional e Gestão de Instituições Educacionais, atua tanto no campo jurídico quanto acadêmico. Com experiência como advogada nas áreas Cível e Previdenciária, ela tem se destacado por sua atuação em temas complexos, como a inclusão de indivíduos transgêneros na seguridade social. Sua pesquisa sobre “Transgeneridade e Previdência Social: Seguridade Social e Vulnerabilidades” explora os desafios enfrentados por essa população na busca por direitos e dignidade. Defende que a educação, aliada ao acolhimento, tem o poder de transformar vidas e moldar seres humanos mais empáticos e conscientes de seu papel na sociedade.
Bruna Silva de Freitas Pereira é formada em Pedagogia e possui vasta experiência no trabalho com estudantes com deficiência, além de atuar como educadora social em serviços da área de assistência social. Atualmente, é docente da área de Desenvolvimento Social no Senac Ourinhos. Com um foco no protagonismo estudantil e na educação popular, dedica-se a promover a transformação social por meio da educação.
A exposição Saberes do Brasil: Uma Experiência Imersiva convida o público a vivenciar, por meio da realidade virtual, diferentes territórios, culturas e modos de vida, espaços culturais que compõem a diversidade brasileira.
Utilizando óculos de realidade virtual, os visitantes são conduzidos por paisagens, histórias e práticas culturais que revelam saberes tradicionais, memórias coletivas e identidades locais. A exposição propõe uma travessia que ultrapassa o olhar, estimulando a escuta, a empatia e o reconhecimento da pluralidade de vozes que formam o Brasil.
Mais do que observar, o público é convidado a se inserir nesses territórios, experimentando outras perspectivas e refletindo sobre as conexões entre cultura, espaço e conhecimento. Saberes do Brasil é, assim, um convite à descoberta — um mergulho nas raízes que nos constituem e nas histórias que nos atravessam.
Traga seus livros e gibis em bom estado para circular novas histórias! Livro por livro, gibi por gibi. Não aceitamos: Materiais didáticos, políticos, religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
Durante a Semana Senac de Leitura teremos a tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar.
Para participar, é fácil: é só vir até a unidade, trazer seus livros e/ou gibis em bom estado e escolher outros para levar para casa.
Vale lembrar que livros trocam por livros e gibis por gibis, e que não poderemos receber materiais didáticos, políticos ou religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
O espaço de trocas funcionará durante toda a semana da programação, na biblioteca.
Esperamos você!
Participar é fácil: é só passar na unidade, trazer seus livros e/ou gibis em bom estado e escolher outros para levar para casa.
📌 Importante:
• Livros trocam por livros;
• Gibis trocam por gibis;
• Não serão aceitos materiais didáticos, políticos ou religiosos, além de enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
O espaço de trocas estará em frente a Biblioteca!
Venha fazer parte dessa corrente de leitura!
Que tal aproveitar a 11ª Semana Senac de Leitura para trocar livros e conhecer novas leituras? A equipe da Biblioteca promove mais uma edição da Feira de Troca de Livros nos dias 27, 28, 29 e 30 de abril das 8h às 22h.
Materiais de troca: livros, gibis e literatura em bom estado de conservação: infantil, infanto-juvenil e adultos.
Não serão aceitos os seguintes materiais: livros didáticos, religiosos e de cunho político-partidário, enciclopédia, guias e revistas de qualquer assunto.
Em caso de dúvidas entre em contato com a Biblioteca: tiradentes.biblioteca@sp.senac.br ou 11 3336-2089.
Local: Biblioteca – 4º andar
Nesta exposição o movimento ganha nome e memória. Três murais traduzem em iorubá as aprendizagens vividas nas aulas de Educação Física, celebrando o corpo como espaço de cultura, identidade e ancestralidade.
Exposição e curadoria de professores e alunos do Ensino médio do Senac Francisco Matarazzo.
A exposição reúne trabalhos em bordado desenvolvidos pelos estudantes do Clube de Artes, que entre linhas, pontos e imaginação evidenciam o fazer artístico como espaço de experimentação, concentração e expressão.
Exposição e curadoria de professores e alunos do Ensino médio do Senac Francisco Matarazzo
Nesta oficina, os participantes aprenderão a preparar o tradicional brigadeiro enquanto conhecem sua origem, curiosidades e o contexto cultural que o transformou em um dos doces mais emblemáticos do Brasil.
Entre prática e conversa, a atividade une gastronomia, memória e história — porque comida também conta histórias.
Um encontro entre palavras, imagens e estilo. A exposição Moda e Literatura no Audiovisual apresenta como narrativas literárias ganham forma por meio do figurino no cinema e na televisão. A mostra evidencia o papel das roupas na construção de personagens, épocas e atmosferas, destacando a moda como uma importante linguagem narrativa.
Reunindo referências visuais e conexões com obras literárias, a exposição estabelece um diálogo sensível entre estética, identidade e storytelling, ampliando a compreensão sobre os modos de contar histórias no audiovisual.
Traga seus livros e/ou gibis em bom estado e escolha outros para levar para casa.
Importante:
• Livros trocam por livros
• Gibis trocam por gibis
• Não serão aceitos materiais didáticos, políticos ou religiosos, além de enciclopédias, dicionários, guias ou revistas
Tapetes de talagarça revelam a força e a delicadeza do fazer manual. Tradicionalmente utilizada no bordado artesanal, a talagarça ganha novos sentidos em peças que evidenciam tramas abertas, texturas marcadas e a presença do gesto humano. Cada tapete carrega o ritmo das mãos que o constroem, traduzindo cuidado, tradição e atenção aos detalhes. A materialidade do tecido e o trabalho artesanal se encontram em uma experiência visual e sensorial que valoriza o tempo, o toque e a beleza do que é feito à mão.
Pequena no tamanho, mas rica em histórias, esta exposição apresenta seis máquinas de costura antigas que atravessaram gerações, acompanhando sonhos, afetos e o cotidiano de quem fazia do tecido um meio de expressão e sustento. Marcadas pelo tempo e pelo uso, cada peça carrega vestígios de dedicação, criatividade e trabalho manual.
Entre engrenagens, linhas e detalhes cuidadosamente preservados, a mostra revela um encontro delicado entre passado, cultura e afeto, permitindo observar de perto objetos que ajudaram a costurar memórias e histórias de vida.
Durante a Semana Senac de Leitura teremos a tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade. Para participar, é fácil: é só trazer seus livros de literatura, gibis ou quadrinhos, em bom estado, e escolher outros para levar para casa.
Não recebemos materiais didáticos, políticos ou religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Jaboticabal vai realizar a nossa já tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. A ideia é incentivar a leitura, fazer os livros circularem — sejam novos, usados, em tinta ou acessíveis — e aproximar ainda mais as comunidades interna e externa por meio de uma ação cultural simples e cheia de significado.
Traga seus livros e troque por outros que despertarem seu interesse. Assim, a leitura continua circulando e todos saem ganhando!
O que pode ser trocado?
Livros de literatura em geral (desde que estejam em bom estado de conservação), livros infantis e juvenis, gibis e HQs.
O que não será aceito?
Livros didáticos, materiais de cunho político/partidário ou religioso, dicionários e enciclopédias.
Homenagem a Ariano Suassuna: O Auto da Compadecida” é um recorte de uma das obras mais representativas da cultura popular brasileira, que retrata com humor, sensibilidade e crítica social a alma do povo nordestino e suas raízes. A turma da Oficina de Teatro apresentará cenas icônicas da obra, dando vida a personagens marcantes que atravessam gerações e traduzem, em palavras e ações, a riqueza da tradição oral, da fé e da astúcia popular. A encenação celebra a força da dramaturgia de Ariano Suassuna, valorizando os saberes, a linguagem e os costumes que constituem a identidade cultural brasileira. Local: Auditório. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
Mili Souza é mestranda em Artes Cênicas pela UNIRIO. Sua pesquisa e prática artística atravessam o campo da atuação teatral, com ênfase na intersecção entre brincadeira e deficiência, investigando a acessibilidade como prática estética, pedagógica e política. Atua há 8 anos no teatro e no audiovisual, desenvolvendo trabalhos como atriz, educadora e produtora cultural. Integra uma companhia voltada à cultura popular, aprofundando sua relação com saberes tradicionais, coletividade e criação cênica enraizada em territórios e práticas populares. Atualmente é docente de teatro no Senac Ourinhos, onde desenvolve processos pedagógicos que articulam formação técnico-artística, inclusão, acessibilidade e experimentação criativa, compreendendo o ensino como espaço de encontro e compartilhamento de saberes.
Trocas de livros e gibis funcionarão da seguinte maneira: livros técnicos serão trocados por outros técnicos a partir de 2016 e livros de literatura por qualquer outro de literatura que estiver disponível. Os gibis serão trocados por outros gibis em bom estado.
Porém alguns materiais não serão aceitos na troca. São eles: cunho político, religioso, sexual, revistas e livros didáticos. Além disso, materiais danificados, molhados, rasgados, riscados ou muito antigos não serão aceitos.
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Limeira vai realizar a nossa já tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. A ideia é incentivar a leitura, fazer os livros circularem — sejam novos ou usados — e aproximar ainda mais as comunidades interna e externa por meio de uma ação cultural simples e cheia de significado.
Para participar, é fácil: é só vir até a unidade, trazer seus livros de literatura em bom estado e escolher outros para levar para casa. Vale lembrar que livros de literatura trocam por livros de literatura, e que não poderemos receber materiais didáticos, políticos ou religiosos, além de enciclopédias, dicionários, guias, revistas e gibis.
O espaço de troca funcionará durante toda a semana de evento.
Esperamos você!
Mergulhe na história dos 60 anos do Senac Santo André. Viaje pela linha do tempo da escola, da década de 60 até os dias de hoje. Confira também a linha do tempo da literatura, elaborada pela Biblioteca. Fotos históricas do antes e depois e um grande lambe-lambe com imagens de todas as eras que marcaram estudantes, funcionários e toda a comunidade escolar.
Data: 27 a 30/04/2026
Horário: 8h às 21h
Local: Espaços de convivência
A exposição de livros promovida pelo Senac Campinas celebra a diversidade literária e a riqueza cultural de autores de todo o mundo, explorando uma seleção cuidadosamente curada de obras que vão desde clássicos atemporais até lançamentos contemporâneos. Confira!
Deixe um livro de literatura ou história em quadrinho (HQ) que você já leu aqui e saia com um novo.
IMPORTANTE: para que a troca tenha valor para todo mundo, vamos respeitar as regras:
• A troca será de livro por livro e HQ por HQ;
• Os materiais devem estar em bom estado de conservação;
• Livros de literatura estrangeira, nacional, infantil, infanto-juvenil e HQs são bem-vindos;
• Não são aceitos materiais didáticos, acadêmicos, livros de cunho político partidário, religioso, pornográficos, dicionários nem listas de endereços e telefones.
Durante a Semana Senac de Leitura teremos a tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar.
A dinâmica é simples: traga um livro em bom estado e troque por outro, incentivando a circulação de histórias e a descoberta de novos autores, temas e gêneros literários.
Mais do que trocar exemplares, a feira cria um espaço de convivência, diálogo e incentivo à leitura como prática transformadora.
Para garantir o bom funcionamento da atividade, não serão aceitos:
Regras de troca:
Horário das trocas: De terça a sexta-feira, das 9 às 20 horas.
Venha participar, renovar sua estante e viver novas experiências literárias! Esperamos por você na Semana Senac de Leitura.
Sabe aqueles livros que você já leu e estão parados na estante? Que tal dar a eles uma nova casa e descobrir novas histórias?
Participe da Feira de Troca de Livros e troque suas leituras de forma simples e gratuita! Como funciona? Traga seus livros e troque por outros que despertarem seu interesse. Assim, a leitura continua circulando e todos saem ganhando!
O que pode ser trocado? Livros de literatura em geral (desde que estejam em bom estado de conservação), livros infantis e juvenis, gibis e HQs.
O que não será aceito? Livros didáticos, materiais de cunho político/partidário ou religioso, dicionários e enciclopédias
Exposição da Indumentária Gaúcha, com explicações técnicas das peças: Botas, Bombacha, Guaiaca, Camisa, Lenço e Chapéu
Que tal conhecer de perto a riqueza cultural do Sul do Brasil? A exposição Raízes do Sul convida você a mergulhar na tradição gaúcha por meio de sua indumentária típica.
Apresentando peças como botas, bombacha e guaiaca, a mostra traz explicações técnicas e curiosidades sobre cada item, revelando seus significados, usos e histórias.
Uma oportunidade para explorar a identidade, os costumes e a tradição do povo gaúcho em uma experiência cultural rica e imersiva.
Montagem de quebra-cabeça comunitário que será montado durante a SSL
Que tal construir algo juntos? Durante a SSL, convidamos você a participar da montagem de um quebra-cabeça comunitário, onde cada pessoa contribui com uma peça para formar uma grande imagem coletiva.
Mais do que um desafio, a atividade propõe um momento de interação, colaboração e convivência, mostrando que cada detalhe faz diferença no resultado final.
Que tal renovar sua estante e descobrir novas histórias?
Traga um livro que você já leu e leve outro para uma nova leitura. A ideia é simples: compartilhar histórias e incentivar o hábito da leitura de forma leve e colaborativa.
Para que a troca seja justa e aproveitada por todo mundo, é importante seguir algumas orientações:
• A troca será de livro por livro e HQ por HQ, sempre em bom estado de conservação;
• São aceitos livros de literatura nacional, estrangeira, infantil, infantojuvenil e histórias em quadrinhos;
• Não são aceitos materiais didáticos ou acadêmicos, livros de cunho político-partidário, religioso, pornográficos, dicionários, listas de endereços ou telefones.
Participe e faça parte dessa corrente de leitura.
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Itaquera vai realizar a nossa já tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. A ideia é incentivar a leitura, fazer os livros circularem — sejam novos, usados, em tinta ou acessíveis — e aproximar ainda mais as comunidades interna e externa por meio de uma ação cultural simples e cheia de significado.
Para participar, é fácil: é só vir até a unidade, trazer seus livros e/ou gibis em bom estado e escolher outros para levar para casa. Vale lembrar que livros trocam por livros e gibis por gibis, e que não poderemos receber materiais didáticos, políticos ou religiosos, enciclopédias, dicionários, guias ou revistas.
O espaço de trocas estará funcionando durante toda a semana da programação, aqui na biblioteca. Esperamos você!
✅ ESQUENTA | Lançamento do livro “Segredos entre nós”
No dia 18 de abril, a unidade realizará o lançamento do livro Segredos Entre Nós, da autora Marcelli de Macedo Freire, em um encontro especial que celebra a escrita, o protagonismo estudantil e a força das histórias que nascem dentro da comunidade escolar.
09h às 10h — Recepção e café para convidados
10h às 11h — Bate-papo com a autora Marcelli de Macedo Freire, com mediação de Daniel Puziski
11h às 12h — Sessão de autógrafos
✅ 14h00 | Live de Abertura da Semana Senac de Leitura | Local: Canal do Youtube Senac SP
Um encontro que marca o início de uma jornada coletiva de cultura, aprendizado e conexão.
🔗 SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO
✅ 19h30 | Ponto em Verso: a literatura de mulheres negras em bordado | Local: Senac Itaquera
Entre linhas e palavras, a oficina propõe bordar histórias. A partir da leitura de escritoras negras, os participantes criam bordados à mão, conectando literatura, memória e expressão artística em um gesto delicado e potente.
✅ 10h00 | Saberes Ancestrais e Cultivo do Presente | Local: Visitação à Horta Projeto Cabaça
Um convite para desacelerar e reconectar. A experiência reúne café coletivo, roda de conversa e plantio de ervas, valorizando os saberes ancestrais e a potência do que nasce no território.
✅ 14h00 | Um conto puxa o outro | Local: Senac Vila Prudente
A partir do conto “A história de Paká”, do livro Originárias, a atividade convida a uma vivência sensível entre leitura, escuta e imaginação.
🔗 SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO
✅ 14h20 | Apresentação de dança Carimbó | Local: Senac Itaquera
Ritmo, história e identidade em movimento.
🔗 SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO
✅ 15h00 | Ponto em Verso: a literatura de mulheres negras em bordado | Local: Senac Itaquera
Entre linhas e palavras, a oficina propõe bordar histórias. A partir da leitura de escritoras negras, os participantes criam bordados à mão, conectando literatura, memória e expressão artística em um gesto delicado e potente.
✅ Oficina de Isogravura | Local: Senac Itaquera
Durante a Semana Senac de Leitura, o público poderá participar de uma oficina de isogravura, técnica marcante da literatura de cordel. Conduzida por alunos de Design Gráfico, com orientação da docente Karien, a atividade convida os participantes a conhecer a técnica e experimentar a criação de matrizes e impressões.
TURMA 01 | Das 08h00 às 10h00 🔗 INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR
TURMA 02 | Das 10h00 às 12h00 🔗 INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR
TURMA 03 | Das 13h30 às 15h30 🔗 INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR
TURMA 04 | Das 15h30 às 17h30 🔗 INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR
✅ 14h00 | Roda de Conversa – Saberes e Sabores de Itaquera | Local: Senac Itaquera
Uma celebração da culinária como expressão cultural. Entre memórias, temperos e histórias, a atividade conecta identidade, ancestralidade e território.
✅ 20h40 | Aula aberta de Forró | Local: Senac Itaquera
Um convite para deixar o corpo falar, aprender novos passos e celebrar a cultura nordestina. Miniaula mediada pela docente Ana Paula Isac.
✅ 10h00 | Bibliocrochê | Local: Senac Itaquera
O Bibliocrochê, é um clube de leitura que une leitura e acolhimento em encontros mensais. Projeto voltado para mulheres 60+ atendidas pelo CRCM. Esta edição contará com a mediação do docente Gregório Zambon.
🔗 SEM NECESSIDADE DE INSCRIÇÃO
✅ 14h30 | O Corpo que Samba | Local: Senac Itaquera
Uma vivência artística que transforma o corpo em território de memória, resistência e celebração das culturas afro-diaspóricas, unindo performance e prática coletiva.
✅ 19h30 | Roda de Conversa: A cultura brasileira e o trabalho | Local: Senac Itaquera
Reflexões sobre diversidade, identidades e saberes no mundo profissional, a partir da literatura contemporânea e das múltiplas vozes que formam o Brasil. Roda de conversa mediada pelos docentes Jefferson Sousa e Cirlene Parziale.
Sabe aquele livro que já te ensinou o que tinha que ensinar? Ou aquele gibi que você já leu até as margens? No Senac, a gente acredita que história parada é semente que não brota. Por isso, a Equipe Biblioteca arma o seu “Balaio de Histórias” e convida você para um desapego com gosto de novidade!
A atividade propõe uma exposição dialogada sobre a ancestralidade e os saberes populares brasileiros relacionados ao uso de plantas, raízes, ervas e frutos, valorizando conhecimentos tradicionais e suas conexões com cultura, saúde e bem-estar.
Na sequência, os participantes serão convidados a vivenciar uma experiência criativa por meio da produção de uma composição artística, utilizando técnicas de recorte e colagem com folhas, flores, raízes e sementes coletadas na própria unidade.
Durante a oficina, será possível degustar chás e águas saborizadas, além de consultar obras do acervo bibliográfico relacionadas à temática, ampliando o contato com referências culturais e saberes naturais.
Docente da área de Desenvolvimento social no Senac Sorocaba. Mestre em Terapia Ocupacional (UFSCAR); especialização em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global (PUCRS) e especialização em Arteterapia e Terapias expressivas (UNESP).
Docente da área de Desenvolvimento Social no Senac Sorocaba. Mestre em Comunicação e Cultura. Especialista em Segurança do Trabalho e em Gestão de Marketing . Graduada em em Publicidade e Propaganda e em Engenharia Civil , com registro profissional (DRT) como publicitária.
Você aprenderá a criar arranjos florais inspirados nas paisagens, quintais e caminhos do interior paulista. A partir de flores, folhagens e elementos simples e acessíveis, você será convidado a compor arranjos que dialogam com a memória, o território e os saberes do dia a dia, especialmente aqueles que nascem da nossa relação com a terra.
Informações e inscrições: 18 3117-1022.
Visite a exposição que reúne cinco looks, cada um representando uma região do país.
As peças representam culturas, materiais e modos de viver, mostrando a diversidade do Brasil por meio da moda.
Informações: 18 3117-1022.
Participe de uma atividade interativa com um grande mapa do Brasil, onde o público é convidado a colar elementos culturais, gastronômicos, da fauna e da flora de cada região. A construção é coletiva e cria um retrato afetivo, diverso e cheio de identidade sobre o nosso país.
Participe do nosso espaço de troca de livros! Um ambiente aberto e colaborativo que incentiva a circulação de histórias, o acesso à leitura e o compartilhamento de experiências literárias de maneira simples e acolhedora.
É a oportunidade perfeita para trazer aquele livro que você já leu e levar um novo título para descobrir.
Materiais de troca: livros, gibis e literatura em bom estado de conservação: infantil, infanto-juvenil e adultos.
Não são materiais de troca: livros didáticos, religiosos e de cunho político-partidário, enciclopédia, guias e revistas.
Que tal renovar sua biblioteca de um jeito simples e sustentável?
Convidamos você para a Feira de Trocas, um evento especial onde você pode trocar livros, gibis e obras de literatura de diferentes gêneros e faixas etárias!
Traga seus livros em bom estado e leve para casa novas histórias!
IMPORTANTE: para que a troca tenha valor para todo mundo, vamos respeitar as regras:
A feira é aberta ao público, sem necessidade de inscrição.
Horário: das 09h às 21h.
Que tal se deixar levar pela força da poesia popular? Ao som da sanfona, você é convidado a criar, ouvir e compartilhar versos que falam do cotidiano, das raízes e da nossa memória coletiva — um encontro sensível e inspirador que celebra a cultura do cordel, a expressão artística e tudo aquilo que a poesia desperta.
Sabe aquele livro que já te ensinou o que tinha que ensinar? Ou aquele gibi que você já leu até as margens? No Senac, a gente acredita que história parada é semente que não brota. Por isso, a Equipe Biblioteca arma o seu “Balaio de Histórias” e convida você para um desapego com gosto de novidade!
Boas histórias não têm fim.
E merecem ser compartilhadas.
Deixe um livro de literatura ou história em quadrinho (HQ) que você já leu aqui no Senac Catanduva e saia com um novo.
IMPORTANTE: para que a troca tenha valor para todo mundo, vamos respeitar as regras:
. a troca será de livro por livro e HQ por HQ;
. os materiais devem estar em bom estado de conservação;
. livros de literatura estrangeira, nacional, infantil, infanto-juvenil e HQs são bem-vindos;
. não são aceitos materiais didáticos, acadêmicos, livros de cunho político partidário, religioso, pornográficos, dicionários nem listas de endereços e telefones.
Exposição em realidade virtual oferecendo ao visitante a chance de explorar aldeias indígenas brasileiras por meio de óculos VR. A experiência imersiva revela cenas do cotidiano, tradições e a relação das comunidades com a natureza, promovendo conexão cultural e valorização dos povos originários.
—————————————————————————————————————————————————————————————————
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na biblioteca.
Horários:
27/4 – 9h às 11h
28/4 – 15h às 17h
Você já pensou em carregar sua própria arte por aí e, de quebra, ajudar o planeta?
Na Oficina de Customização de Eco Bags, você vai transformar uma simples sacola ecológica em uma peça única e cheia de personalidade. Venha colocar a mão na massa em um encontro prático e inspirador que une sustentabilidade, criatividade e cultura.
O que você vai vivenciar nesta oficina:
Consumo Consciente: Desenvolva um novo olhar sobre peças reutilizadas, entendendo como a moda e o estilo podem andar de mãos dadas com a preservação ambiental.
Técnicas Práticas: Aprenda do zero o passo a passo da serigrafia manual (silk screen) e do transfer, descobrindo como estampar suas ideias direto no tecido.
Identidade e Expressão: Fortaleça suas raízes culturais e libere sua expressão artística através do poder do fazer manual.
Não é necessário ter experiência prévia com arte ou costura, basta trazer a sua vontade de criar!
IMPORTANTE! O inscrito deverá trazer uma camiseta que não usa mais pra ser reutilizado.
Criadora da marca autoral e sustentável Nefertih Clothing, atua há mais de 10 anos no universo da moda, desenvolvendo trabalhos que dialogam com as demandas sociais e culturais contemporâneas. Formada em Design de Moda pela Anhembi Morumbi e Técnica em Vestuário pelo SENAI (2017), iniciou sua trajetória guiada por propósito e responsabilidade ambiental. Em 2018, foi Designer na startup Use Noah, voltada à moda agênero, onde criou coleções atemporais. Em 2020, durante a pandemia, consolidou sua visão ao fundar a Nefertih, que segue em expansão com criações exclusivas. Hoje, seu trabalho tem conquistado visibilidade, atraindo artistas e músicos em busca de um visual único e cheio de identidade.
Durante a Semana Senac de Leitura realizaremos a Feira de Troca de Livros. Para participar, os interessados devem ir até a Biblioteca com livros em bom estado de conservação. Horários: de segunda a quinta das 9h às 21h. Não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
Muitas vezes, a literatura e o senso comum tratam a África como se fosse um único país ou uma cultura homogênea. Esta proposta visa romper com esse “perigo da história única”.
Através de uma dinâmica que mescla fatos históricos e a tradição oral (os Griots), a palestra levará o público a entender a África como um continente vasto e diverso, composto por 54 países, milhares de línguas e uma rica tapeçaria de crenças religiosas.
O encontro explorará como o processo de diáspora forçada, resultante da escravização, não trouxe apenas mão de obra ao Brasil, mas sim tecnologia, filosofia, religiosidade e uma infinidade de heranças que hoje formam a base da identidade brasileira.
Palestrante, contadora de histórias, escritora, fisioterapeuta, mentora de comunicação e especialista em linguagem corporal. Pós-graduada em educação pela PUC-SP.
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Marília vai realizar a nossa já tradicional Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. A ideia é incentivar a leitura, fazer os livros circularem — sejam novos, usados, em tinta ou acessíveis — e aproximar ainda mais as comunidades interna e externa por meio de uma ação cultural simples e cheia de significado.
Traga seus livros e troque por outros que despertarem seu interesse. Assim, a leitura continua circulando e todos saem ganhando!
O que pode ser trocado? Livros de literatura em geral (desde que estejam em bom estado de conservação), livros infantis e juvenis, gibis e HQs.
O que não será aceito? Livros didáticos, materiais de cunho político/partidário ou religioso, dicionários e enciclopédias.
A atividade será realizada na biblioteca do Senac Franca e tem como objetivo promover uma discussão sobre brasilidade por meio do fuxico literário, uma roda de conversa descontraída em que os participantes compartilham leituras, impressões e saberes da cultura popular, valorizando a oralidade e a troca de experiências.
Uma experiência artística sensível e inspiradora que convida os participantes a se reconectarem com suas raízes culturais por meio da aquarela. A oficina propõe explorar cores, símbolos e paisagens que revelam a riqueza e a diversidade dos saberes e das identidades brasileiras, estimulando a criatividade e a expressão individual.
Ilustrador com mais de 10 anos de experiência, dedica-se à criação de universos visuais marcantes. Com formação em Design, une o rigor técnico à sensibilidade artística para desenvolver projetos autênticos. Seu trabalho ganha destaque pela capacidade de dar vida a narrativas visuais que despertam a imaginação e geram conexões reais com quem as observa.
Durante a Semana Senac de Leitura realizaremos a Feira de Troca de Livros. Para participar, os interessados devem ir até a Biblioteca com livros em bom estado de conservação. Não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
Em 14 obras, a artista Sonya Mello convida o olhar a passear por São José dos Campos de um jeito diferente: com as cores vibrantes, os contornos espontâneos e a sensibilidade única da arte naïf. Da memória histórica à floresta que ainda respira na cidade, das tradições culturais à vocação tecnológica que define nosso tempo, cada tela é uma janela aberta para uma faceta da cidade que a gente conhece, mas nem sempre para pra ver. Uma exposição que celebra São José dos Campos com afeto, curiosidade e muita vida.
Durante todo a semana do evento, os espaços estarão preparados com ambientação temática, proporcionando uma experiência imersiva conectada às brasilidades ao longo dos três períodos do dia. Paralelamente, a feira de troca de livros estará disponível na biblioteca e no hall de entrada, incentivando a circulação de leituras, o compartilhamento de histórias e o acesso colaborativo à cultura.
Um espaço criado para acolher, inspirar e despertar a curiosidade. Um convite para fazer uma pausa, sentar sem pressa, folhear páginas e se deixar envolver pelas histórias. Entre encontro, descanso e descoberta, o ambiente convida o público a viver a leitura de forma leve, afetiva e compartilhada, transformando o momento em memória, registro e conexão com os livros.
Inspirada nas tradicionais garrafadas de Belém, a cortina construída com pequenos vidros coloridos cria transparências vibrantes e um efeito visual envolvente, evocando saberes populares e expressões da cultura brasileira em uma experiência cheia de identidade e delicadeza.
Durante a Semana Senac de Leitura, a biblioteca do Senac Aclimação realizará sua tradicional feira de troca de livros junto à toda a comunidade escolar. A Troca de Livros tem como objetivo incentivar a leitura, fazer circular livros em tinta e acessíveis, novos e usados, integrar as comunidades interna e externa, além de promover ações culturais.
Para participar, basta vir até a unidade, trazer seu livro(s) e/ou gibi(s) em bom estado de conservação e trocar por outros em exposição. Importante lembrar, que livros serão trocados por livros e gibis por gibis, assim como não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
O espaço de troca funcionará durante toda a semana de evento.
Estaremos localizados no térreo, venha nos visitar!
Uma ambientação pensada para aproximar leitura e natureza. As estantes da biblioteca ganham vida com a presença de plantas pendentes nativas do Brasil, criando um clima de frescor, leveza e pertencimento. Um convite a permanecer, desacelerar e se deixar envolver pela leitura em meio à natureza.
Uma exposição curiosa que utiliza monóculos para revelar memórias em miniatura. Por meio de pequenas lentes, surgem histórias, afetos e instantes preservados no tempo, compondo uma coleção de imagens carregadas de delicadeza e nostalgia. A experiência propõe um contato íntimo com lembranças e narrativas afetivas, reveladas em escala reduzida.
A oficina tem como objetivo valorizar a ancestralidade africana e indígena presente na cultura brasileira, reconhecendo os jogos tradicionais como heranças culturais transmitidas entre gerações e como expressão da identidade e da descendência dos povos que formam o Brasil. Durante a vivência, as turmas de Aprendizagem 7 e 7.1 serão responsáveis por orientar os participantes, explicar as regras e contextualizar os jogos como heranças ancestrais, enfatizando como esses saberes atravessaram gerações e permanecem vivos na cultura brasileira. Local: Saguão. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
Docente em Desenvolvimento Social – Senac Ourinhos. Graduada em Direito e pós-graduada em Direito Educacional e Gestão de Instituições Educacionais, atua tanto no campo jurídico quanto acadêmico. Com experiência como advogada nas áreas Cível e Previdenciária, ela tem se destacado por sua atuação em temas complexos, como a inclusão de indivíduos transgêneros na seguridade social. Sua pesquisa sobre “Transgeneridade e Previdência Social: Seguridade Social e Vulnerabilidades” explora os desafios enfrentados por essa população na busca por direitos e dignidade. Defende que a educação, aliada ao acolhimento, tem o poder de transformar vidas e moldar seres humanos mais empáticos e conscientes de seu papel na sociedade.
Bruna Silva de Freitas Pereira é formada em Pedagogia e possui vasta experiência no trabalho com estudantes com deficiência, além de atuar como educadora social em serviços da área de assistência social. Atualmente, é docente da área de Desenvolvimento Social no Senac Ourinhos. Com um foco no protagonismo estudantil e na educação popular, dedica-se a promover a transformação social por meio da educação.
Confira a Feira de Troca de Livros, aberta a toda a comunidade escolar. O evento promove o acesso à leitura e incentiva a reutilização de livros, práticas essenciais para a sustentabilidade. Ao compartilhar seus livros, você contribui para a economia de recursos naturais e fortalece a cultura da troca e da solidariedade.
Para participar, basta levar livros e gibis em bom estado de conservação até a unidade. Os livros são trocados por livros, e os gibis por gibis.
Não serão aceitos materiais com conteúdo didático, político ou religioso, assim como enciclopédias, dicionários, guias e revistas.
Horário: Intervalos das aulas
Manhã: 9h30 às 10h30
Tarde: 15h15 às 16h
Noite: 20h15 às 20h45
Local: Espaço Amarelo
A participação é gratuita e não exige inscrição prévia.
Promover encontro artístico e formativo integrando música ao vivo e diálogo, valorizando tradições da música brasileira, aproximando o público da música de raiz e da formação cultural por meio da experiência artística.
Arnaldo Silva é músico, ator, produtor e professor, formado pelo Conservatório de Tatuí, com atuação em música, teatro e educação cultural.
A oficina de Modelagem em Argila, intitulada Encontro com o Barro, tem como objetivo proporcionar aos participantes um espaço de experimentação criativa. O foco principal está na valorização das experiências vivenciadas durante a atividade, trabalhando os sentimentos, percepções e sensações, em vez do resultado estético final. Essa abordagem favorece a fluidez do processo criativo, permitindo que cada participante explore livremente sua expressão pessoal e estabeleça uma conexão mais profunda com o material, sem a pressão de alcançar uma forma ou acabamento específico.
Psicóloga, Arteterapeuta, Fundadora e Vice‑Presidente da Casa do Pavão.
Cresceu na periferia, cercada por afetos e histórias de luta que moldaram seu olhar para as potências e desafios do território.
Psicóloga formada pela USF (1992), com especializações em Psicoterapias Institucionais (PUCC), Violência Doméstica (LACRI‑USP), Arteterapia (Universidade São Marcos) e formação complementar em Psicoterapia Analítica de Grupo (Unicamp).
Vamos refletir sobre pertencimento e diversidade cultural?
A atividade propõe uma contextualização seguida de oficina prática, abordando a relação entre ancestralidade, território e os saberes tradicionais do povo Pataxó. Você terá contato com materiais e técnicas do artesanato indígena, vivenciando processos de criação que vão além da produção de objetos, ao promover reflexões sobre pertencimento, diversidade cultural e a importância dos saberes ancestrais na contemporaneidade.
Uara é artesã e filha de artesãos, benzedeiros e parteiras Pataxó. É formada em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela UFSCar e atualmente cursa Imagem e Som na mesma universidade. Em sua oficina, compartilha saberes do artesanato Pataxó com sementes nativas da Mata Atlântica, valorizando a ancestralidade, a memória e a relação com o território.
O espetáculo “História Puxa História” aproxima o público da literatura brasileira por meio do teatro, música e cultura popular. Na apresentação, dois personagens encantados conduzem a plateia por fábulas, mitos, cantigas e poesias, utilizando o Grimório, um livro mágico que abre as portas para as narrativas que formam a memória cultural do Brasil. A proposta estimula a imaginação, a escuta e o hábito da leitura, fortalecendo a relação dos estudantes com a palavra e com o patrimônio cultural do país.
Desde a sua fundação em 2020, a Cia Rabo de Cutia entrelaça teatro, literatura e música para celebrar a rica diversidade da cultura popular brasileira. Seu repertório abraça desde a literatura de cordel e contos afro-indígenas até o protagonismo feminino.
Contadora de Histórias internacional. Atriz. Escritora. Membra vitalícia da Academia Brasileira de Contadores de Historias (ABCH) ocupando a cadeira n. 15. Contemplada pelo Prêmio Baobá pelas contribuições litero-narrativas. Produtora, idealizadora e Roteirista da CIA Rabo de Cutia. Oficineira há mais de uma década na sensibilização de educadorxs, bibliotecárixs e pessoas que querem se dedicar à arte de ler, mediar, brincar e narrar histórias. Já capacitou mais de 1.000 pessoas em cursos e oficinas na arte de narração.
Inspirada na tradição da Ciranda, a atividade propõe uma vivência de dança em roda que valoriza ritmos e expressões da cultura popular brasileira.
Conduzida em formato dinâmico, inspirado na Zumba, a proposta convida os participantes a se movimentarem coletivamente, celebrando a música, a alegria e as raízes culturais do Brasil.
Uma experiência para valorizar a escuta e o imaginário popular brasileiro, mostrando que ouvir histórias não tem idade. Serão contadas duas aventuras clássicas — Pedro Malasartes e a Sopa de Pedra e As Bruxas da Ilha — de forma divertida e acessível para jovens e adultos.
Um convite, em forma de palestra, a refletir o conceito Economia Criativa, a partir da cultura brasileira, como potência simbólica, social e econômica. Em sintonia com os afetos e repertórios mobilizados pela Semana Senac de Leitura, a proposta toma o território e a escola como espaços vivos de criação, aprendizagem e futuro. Na sequência, os participantes serão convidados para uma visitação guiada pela exposição “Brasil com S”.
Turismólogo e historiador, mestre em Economia, Políticas da Cultura e Indústrias Criativas (UFRGS) e doutorando em Bens Culturais e Projetos Sociais (FGV/CPDOC). Há mais de 23 anos atua com projetos de cultura, educação e desenvolvimento territorial, com passagens pelo Sesc, Senac e Sebrae, e atuação nos estados do Paraná, Roraima, São Paulo e Mato Grosso. Atualmente é técnico de desenvolvimento profissional no Senac Sorocaba.
A oficina de xilogravura com Guta Armigliato integra tradição e contemporaneidade unindo arte, técnica e reflexão cultural. Os participantes irão desenvolver foco, planejamento e colaboração, ampliam a compreensão sobre cultura popular e democratização da informação, valorizam saberes ancestrais, fortalecem competências socioemocionais essenciais à formação cidadã e profissional.
Arquiteta, Urbanista e especialista em Artes pela Unesp. Mestranda em em Teoria e crítica da arte pela UFRJ. Realiza estudos teóricos de gravuras do Clube de Gravura de Porto Alegre e as xilogravuras da artista neoconcreta Lygia Pape. Cursou diversas oficinas de xilogravura no Centro Cultural Oswald de Andrade com aulas ministradas pelo renomado gravador Francisco Maringelli.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
O grupo Associação Cultural e Desportiva Força, possui um projeto de capoeira que ensina a comunidade carente do bairro dos Lírios em Americana. Esta atividade vai mostrar o que esse projeto desenvolve com a capoeira e o que essa arte representa para a população.
Serão 2 apresentações:
* das 10 horas às 10h30
* das 20 às 21 horas
A atividade não necessita de inscrição.
O(a) participante terá a oportunidade de conhecer a planta Ilex paraguariensis (erva-mate) e explorar sua riqueza cultural e regional. A experiência contempla diferentes tradições brasileiras: no Sul, com o chimarrão; no Centro-Oeste, com o tereré; e no Rio de Janeiro, com a cultura do Mate Carioca. Durante a atividade, será realizada uma demonstração acompanhada de degustação (não alcoólica), permitindo vivenciar as diversas formas de consumo da erva-mate no Brasil e compreender como cada região incorporou essa planta em seus hábitos e costumes.
Formado em Farmácia-Bioquímica pela Unesp Araraquara e em Gastronomia pela Universidade Anhembi-Morumbi, onde também concluiu Pós-Graduação em Docência no Ensino Superior.
É fundador da Sadi Gastronomia e atua como docente no Senac Campinas, ministrando aulas nas áreas de Gastronomia, Sala, Bar e Restaurante.
Organizado pela turma de Aprendizagem 130, o sarau celebrará a diversidade do nosso país por meio de poemas regionais, produções autorais e apresentações musicais. A proposta será composta por momentos especiais: poesia e literatura com criações próprias; declamação poética; música, rimas e versos.
O documentário “Falas da Terra” convida os participantes a uma imersão na riqueza estética e nos saberes ancestrais dos povos originários do Brasil.
Tatiana Souza, tem 39 anos, é casada e tem um filho de 4 anos. Graduada em Administração (2020), pela Uninove, também tem formação básica em costura e modelagem de roupas, seu hobby desde a adolescência. Compõe atualmente a equipe da Biblioteca Senac Celestino. “Sou uma pessoa curiosa, gosto de saber como as coisas funcionam e os porquês de tudo. “Comecei a ler de fato na fase adulta da minha vida. Na infância, não tive estímulos para ler, não tinha livros na minha casa, não era um hábito dos meus familiares. Mas sempre gostei de ouvir histórias, dessas reais, do dia a dia das pessoas, minha mãe é minha contadora de histórias favorita!
Por meio de roda de leitura e conversa com os participantes, a escritora Beta Ferreira apresentará a biografia, obras e escrevivência da escritora Conceição Evaristo com olhar ancestral de resistência e bem viver.
Local: Biblioteca – 4º andar
É mentora de escrita afetiva, palestrante e organizadora de livros coletâneas e contos. Educadora social em técnicas administrativas e desenvolvimento humano. Produtora e gestora de projetos de educação antirracista em instituições escolares privadas e públicas.
No espetáculo De repente, Uma história popular das escolas literárias, a Cia Mapinguary constrói uma travessia crítica e lúdica pela formação da literatura brasileira. Inspirado no teatro mambembe e no cordel, o espetáculo desloca a literatura do campo erudito para o território do popular. Articula humor, oralidade e crítica social. Aproxima público e tradição literária. Uma experiência estética, pedagógica e cultural.
Local: Auditório do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
A Cia Mapinguary é um grupo artístico fundado em 2000 por Carlos Godoy, especializado em contação de histórias, música ao vivo e teatro de bonecos, focando no folclore brasileiro, lendas amazônicas e contos populares.
Promover um bate-papo com Luiz Antonio Simas sobre memória, corpo e palavra na cultura brasileira, enfatizando ancestralidade, saberes populares e oralidade.
Luiz Antonio Simas é professor, historiador, educador popular, escritor, poeta e compositor, com mais de 30 livros sobre culturas populares brasileiras.
A arte salva mesmo? Até onde a poesia pode nos levar? Todo mundo pode ser poeta? Na palestra “A pluralidade da poeta: literatura, slam e cultura periférica”, Tawane Theodoro propõe reflexões sobre a importância da literatura, especialmente para os jovens. Esta palestra é a forma que a autora encontrou para seguir inspirando cada vez mais jovens e, quem sabe, despertar a arte que os habita.
Nascida em 1998, cria do Capão Redondo, zona sul de SP. É poeta marginal, uma das organizadoras do Sarau do Capão e Poeta formadora do Slam Interescolar. Atualmente possui poesias publicadas em mais de 15 antologias poéticas, e integra o time de produção do Slam SP. Autora dos livros: “Afrofênix: A fúria negra ressurge” e “A pluralidade da poeta” (Editora Quirino, 2019 e 2022). E do livreto: “O que vem antes das 5 notas?” (SELO AULA VIVA/2023).
O Grupo Carimbó Pai D’Égua traz ao Senac Tatuapé a força e a alegria da cultura amazônica em um espetáculo imersivo que une música paraense, dança e projeções visuais das paisagens e do folclore da Amazônia. Com oito anos de atuação em São Paulo, o grupo celebra as tradições amazônicas por meio de apresentações que conectam o público aos ritmos, cores e histórias do povo ribeirinho, promovendo resistência cultural e valorização das raízes do Brasil.
O grupo Carimbó Pai D’Égua é um dos mais expressivos representantes da cultura amazônica fora de sua terra natal. Há oito anos em São Paulo, o grupo se dedica a divulgar e celebrar as ricas tradições da Amazônia, unindo música, dança e narrativas visuais em espetáculos que emocionam e encantam públicos diversos. Formado por integrantes do Pará, Amazonas e São Paulo, o grupo é um verdadeiro símbolo de resistência cultural e paixão pelas artes da Amazônia.
Durante a atividade, será apresentada a obra “Floresta, cacau e chocolate”, publicada pela Editora Senac São Paulo, destacando a produção de cacau nos diferentes biomas brasileiros e suas características culturais, ambientais e sensoriais.
Para enriquecer a experiência, os participantes participarão de uma degustação guiada de cinco tipos de chocolates, promovendo uma vivência formativa que estimula a percepção sensorial, a criatividade e a conexão entre conhecimento, cultura e gastronomia.
Formada em Gastronomia pelo Senac Águas de São Pedro, Pós-graduada em Docência no Ensino Superior pelo Senac São Paulo com experiência em Cozinha Italiana, Confeitaria e Padaria.
Docente da área de Confeitaria e Panificação do Senac Sorocaba.
Nesta edição especial do Literatura em Foco, recebemos o escritor Jeferson Tenório para uma conversa profunda sobre o processo criativo, as reflexões e as camadas que constituem o premiado romance O Avesso da Pele. A obra, vencedora do Prêmio Jabuti, aborda temas como identidade, racismo estrutural, memória, afetos e o impacto das relações familiares, revelando um Brasil marcado por desigualdades, mas também por vozes que resistem e se reinventam.
Mais do que um bate-papo, é uma oportunidade de aproximação com a leitura, a escrita e os temas centrais que permeiam a obra, convidando o público a compreender como a literatura pode iluminar realidades, tensionar silêncios e fortalecer identidades.
Uma experiência potente para leitores, educadores, estudantes e todos que acreditam na palavra como caminho de transformação.
A oficina de Marca página: Cores e raízes do Brasil convida você a criar seu próprio marca‑página, escolhendo estampa, fazendo a arte de colagem e finalizando com um cordão de miçangas feitas de sementes de açaí. Uma experiência criativa que celebra nossa cultura e identidade.
Painel interativo inspirado na obra Abaporu, de Tarsila do Amaral. Peças de papelão recortadas a laser, no formato dos elementos da obra, serão fixadas na parede ainda sem pintura. O público será convidado a colorir o painel por meio da colagem de papéis nas cores da obra original, contendo neles palavras ou frases relacionadas à cultura brasileira, unindo literatura e artes plásticas!
Esta atividade, um clube de leitura guiada, promove a formação leitora crítica ao inserir no centro do debate a obra Úrsula, marco da literatura brasileira do século XIX. Valorizar a produção de uma autora negra, amplia o repertório cultural e fortalece a reflexão sobre identidade, memória e justiça social. A proposta estimula argumentação, escuta qualificada e consciência histórica na formação cidadã.
Ator e educador. Formado em letras e teatro. dialoga com narrativas decoloniais para ensinar literatura e gêneros discursivos de textos como ferramentas de reflexão e construção social. Atualmente é Docente no Ensino Médio Técnico no Senac Jabaquara.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
Vamos refletir sobre pertencimento e diversidade cultural?
A atividade propõe uma contextualização seguida de oficina prática, abordando a relação entre ancestralidade, território e os saberes tradicionais do povo Pataxó. Você terá contato com materiais e técnicas do artesanato indígena, vivenciando processos de criação que vão além da produção de objetos, ao promover reflexões sobre pertencimento, diversidade cultural e a importância dos saberes ancestrais na contemporaneidade.
Uara é artesã e filha de artesãos, benzedeiros e parteiras Pataxó. É formada em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela UFSCar e atualmente cursa Imagem e Som na mesma universidade. Em sua oficina, compartilha saberes do artesanato Pataxó com sementes nativas da Mata Atlântica, valorizando a ancestralidade, a memória e a relação com o território.
Nesta oficina, os participantes serão convidados a explorar o café como pigmento natural para a criação de marca-páginas artesanais. Utilizando papel reciclável e técnicas simples de pintura e experimentação, a atividade propõe uma vivência criativa que une arte, sustentabilidade e sensorialidade.
Enquanto criam suas peças, os participantes entram em contato com as texturas, aromas e tonalidades do café, transformando um elemento do cotidiano em expressão artística e afetiva.
Apresentação poética, musical e performática de rap e poesia falada, seguida de conversa sobre linguagem, identidade e produção cultural.
A atividade evidencia a oralidade como forma legítima de expressão artística e instrumento de reflexão social e reforça o subtema ao demonstrar que as palavras também emergem da oralidade, da rua e das vivências periféricas, elas expressam identidade, pertencimento e crítica social, ampliando a compreensão da cultura brasileira como produção viva e plural.
A apresentação acontecerá na Praça Bernardino de Campos, em frente ao Senac.
Renan Inquérito é RAPeiro e SARAUzeiro, utiliza a música e a literatura como ferramenta de transformação e interferência social.
Compositor, Mestre (sem) Cerimônias, em geografia e poesia, Doutor em Educação Ostentação.
Atua na cultura Hip-Hop desde 1997, quando fundou o grupo de rap INQUÉRITO, com o qual produziu 10 discos, dezenas de músicas, videoclipes e centenas de shows.
Além dos palcos, percorre escolas e unidades da Fundação CASA, realizando saraus, shows, debates e oficinas.
O projeto “Tradição Indígena Pankararu” é uma apresentação artístico-cultural que tem como objetivo compartilhar com o público elementos da espiritualidade, da música e da dança tradicional de povos indígenas do Nordeste brasileiro, especialmente ligados à tradição do Toré, manifestação sagrada presente em diversos povos originários.
Rezadora, artesã, conhecedora da medicina da mata e mestra da culinária tradicional do Povo Pankararu.
Foi reconhecida como uma ativista e líder desde cedo, e foi aprendendo a mexer com as ervas medicinais, artesanatos, instrumentos sagrados, e a lutar pelo seu povo.
Artesão, Oficineiro, Palestrante, Cantor (cânticos sagrados e nativos/originários). Participou de diversos festivais, eventos e encontros, sendo oficineiro de pintura e artesanato.
Um convite, em forma de palestra, a refletir o conceito Economia Criativa, a partir da cultura brasileira, como potência simbólica, social e econômica. Em sintonia com os afetos e repertórios mobilizados pela Semana Senac de Leitura, a proposta toma o território e a escola como espaços vivos de criação, aprendizagem e futuro. Na sequência, os participantes serão convidados para uma visitação guiada pela exposição “Brasil com S”.
Turismólogo e historiador, mestre em Economia, Políticas da Cultura e Indústrias Criativas (UFRGS) e doutorando em Bens Culturais e Projetos Sociais (FGV/CPDOC). Há mais de 23 anos atua com projetos de cultura, educação e desenvolvimento territorial, com passagens pelo Sesc, Senac e Sebrae, e atuação nos estados do Paraná, Roraima, São Paulo e Mato Grosso. Atualmente é técnico de desenvolvimento profissional no Senac Sorocaba.
Que tal se deixar levar pela força da poesia popular? Ao som da sanfona, você é convidado a criar, ouvir e compartilhar versos que falam do cotidiano, das raízes e da nossa memória coletiva — um encontro sensível e inspirador que celebra a cultura do cordel, a expressão artística e tudo aquilo que a poesia desperta.
Neste workshop vamos mergulhar nos sabores, aromas e histórias dessa bebida tão presente no nosso dia a dia que é o café, aprendendo, na prática, como harmonizá-la com diferentes alimentos.
Uma experiência sensorial que conecta leitura, cultura e gastronomia. Venha despertar seu paladar e celebrar o café como patrimônio do Brasil.
Na sequência, teremos uma tarde de autógrafos com livros da autora.
Pós-Graduada em Docência para Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário Senac/SP. Graduada em Tecnologia em Hotelaria pela mesma instituição. Cursou a faculdade de Engenharia Mackenzie em São Paulo. Especialista em Cafés, como Barista pela Special Coffee Association of Europe, e Degustadora e Classificadora de Cafés pelo Centro de Comércio de Cafés de Vitoria/ES. Autora do livro “Sou Barista”, São Paulo, editora Senac, 2013, que recebeu o premio do 56º Jabuti em 3º lugar na categoria Gastronomia e a premiação do Gourmand Word Cookbook Awards 2014 na categoria Café. Autodidata em Gastronomia funcional.
Uma experiência criativa que convida você a desacelerar e se reconectar com o fazer manual. Nesta oficina, os participantes vivenciarão o bordado em talagarça como forma de resgatar saberes do artesanato, de maneira prática e inspiradora. Ao longo da atividade, uma ecobag será customizada com criações autorais, explorando diferentes pontos e técnicas do bordado, em uma prática criativa e manual.
Pós-graduada em Negócios de Moda pelo Senac e bacharel em Administração. Possui 14 anos de experiência como docente nos cursos de Moda do Senac. Especialista em costura industrial, costura criativa, modelagem e moulage, construiu sua trajetória unindo técnica, criatividade e ensino.
Movida pela paixão por ensinar, dedica-se ao desenvolvimento de habilidades que conectam criatividade, técnica e realidade profissional.
Atividade interativa que une encenação ao vivo e jogo de estratégia. Inspirada no xadrez, a proposta convida os participantes a vivenciar um importante momento da história do Brasil: o conflito entre Zumbi e Ganga Zumba, líderes do Quilombo dos Palmares, em 1678.
Por meio de escolhas e movimentos estratégicos, o público reflete sobre decisões, alianças e caminhos possíveis daquele período histórico.
📍Local: Biblioteca
Muitas vezes, a literatura e o senso comum tratam a África como se fosse um único país ou uma cultura homogênea. Esta proposta visa romper com esse “perigo da história única”.
Através de uma dinâmica que mescla fatos históricos e a tradição oral (os Griots), a palestra levará o público a entender a África como um continente vasto e diverso, composto por 54 países, milhares de línguas e uma rica tapeçaria de crenças religiosas.
O encontro explorará como o processo de diáspora forçada, resultante da escravização, não trouxe apenas mão de obra ao Brasil, mas sim tecnologia, filosofia, religiosidade e uma infinidade de heranças que hoje formam a base da identidade brasileira.
Palestrante, contadora de histórias, escritora, fisioterapeuta, mentora de comunicação e especialista em linguagem corporal. Pós-graduada em educação pela PUC-SP.
A biblioteca do Centro Universitário Senac -Santo Amaro exibirá a Live de Abertura da 11ª Semana Senac de Leitura.
📍Local: Biblioteca
As turmas Trampolim apresentam um desfile de brasilidades, celebrando a cultura brasileira com cores, música, alegria e muita representatividade.
Exibição do documentário “Benzadeus” de Fabiano Liporoni. A obra aborda tradições e a diversidade dos benzimentos, revelando histórias e as práticas de benzedeiras e benzedores. O filme valoriza saberes ancestrais de cura e espiritualidade, destacando sua importância cultural e social no Brasil.
—————————————————————————————————————————————————————————————————
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na biblioteca.
Fabiano Tovar Garcia Liporoni é roteirista, diretor e produtor transmídia. Mestre pela UFSCar e formado em Comunicação Social pela FAAP, com formação em cinema pela Université Lumière Lyon 2 (França). Dirigiu videoclipes para artistas nacionais e internacionais e criou a plataforma transmídia Já Viu?. Atualmente é professor de Criação de Conteúdo Transmídia no Senac Águas de São Pedro e desenvolve projetos audiovisuais ficcionais e documentais.
Bate-papo com Cristino Wapichana, Marcia Kambeba e Socorro Acioli.
Os autores compartilham seus saberes por meio da palavra e convidam o público a refletir sobre memória, identidade, resistência e imaginação, apresentando um Brasil tecido por múltiplas expressões, vivências e sonhos.
Neste bate-papo, Cristino Wapichana, Marcia Kambeba e Socorro Acioli compartilham seus saberes por meio da palavra. Ao conversarem sobre suas histórias e ancestralidades, convidam o público a refletir sobre memória, identidade, resistência e imaginação, apresentando um Brasil tecido por múltiplas expressões, vivências e sonhos.
Doutora em Linguística, mestre em Geografia, multiartista, poeta, escritora com 17 livros publicados, contadora de histórias e palestrante sobre temas indígenas e ambientais. Realiza formações para educadores e atua no Brasil e no exterior com palestras, contação de histórias e atividades formativas, promovendo a valorização das culturas indígenas, da educação e do cuidado com a Amazônia.
Artista do povo indígena Wapichana. É músico, compositor, cineasta, contador de histórias, palestrante e escritor indígena premiado. Seu livro “A Boca da Noite” foi traduzido e reconhecido após concorrer a diversos prêmios e receber a Estrela de Prata do Prêmio Peter Pan, do International Board on Books for Young People, da Suécia. Em 2008, foi indicado ao Prêmio da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República por seu trabalho com a cultura indígena no Brasil.
Escritora com mais de 20 livros publicados, vencedora do Prêmio Jabuti 2013 na categoria infantil. Nasceu em Fortaleza, Ceará. É jornalista e professora, com Mestrado em Literatura Brasileira e Doutorado em Estudos de Literatura. Escreve para crianças, jovens e adultos. Foi a única brasileira aluna de Gabriel García Márquez na oficina “Como contar um conto” em 2006. Além do Brasil, seu livro ‘A Cabeça do Santo’ foi publicado em países como Estados Unidos, Inglaterra, França, México e Itália.\ @socorroacioli
Bibliotecária, professora de história com especialização em relações étnico-raciais. Há 14 anos atua na área da educação com experiências desde o chão da escola como docente dos ensinos fundamental e médio, terceiro setor, perpassando pela implementação de políticas públicas por meio do monitoramento e análise de dados em parceria com as secretarias de educação do país.
Neste bate-papo, Cristino Wapichana, Marcia Kambeba e Socorro Acioli compartilham seus saberes por meio da palavra. Ao conversarem sobre suas histórias e ancestralidades, convidam o público a refletir sobre memória, identidade, resistência e imaginação, apresentando um Brasil tecido por múltiplas expressões, vivências e sonhos.
Doutora em Linguística, mestre em Geografia, multiartista, poeta, escritora com 17 livros publicados, contadora de histórias e palestrante sobre temas indígenas e ambientais. Realiza formações para educadores e atua no Brasil e no exterior com palestras, contação de histórias e atividades formativas, promovendo a valorização das culturas indígenas, da educação e do cuidado com a Amazônia.
Escritora, palestrante e professora da Unifor é autora de 24 livros. Doutora em Literatura, venceu o Jabuti em 2013 com a obra Ela tem olhos de céu, e seu romance A cabeça do Santo foi finalista do Los Angeles Times Book Prize. É uma das principais vozes da literatura brasileira contemporânea.
Artista do povo indígena Wapichana. É músico, compositor, cineasta, contador de histórias, palestrante e escritor indígena premiado. Seu livro “A Boca da Noite” foi traduzido e reconhecido após concorrer a diversos prêmios e receber a Estrela de Prata do Prêmio Peter Pan, do International Board on Books for Young People, da Suécia. Em 2008, foi indicado ao Prêmio da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República por seu trabalho com a cultura indígena no Brasil.
Bibliotecária, professora de história com especialização em relações étnico-raciais. Há 14 anos atua na área da educação com experiências desde o chão da escola como docente dos ensinos fundamental e médio, terceiro setor, perpassando pela implementação de políticas públicas por meio do monitoramento e análise de dados em parceria com as secretarias de educação do país.
Histórias e saberes do Brasil sertanejo, integra a 11ª Semana Senac de Leitura e dialoga diretamente com o tema “Raízes e Saberes: a Cultura Brasileira em Palavras”. Unindo literatura, música e oralidade, o projeto transforma a biblioteca em um espaço vivo de troca cultural, valorizando as tradições e os saberes do Brasil sertanejo. Ao aproximar o sertão da cidade grande, o espetáculo evidencia como as manifestações culturais preservam e renovam a memória coletiva, conectando passado e presente. Inspirado nas culturas nordestina e paulista, celebra histórias, desafios e sonhos do povo sertanejo, reforçando o poder das palavras como instrumento de identidade e pertencimento.
Desde a sua fundação em 2020, a Cia Rabo de Cutia entrelaça teatro, literatura e música para celebrar a rica diversidade da cultura popular brasileira. Seu repertório abraça desde a literatura de cordel e contos afro-indígenas até o protagonismo feminino.
Atividade prática para o público conhecer e experimentar a bateria. Vagas limitadas, as senhas devem ser retiradas na biblioteca no dia da atividade.
📍Local: Biblioteca
Nesta oficina criativa, os participantes exploram a técnica de carimbagem artesanal, um processo manual de aplicação de tinta por meio de carimbos desenvolvidos pelos próprios participantes. Utilizando E.V.A recortado e fixado em bases simples, cada pessoa criará seus próprios carimbos para produzir estampas únicas e personalizadas.
Bacharel em Moda e Design Gráfico pela ESAMC, Formado em Corte e Costura pelo SENAI, Visual Merchandising nas lojas Riachuello, atua no mercado da Moda há 13 anos. Atualmente, Figurinista em Hermann Atelier, voltado para figurinos artísticos, e docente na área de Moda no Senac Santos.
Bate-papo com o professor Jorge Luiz da Hora sobre a importância do milho na formação do povo brasileiro e nas religiões afro-ameríndias.
📍Local: Biblioteca
Mestre em Comunicação pela Universidade Paulista e iniciou sua carreira gastronômica na Bahia, no Restaurante Escola Senac Pelourinho. Atuou como chefe no Mosteiro de São Bento e nas plataformas da Petrobrás no Nordeste, criando pratos regionais. Em São Paulo, formou-se Tecnólogo em Hotelaria pelo Centro Universitário Senac – Águas de São Pedro, onde também concluiu os cursos de Cozinheiro Chefe Internacional e Sommelier. É pós-graduado em Docência do Ensino Superior, com pesquisa sobre a influência africana na cozinha brasileira, e em Psicopedagogia com foco em inclusão social. Foi chef-executivo dos hotéis-escola Senac em Águas de São Pedro e Campos do Jordão, priorizando ingredientes e histórias da culinária regional. Atualmente, é professor no Centro Universitário Senac – Santo Amaro, responsável pelas disciplinas de Cozinhas do Brasil, Habilidades Básicas de Cozinha e Práticas de Serviços Gastronômicos, além de coordenar a pós-graduação em Cozinha Brasileira. Atuou também como mediador de conhecimento na USP e desenvolve atividades como personal chef e consultor gastronômico no Brasil e no exterior.
A oficina de Marca página: Cores e raízes do Brasil convida você a criar seu próprio marca‑página, escolhendo estampa, fazendo a arte de colagem e finalizando com um cordão de miçangas feitas de sementes de açaí. Uma experiência criativa que celebra nossa cultura e identidade.
O espetáculo da Contrabando Orquestra consiste em uma apresentação musical autoral estruturada com um “Menu Sonoro” impresso e distribuído ao público, que funciona como material de mediação cultural e orientação da escuta: um “cardápio sonoro” onde cada música é um “prato” e as características, conceitos e influências sonoras são os “ingredientes”. O repertório integra Afrobeat, ritmos afro-brasileiros e influências contemporâneas, apresentados por meio de arranjos orquestrais que combinam sopros, percussão, cordas elétricas e recursos eletrônicos.
No repertório, será apresentado uma abordagem moderna: um meio-termo entre canções poéticas, cujos temas vão desde matriz africana até ao autoconhecimento, e músicas instrumentais que vão desde ritmos mântricos a melodias cativantes.
Orquestra de músicos do interior paulista. Combina elementos de composição, arranjo e execução que unem timbres orgânicos e digitais, produzindo uma sonoridade única e cativante.
O grupo apresenta arranjos ricos que mesclam diversos instrumentos de sopro – como trompete, flugelhorn, trombone, sax tenor, flauta transversal e sax barítono.
Local: Bloco 6
Vagas Limitadas
Sol Negro é DJ e pesquisadora musical paraibana radicada em Araraquara (SP). Atua na cena musical desde 2022, explorando ritmos da diáspora africana e latina como Funk, Amapiano, Reggaeton, Kuduro e Black Music. Com sets potentes e autorais, já se apresentou ao lado de artistas como DJ MU540, Irmãs de Pau e Rap Plus Size. Em 2024, ministrou oficina no SESC Araraquara e tocou no Festival Internacional de Dança da cidade, com curadoria de Ailton Krenac e Gilsamara Moura. Sua discotecagem une pesquisa, identidade e som periférico.
O projeto MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange) propõe um encontro musical que destaca as raízes africanas na música brasileira. Com apresentações especiais e uma conversa com o público, o evento convida à troca de experiências e reflexões sobre essa rica influência cultural. O projeto Move é realizado pelo Conservatório de Tatuí.
O MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange) é um programa de intercâmbio internacional que conecta jovens talentos de 18 a 25 anos entre Noruega, Malawi, Moçambique e Brasil. A iniciativa é uma realização da Norec em parceria com as organizações Music Crossroads e, em território nacional, a Sustenidos. É através da Sustenidos que o projeto se une ao histórico Conservatório de Tatuí: com mais de 70 anos de tradição, é uma das mais respeitadas escolas de música da América Latina. Com dezenas de cursos totalmente gratuitos, a instituição cumpre a missão de formar instrumentistas, cantores, atores e luthiers de excelência, revelando talentos que figuram entre os principais nomes da arte na atualidade.
Uma experiência criativa de pintura no copo americano, ícone cultural brasileiro, utilizando tinta específica para este tipo de material. O objetivo é personalizar cada copo com gírias e expressões populares brasileiras, celebrando nossas diversas camadas de brasilidades. A oficina cria um espaço de conexão com a memória afetiva, estimula o pertencimento e a identificação. Ao final da oficina cada participante leva o copo para casa — novo xodó garantido!
Arte-educadora e multiartista. Formada em Artes Integradas e graduanda em Turismo pela Universidade Federal de São Carlos. Integra a equipe da Biblioteca do Senac Sorocaba e atua na mediação de oficinas artístico-culturais. Dentre suas múltiplas camadas, se encontra como “experimentadora de coisas”. Pesquisa os espaços culturais na cidade e sua prática une identificação, criação, expressão e contempla diferentes técnicas artísticas.
Nesta oficina, os participantes irão confeccionar colares e pulseiras inspirados na estética praiana, explorando técnicas acessíveis e criativas do artesanato. Cada participante produzirá ao menos uma peça e, além da prática, haverá uma abordagem sobre o empreendedorismo como possibilidade de geração de renda por meio da produção artesanal.
Bate-papo com o escritor Thiago PHz, autor de Odisseia Temporal, compartilhando os bastidores da criação do livro e trocando ideias sobre o universo da literatura afrofuturista.
Thiago Phz é escritor, roteirista e um dos nomes mais originais de sua geração. Premiado com o Prêmio Conceição Evaristo de Literatura pelo romance afrofuturista “Odisseia Temporal”, Phz consolidou uma transição brilhante dos palcos de stand-up — onde foi campeão nacional e precursor do humor preto no Brasil — para o centro do mercado audiovisual e literário. Selecionado pelo Lanani (TV Globo), ele atualmente desenvolve projetos para o cinema e televisão, mantendo a potência narrativa e a representatividade como pilares de sua obra.
Alexandre Kassai é bibliotecário no Senac Registro. Possui especialização em Literatura Infantil (UNIARA) e Catalogação (UNOCHAPECÓ). Atua em bibliotecas desde 2010, com experiência em organização da informação e no desenvolvimento de ações culturais, tendo participado de diversas iniciativas voltadas à promoção da leitura e à valorização da literatura. Atualmente faz pós-graduação em Língua Portuguesa e Literaturas na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Uma oficina que propõe uma viagem sensível pelo universo da pintura dos grafismos indígenas, utilizando urucum, jenipapo e carvão vegetal. Mais que decoração, o grafismo é apresentado como um sistema complexo de pensamento e conexão, uma escrita do corpo que narra rios, estrelas, sonhos e ciclos da vida. Os participantes são convidados a experimentar, no papel e na própria pele, com elementos e ferramentas naturais, a magia de tintas ancestrais que guardam histórias antigas e evocam a origem do próprio universo.
—————————————————————————————————————————————————————————————————
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na biblioteca.
Um encontro de escuta sobre saberes ancestrais, educação indígena, território e a resistência dos povos originários.
Clique aqui para se inscrever nas atividades da Semana Senac de Leitura no Senac Largo Treze!
Liderança da aldeia Kalipety, na T.I. Tenonde Porã. Localizada do extremo Sul de SP. Formada pela USP em 2008 em Pedagogia, hoje atua como Agente Ambiental, promovendo a recuperação de sementes tradicionais, recuperação de área degradadas, e realizados projetos de recuperação de florestas na T.I.. Escritora, tem um trabalho publicado pela Editora Elefantinha intitulado como “Nós”. Faz apontamentos de reflexão profundas sobre sua cultura, no trabalho político com as mulheres.
Psicóloga Escolar e Psicopedagoga, atuante no Senac Jardim Primavera e mestranda em Educação na PUC-SP. Moradora do Grajaú e egressa do Programa de Aprendizagem em 2017 pelo Senac. Acredito na educação e no diálogo como ferramentas reais de transformação social e construção de saberes.
Esta atividade apresenta o bordado como linguagem artística, ancestral que integra memória, cultura e identidade. Os estudantes desenvolvem sensibilidade, foco e coordenação motora, ao mesmo tempo em que refletem sobre cultura popular, gênero e saberes tradicionais, ampliam a compreensão das múltiplas brasilidades, fortalecem a expressão autoral e reconhecem a arte como instrumento de construção social e educacional.
Formação em Psicologia. Valoriza o fazer manual como prática de aprendizagem significativa, expressão e cuidado que promove bem‑estar, convivência e a construção coletiva de saberes por meio de encontros criativos, colaborativos e humanizados. Atua como parceira em atividades de manualidades e integra a equipe do Setor Técnico no Senac Jabaquara.
Pedagoga e psicopedagoga pela Universidade Anhembi Morumbi. Atuou por 13 anos na assistência social com públicos em situação de vulnerabilidade social. Desenvolveu atividades socioeducativas e oficinas de artesanato, especialmente pintura em tela e bordado em bastidor. Atualmente integra a equipe da Biblioteca do Senac Jabaquara com ações de leitura, cultura e mediação.
.
Uma vivência voltada ao cuidado e às tradições brasileiras. Nesta oficina de ervas, os participantes conhecem saberes populares ligados ao bem-estar, explorando as propriedades de plantas nativas utilizadas no dia a dia. A atividade inclui a preparação de um escalda-pés, combinando ervas aromáticas e terapêuticas, em uma prática simples e sensorial que valoriza o contato com a natureza e os conhecimentos ancestrais.
Docente na área de bem‑estar no Senac Rio Preto, atua na formação de alunos com foco em saúde integral, autocuidado e qualidade de vida.É terapeuta integrativa desde 2013, desenvolvendo práticas voltadas ao equilíbrio físico, emocional e energético. Graduada em Moda e em Estética e Cosmética, construiu uma trajetória interdisciplinar entre cuidado, estética e saúde. É especialista em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Também é facilitadora de meditação e conduz encontros de autoconhecimento feminino, promovendo escuta, acolhimento e fortalecimento pessoal.
O baião de dois é um prato tradicional do Nordeste brasileiro que traduz, em sabor e simplicidade, a história de resistência, criatividade e identidade cultural do sertão. Sua origem está ligada ao cotidiano das populações sertanejas, especialmente no Ceará e em outros estados nordestinos, onde o aproveitamento integral dos alimentos sempre foi uma necessidade diante das longas estiagens e das condições climáticas adversas. Oficina de Baião de Dois é, portanto, uma oportunidade de valorizar a culinária como patrimônio cultural imaterial, promovendo o contato com a história, os costumes e os sabores que compõem a identidade brasileira. Local: Cozinha. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600.
Jarlene Ferreira Valentino é profissional da área de Gastronomia, com sólida formação acadêmica e ampla experiência no mercado de alimentação e educação profissional.
Graduada em Gastronomia, possui pós-graduação em Cozinha Brasileira, Cozinha Funcional e Cozinha Internacional, além de especialização em Técnica de Segurança do Trabalho e formação como Bartender. Sua trajetória acadêmica reflete o compromisso com a qualificação contínua, integrando conhecimento técnico, segurança alimentar, nutrição e inovação gastronômica.
Sarau mediado pelo grupo vocal Poucas & Boas com a regência de Dani Mattos. Trabalha no formato de musicalização interativa as obras de Vinicius de Moraes.
Dani Mattos é regente, cantora e pesquisadora de música brasileira. Criadora do Grupo vocal Poucas & Boas, escreve projetos e oficinas musicais sempre ligados a memória cultural brasileira, como as obras de Vinicius de Moraes.

A oficina gastronômica convida os participantes a mergulhar na cultura alimentar de Pernambuco, explorando sua história, tradições e sabores únicos. Durante a atividade, serão apresentados os ingredientes típicos que compõem a identidade culinária do estado, acompanhados de explicações sobre suas origens e significados culturais. A experiência será conduzida com uma degustação guiada, permitindo que cada participante vivencie a diversidade e riqueza da gastronomia pernambucana. Mais do que provar pratos, trata-se de compreender como técnica, memória e tradição se entrelaçam para formar os sabores do Nordeste brasileiro.
Professor na área de gastronomia, cultura alimentar e nutrição, com atuação em ensino, oficinas gastronômicas e educação alimentar. Possui experiência em formação profissional, desenvolvimento de atividades educativas e valorização das tradições culinárias brasileiras.
O evento promove um encontro especial com o autor Paulo Stucchi, referência da literatura brasileira contemporânea. Autor de obras que exploram com sensibilidade e profundidade temas humanos e sociais, ele compartilhará com o público suas experiências no processo criativo, além de reflexões sobre literatura, leitura e escrita. Durante o bate‑papo, também comentará sobre sua trajetória como escritor e os caminhos que o levaram à construção de suas narrativas.
Uma oportunidade única para leitores, educadores e amantes da literatura dialogarem com o autor, conhecerem seus bastidores criativos e se inspirarem por meio de histórias que unem autenticidade, imaginação e riqueza cultural.
Local: Auditório
Jornalista e psicanalista, formado em Comunicação Social pela Unesp Bauru, com especialização em Jornalismo Institucional pela PUC-SP e mestrado em Processos Comunicacionais pela Universidade Metodista de São Paulo. Atuou por anos no jornalismo impresso, chegando a editor de uma publicação do setor gráfico. Atualmente trabalha como assessor de comunicação e dedica-se à literatura, com foco em romances históricos. É autor de diversos livros e teve destaque nacional com A Filha do Reich, finalista do Prêmio Jabuti 2020, e O Homem da Patagônia, finalista do Jabuti 2024.
“Narrativas Dançantes da Nossa Terra”, une contação de histórias às tradições de danças e brinquedos da nossa terra, convidando os participantes a vivenciarem a leitura para além da palavra escrita. A cultura popular tradicional brasileira é uma das principais formas de preservação da memória coletiva: antes do acesso amplo aos livros, foi pela oralidade, pelo canto, pela dança e pelo ritmo que saberes e valores atravessaram gerações. De forma lúdica e criativa, ritmo, versos e corpo se entrelaçam para narrar as memórias da nossa terra.
Artista educadora em dança e teatro, atua como docente no curso técnico em teatro do Senac Limeira. Utiliza as danças e narrativas tradicionais como meio para o autoconhecimento e o desenvolvimento da expressividade em suas atividades educacionais. Tem formação pelo Instituto Brincante, SP, estudos desenvolvidos com o mestre Tião Carvalho, pesquisas nos cursos de Especialização em Educação Social e Pós-graduação em Educação em Museus e Centros Culturais
Oficina que propõe a criação de bordados à mão a partir da leitura de textos literários de escritoras negras. O objetivo é estimular a aproximação do público com a literatura negra de autoria feminina através da leitura compartilhada, a criação e a escrita com linha e agulha. Nos encontros serão trabalhadas obras de autoras negras e ensinados os principais pontos do bordado livre.
Oficina de quadrinhos autobiográficos de humor com Luísa Lacombe.
📍Local: Biblioteca
O café é um dos elementos mais emblemáticos da formação cultural, econômica e social do Brasil, e especialmente da região de Bauru, que teve no ciclo do café um dos principais motores de seu desenvolvimento. Por meio da degustação comparativa de diferentes perfis de café, os participantes serão convidados a ler as histórias contidas em cada xícara – desde as rotas de dispersão das plantas originárias, passando pelas tradições de cultivo e consumo herdadas dos imigrantes, também pela geografia dos terroirs, até as transformações contemporâneas do mercado. A experiência sensorial será o fio condutor para uma reflexão sobre como o café expressa as raízes e os saberes do povo brasileiro.
Barista responsável pelos roteiros de degustação de cafés especiais e pela cafeteria do Museu do Café de Piratininga, onde desenvolvo e conduzo experiências sensoriais que conectam o público à história e à cultura cafeeira. Licenciada em Ciências Biológicas pela Unesp Bauru, com MBA em Gestão de Museus e Inovação pela Unimais. Possuo formação como barista pelo Amanda Ramos (Solução em Cafés Especiais, 2025) e pelo Centro de Preparação de Cafés do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo (2026).
Na Oficina de Escrita Criativa: O Cordel Contemporâneo e a Identidade Local, Thais Cavalcanti propõe o cordel como ferramenta de leitura e escrita do mundo. A atividade mobiliza rima, métrica e oralidade para transformar vivências em poesia. Reforça a relação entre território, memória e linguagem. Incentiva autoria e expressão crítica. A palavra emerge como prática cultural e política.
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Formada em Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, atua há três anos no setor administrativo do Senac, com foco no relacionamento com alunos e nos processos de admissão.
Com um olhar atento ao desenvolvimento humano e à educação, contribui para a democratização do conhecimento e para o fortalecimento do suporte acadêmico na instituição.
Que tal viver uma roda de samba ao vivo, cheia de histórias e boa música? Uma viagem envolvente pelas origens do samba, celebrando grandes nomes do gênero e convidando você a cantar junto, sentir o ritmo e aproveitar a energia contagiante do samba.
A palestra irá demonstrar como a palavra que nasce na oralidade da sala de aula e se materializa na escrita, organiza e amplifica os saberes que sustentam o fazer empreendedor no país. Pretende‑se, assim, inspirar a valorização da pluralidade cultural por meio de uma compreensão mais ampla e sensível do empreendedorismo.
Docente na área de Gestão e Negócios do Senac Jundiaí. Mestra em Administração das Micro e Pequenas Empresas, especialista em Controladoria e Finanças e graduada em Administração Geral, possui ampla experiência na área administrativa, com atuação em planejamento estratégico, gestão por competências e projetos empresariais e educacionais.
Consultora e desenvolvedora de materiais didáticos nas áreas de Administração para o Senac São Paulo e o Departamento Nacional do Senac, também atua como pesquisadora nas áreas de Empreendedorismo, Liderança Empreendedora, Administração Geral e Educação. É coautora do livro Administração e Empreendedorismo: princípios, ferramentas e práticas.
É mestra em administração de empresas, MBA em gestão por processos, especialista em educação especial e inclusiva e graduada em administração de empresas. Atualmente, expande sua expertise ao cursar a pós-graduação em Neurociência Aplicada: Produtividade e Performance Humana. Com uma carreira consolidada na gestão de empresas de pequeno e médio porte, atua há vinte anos como docente em disciplinas de gestão e negócios no ensino superior e técnico profissionalizante. Além de sua atuação como docente em gestão e negócios no Senac Itu, é desenvolvedora e consultora de materiais didáticos na área de administração geral no Senac São Paulo. É coautora do livro Administração e Empreendedorismo: Princípios, Ferramentas e Práticas. Seus projetos e pesquisas abrangem os temas marketing, empreendedorismo e inovação.
Neste encontro, o público é convidado a conhecer a trajetória do escritor e refletir sobre a literatura como forma de expressão, identidade e transformação social. A partir de suas vivências, Wesley Barbosa compartilha reflexões sobre a construção de narrativas que dão voz a realidades pouco visibilizadas e sobre a escrita como ato de resistência. A atividade propõe um espaço de escuta e troca, estimulando leitores e interessados em escrita a reconhecerem suas próprias histórias como potentes e significativas.
Wesley Barbosa nasceu em Itapecerica da Serra (SP). Desde jovem, trabalhou em diversas áreas, incluindo a de vendedor ambulante, experiência que inspirou seu primeiro livro, O Diabo na Mesa dos Fundos. É autor de Parágrafos Fúnebres, Relato de um Desgraçado sem Endereço Fixo e do romance Viela Ensanguentada, cujo lançamento o levou a Paris. Em 2023, lançou Pode Me Chamar de Fernando, teve um conto publicado na revista piauí, e o livro Eu Te Amo, Ivan vai virar filme. Vendeu mais de 10 mil exemplares de forma independente e criou a Barraco Editorial, voltada a novos autores.
Mulher Negra Interiorana, mãe, multiartista e educadora, graduada em Licenciatura em Letras pela UNESP de São José do Rio Preto, cidade onde reside. Suas produções e mediações transitam por diversas linguagens artísticas, como literatura, teatro e artes visuais.
Muitas vezes, a literatura e o senso comum tratam a África como se fosse um único país ou uma cultura homogênea. Esta proposta visa romper com esse “perigo da história única”.
Através de uma dinâmica que mescla fatos históricos e a tradição oral (os Griots), a palestra levará o público a entender a África como um continente vasto e diverso, composto por 54 países, milhares de línguas e uma rica tapeçaria de crenças religiosas.
O encontro explorará como o processo de diáspora forçada, resultante da escravização, não trouxe apenas mão de obra ao Brasil, mas sim tecnologia, filosofia, religiosidade e uma infinidade de heranças que hoje formam a base da identidade brasileira.
Palestrante, contadora de histórias, escritora, fisioterapeuta, mentora de comunicação e especialista em linguagem corporal. Pós-graduada em educação pela PUC-SP.
O espetáculo “História Puxa História” aproxima o público da literatura brasileira por meio do teatro, música e cultura popular. Na apresentação, dois personagens encantados conduzem a plateia por fábulas, mitos, cantigas e poesias, utilizando o Grimório, um livro mágico que abre as portas para as narrativas que formam a memória cultural do Brasil. A proposta estimula a imaginação, a escuta e o hábito da leitura, fortalecendo a relação dos estudantes com a palavra e com o patrimônio cultural do país.
Companhia estrelada por Sandra Guzman – narradora de historias internacional, atriz, patrona da academia Brasileira de histórias (ABCH) e por Andre Gonçalves – músico percussionista, poeta, compositor, sonoplasta e responsável pela trilha sonora dos projetos.
Contadora de Histórias internacional. Atriz. Escritora. Membra vitalícia da Academia Brasileira de Contadores de Historias (ABCH) ocupando a cadeira n. 15. Contemplada pelo Prêmio Baobá pelas contribuições litero-narrativas. Produtora, idealizadora e Roteirista da CIA Rabo de Cutia. Oficineira há mais de uma década na sensibilização de educadorxs, bibliotecárixs e pessoas que querem se dedicar à arte de ler, mediar, brincar e narrar histórias. Já capacitou mais de 1.000 pessoas em cursos e oficinas na arte de narração.
A apresentação de dança será em grupo, com direção de Sabrina Kelly. O objetivo é apresentar ao público um percurso artístico pelas danças populares brasileiras, trazendo elementos da dança afro, maracatu, samba e forró, criando uma narrativa coreográfica que evidencia as relações culturais, históricas e rítmicas entre essas manifestações. A proposta busca valorizar a diversidade cultural brasileira, demonstrando como essas danças dialogam entre si e compõem a identidade cultural do país. Ao final da apresentação, será realizada uma aula aberta de forró, convidando o público a vivenciar a dança de forma prática e participativa.
Onde: Bloco 6
Vagas Limitadas
Inscrições por ordem de chegada!
Bailarina profissional (DRT. Bailarina: 473), professora, coreógrafa e proprietária do Studio de Dança ZambaBem.
Formada em educação física, iniciou seus estudos em dança no ano de 1986, se especializando nas áreas de Dança Afro, Street Dance, Dança Contemporânea, Samba e Samba Rock.
Bailarina do grupo Gestus desde 2000.
Ministrou aulas de dança de rua e dança contemporânea na Escola Municipal de Dança e no Centro de Dança Gilsamara Moura.
Trabalhou como monitora nas mesmas áreas pelas Oficinas Culturais de 2001 a 2008 (Fundart).
Participou do coletivo na TRILHA DOS ADINKRAS que está percorrendo as escolas públicas de Araraquara e região com apoio do SESC.
Foi jurada no SESI DANCE, evento de dança da rede escolar que aconteceu no SESI Araraquara em maio de 2024 e foi jurada no 30° Festival de Dança do Triângulo que aconteceu em UberlandiA-MG em julho de 2024.
Atuou na Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara como Gestora do Programa Oficinas Culturais de 2016 a 2024, além de trabalhar como assistente de produção do Grupo Gestus e do FIDA (Festival Internacional de Dança de Araraquara).
Eleito Artista do Ano pelo POC Awards e idealizador do Fivela Fest, apresenta um pocket show que celebra a diversidade e a reinvenção da música brasileira.
Criador do movimento Queernejo e com álbum destacado entre os Melhores de 2023 pela Folha de S.Paulo, Gali traz ao palco uma performance que une tradição e contemporaneidade, identidade e representatividade.
“De Volta” – voz, viola e violão é o show intimista de Gali Galó, cantor, compositor e produtor cultural do interior de São Paulo, cuja obra transita entre a música autoral brasileira, a pesquisa sonora e questões de identidade de gênero. A apresentação traz o repertório do EP visual “de VOLTa”, centrado na composição, na palavra e na escuta. Com voz, violão e viola caipira, Gali conduz uma experiência sensível que atravessa pertencimento, memória e reconstrução, revelando a força da canção em sua essência e destacando o processo criativo como eixo central do espetáculo.
Karaokê de Músicas brasileiras na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Diálogos cultura brasileira e cultura hispanohablante / inglês com uma miscelânia de obras da cultura (literatura e música) que dialogam formando pontes entre duas línguas diferentes (letras em espanhol traduzidas para o português, letras em inglês traduzidas para o português, trechos de obras da literatura de autores não-brasileiros falando sobre o Brasil).
Onde moram suas raízes? Participe do nosso painel interativo e ajude a mapear as identidades da nossa unidade. Registre sua história, sotaque e origens para formarmos o grande mosaico cultural da comunidade Largo Treze. Sua trajetória faz parte desse mapa!
A atividade propõe uma experiência criativa que articula literatura, moda e expressão manual, tendo como ponto de partida o tema “Raízes e saberes: a cultura brasileira em palavras”. A partir da leitura de um trecho ou capítulo selecionado de uma obra literária, os participantes serão convidados a mergulhar no universo simbólico do texto, explorando suas imagens, sensações e significados. Como desdobramento prático, os participantes poderão experimentar técnicas de bordado, utilizando linhas, formas e texturas para representar aspectos presentes no texto como símbolos, emoções, personagens e atmosferas. O bordado surge, assim, como ferramenta de expressão artística e cultural, permitindo transformar palavras em composições visuais únicas.
Participação por ordem de chegada, sujeita à lotação do espaço.
Designer de moda atuante na indústria desde 2007, com amplo conhecimento da cadeia produtiva de confecção e especialista em negócios e marketing de moda. Ama compartilhar conhecimento e se aventurar em novos projetos.
Professora do Ensino Médio Técnico no Senac São Miguel Paulista na área de Linguagens e suas tecnologias, componente Língua Portuguesa, licenciada em Letras – Português e Inglês pela Universidade Cruzeiro do Sul com especialização lato-sensu em Psicopedagogia e Educação bilíngue para surdos.
Em O Garoto de Iporanga, o Vale do Ribeira vira cenário de mistério, natureza e ancestralidade. No bate-papo, o autor compartilha as inspirações na região, passando pelas lendas de A Loura e da Jibóia do Ribeira, além da força histórica das comunidades quilombolas.
Yago Tadeu Borges Scorsetti (1997, Diadema) é escritor brasileiro da literatura independente contemporânea. Sua obra explora memória, identidade e conflitos entre o mundo interior e o social. Autor de O Prisioneiro da Rádio Wenphil, Hikari no Sekai, Vagão dos Sonhos e Garoto de Iporanga.
Alexandre Kassai é bibliotecário no Senac Registro. Possui especialização em Literatura Infantil (UNIARA) e Catalogação (UNOCHAPECÓ). Atua em bibliotecas desde 2010, com experiência em organização da informação e no desenvolvimento de ações culturais, tendo participado de diversas iniciativas voltadas à promoção da leitura e à valorização da literatura. Atualmente faz pós-graduação em Língua Portuguesa e Literaturas na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Que tal se emocionar com um monólogo potente que dá voz às mulheres brasileiras? Uma experiência sensível que celebra trajetórias, reforça a identidade afro‑brasileira e ancestral e inspira o protagonismo feminino por meio da palavra, da memória e da representatividade.
Na oficina “Sabores e Sentidos do Brasil”, conduz uma experiência sensorial que convida os participantes a explorar aromas, texturas e sabores de diferentes regiões do país, valorizando alimentos regionais. Por meio de uma degustação guiada de geleias, a atividade estimula a percepção dos sentidos e a conexão entre alimentação, território e memória afetiva. Local: Sala Bar. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
Aline Geraldini é docente na área de Nutrição e Gastronomia e nutricionista clínica funcional, com atuação voltada ao comportamento alimentar. Possui experiência em segurança alimentar no setor hoteleiro e na prática clínica, acompanhando pessoas em processos de reeducação alimentar, saúde e bem-estar. Atualmente, dedica-se à formação de novos profissionais, integrando ciência, cultura alimentar e educação sensorial em suas práticas pedagógicas.
Lucineide Clementino Sol, mais conhecida como Sol Terena, indígena do povo Terena, mora na aldeia Tereré, Município de Sidrolândia, Indígena PcD, tem como Profissão, Técnico em Biblioteconomia, Ativista indígena, Artista plásticas e das artes visuais Indígenas, Artesã, Empreendedora, Ilustradora de livro infantis. Trabalho com o Projeto Pigmentação da Resistência desde o Ano de 2015. Levando o resgate da tradição da pintura Corporal indígena para as escolas indígenas e para o Contexto Urbano (cidade), e desenvolvendo debate e reflexão sobre a importância e fortalecimento da luta e o empoderamento da mulher indígena, do indígena com Deficiência, e a luta sobre os direitos indígenas, em relação as terras tradicionais.
Participe de um encontro que aproxima diferentes gerações, valorizando a escuta e o compartilhamento de memórias de pessoas de Araçatuba. Essa troca reconhece esses saberes como patrimônio cultural imaterial e parte fundamental da história e da identidade do território.
Informações e inscrições: 18 3117-1022.
Na atividade Raízes da Vida – Histórias Vivas, Samira Burani propõe a escuta como prática de valorização da experiência. O encontro entre gerações possibilita a circulação de memórias e narrativas de vida. A oralidade é reconhecida como forma legítima de conhecimento. Os registros produzidos ampliam a reflexão sobre identidade e pertencimento. Um espaço de troca, afeto e construção coletiva.
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Bacharel em Gerontologia pela EACH/USP e Pós-Graduada em Saúde da Família pela FASM. Trabalhou com estimulação cognitiva em idosos com demência. Atua com gestão gerontológica e auditoria do trabalho do profissional em empresas de Cuidadores de Idosos. É docente da área de Saúde e Bem-Estar do Senac Penha, dentre alguns cursos, o de Cuidador de Idosos.
A vivência propõe um olhar sensível sobre as histórias inscritas nos territórios da Barra Funda, Lapa e Pompéia, em São Paulo, conectando passado e presente por meio da experiência de caminhar pela cidade.
Ao reconhecer memórias, modos de falar e expressões culturais, a proposta busca sensibilizar e despertar senso crítico sobre o que é construído coletivamente e não deve ser apagado. Nesse contexto, a biblioteca se afirma como espaço de memória, identidade e escuta das múltiplas vozes que compõem a cultura do país, ampliando o pertencimento e o respeito às nossas origens.
Evento gratuito. Inscreva-se e atente-se ao horário de início da atividade para garantir seu lugar. Espaço sujeito à lotação.
Acompanhe a escola no instagram, em @senaclapafaustolo.
Fundador do Guia Negro e multiplicador do afroturismo, realiza consultorias e palestras. Apresentador dos programas ‘Guia Negro Entrevista’ e ‘podcast Afroturismo, o movimento’.\ @guisoaresdias e @guianegro
Na Oficina Arte que Sopra Saberes, Darthi Alves utiliza o lúdico como estratégia de mediação cultural. A criação de esculturas com balões aproxima os participantes da fauna brasileira e dos imaginários populares. A atividade estimula criatividade, expressão e reconhecimento do território. Articula arte, brincadeira e conhecimento. Um espaço onde o fazer se torna aprendizagem.
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Turismóloga e pedagoga, atua como consultora em acessibilidade cultural e neurodiversidade. É docente do Programa Aprendizagem e de cursos livres no Senac Penha. Autora do livro/jogo “Acessibilidade Fora da Caixinha”, promove inclusão e pertencimento.
A abertura da exposição contará com a fala de Nicholas, representante do Comitê de Inclusão e Diversidade, sobre a origem das palavras. Ele trará reflexões sobre termos utilizados no cotidiano, promovendo consciência crítica e diálogo sobre linguagem e cultura.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece no hall da biblioteca.
Você já pensou em carregar sua própria arte por aí e, de quebra, ajudar o planeta?
Na Oficina de Customização de Eco Bags, você vai transformar uma simples sacola ecológica em uma peça única e cheia de personalidade. Venha colocar a mão na massa em um encontro prático e inspirador que une sustentabilidade, criatividade e cultura.
O que você vai vivenciar nesta oficina:
Consumo Consciente: Desenvolva um novo olhar sobre peças reutilizadas, entendendo como a moda e o estilo podem andar de mãos dadas com a preservação ambiental.
Técnicas Práticas: Aprenda do zero o passo a passo da serigrafia manual (silk screen) e do transfer, descobrindo como estampar suas ideias direto no tecido.
Identidade e Expressão: Fortaleça suas raízes culturais e libere sua expressão artística através do poder do fazer manual.
Não é necessário ter experiência prévia com arte ou costura, basta trazer a sua vontade de criar!
IMPORTANTE! O inscrito deverá trazer uma camiseta que não usa mais pra ser reutilizado.
Criadora da marca autoral e sustentável Nefertih Clothing, atua há mais de 10 anos no universo da moda, desenvolvendo trabalhos que dialogam com as demandas sociais e culturais contemporâneas. Formada em Design de Moda pela Anhembi Morumbi e Técnica em Vestuário pelo SENAI (2017), iniciou sua trajetória guiada por propósito e responsabilidade ambiental. Em 2018, foi Designer na startup Use Noah, voltada à moda agênero, onde criou coleções atemporais. Em 2020, durante a pandemia, consolidou sua visão ao fundar a Nefertih, que segue em expansão com criações exclusivas. Hoje, seu trabalho tem conquistado visibilidade, atraindo artistas e músicos em busca de um visual único e cheio de identidade.
Uma experiência artística sensível e inspiradora que convida os participantes a se reconectarem com suas raízes culturais por meio da aquarela. A oficina propõe explorar cores, símbolos e paisagens que revelam a riqueza e a diversidade dos saberes e das identidades brasileiras, estimulando a criatividade e a expressão individual.
Ilustrador com mais de 10 anos de experiência, dedica-se à criação de universos visuais marcantes. Com formação em Design, une o rigor técnico à sensibilidade artística para desenvolver projetos autênticos. Seu trabalho ganha destaque pela capacidade de dar vida a narrativas visuais que despertam a imaginação e geram conexões reais com quem as observa.
No auditório, pela manhã às 09h, acontece a atividade Conexões e afetos: um Brasil pra cada um, que propõe um mergulho em reflexões sobre as diferentes formas de viver, sentir e se conectar no país, valorizando a diversidade e os afetos. Já no período da tarde, às 15h, a atividade O Desejo – a ideia que não saiu do papel convida os participantes a refletirem sobre sonhos, ideias e projetos que ficaram pelo caminho, incentivando sua transformação em ações concretas.
Uma performance narrativa e poética, itinerante, que distribuí cartas do “tarôt” das poetisas brasileiras.
Previsões poéticas revelam, a partir de escritoras brasileiras presentes no tarot, a poesia eficaz para o seu momento de vida.
Com Tayame Porto.
Thayame pesquisa o tarôt como fonte da criatividade e subjetividade humana e traz para essa proposta as experiências mágicas que essa performance mobiliza. Esse é um Tarot autoral, fruto de pesquisa literária da proponente.

Que tal mergulhar no universo da Literatura de Cordel?
Você vai conhecer sua história, características e importância na cultura popular brasileira, além de acompanhar recitações que dão vida a essa tradição. O encontro também apresenta a xilogravura, ampliando a experiência com elementos visuais que marcam essa expressão artística.
Uma vivência rica em oralidade, tradição e arte.
É poeta cordelista e xilogravurista, natural de Água Branca, no alto sertão alagoano. Desenvolve um trabalho que dialoga com a tradição da Literatura de Cordel e da Xilogravura Brasileira, unindo respeito aos saberes populares e olhar contemporâneo. Realiza apresentações, oficinas e projetos culturais e educacionais em escolas, universidades, feiras e eventos literários, contribuindo para a difusão da cultura popular brasileira.
Atividade de dança com vídeo game.
📍Local: Biblioteca
Que tal conhecer o poder das plantas medicinais no cuidado com a saúde?
Nesta atividade, você participa de uma exposição dialogada seguida de prática, conhecendo ervas, seus usos e propriedades. Também aprende possibilidades de preparo de pomadas, valorizando o cuidado comunitário e os saberes ancestrais.
Doné Oyasse, matriarca do Ilê Axé de Yansã, atua em movimentos sociais e na luta antirracista. Destaca-se pela formação de mulheres negras por meio de oficinas, com ênfase no uso de ervas e na produção de remédios medicinais, valorizando saberes tradicionais e o cuidado comunitário.
Em visita à horta do Projeto Cabaça, no entorno da nossa unidade, os participantes terão uma experiência formativa que integra café da manhã coletivo, rodade conversa e plantio de ervas.
A proposta é refletir sobre saberes ancestrais, a importância das plantas em nossa vida e a valorização das ervas cultivadas em nosso próprio território,reconhecendo como nos identificamos a partir desses saberes e das culturas locais. Também serão exploradas as derivações e os produtos que surgem apartir do cultivo, evidenciando a potência do que é produzido no entorno.
Um convite para desacelerar, reduzir o tempo de tela e fortalecer vínculos com a natureza, com o território e com o coletivo.
Oficina de chaveiro em fio de malha.
📍Local: Biblioteca
A oficina Bora Crochetar? Crochê para Iniciantes tem como objetivo proporcionar um primeiro contato com o crochê, uma técnica artesanal tradicional que atravessa gerações e carrega histórias, memórias e identidade cultural. Durante a atividade, os participantes aprendem pontos básicos, conhecem os materiais e dão os primeiros passos na criação de peças simples, valorizando o fazer manual como forma de expressão e conexão com saberes populares.
Mais do que ensinar uma habilidade, a oficina busca resgatar a importância do artesanato na cultura brasileira, promovendo um momento de troca, criatividade e acolhimento. Aberta a todos os interessados, a atividade convida o público a experimentar, criar e se encantar com o universo do crochê, fortalecendo vínculos entre tradição e contemporaneidade.
Atividade gratuita. A participação será por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição prévia.
Local: biblioteca
Formada em Administração, com pós-graduação em Gestão de Pessoas. Além da experiência profissional, atua há alguns anos como crocheteira, uma atividade que desenvolve criatividade, foco e dedicação, competências que também trás para o ambiente de trabalho.
Formada em Administração (RH) e Serviço Social, com pós-graduação em Gestão Escolar, atua como representante do Comitê de Voluntariado, acreditando na força do coletivo. No crochê encontra propósito, calma e união, criando peças com cuidado e carinho.
Artesã em crochê com ampla experiência e anos de atuação. Produz diversas peças artesanais, unindo técnica, criatividade e capricho. O crochê é sua segunda fonte de renda, desenvolvida com responsabilidade e amor pelo feito à mão.
Psicopedagoga e Intérprete de Libras, com mais de 10 anos de experiência no Senac Santana. Especialista em comunicação inclusiva, alia o artesanato à acessibilidade, com domínio nas técnicas de crochê e bordado.
Bibliotecária no Senac Santana, formada em Biblioteconomia e Design de Interiores. Mãe e apaixonada por plantas, valoriza o cuidado, a criatividade e o conhecimento. Vinda de tradição familiar no crochê, carrega um olhar sensível ao fazer manual e às conexões afetivas.
O bambu da sorte, apesar de ter origem africana e forte presença na cultura chinesa, se integra aos saberes brasileiros por seu simbolismo ligado à proteção, prosperidade e boas energias — valores também presentes nas tradições do nosso país. Lendas orientais dizem que a planta transforma a vida de quem a acolhe, trazendo saúde e sorte, enquanto o Feng Shui a reconhece como harmonizadora dos ambientes.
No Brasil, essa ideia dialoga com nossas próprias crenças populares sobre plantas protetoras. O bambu, que “enverga, mas não quebra”, representa resiliência — qualidade profundamente ligada às raízes culturais brasileiras e à força do nosso povo.
Técnico em Contabilidade pelo Senac Sorocaba. Formado em Logística. Cursando Pós-Graduação em Logística e Suplly Chain. Tem como hobby, cuidar de seu jardim, horta e plantas, fazer caminhada, conversar com amigos e assistir ao youtube sobre curiosidades dos países e a vida dos animais.
Na Oficina Ijexá: dança, corpo, ritmo, o Brasil e a palavra, Renã Lino articula corpo, música e ancestralidade como formas de conhecimento. O Ijexá é apresentado como ritmo e como memória cultural afro-brasileira. A experiência ativa o corpo como linguagem e arquivo vivo. Promove consciência cultural e sensibilidade. Um espaço de aprendizagem que atravessa o sensível e o coletivo.
Local: Área externa do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Psicólogo formado pela UFPB, mestre em Psicologia da Educação pela PUC-SP e doutorando em Psicologia Escolar pela USP. Atua como professor universitário e docente no Senac Penha.
Brincante de múltiplas artes, pesquisa brinquedos populares afro-nordestinos desde 2012. É arte-educador, ministrando oficinas de percussão e dança. Integra o Coletivo Maracastelo (PB) e a Nação do Maracatu Estrela Brilhante do Recife (PE), onde desenvolve atividades ligadas à percussão.
É ator formado pelo Curso Livre de Teatro da FUNESC (PB), integrante da Gualharufas de Teatro (PB), e participou do Grupo Imburana de Danças Populares da UFPB entre 2012 e 2019.
Uma oficina que propõe uma viagem sensível pelo universo da pintura dos grafismos indígenas, utilizando urucum, jenipapo e carvão vegetal. Mais que decoração, o grafismo é apresentado como um sistema complexo de pensamento e conexão, uma escrita do corpo que narra rios, estrelas, sonhos e ciclos da vida. Os participantes são convidados a experimentar, no papel e na própria pele, com elementos e ferramentas naturais, a magia de tintas ancestrais que guardam histórias antigas e evocam a origem do próprio universo.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na biblioteca.
É um encontro regado de sutileza e imaginações, com exercício de escrita criativa de poesias a partir da memória sensorial das ervas aromáticas que propõe a construção de um varal coletivo de poesias.
Local: Foyer
Poeta, slammer, cantora, compositora e pesquisadora em literaturas da diáspora negra sexual-dissidente. É co-fundadora da padê editora, que publica livros de autoras negras e LGBT.
Cientista social, arte educadora e performer. Co-fundadora do Manifesto Crespo, é articuladora social, pesquisadora, produtora cultural, poeta e artista visual.
Esta atividade, oficina de criação de mandalas em pontilhismo, integra arte, percepção visual e reflexão cultural. Os estudantes desenvolvem concentração, planejamento e organização espacial, ao mesmo tempo em que estimulam a autorregulação, atenção plena e a expressão não verbal, ampliam a compreensão sobre coletividade e interconexão nas brasilidades, valorizam o fazer manual e fortalecem competências socioemocionais essenciais à formação integral.
Psicóloga Escolar. Graduada em Psicologia e Pedagogia com pós-graduação em Psicopedagogia e Gestão Escolar. Com 18 anos de atuação na Educação e 23 anos na área clínica desenvolve um trabalho pautado na abordagem humanista. Atualmente integra a equipe do Senac Jabaquara contribuindo para a formação integral dos estudantes.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
O projeto propõe uma imersão na rica tradição poética do Nordeste brasileiro estabelecendo um diálogo intercultural entre a Cenopoesia e as expressões artísticas da periferia.
A condução do encontro será realizada pela escritora Jô Freitas, com a ação sendo idealizada pela Massemba Literária. O encontro também conta com a abertura e o fechamento de uma intervenção artística, poética ou musical, realizada por um artista nordestino(a).
Inscrições no link: https://tinyurl.com/cdfmu72r
Jô Freitas, poeta, escritora e produtora, celebrou uma década na poesia em 2023 com o lançamento do livro “Goela Seca”. Com raízes nordestinas e base em São Paulo, recebeu prêmios como o Troféu Baobá de Literatura (2021) e apresentou no TEDx Campinas. Reconhecida internacionalmente, realizou projetos em países como Equador e África do Sul. Atualmente cursa Biblioteconomia, circula em escolas com “Lugar de Poesia é em Todo Lugar” e compartilha dicas literárias no Instagram.
É multiartista da palavra, onde faz-se poeta-escritora, slammer, slamaster, criadora de conteúdo digital e produtora cultural. É pioneira da cena poetry slam no Ceará. É autora do livro: Me Faço Tempestade Para Não Caber em Redemoinho. Integra o Coletivo Fora da Métrica e Slam das Minas SP.
A atividade oferece um momento de troca e convivência entre alunos artesãos, reunindo mãos criativas e olhares atentos em torno do bordado. Em uma roda, os participantes bordam juntos e compartilham técnicas, memórias e experiências que atravessam gerações. Mais do que produzir peças, a proposta é tecer conexões, valorizar o fazer manual e celebrar o artesanato como expressão cultural e afetiva.
Participe nos horários:
10h às 10h30
15h às 15h30
20h30 às 21h
Bibliotecária formada pela UNESP, atua no Senac São José do Rio Preto com projetos que promovem leitura, cultura e convivência. Também fotógrafa, une sensibilidade artística à memória e histórias. Transita entre acervos, experiências culturais e arte, vendo biblioteca e fotografia como espaços de transformação.
Este coletivo transforma histórias e poesias em performance. Com narrativas vivas e muita criatividade, o grupo convida o público a celebrar a literatura de forma lúdica.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece no Hall de entrada da unidade.
a participação é por ordem de chegada.
Indicação: a partir dos 14 anos.
Horários de apresentação:
10 horas às 10h40
15 horas às 15h40
18h30 às 19h10
Coletivo artístico voltado à mediação de leitura, contação de histórias e intervenções cênico‑literárias. Desde 2022, realiza ações que aproximam literatura, oralidade e performance, fortalecendo a formação de leitores e ampliando o acesso à cultura em projetos educativos e culturais.
Oficina introdutória voltada a iniciantes, com apresentação do tabuleiro, objetivo do jogo e regras essenciais. Os participantes aprenderão a movimentação das peças, noções básicas de captura e princípios simples para iniciar uma partida com segurança. A prática é conduzida com demonstrações e exercícios rápidos em duplas, finalizando com mini-partidas orientadas e pequenos desafios lógicos para fixação do conteúdo, estimulando concentração, raciocínio e tomada de decisão.
José Murillo Rodrigues Gonçalves é educador e artista da Baixada Santista, com atuação continuada na região desde 2015. É formado em Filosofia pela Universidade Católica de Santos (UNISANTOS), em 2019, e possui formação em Artes e em Pedagogia. Realizou curso de capacitação em xadrez com o Mestre Internacional Jefferson Pelikian (Pelika), aprofundando fundamentos do jogo e práticas formativas aplicadas ao ensino. Desenvolve trabalhos que articulam arte e educação, com experiência em oficinas e ações formativas voltadas à criação, à leitura crítica e às práticas culturais, priorizando metodologias colaborativas e o desenvolvimento do pensamento crítico
Palestra com a historiadora Karla Armani – “Lendas e mitos na memória oral e escrita de Barretos: séculos XIX e XX’’
Um mergulho nas narrativas orais e escritas que revelam a identidade cultural e as histórias que atravessam gerações.
Karla Armani Medeiros é historiadora, especialista na história de Barretos há 18 anos. Dedica-se à escrita, à realização de palestras, à curadoria de exposições e à produção de saraus, com o propósito de valorizar o patrimônio histórico e cultural da cidade e despertar o interesse pela sua história.
Nessa intervenção, o poeta, rapper e professor Renan Inquérito promove um encontro poético e divertido entre o rap e a educação, sempre levando a literatura de forma lúdica e acolhedora, promovendo uma experiência interativa, divertida e espontânea. Com seu megafone na mão, Renan solta a voz, celebra a oralidade e rompe o silêncio costumeiro das bibliotecas e livrarias, maltrata a gramática pra colocar a culpa na licença poética.
Renan Inquérito é RAPeiro e SARAUzeiro, utiliza a música e a literatura como ferramenta de transformação e interferência social.
Compositor, Mestre (sem) Cerimônias, em geografia e poesia, Doutor em Educação Ostentação.
Atua na cultura Hip-Hop desde 1997, quando fundou o grupo de rap INQUÉRITO, com o qual produziu 10 discos, dezenas de músicas, videoclipes e centenas de shows.
Além dos palcos, percorre escolas e unidades da Fundação CASA, realizando saraus, shows, debates e oficinas.
A atividade propõe um mergulho no imaginário popular da região Sul, valorizando suas tradições, cultura e narrativas transmitidas de geração em geração. Por meio da oralidade, o público é convidado a conhecer personagens, mistérios e ensinamentos presentes em lendas típicas, que refletem os costumes, crenças e a relação das pessoas com a natureza.
Roda de conversa com a rapper indígena Katú Mirim, artista reconhecida por sua atuação na música e na defesa das pautas dos povos originários. Na atividade, Katú Mirim compartilhará sua trajetória, abordando temas como identidade, ancestralidade, território, resistência e a potência das narrativas indígenas no cenário cultural contemporâneo. A conversa pretende promover reflexão sobre diferentes modos de ler, escrever e transmitir saberes, ampliando a compreensão sobre a diversidade cultural brasileira. Além do bate-papo, a artista fará a apresentação de duas músicas de seu repertório.
Nesta oficina, os participantes aprenderão o básico do macramê, uma técnica de tecelagem manual baseada em nós.
A atividade será focada na confecção de um chaveiro artesanal, explorando o nó espiral.

Entrega de senhas na Biblioteca com 30 minutos de antecedência da atividade.
Horário: 10h30
Vagas limitadas!
Inscrições por ordem de chegada!
Um convite à reflexão sensível e crítica sobre a identidade brasileira a partir do ambiente doméstico. Por meio de elementos como cobogós, ladrilhos hidráulicos, varandas, brises e soluções vernaculares, os participantes são convidados a reconhecer como clima, cultura e história influenciam a estética e a funcionalidade das casas no Brasil. A partir de trechos literários de diferentes regiões do país, a proposta amplia o olhar para a casa como um espaço de memória, narrativa e pertencimento, estimulando reflexões sobre a criação de ambientes com mais significado, identidade e conexão com o território.
Engenheira civil. Pós-graduada em Análise de Estruturas e Sistemas Construtivos de Concreto e Aço. Mestranda em Arquitetura e Urbanismo, com foco em Inventário Participativo e Educação Patrimonial. Docente do Senac Rio Preto, nas áreas de Arquitetura e Computação Gráfica, e da Universidade Paulista (UNIP), nas áreas de Engenharia e Design Gráfico.
Venha participar de uma vivência corporal que celebra os ritmos e movimentos das danças afro-brasileiras! A oficina propõe uma prática coletiva que conecta corpo, história e ancestralidade, explorando expressões corporais tradicionais e suas raízes culturais.
Por meio do corpo, vamos experimentar ritmo, energia e identidade, fortalecendo a conexão com a cultura afro-brasileira em um espaço de troca, sensibilidade e movimento.
A atividade é aberta a todas as pessoas interessadas em vivenciar a dança como forma de expressão cultural e corporal.
Inscreva-se para a turma da manhã!
Cláudia Nwabasili e Roges Doglas são artistas da dança, coreógrafos e diretores da CIA PÉ NO MUNDO, fundada em 2012, cuja proposta estética articula dança contemporânea e manifestações afro-indígenas brasileiras.
Existem mãos que carregam o peso e o brilho de séculos de história. Quando falamos de Conceição Evaristo, falamos de uma literatura que surge da urgência, do afeto e da resistência.
Nesta palestra, a pesquisadora e comunicadora Beta Ferreira nos convida a mergulhar na profundidade da “escrevivência”. Vamos explorar como as palavras de Evaristo transformam a realidade brasileira através de uma narrativa que é, ao mesmo tempo, denúncia e afeto.
É mentora de escrita afetiva, palestrante e organizadora de livros coletâneas e contos. Educadora social em técnicas administrativas e desenvolvimento humano. Produtora e gestora de projetos de educação antirracista em instituições escolares privadas e públicas.
A Escola de Artes Cidade Menina apresenta a contação de história “Em busca da estrela do Indaiá”, uma adaptação sensível e envolvente de espetáculo teatral inspirado nas memórias, lendas e narrativas do interior de Minas Gerais. A obra mergulha no imaginário do período do ouro e dos garimpos, resgatando histórias transmitidas pela tradição oral e por autores regionais.
Léo Azevedo é natural de Martinho Campos (MG), é artista, professor, capoeirista e produtor cultural. Licenciado em Teatro pela UFMG, atua no projeto Fortalesce PSE articulando arte, saúde e educação. Como ator na Escola de Artes Cidade Menina, fez os personagens “Malé” em “Lapidando as Gerais” e “Severino” em “O canto da Sariema”.
Entre fatos e fake news, vamos refletir sobre como proteger e valorizar nossas raízes culturais em tempos de informação rápida.
Um espaço para aprender e se conectar com a história que nos forma.
No palco, Kimi apresenta músicas do álbum Herdeiro do Ódio, trabalho que evidencia sua evolução artística e seu posicionamento no rap, além do single Caçula, que revela novas camadas de sua musicalidade. Um encontro potente entre palavra, ritmo e presença, que convida o público a mergulhar em seu universo autoral.
Conhecido nas batalhas como Dragão do 2B, Kimi também se destaca na música. Com mais de três anos de estúdio, constrói sua identidade produzindo suas próprias faixas. Lançou “Herdeiro do Ódio”, que marca sua evolução, e o single “Caçula”, ampliando sua musicalidade.
Wellington Luz é professor de Fotografia no Senac, formado em História da Arte (Unifesp), Fotografia (Etec de Artes) e Multimídia (Etec Jornalista Roberto Marinho). Seu trabalho investiga o corpo negro com cianotipia e fotografia digital. Expôs no Museu de Arte do Rio (MAR) e recebeu prêmios como a Mostra Jovens Cineastas (2021).
Uma performance narrativa e poética, itinerante, que distribuí cartas do “tarôt” das poetisas brasileiras.
Previsões poéticas revelam, a partir de escritoras brasileiras presentes no tarot, a poesia eficaz para o seu momento de vida.
Com Tayame Porto.
Thayame pesquisa o tarôt como fonte da criatividade e subjetividade humana e traz para essa proposta as experiências mágicas que essa performance mobiliza. Esse é um Tarot autoral, fruto de pesquisa literária da proponente.

Atividade que engloba visita guiada com o objetivo de apresentar os serviços e infraestrutura da biblioteca, bate-papo com autor e oficina de customização de Ecobag, integração Social com o Grupo de mediadores de Leitura do IBEAC- Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário coordenado pela educadora Bel Mayer.
📍Local: Biblioteca
Apresentação aberta ao público, com o objetivo de incentivar a expressão artística e a valorização de talentos, por meio de performances de dança, canto, poesia e outras habilidades.
Nesta oficina, os participantes experimentam a impressão de matrizes de xilogravura recortadas. Diversos clichês de madeira podem ser montados livremente em camas de impressão, utilizando tintas gráficas e equipamentos tradicionais da gravura, como rolo de entintagem e prensa. A atividade é conduzida pelo Xilomóvel, Ateliê Itinerante, projeto que nasce do encontro entre os artistas Luciana Bertarelli, Marcio Elias e Simone Peixoto, dedicado à pesquisa e difusão da gravura por meio do ensino, da produção e de exposições. Com sede em Campinas/SP e um veículo que transporta o ateliê, o Xilomóvel já percorreu cerca de 60 mil km, visitou mais de 85 cidades em seis estados e atendeu cerca de 10 mil pessoas.
Artista visual e educadora. Mestre em Artes Visuais pela Unicamp (2017), integra o Xilomóvel desde 2009. Realizou residência artística no Marrocos (2018) e participou de exposições no Brasil e no Japão, com destaque para a individual “Folhagem” e coletivas no Sesc.
Artista visual, Doutor em Poéticas Visuais pela Unicamp, onde pesquisou a xilogravura a cores. Também Integra o Xilomóvel desde 2009 em ações educativas e de difusão da gravura. Participou de exposições no Sesc, como “Xilo: Corpo e Paisagem”, e em mostras na Colômbia.
Bate-papo sobre formação de leitores a partir das raízes culturais brasileiras, tradição oral e mediação de leitura, alinhada ao tema “Raízes e Saberes”, destacando leitura como pertencimento, memória e construção coletiva de sentidos. Com a escritora, jornalista e roteirista Goimar Dantas.
📍Local: Biblioteca
Goimar Dantas é jornalista, roteirista, escritora e mestra em comunicação e letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em 2011, foi finalista do Prêmio Jabuti. É autora de obras de diversos gêneros
Porque bebemos o que bebemos, é uma experiência bem-humorada e saborosa que percorre a história da cultura alimentar no copo do brasileiro. O encontro apresenta um panorama que vai dos povos originários, com suas bebidas tradicionais e rituais, até os hábitos contemporâneos, revelando como cada época e região contribuiu para formar nossa identidade cultural líquida. Mais do que degustar, trata-se de compreender como história, sociedade e sabores se entrelaçam. Da ancestralidade indígena às invenções urbanas, o público é convidado a refletir sobre o que bebemos, por que bebemos e como essas escolhas revelam quem somos.
Formado em tecnologia da gastronomia e Gerontologia, especialista em vigilância sanitária e educação adulta, com mais de 20 anos de experiência no mercado de A&B, docente de bebidas do Senac Campinas e outras instituições de renome.
Inspirada nas raízes brasileiras e nos saberes populares que atravessam gerações, a oficina de cerâmica fria propõe a criação da Espada-de-São-Jorge como símbolo de proteção, fé e cultura ancestral. Em dois dias de vivência, no primeiro modelamos a peça, conectando mãos e memória; no segundo, lixamos e pintamos, dando cor e identidade à tradição. Entre histórias, cultura popular e expressão artística, transformamos leitura de mundo em forma, afeto e criação coletiva. Local: Ateliê. Vagas Limitadas.
Com ampla experiência em Marketing e Publicidade, Alan Carlos dos Santos combina sólida formação acadêmica com vasta vivência prática. Graduado em Marketing e com formação técnica em Publicidade pelo Senac Ourinhos, ele atua como docente nas áreas de comunicação e publicidade, com ênfase em estratégias de marketing digital, gestão de conteúdo e criação para redes sociais.
Vivenciar a xilogravura como expressão da cultura popular brasileira, reconhecendo essa técnica como herança ancestral ligada à oralidade, à literatura de cordel e aos saberes do povo. Local: Biblioteca.
Docente em Desenvolvimento Social – Senac Ourinhos. Graduada em Direito e pós-graduada em Direito Educacional e Gestão de Instituições Educacionais, atua tanto no campo jurídico quanto acadêmico. Com experiência como advogada nas áreas Cível e Previdenciária, ela tem se destacado por sua atuação em temas complexos, como a inclusão de indivíduos transgêneros na seguridade social. Sua pesquisa sobre “Transgeneridade e Previdência Social: Seguridade Social e Vulnerabilidades” explora os desafios enfrentados por essa população na busca por direitos e dignidade. Defende que a educação, aliada ao acolhimento, tem o poder de transformar vidas e moldar seres humanos mais empáticos e conscientes de seu papel na sociedade.
Bruna Silva de Freitas Pereira é formada em Pedagogia e possui vasta experiência no trabalho com estudantes com deficiência, além de atuar como educadora social em serviços da área de assistência social. Atualmente, é docente da área de Desenvolvimento Social no Senac Ourinhos. Com um foco no protagonismo estudantil e na educação popular, dedica-se a promover a transformação social por meio da educação.
A partir do conto “A história de Paká”, do livro Originárias, a atividade em formato de roda literária, com mediação das pessoas bibliotecárias da zona leste, permitindo que os participantes compartilhem experiências e discutam o conto lido. Cada leitura despertará a curiosidade por novas obras, formando uma rede de interesses literários e enriquecendo o repertório cultural dos participantes.
Originárias aborda a força e a ancestralidade das mulheres indígenas, destacando suas histórias, resistências e saberes tradicionais.
A obra valoriza a conexão com a terra, a espiritualidade e a coletividade como pilares de identidade.
Também denuncia apagamentos históricos, reforçando a importância da memória e da preservação cultural.
Local: Biblioteca
Lucineide Clementino Sol, mais conhecida como Sol Terena, indígena do povo Terena, mora na aldeia Tereré, Município de Sidrolândia, Indígena PcD, tem como Profissão, Técnico em Biblioteconomia, Ativista indígena, Artista plásticas e das artes visuais Indígenas, Artesã, Empreendedora, Ilustradora de livro infantis. Trabalho com o Projeto Pigmentação da Resistência desde o Ano de 2015. Levando o resgate da tradição da pintura Corporal indígena para as escolas indígenas e para o Contexto Urbano (cidade), e desenvolvendo debate e reflexão sobre a importância e fortalecimento da luta e o empoderamento da mulher indígena, do indígena com Deficiência, e a luta sobre os direitos indígenas, em relação as terras tradicionais.
Nesta oficina os participantes irão realizar uma pintura em tela com técnicas de arte urbana.
A atividade apresenta o graffiti como linguagem contemporânea, ferramenta de comunicação e meio de estímulo a criatividade.
Local: Quadra – Senac Bauru Bloco 3 –
Av. Rodrigues Alves, 8-37 – Centro, Bauru – SP, 17015-002
Mari Monteiro é artista visual e educadora , desde 2015 desenvolve a linguagem no graffiti, marcada pela fusão entre caligrafia e abstração — o calligraffiti. Sua produção se destaca pelo uso de formas orgânicas, cores vibrantes e efeitos de sombra e profundidade, criando composições que abrem portais imaginários e sensoriais.
Entre o toque da madeira e o balanço da ginga, vamos descobrir por que a capoeira é, ao mesmo tempo, luta de defesa, dança de festa e jogo de malícia. Vamos mergulhar na ancestralidade de Angola, entender a resistência de Palmares e conhecer os legados de Mestre Bimba e Mestre Pastinha, que transformaram o que era perseguido em Patrimônio da Humanidade.
Bacharel em História, encontrou na comunicação não apenas uma profissão, mas um propósito. Com formação nas áreas de locução, narração e vendas, construiu uma trajetória marcada pela capacidade de dar voz a ideias, histórias e, principalmente, às pessoas.
Sua vivência na comunicação com o público vai além da fala: é sobre escuta, conexão e transformação. É nesse caminho que se envolve profundamente com as pautas de inclusão e diversidade, entendendo que comunicar também é um ato de responsabilidade social.
Como palestrante, aborda o capacitismo de forma sensível e provocadora, convidando o público a repensar atitudes, romper preconceitos e construir novos olhares. Suas falas não apenas informam, mas despertam consciência e mobilizam mudanças.
Ativista na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, transforma sua própria trajetória em instrumento de impacto social, defendendo uma sociedade mais acessível, empática e justa.
Acredita que cada palavra tem o poder de transformar realidades — e faz da sua voz um instrumento de inclusão, respeito e mudança.
A oficina tem como objetivo desmistificar a engenharia social, demonstrando que a chamada “arte do golpe” é muito anterior ao surgimento da internet. A atividade propõe um paralelo entre golpes digitais contemporâneos e a astúcia presente em personagens clássicos da cultura brasileira, como Pedro Malasartes, as estratégias de João Grilo, da obra Auto da Compadecida, e a persuasão do protagonista de O Homem que Falava Javanês, de Lima Barreto.
Elementos do folclore nacional também serão abordados, como o sedutor Boto-Cor-de-Rosa e as armadilhas associadas à Cuca, ao Curupira e ao Saci-Pererê, utilizando essas narrativas para ilustrar mecanismos de manipulação psicológica e ampliar a compreensão sobre segurança no ambiente digital.
Como atividade prática, os participantes desenvolverão, em grupo, a simulação de um e-mail de phishing inspirado em personagens e temas do folclore brasileiro, promovendo aprendizado colaborativo e reflexão crítica sobre estratégias de prevenção e proteção online.
Pós-graduado em Segurança da Informação pelo Senac e graduado em Gestão de TI , atua como Docente no Senac São Paulo. Com uma trajetória de mais de uma década na linha de frente da infraestrutura de redes e suporte técnico, combina o domínio prático de hardware e redes (TCP/IP e roteamento) com o desenvolvimento de sistemas em PHP, JavaScript e Android Studio. Na oficina, Francisco utiliza seu background técnico para analisar como os mecanismos da antiga “malandragem” foram digitalizados, transformando-se nas complexas táticas de engenharia social e brechas de segurança que enfrentamos hoje.
Graduado em Ciência da Computação pela UNIP (2016), trabalhou como Analista de Suporte em Redes e Infraestrutura de TI, segurança de rede, desenvolvendo sistema de automação de inventário para servidores. Atualmente como Docente de desenvolvimento de Sistema e TI no Senac Sorocaba/SP e participante de projetos educacionais de TI.
Apreciar um café à brasileira vai muito além de beber uma xícara: é vivenciar um ritual de acolhimento, afeto e conexão. Nesta oficina, o participante será convidado a mergulhar na cultura do café brasileiro, explorando aromas, sabores, histórias e a relação afetiva que o brasileiro construiu com essa bebida ao longo do tempo.
Por meio de uma experiência sensorial e de momentos de prosa, vamos compreender como o café está presente na hospitalidade do lar brasileiro, nos encontros cotidianos e na forma única de receber. Uma vivência que une degustação, cultura e troca, revelando como o café se transforma em um elo entre pessoas, memórias e experiências.
Bacharel e Mestre em Nutrição pela USP (SP), com especialização em Administração Hoteleira pelo SENAC (SP). Possui formação técnica em Eventos pela ETEC e qualificação como Barista, integrando conhecimento técnico à arte do bem servir. Também é Bacharel em Gestão de Empreendimentos Gastronômicos pela FATEC, ampliando sua atuação nas áreas de gestão e serviços. Atua como docente no Senac Sorocaba há 16 anos, com experiência consolidada nas áreas de hotelaria, eventos, barista e mesa posta, contribuindo para a formação prática e estratégica de profissionais do setor.
Que tal se emocionar com um monólogo potente que dá voz às mulheres brasileiras? Uma experiência sensível que celebra trajetórias, reforça a identidade afro‑brasileira e ancestral e inspira o protagonismo feminino por meio da palavra, da memória e da representatividade.
Na Oficina Raízes do Brasil: sabores, livros e discos, Isabel Bonfim, Elvis Campello e Isabel Lima propõem uma articulação entre diferentes linguagens culturais. Literatura, música e alimentação são mobilizadas como formas de leitura do cotidiano. A experiência amplia a percepção sensorial e simbólica da cultura brasileira. Estimula interação e criação. Um espaço de convergência entre saberes.
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Nutricionista, Graduada em Nutrição pela Universidade Bandeirante de São Paulo com especialização em Gastronomia Hospitalar, pós-graduada em Gestão da Segurança de Alimentos e pós-graduada em Gastronomia Funcional. Atuação profissional de 1996-2010 no Segmento Saúde e Alimentação Corporativa.
Atualmente atua como docente do curso Técnico em Nutrição e Dietética, cursos livres da área de Nutrição e Gastronomia, Saúde e Bem-Estar: Cuidador Infantil e Cuidador de Idoso.
Formado em Hotelaria, Pós-graduado em Docência em Gastronomia e Pós-graduando em História e Cultura da Gastronomia, além de uma extensão universitária em Jornalismo Gastronômico.
Na área das artes, é arte educador, contador de histórias, cronista e palhaço!
Seu projeto social “O Mundo cabe numa Lajinha”, que recebia refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade para cozinhar e gerar renda, foi escolhido entre um dos 4 projetos de gastronomia social mais relevantes do Brasil, e retratado em uma série de vídeos pela empresa multinacional Sazon.
Isabel Lima é formada em Gastronomia pelo Instituto Federal do Piauí e possui um MBA em Gastronomia e Gestão de Negócios em Alimentos pela FMU. Está cursando o 4º semestre de Nutrição na Universidade Cruzeiro do Sul. Além disso, Isabel atua como professora de Gastronomia no Senac Penha.
Relevante no contexto educacional e cultural, alinhada aos princípios do Senac de pluralidade e cidadania, Contextualizando a luta dos povos indígenas, seus saberes e o uso de tecnologias para fortalecimento das línguas indígenas.
educador, pesquisador e ativista indígena do povo Ye’pá Mahsã (Tukano), natural de Pari-Cachoeira, no Amazonas. Foi um dos primeiros estudantes aprovados no vestibular indígena da Unicamp, onde estudou Linguística, com foco na preservação e valorização das línguas indígenas
Socorro Acioli, uma das vozes mais originais da nossa literatura, compartilha seu processo criativo e as inspirações por trás de suas obras em um encontro focado na memória e no encantamento.
Clique aqui para se inscrever nas atividades da Semana Senac de Leitura no Senac Largo Treze!
Nasceu em Fortaleza, Ceará, em 1975. Jornalista e doutora em estudos de literatura pela Universidade Federal Fluminense (UFF), é professora e coordenadora da especialização em escrita e criação da Universidade de Fortaleza (Unifor). É autora de mais de vinte livros publicados, entre eles Ela Tem Olhos de Céu, que recebeu o prêmio Jabuti de Literatura Infantil; a coletânea de poemas Takimadalar, as Ilhas Invisíveis; e os romances A Cabeça do Santo e Oração para Desaparecer.
Manoela Vasques é técnica em Orientação Comunitária e graduada em Gestão Pública. Atua na Biblioteca do Senac Largo Treze, onde foca sua trajetória no desenvolvimento de ações culturais, projetos de incentivo à leitura e na organização de eventos institucionais.
A cerâmica, para o povo Kaingang, é a materialização do nosso diálogo com a terra. Não se trata apenas de moldar utilitários, mas de dar forma à nossa cosmologia, transformando o solo em receptáculo de vida, alimento e história. Nesta oficina, o barro é o fio condutor para uma prática pedagógica que reconhece a terra como nosso primeiro território e as mãos como ferramentas de retomada cultural.
A oficina explora a dualidade Kamé e Kairu aplicada à forma e ao grafismo (marcas):
Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE – UNICAMP)
Mestranda do programa de pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural (PPG- DCC) do laboratório avançado de jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor – Unicamp)
Pesquisadora, Artista Visual e Oficineira.
Apresentação Musical com Vinícius Schineider, músico do Vale do Ribeira. No show, o vencedor do 50º Festival de Viola de Registro, apresentará clássicos da música caipira como Chico Mineiro, Tristeza do Jeca, Menino da Porteira, Cuitelinho, Vivendo aqui no mato entre outras canções que marcaram época.
Nascido em Registro (SP), no coração do Vale do Ribeira, Vinícius Schineider cresceu cercado por música e pelas tradições da cultura caipira. Aos 16 anos, ganhou de seus padrinhos uma viola caipira, instrumento que marcou sua identidade artística. Em 2018 iniciou sua trajetória profissional e, em 2024, conquistou o 1º lugar no 50º Festival de Viola de Registro.
A oficina irá proporcionar aos participantes uma vivência cultural educativa por meio da pintura corporal indígena, compreendendo seus significados, simbolismos e a importância dessa prática para os povos originários, dedicada à valorização da diversidade cultural, da expressão artística e dos múltiplos saberes que compõem o Brasil.
Txyake é liderança espiritual do povo Kamaa’kwã e fundador do Instituto Xoke, organização dedicada à preservação e conscientização dos saberes originários. Como guardião da memória da etnia Kamakã, ele atua no resgate da essência dos povos indígenas por meio de palestras, vivências, demonstrações de danças e rituais sagrados, além de oficinas práticas de grafismo e artes tradicionais. Seu trabalho é uma ponte essencial entre a tradição e o mundo contemporâneo, zelando pela regeneração cultural, pela difusão da filosofia ancestral e pelo fortalecimento das identidades indígenas.
Esta atividade, um clube de leitura guiada, promove a formação leitora crítica ao inserir no centro do debate a obra Úrsula, marco da literatura brasileira do século XIX. Valorizar a produção de uma autora negra, amplia o repertório cultural e fortalece a reflexão sobre identidade, memória e justiça social. A proposta estimula argumentação, escuta qualificada e consciência histórica na formação cidadã.
Ator e educador. Formado em letras e teatro. dialoga com narrativas decoloniais para ensinar literatura e gêneros discursivos de textos como ferramentas de reflexão e construção social. Atualmente é Docente no Ensino Médio Técnico no Senac Jabaquara.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
Que tal embarcar em uma viagem no tempo sem sair da cidade? O passeio ao Museu Ferroviário de São José do Rio Preto leva os participantes a conhecer histórias, memórias e curiosidades que marcaram o desenvolvimento da região, por meio de objetos, fotografias e elementos que revelam o universo das antigas ferrovias. Mais do que uma visita guiada, a experiência promove a conexão com o passado e estimula um olhar atento para a cultura, a tecnologia e as narrativas que atravessam gerações, em um momento educativo e cheio de significado.
Inscreva-se para garantir sua vaga no ônibus que te levará até o Museu Ferroviário.
Nessa oficina, você desenvolverá um minilivro com páginas de notas adesivas para levar onde quiser, pois ele também é um chaveiro. Realizaremos a técnica de encadernação, usando como capa livros presentes no acervo da Biblioteca do Senac Santos. A atividade proposta faz parte da parceria entre a Biblioteca e o projeto Transformarte.
Pós-graduanda em Processos de Criação pela PUC-SP, bacharela em Arquitetura e Urbanismo e artista plástica autodidata, possui experiência no campo da criatividade e oficinas coletivas. Docente na área de Arquitetura e Design, subárea em Design de Interiores.
Venha participar de uma vivência corporal que celebra os ritmos e movimentos das danças afro-brasileiras! A oficina propõe uma prática coletiva que conecta corpo, história e ancestralidade, explorando expressões corporais tradicionais e suas raízes culturais.
Por meio do corpo, vamos experimentar ritmo, energia e identidade, fortalecendo a conexão com a cultura afro-brasileira em um espaço de troca, sensibilidade e movimento.
A atividade é aberta a todas as pessoas interessadas em vivenciar a dança como forma de expressão cultural e corporal.
Inscreva-se para a turma da tarde!
Cláudia Nwabasili e Roges Doglas são artistas da dança, coreógrafos e diretores da CIA PÉ NO MUNDO, fundada em 2012, cuja proposta estética articula dança contemporânea e manifestações afro-indígenas brasileiras.
Venha bordar e reinterpretar o clássico Abaporu com inspiração sertaneja! Uma atividade criativa que une arte, cultura e expressão pessoal, transformando o tecido em espaço de identidade e memória.
Nascida em 1988 e residente em Campinas (SP), é dona de casa, empreendedora, artista têxtil e professora de bordado. Iniciou na arte para lidar com desafios emocionais e transformou essa prática em profissão. Inspirada pelos impressionistas e pela estética da cultura africana, cria obras que unem técnica, sensibilidade e expressão afetiva.
Que tal criar seus próprios versos e mergulhar na Literatura de Cordel?
Nesta oficina prática, você conhece as principais características, estrutura e linguagem do cordel, explorando rimas, métrica e criatividade na produção dos seus textos.
Além disso, entra em contato com a xilogravura, ampliando a experiência com essa expressão artística tradicional.
É poeta cordelista e xilogravurista, natural de Água Branca, no alto sertão alagoano. Desenvolve um trabalho que dialoga com a tradição da Literatura de Cordel e da Xilogravura Brasileira, unindo respeito aos saberes populares e olhar contemporâneo. Realiza apresentações, oficinas e projetos culturais e educacionais em escolas, universidades, feiras e eventos literários, contribuindo para a difusão da cultura popular brasileira.
Conversa mediada que articula literatura contemporânea e cultura pop para discutir temas como memória, trauma geracional e questões sociais. A atividade promove análise crítica e aproxima obras literárias da realidade dos estudantes, além disso traduzem experiências coletivas e revelam as raízes sociais que moldam a identidade contemporânea.
Os interessados devem procurar nossa Biblioteca para inscrição, lugares limitados.
Rodrigo de Lorenzi é jornalista, criador de conteúdo literário e conhecido na internet como “o moço do vinho”. Desde 2018 produz vídeos e conteúdos sobre livros, literatura e mercado editorial, unindo análise crítica, indicações de leitura e conversas acessíveis sobre grandes obras. Em seus vídeos, costuma comentar literatura enquanto aprecia uma taça de vinho, criando um estilo descontraído que aproxima o público dos livros. Também conduz clubes de leitura, entrevistas com autores e mediações em eventos literários, incentivando o debate e a formação de novos leitores. Entre YouTube, Instagram e TikTok ele soma mais quase 550 mil seguidores.
Uma vivência conduzida pelo coletivo Artesanato Chave, que compartilhará sobre a arte atemporal do crochê como herança cultural, tecnologia ancestral, fonte de renda e forma de ativismo contra o racismo estrutural. A atividade abordará a origem dos bonés de crochê, a arte periférica e o papel do homem na desconstrução de estereótipos e paradigmas. Além da troca teórica, os participantes terão os primeiros contatos com agulha e linha, no aprendizado de pontos básicos e criação de pequenas peças de crochê, ampliando horizontes culturais e expressivos por meio dessa técnica artesanal.
O coletivo Artesanato Chave reúne artistas que utilizam o crochê como fonte de renda, expressão e transformação social, oferecendo oficinas e peças autorais.

Nesta conversa, o escritor e professor universitário Oscar Nakasato, vencedor do Prêmio Jabuti com o romance Nihonjin, compartilha reflexões sobre a importância da memória na construção da identidade cultural. O encontro abordará como literatura, oralidade e lembrança se entrelaçam para preservar histórias coletivas e individuais, destacando o papel da cultura e da relevância de lembrar como forma de resistência e valorização da diversidade.
Escritor e professor universitário brasileiro pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Seu romance Nihonjin, de 2011, que trata da história e da experiência de uma família nipo-brasileira, ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Romance Literário em 2012.
Que tal conhecer o poder das plantas medicinais no cuidado com a saúde?
Nesta atividade, você participa de uma exposição dialogada seguida de prática, conhecendo ervas, seus usos e propriedades. Também aprende possibilidades de preparo de pomadas, valorizando o cuidado comunitário e os saberes ancestrais.
Doné Oyasse, matriarca do Ilê Axé de Yansã, atua em movimentos sociais e na luta antirracista. Destaca-se pela formação de mulheres negras por meio de oficinas, com ênfase no uso de ervas e na produção de remédios medicinais, valorizando saberes tradicionais e o cuidado comunitário.
Oficina que propõe a criação de bordados à mão a partir da leitura de textos literários de escritoras negras. O objetivo é estimular a aproximação do públicocom a literatura negra de autoria feminina através da leitura compartilhada, a criação e a escrita com linha e agulha. Nos encontros serão trabalhadas obrasde autoras negras e ensinados os principais pontos do bordado livre.
Descubra histórias, saberes e a riqueza das culturas indígenas em um encontro inspirador!
Uma viagem pelos sabores da cozinha sertaneja inspirada no clássico Grande Sertão: Veredas! Nesta oficina prática, mergulhe nas histórias de Riobaldo e sua relação com a comida jagunceira, enquanto degusta pratos típicos como paçoca de carne, frango com quiabo acompanhado de angu e jiló e a tradicional rapadura com queijo e cachaça.
Participação por ordem de chegada, sujeita à lotação do espaço.
Mulher, cidadã da cozinha, das artes e dos sonhos. Docente de gastronomia no Senac São Miguel Paulista. Graduada em Gastronomia -SENAC, 2008, Pós graduada em Gestão de Negócios em Serviços de Alimentação – SENAC, 2020. Trabalha na área de alimentos e bebidas desde 2005 passando por diferentes seguimentos como: restaurantes, buffets, UANs atuando em diferentes funções passando pelos cargos de ajudante de cozinha, auxiliar, cozinheira, chefe e gerente de unidade, acreditando sempre no poder transformados da alimentação.
Nessa intervenção, o poeta, rapper e professor Renan Inquérito promove um encontro poético e divertido entre o rap e a educação, sempre levando a literatura de forma lúdica e acolhedora, promovendo uma experiência interativa, divertida e espontânea. Com seu megafone na mão, Renan solta a voz, celebra a oralidade e rompe o silêncio costumeiro das bibliotecas e livrarias, maltrata a gramática pra colocar a culpa na licença poética.
Renan Inquérito é RAPeiro e SARAUzeiro, utiliza a música e a literatura como ferramenta de transformação e interferência social.
Compositor, Mestre (sem) Cerimônias, em geografia e poesia, Doutor em Educação Ostentação.
Atua na cultura Hip-Hop desde 1997, quando fundou o grupo de rap INQUÉRITO, com o qual produziu 10 discos, dezenas de músicas, videoclipes e centenas de shows.
Além dos palcos, percorre escolas e unidades da Fundação CASA, realizando saraus, shows, debates e oficinas.
Nesta atividade, ex-alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo compartilharão histórias e vivências sobre Campos do Jordão, trazendo memórias, curiosidades e experiências que revelam a riqueza cultural e turística da cidade.
Neste encontro, os facilitadores irão promover uma reflexão sobre dialetos, gírias populares e periféricas, destacando a importância das batalhas de rima como expressão da cultura urbana brasileira e como instrumento de liberdade de expressão para jovens historicamente marginalizados. Ao final, os participantes serão convidados a criar rimas em freestyle, incentivando o protagonismo e a expressão individual.
Nesta oficina, exploraremos o legado bantu que entrelaça movimento, palavra e escrita, tomando como referência os Sona — desenhos de areia tradicionais dos povos Chokwe, de Angola. A partir desse repertório ancestral, estabeleceremos diálogos com as danças afro‑brasileiras, compreendendo como corpo, grafismo e narrativa se conectam na construção de sentidos. A experiência convida a uma percepção sistêmica do ato criativo em afro-perspectiva, atravessando dança, literatura e narração, e provocando reflexões sobre as fronteiras — e os encontros — entre o gesto dançado e o gesto escrito.
Local: Foyer
Brasileira, viveu 2 anos e 8 meses em Angola trabalhando como artista e psicomotricista. É mestranda em educação pela USP, multiartista, arte educadora, capoeirista, psicomotricista, contadora de histórias e especialista em neurociência e educação. Estudou Danças negras e resistência na “École de Sables” (Senegal) e foi artista residente no ISART – Instituto Superior de Arte de Angola. Pesquisa e produz trabalhos artísticos com base na culturas africanas e afro diaspóricas de matriz bantu, e fundamenta sua prática na noção de contracolonialidade. É criadora/gestora do Umbangu – Espaço Cultural Virtual, facilitadora do Brincar Terapêutico para crianças com necessidades educativas especiais, e criadora de Zola Performatividade Terapêutica para Mulheres.
A atividade discutirá a obra “O avesso da pele” do escritor Jeferson Tenório. Convidando o público a compartilhar suas impressões e inquietações sobre os temas presentes no livro.
Entrega de senhas na Biblioteca com 30 minutos de antecedência da atividade.
Vagas limitadas!
Inscrições por ordem de chegada
Professora no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), campus Matão-SP, onde coordena, desde 2019, o Clube de Leitura Ubuntu, o projeto de pesquisa Afrobaobá: Rede de Meninas Cientistas, contemplado pelo Edital nº 267/2025 de incentivo às Meninas nas Ciências, e o Projeto de Ensino Ubuntuzinho. É integrante da Academia Araraquarense de Letras e do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) do IFSP.
Doutora em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com estágio de doutorado no Departamento de História da University of Pittsburgh (2008), é mestre em Sociologia e graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/Araraquara).
A autora Mariana Salomão Carrara estará conosco em um bate-papo especial sobre escrita, processos criativos e os caminhos da literatura hoje.
Um convite para quem deseja se inspirar, trocar ideias e se aproximar do universo literário de forma leve e envolvente.
Participe!
Paulistana, Defensora Pública, nascida em 1986. Tem publicados um livro de contos (Delicada uma de nós – Off-Flip, 2015), e os romances Idílico (EI, 2007), Fadas e copos no canto da casa (Quintal Edições, 2017), Se deus me chamar não vou (Editora nós, 2019, entre os 10 indicados ao Prêmio Jabuti 2020, em Romance Literário), “É sempre a hora da nossa morte amém” (Editora Nós, 2021, finalista do Prêmio São Paulo 2022 e entre os 10 indicados ao Jabuti 2022) e “Não fossem as sílabas do sábado” (Todavia, junho/2022).
Estudante de Psicologia, com ampla experiência na área de Recursos Humanos, com atuação focada em gestão de pessoas, desenvolvimento humano e relações organizacionais. Apaixonado por livros e por boas conversas, acredita na troca como caminho para conexões reais.
Inspirada no livro O Pequeno Príncipe Preto, de Rodrigo França, a oficina propõe uma vivência sensível sobre identidade, ancestralidade e pertencimento.
Após a leitura, os participantes são convidados a escolher palavras que representem essas reflexões e registrá-las em caixas de origami, simbolizando a valorização da diversidade e da cultura brasileira.
Uma experiência criativa que une arte, significado e expressão. ✨
Inscrições pelo whatsApp: (17) 3344-6547.
Bibliotecária, 49 anos, com atuação como educadora e analista de atividades culturais. Graduada em Biblioteconomia pela PUC-Campinas e em Pedagogia pela UNIP, possui pós-graduações em Gestão da Informação, Educação e Psicopedagogia.
Atua no Senac como bibliotecária e na rede municipal de Bebedouro como professora do Ensino Fundamental I. Possui experiência em gestão de bibliotecas, desenvolvimento de projetos de leitura, mediação cultural e formação de leitores.
Oficina de fuxico em tecido de chita. Durante a atividade, será apresentada, brevemente, a história desse tecido, de sua origem na Índia até sua presença nas manifestações da cultura popular brasileira. A proposta valoriza cores, memórias e saberes do artesanato tradicional.
Formada em Moda e Ciências Biológicas, Tiemi integra seus conhecimentos em sua atuação profissional, valorizando o fazer manual e a sustentabilidade. Para ela, a moda é um espaço de expressão da criatividade e da identidade.
Essa oficina é um convite para valorizar a diversidade da beleza brasileira, unindo maquiagem, colorimetria e identidade cultural. Mais do que técnica, é sobre usar as cores com consciência para realçar quem você é, e fortalecer suas próprias raízes.
Thainara Silva Ou simplesmente Thai, é maquiadora profissional há 5 anos e atualmente graduanda em Estética, Cosmética e Maquiagem. Ao longo de sua trajetória, já atuou em produções de eventos, editoriais e atendimentos personalizados, sempre com foco em valorizar a identidade e a autoestima de cada cliente. Além da maquiagem, Thai é trancista há muitos anos, unindo técnica e arte em diferentes expressões de beleza.
Com experiência em cursos e workshops voltados para atualização profissional, Thai acredita que a maquiagem é uma ferramenta de empoderamento e transformação. Sua missão é compartilhar conhecimento e inspirar outras pessoas a explorarem a beleza como forma de expressão, empoderamento e confiança.
No bate-papo com Jana Viscardi, o público será convidado a refletir sobre como a linguagem atravessa o cotidiano, as redes sociais, a educação e as relações sociais. Ela propõe uma conversa sobre os usos da língua portuguesa, os discursos que circulam na sociedade e o papel da comunicação na construção de sentidos destacando a língua como elemento vivo da cultura brasileira.
Jana Viscardi é doutora em Linguística pela Unicamp. Há dez anos, cria conteúdo nas redes com o intuito de apontar a importância da linguagem no nosso cotidiano. Publicou pela Planeta os livros “Escrever sem medo” (2024) e “Como nos comunicamos importa” (2025).
(crédito da imagem: Mariana Saliby).
Nesta oficina, os participantes experimentam a impressão de matrizes de xilogravura recortadas. Diversos clichês de madeira podem ser montados livremente em camas de impressão, utilizando tintas gráficas e equipamentos tradicionais da gravura, como rolo de entintagem e prensa. A atividade é conduzida pelo Xilomóvel, Ateliê Itinerante, projeto que nasce do encontro entre os artistas Luciana Bertarelli, Marcio Elias e Simone Peixoto, dedicado à pesquisa e difusão da gravura por meio do ensino, da produção e de exposições. Com sede em Campinas/SP e um veículo que transporta o ateliê, o Xilomóvel já percorreu cerca de 60 mil km, visitou mais de 85 cidades em seis estados e atendeu cerca de 10 mil pessoas.
Artista visual e educadora. Mestre em Artes Visuais pela Unicamp (2017), integra o Xilomóvel desde 2009. Realizou residência artística no Marrocos (2018) e participou de exposições no Brasil e no Japão, com destaque para a individual “Folhagem” e coletivas no Sesc.
Artista visual, Doutor em Poéticas Visuais pela Unicamp, onde pesquisou a xilogravura a cores. Também Integra o Xilomóvel desde 2009 em ações educativas e de difusão da gravura. Participou de exposições no Sesc, como “Xilo: Corpo e Paisagem”, e em mostras na Colômbia.
Encontro que une literatura, reflexões, resgate de memórias socioafetivas e fortalecimento do repertório.
Local: Biblioteca – 4º andar
Educadora, arteterapeuta pelo Núcleo de Arte e Educação e Coordenadora Pedagógica do Senac Tiradentes.
Atividade prática para o público conhecer e experimentar a bateria.
Vagas limitadas, as senhas devem ser retiradas na biblioteca no dia da atividade.
📍Local: Biblioteca
Nesta atividade, serão realizados diversos jogos envolvendo a troca de brinquedos de malabarismo em duplas e em grupos. O objetivo é desenvolver a atenção e o cuidado no ato de passar e receber os equipamentos, estimulando a memória, a coordenação motora e uma atitude colaborativa entre os participantes. Esse tipo de dinâmica é fundamental nas artes circenses, onde o trabalho coletivo é essencial — afinal, para erguer uma lona, são necessárias muitas mãos.
Renan Parmigiani é biólogo e atua como educador no Senac, para além de sua ligação com a natureza e com a docência tem uma paixão pelas artes, dentre elas o Circo! Atuando como malabarista, palhaço e pirofagista na Trupe Circo Noar de Bertioga, com quem apresenta o espetáculo “Brincando de Circo” e realiza diversas apresentações em escolas, eventos, festas.
Os participantes terão acesso a um baralho composto por cartas que apresentam palavras de origem africana utilizadas em nosso cotidiano, acompanhadas de seus respectivos significados. Cada participante deverá escolher uma carta do baralho. Sem revelar a palavra, ele deverá elaborar e dizer uma frase que a contenha. Os demais participantes deverão tentar adivinhar qual é a palavra utilizada. Após a palavra ser descoberta, o participante que está com a carta deverá informar o significado e a origem da palavra, promovendo o conhecimento sobre a influência africana na língua e na cultura brasileira.
Formada em Publicidade e Propaganda, possui pós-graduação em Administração de Empresas e em Gestão Escolar, além de especialização em andamento em História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Atua há 12 anos no Suporte à Coordenação de Cursos, com foco na área da educação e na promoção da equidade racial. Integra o Grupo de Estudos Negros Baobá, em Sorocaba, e atua como mediadora da Troca de Saberes sobre questões raciais, promovendo espaços de escuta, aprendizado e transformação.
Bate-papo com sobre a cultura de Itapetininga, resgatando memórias, costumes, tradições e expressões populares que compõem a identidade do município, fortalecendo o sentimento de pertencimento e a valorização da cultura local.
A conversa abordará também a perspectiva da cultura gastronômica da cidade, com destaque para o tradicional bolinho de frango — um dos maiores símbolos afetivos e identitários de Itapetininga.
Docente e tecnólogo em Gastronomia, com pós-graduação em Cozinha Brasileira. Possui ampla experiência e grande paixão pela área de Panificação e Boulangerie, além de atuação em restaurantes em diversas regiões do Brasil, onde trabalhou como chef de cozinha.
Bacharel em Turismo, Técnica em Turismo Receptivo e Guia de Turismo Regional. Atualmente, é docente da área de Turismo e Hospitalidade no Senac Itapetininga. Sua atuação na formação profissional é focada nas relações entre turismo, cultura e hospitalidade. Em seu trabalho, destaca e reconhece a leitura como elemento fundamental para a construção contínua do conhecimento, do pensamento crítico e da prática cidadã.
Os participantes são convidados a interpretar e gravar trechos literários alinhados aos subtemas Raízes que Falam, Palavras que Criam Mundo, Saberes que Circulam e Territórios do Afeto.
A equipe de docentes do Curso de Radialismo fará a captação e edição, cada áudio terá no máximo 5 minutos e depois será disponibilizada ao participante via Teams Educacional. Atividade individual e por ordem de chagada.
Comunicadora há 30 anos, formada pelo Senac Sorocaba e pela Universidade de Sorocaba, atuou na Rádio Unimep em Piracicaba, participou da implantação da Jovem Pan Itapetininga.
Há 25 anos é radialista na Band FM Sorocaba onde nos últimos 12 anos atua como moto repórter do Jornal da Band. Desde 2004, docente do Senac Sorocaba.
Jornalista, radialista e produtor audiovisual, Pós Graduado em Gestão de Negócios, Marketing e Comunicação. Atua como docente na área de Comunicação do Senac Sorocaba, em cursos de locução, sonoplastia, produção de áudio, podcasts, videoaulas, DJ.
Formado em Marketing Digital e Locução pelo Senac Sorocaba.
A cerâmica, para o povo Kaingang, é a materialização do nosso diálogo com a terra. Não se trata apenas de moldar utilitários, mas de dar forma à nossa cosmologia, transformando o solo em receptáculo de vida, alimento e história. Nesta oficina, o barro é o fio condutor para uma prática pedagógica que reconhece a terra como nosso primeiro território e as mãos como ferramentas de retomada cultural.
A oficina explora a dualidade Kamé e Kairu aplicada à forma e ao grafismo (marcas):
Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE – UNICAMP)
Mestranda do programa de pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural (PPG- DCC) do laboratório avançado de jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor – Unicamp)
Pesquisadora, Artista Visual e Oficineira.
Fotógrafo paulistano com carreira iniciada aos 16 anos e formação em fotografia em Londres. Tornou-se referência na fotografia brasileira por seus retratos de grandes personalidades como Pelé, Oscar Niemeyer e Fernanda Montenegro. Premiado internacionalmente na publicidade, recebeu o Leão de Ouro em Cannes e o Grand Clio em Nova York, além de ter sido um dos 50 fotógrafos escolhidos mundialmente para o livro comemorativo da Hasselblad.
Autor de 16 livros individuais, com destaque para Luz Invisível, FUGA e Floresta de Retratos, teve exposições e premiações no Brasil e na Europa. É membro da Academia Paulista de Letras desde 2017 e idealizador do Festival Campos de Luz, primeiro festival internacional de fotografia de Campos do Jordão.
Relevante no contexto educacional e cultural, alinhada aos princípios do Senac de pluralidade e cidadania, Contextualizando a luta dos povos indígenas, seus saberes e o uso de tecnologias para fortalecimento das línguas indígenas.
educador, pesquisador e ativista indígena do povo Ye’pá Mahsã (Tukano), natural de Pari-Cachoeira, no Amazonas. Foi um dos primeiros estudantes aprovados no vestibular indígena da Unicamp, onde estudou Linguística, com foco na preservação e valorização das línguas indígenas
Apresentação Musical com Vinícius Schineider, músico do Vale do Ribeira. No show, o vencedor do 50º Festival de Viola de Registro, apresentará clássicos da música caipira como Chico Mineiro, Tristeza do Jeca, Menino da Porteira, Cuitelinho, Vivendo aqui no mato entre outras canções que marcaram época.
Nascido em Registro (SP), no coração do Vale do Ribeira, Vinícius Schineider cresceu cercado por música e pelas tradições da cultura caipira. Aos 16 anos, ganhou de seus padrinhos uma viola caipira, instrumento que marcou sua identidade artística. Em 2018 iniciou sua trajetória profissional e, em 2024, conquistou o 1º lugar no 50º Festival de Viola de Registro.
Esta atividade apresenta o bordado como linguagem artística, ancestral que integra memória, cultura e identidade. Os estudantes desenvolvem sensibilidade, foco e coordenação motora, ao mesmo tempo em que refletem sobre cultura popular, gênero e saberes tradicionais, ampliam a compreensão das múltiplas brasilidades, fortalecem a expressão autoral e reconhecem a arte como instrumento de construção social e educacional.
Formação em Psicologia. Valoriza o fazer manual como prática de aprendizagem significativa, expressão e cuidado que promove bem‑estar, convivência e a construção coletiva de saberes por meio de encontros criativos, colaborativos e humanizados. Atua como parceira em atividades de manualidades e integra a equipe do Setor Técnico no Senac Jabaquara.
Pedagoga e psicopedagoga pela Universidade Anhembi Morumbi. Atuou por 13 anos na assistência social com públicos em situação de vulnerabilidade social. Desenvolveu atividades socioeducativas e oficinas de artesanato, especialmente pintura em tela e bordado em bastidor. Atualmente integra a equipe da Biblioteca do Senac Jabaquara com ações de leitura, cultura e mediação.
.
Um encontro que combina literatura, história e afeto em torno do café. Os participantes são convidados a apreciar a bebida preparada por um mestre em café enquanto conhecem sua trajetória no Brasil. A atividade dialoga com obras como Canaã, de Graça Aranha, O Cortiço, de Aluízio Azevedo, e Sagarana, de João Guimarães Rosa, propondo reflexões, leituras e uma vivência sensorial que desperta memórias. Um momento para compartilhar histórias e descobrir quantos significados podem caber em uma xícara de café.
Graduado em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi, com pós-graduação em Docência no Ensino Superior pelo Senac SP. Atua como docente no Senac São José do Rio Preto há 15 anos, ministrando cursos livres de Gastronomia e cursos técnicos, como Panificação e Técnico em Gastronomia, além de atuar como barista nos cursos de Sala e Bar do Senac SJR.
Mestre em Estudos Linguísticos e licenciado em Letras (Português, Espanhol e Francês), atualmente atua na área administrativa do Senac Rio Preto.
Graduado em Ciências Sociais pela Unicamp, com mestrado e doutorado em Sociologia, na área de Sociologia da Tecnologia, pela mesma instituição. Possui experiência como professor nas áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, atuando tanto na rede pública quanto em escolas particulares. Atualmente, é coordenador do Ensino Médio no Senac Rio Preto.
Bate-papo com a premiada autora cearense Socorro Acioli. Mais do que um bate-papo sobre livros, este será um momento de escuta, afeto e encantamento. Com uma escrita que transita entre a realidade e a fantasia, Socorro — que aprendeu sobre histórias com o próprio Gabriel García Márquez — vai compartilhar conosco os segredos por trás de obras como A Cabeça do Santo. Durante a conversa, ela nos convida a mergulhar em narrativas que exploram a memória, o sertão, o sagrado e a força das personagens que habitam suas histórias. O evento é uma oportunidade para qualquer pessoa que queira conhecer de perto o processo criativo de uma das vozes mais originais da literatura brasileira contemporânea.
Escritora, palestrante e professora da Unifor é autora de 24 livros. Doutora em Literatura, venceu o Jabuti em 2013 com a obra Ela tem olhos de céu, e seu romance A cabeça do Santo foi finalista do Los Angeles Times Book Prize. É uma das principais vozes da literatura brasileira contemporânea.
Bibliotecária, Mestra em Ciência da Informação (ECA/USP) e especialista em Tecnologias Educacionais. Apaixonada por literatura contemporânea, atua frente ao desenvolvimento de novos leitores. Atualmente coordena a biblioteca do Senac Francisco Matarazzo.
Venha bordar e reinterpretar o clássico Abaporu com inspiração sertaneja! Uma atividade criativa que une arte, cultura e expressão pessoal, transformando o tecido em espaço de identidade e memória.
Nascida em 1988 e residente em Campinas (SP), é dona de casa, empreendedora, artista têxtil e professora de bordado. Iniciou na arte para lidar com desafios emocionais e transformou essa prática em profissão. Inspirada pelos impressionistas e pela estética da cultura africana, cria obras que unem técnica, sensibilidade e expressão afetiva.
Inspirada no livro O Pequeno Príncipe Preto, de Rodrigo França, a oficina propõe uma vivência sensível sobre identidade, ancestralidade e pertencimento.
Após a leitura, os participantes são convidados a escolher palavras que representem essas reflexões e registrá-las em caixas de origami, simbolizando a valorização da diversidade e da cultura brasileira.
Uma experiência criativa que une arte, significado e expressão. ✨
Inscrições pelo whatsApp: (17) 3344-6547.
Bibliotecária, 49 anos, com atuação como educadora e analista de atividades culturais. Graduada em Biblioteconomia pela PUC-Campinas e em Pedagogia pela UNIP, possui pós-graduações em Gestão da Informação, Educação e Psicopedagogia.
Atua no Senac como bibliotecária e na rede municipal de Bebedouro como professora do Ensino Fundamental I. Possui experiência em gestão de bibliotecas, desenvolvimento de projetos de leitura, mediação cultural e formação de leitores.
Narrativas que Transformam convida você para um encontro inspirador com o escritor Wesley Barbosa, onde a escrita se apresenta como expressão, identidade e resistência. A partir de suas vivências, o autor provoca reflexões sobre o poder da palavra e incentiva cada participante a reconhecer suas próprias histórias como potentes, necessárias e dignas de serem contadas.
Encontro literário mediado com a autora, articulando sua produção contemporânea ao subtema “Palavras que nascem da boca do povo”. A atividade materializa o subtema ao evidenciar que a literatura nasce das experiências humanas e das vivências sociais.
Por meio do diálogo com a autora, os estudantes reconhecem a palavra escrita como expressão das raízes individuais e coletivas, compreendendo que os saberes culturais se constroem a partir da escuta, da memória e da experiência cotidiana.
Clique no botão inscreva-se para reservar sua vaga, lugares limitados.
Escritora formada em Letras (PUC-SP) e Artes Cênicas, com pós em Escritas Performáticas (PUC-Rio). Autora de O Peso do Pássaro Morto e Pequena Coreografia do Adeus, romances premiados e finalistas do Jabuti. Lançou Uma Delicada Coleção de Ausências (2025).
Existem vozes que ecoam a força de séculos de sabedoria e luta. Quando falamos de Jaqueline Haywã, falamos de uma liderança que transforma a memória em poesia e a resistência em realidade viva no contexto urbano.
Nesta palestra, a Cacica e escritora nos convida a mergulhar na profundidade de suas obras “Reconstruindo a História” e “Poesia para Existir”. Vamos explorar como a identidade Pataxó Hã Hã Hãe Kariri Sapuyá se reafirma através da literatura, da ancestralidade e da ocupação de espaços que, por direito, também são indígenas.
Data: 28/04/2026
Horário: 19h30 às 21h
Local: Auditório
Liderança Indígena do Povo Pataxó Hã Hã Hãe Kariri Sapuyá, cacica, professora, escritora, poetisa e documentarista. É autora dos livros “Reconstruindo a História” e “Poesia para Existir”, onde utiliza a escrita como ferramenta de cura e afirmação política. Atua ativamente na preservação da cultura de seu povo no ABC Paulista e na articulação de políticas públicas para indígenas em contexto urbano.
Nesta oficina os participantes irão realizar uma pintura em tela com técnicas de arte urbana.
A atividade apresenta o graffiti como linguagem contemporânea, ferramenta de comunicação e meio de estímulo a criatividade.
Local: Quadra – Senac Bauru Bloco 3 –
Av. Rodrigues Alves, 8-37 – Centro, Bauru – SP, 17015-002
Mari Monteiro é artista visual e educadora , desde 2015 desenvolve a linguagem no graffiti, marcada pela fusão entre caligrafia e abstração — o calligraffiti. Sua produção se destaca pelo uso de formas orgânicas, cores vibrantes e efeitos de sombra e profundidade, criando composições que abrem portais imaginários e sensoriais.
Na atividade Quando o Brasil dança, Inajá Tetembuá propõe o corpo como território de memória e expressão cultural. Os ritmos brasileiros são vivenciados como práticas de resistência e identidade. A dança ativa saberes e histórias que atravessam gerações. A experiência articula movimento, cultura e pertencimento. Um encontro entre corpo e ancestralidade.
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Inajá Tetembuá é uma multiartista, bailarina, atriz, musicista e educadora corporal brasileira, com forte atuação na cultura afro-brasileira. Pós-graduada pela USP, é fundadora do Núcleo Artístico Tembua e atua como coreógrafa, intérprete e produtora na Chama Junto Arte.
A palestra abordará o funk e os dialetos periféricos como expressões fundamentais da cultura brasileira, destacando o gênero como manifestação cultural potente em suas dimensões estética, política e social. Também será discutido o papel das linguagens periféricas na construção de identidades e na afirmação cultural.
A partir de obras da literatura, os participantes são convidados a conhecer narrativas que expressam identidade, cultura e linguagem, ampliando formas de leitura e compreensão do texto. A atividade propõe uma experiência de leitura mediada, com interpretação e vivência em Libras, conduzida por alunos do nível intermediário. O encontro promove um momento de troca e sensibilização, destacando a importância da Língua Brasileira de Sinais e da cultura surda para pessoas surdas e ouvintes.
Graduada em Letras-Libras e Pedagogia, com pós-graduações em Interpretação de Libras e Psicopedagogia, além da certificação Prolibras. Construiu sua trajetória profissional conectada à comunidade surda, com foco em inclusão, diversidade e metodologias ativas de ensino. Atua há 20 anos no Senac São Paulo, onde iniciou e consolidou seu trabalho com a Língua Brasileira de Sinais.
Encenação, inspirada no livro O Avesso da Pele, desenvolvida pelos alunos do Curso Técnico em Teatro do Senac Mogi Guaçu.
Por meio de cenas curtas, o espetáculo convida o público a refletir sobre o racismo estrutural e suas manifestações cotidianas, seja nos tribunais formais, seja nos tribunais invisíveis do cinismo, da hipocrisia e das violências simbólicas. Entre palavras e silêncios, a montagem expõe feridas de décadas e questiona padrões naturalizados, usando a força da linguagem teatral para denunciar estruturas que
sustentam desigualdades.
Nesta oficina, os participantes aprenderão o básico do macramê, uma técnica de tecelagem manual baseada em nós.
A atividade será focada na confecção de um chaveiro artesanal, explorando o nó espiral.

Entrega de senhas na Biblioteca com 30 minutos de antecedência da atividade.
Horário: 20h
Vagas limitadas!
Inscrições por ordem de chegada!
Dançando na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Encenação, inspirada no livro O Avesso da Pele, desenvolvida pelos alunos do Curso Técnico em Teatro do Senac Mogi Guaçu.
Por meio de cenas curtas, o espetáculo convida o público a refletir sobre o racismo estrutural e suas manifestações cotidianas, seja nos tribunais formais, seja nos tribunais invisíveis do cinismo, da hipocrisia e das violências simbólicas. Entre palavras e silêncios, a montagem expõe feridas de décadas e questiona padrões naturalizados, usando a força da linguagem teatral para denunciar estruturas que
sustentam desigualdades.
Durante a Semana Senac de Leitura, o público poderá participar de uma oficina de isogravura, técnica marcante da literatura de cordel. Conduzida por alunos de Design Gráfico, com orientação da docente Karien, a atividade convida os participantes a conhecer a técnica e experimentar a criação de matrizes e impressões.
Exposição com amostra de palavras e suas origens, acompanhada de vídeo explicativo que aprofunda seus sentidos e trajetórias históricas.
—————————————————————————————————————————————————————————————————
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na biblioteca.
Convidamos os participantes a explorar as origens, tradições e curiosidades por trás de um dos frutos mais emblemáticos da Amazônia. Ao longo da atividade, serão apresentadas as diferentes formas de utilizar o açaí em pratos doces e salgados, destacando como seu consumo varia entre as regiões do país — do açaí tradicional amazônico, consumido puro e acompanhado de pratos típicos, às versões populares no Sudeste e Sul, servidas com frutas, granola e outras combinações contemporâneas. A oficina busca valorizar a diversidade cultural brasileira por meio da culinária, mostrando como um único ingrediente pode contar muitas histórias e assumir múltiplos sabores. Local: Sala bar.
Graduado em Gastronomia pela UNIFEV, e pós graduado em Gestão de Negócios em Restaurantes. Atua como docente no Senac de Ourinhos, na área da alimentação, além de ampla experiência na área como chef de cozinha.
Por meio de um olhar sensível e atento aos detalhes, o fotografo apresenta registros de locais históricos, monumentos e paisagens urbanas que fazem parte da memória e da identidade cultural de Itapetininga.
O fotógrafo Douglas Ardoni dedica-se ao resgate da memória por meio de suas lentes. Seu mais recente projeto nasceu de uma profunda pesquisa sobre a história local, unida ao trabalho de campo, para criar um registro atual dos nossos patrimônios. Guiado pelo desejo de que “muitas pessoas vivem aqui há anos e não conhecem a própria história”, ele busca reconectar o público com suas raízes. Sua exposição oferece um olhar artístico e crítico sobre o espaço urbano, revelando a beleza de prédios e espaços culturais, ao mesmo tempo em que propõe uma reflexão sobre a necessidade de preservação.
Essa atividade apresenta aos estudantes a capoeira como manifestação cultural afro-brasileira, abordando sua ancestralidade, história, musicalidade e prática corporal, promovendo compreensão histórica, cultural e vivência dessa expressão, inclusive pelas experiências internacionais vivenciadas em Cabo Verde, na África, contribuindo para ampliar o repertório cultural e social dos estudantes.
Palestrante, Mestre de Capoeira e Professor de Educação Física, com atuação voltada à formação humana, disciplina e promoção da saúde por meio da capoeira. Foi competidor entre 2001 e 2011 e técnico da equipe de capoeira de Marília de 2011 a 2015, contribuindo para o desenvolvimento de atletas e a expansão da modalidade na região. Também atua internacionalmente como representante do evento “Volta ao Mundo Capoeira”, participando de edições em Cabo Verde. Em suas atividades, promove valores como respeito, inclusão e superação por meio de palestras e vivências culturais.
Que tal transformar uma camiseta em expressão de identidade e ancestralidade?
Nesta atividade criativa, você customiza peças a partir dos símbolos Adinkra, explorando os significados e ensinamentos presentes em cada um.
Uma experiência que une arte, cultura e filosofia de vida, valorizando a sabedoria tradicional africana.
Arquiteta Urbanista formada pela Unesp em 2008, com Pós Graduação em Design de Moda Pelo Senai Cetiqt 2016. Possui experiência na área de projetos de Interiores e Arquitetura. Docente no Senac nos cursos de Design de Interiores, Computação Gráfica e Moda desde 2014.
Que tal soltar a criatividade e deixar a arte conduzir o momento? Em uma atividade acolhedora e inspiradora, você é convidado a explorar memória, identidade e expressão artística, conhecendo a obra de Eliane Potiguara e personalizando sua ecobag de forma livre e cheia de significado. Um convite para criar, sentir e se expressar.
A oficina proporciona um espaço de vivência cultural em que os participantes entram em contato com a capoeira, conhecendo seus fundamentos, sua história e seus significados.
Ao longo da atividade, serão experimentados movimentos básicos, o uso de instrumentos musicais e a importância do ritmo, culminando na participação em uma roda coletiva que valoriza a troca, o respeito e a cultura afro-brasileira.
Inscreva-se e participe! Vagas limitadas!
Praticante de capoeira desde 1994 e aluno da ABADÁ-Capoeira desde 1995. Atualmente atua como professor, com corda Marrom e Vermelha, desenvolvendo seu trabalho dentro do sistema da Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte Capoeira.
TEMSARAU é um sarau realizado em diversos espaços de Limeira, criado para valorizar a poesia, a literatura falada e as artes.
Com curadoria de Brunno, Fabiana, Fábio e Daniele, o evento reúne declamações, performances, música e dança, além de disponibilizar livros para leitura e uso no microfone.
Trata-se de um encontro acolhedor e acessível, dedicado à circulação da palavra e da arte na cidade.
TEM SARAU é um encontro artístico-literário que acontece em diversos espaços da cidade de Limeira, criado para valorizar a poesia, a literatura falada e as artes. Com curadoria de Brunno, Fabiana, Fábio e Daniele, o evento reúne declamações, performances, música e dança, além de disponibilizar livros para leitura e livre uso no microfone. As edições são registradas pelo fotógrafo Fábio Shiraga e divulgadas no Instagram @temsarau. Trata-se de um encontro acessível e acolhedor, dedicado à circulação da palavra e da arte na cidade.
Exposição itinerante com peças históricas originais acompanhada de palestra e mediação pedagógica.
A atividade concretiza o subtema ao evidenciar como os saberes africanos se entrelaçaram à formação social, cultural e econômica do Brasil.
Dialoga diretamente com o tema geral ao reconhecer as raízes afro-brasileiras como parte essencial dos saberes que constituem o país.
Ao apresentar peças históricas e promover mediação crítica, a atividade demonstra como os saberes se entrelaçam na construção da identidade nacional.
Os interessados deverão procurar a biblioteca para realizar a inscrição.
Formado em Guia de Turismo pelo Senac MG (2003), Luís Cajazeiro é pesquisador e estudante de História, dedicando sua trajetória à salvaguarda da memória negra e ao estudo das heranças do período escravista no Brasil. Com mais de 20 anos de experiência, ele fundou o pioneiro Museu Itinerante da Escravidão, onde faz a curadoria de um acervo de documentos e objetos originais, utilizando-os como ferramentas essenciais para o letramento racial e a consciência histórica.
Proprietário da Acredite Turismo Pedagógico, referência em saídas escolares em Belo Horizonte, Luís une sua sólida base técnica ao compromisso educativo. Seu trabalho transforma o turismo em um ato de reflexão, levando escolas e instituições culturais a compreenderem os impactos do passado na construção de uma sociedade mais justa.
É um espaço livre, acolhedor e espontâneo, que valoriza talentos locais, diversidade e a expressão artística.
Durante o sarau, todos podem participar, se apresentando ou apenas apreciando.
Criado por Maria Gabriela Moura em 2016, o “Viaje com os Livros” nasceu como um afetuoso sebo itinerante em Itapetininga (SP). Utilizando uma simples mala para levar a literatura a espaços públicos, a iniciativa promove a troca, venda e doação de exemplares sob a filosofia inclusiva do “pague quanto puder”. Em 2024, o projeto expandiu seus horizontes com a inauguração de uma banca fixa, mantendo o compromisso com valores justos. Muito além de democratizar o acesso aos livros, a grande missão do projeto é resgatar o encanto das páginas físicas, criando pausas valiosas que oferecem uma alternativa enriquecedora ao tempo de tela do dia a dia.
Escritas de Abya é um ciclo de bate-papo com escritores e escritoras indígenas que convida o público a conhecer e discutir a literatura de povos originários e o impacto dessa produção na sociedade.
A iniciativa reúne Massemba Literária, coletivo formado por Jô Freitas, Janaú e Mar Freire, para compartilhar saberes, narrativas e perspectivas que fortalecem a diversidade cultural e ampliam o olhar sobre as vozes que constroem a literatura indígena contemporânea.
Informações e inscrições: 18 3117-1022.
Karaokê de Músicas brasileiras na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Na palestra conduzida por Thaís Bittencourt, o público será convidado a refletir sobre como os espaços que habitamos também contam histórias e preservam memórias. A partir do conceito “Decoração Pé no Chão”, Thaís propõe um olhar sensível para os objetos do cotidiano, valorizando o reaproveitamento, a sustentabilidade e a construção de ambientes que expressem identidade e pertencimento. Uma experiência que une memória, criatividade e cultura brasileira, reforçando que nossas raízes também se manifestam nos lugares que construímos e habitamos.
Sou Thaís Bittencourt, designer industrial com habilitação em Design de Produtos e pós graduada em Design de Interiores numa das mais prestigiadas instituições do país, a FAAP.Minha paixão pela arte vem desde meus primeiros contatos com o lápis e o papel, na criação de casinhas e cenários pras minhas bonecas e nas incansáveis visitas aos museus por onde quer que eu fosse no mundo. Sou mãe de duas crianças lindas, Beni e Lina, que trouxeram ainda mais dinamismo pra minha vida, junto com uma nova ótica de enxergar as coisas com mais leveza e praticidade. Isso refletiu demais na minha maneira de ver a casa, as funções de cada ambiente, mas principalmente na minha maneira.
A oficina propõe investigações práticas sobre publicação independente por meio da criação de um zine, produzido a partir da demonstração de diversos formatos, materiais e possibilidades narrativas. São demonstrados modos artesanais de criar a publicação, cujo conteúdo poderá ser um compilado de produções apresentadas no sarau do evento ou material autoral dos participantes.
Mariana da Matta é designer gráfica, artista visual e educadora. Graduada em Design Gráfico com extensão em Design Thinking e pós-graduada em Arteterapia. Atualmente é docente de Design Gráfico no Senac Bertioga e realiza, de forma independente, projetos culturais e gráficos, oficinas e curadoria. É editora do Sismo, selo de publicação independente.
Uma experiência de leitura e diálogo que aproxima a literatura das vivências das periferias, convidando estudantes a refletir sobre desigualdade, identidade e cidade. A atividade valoriza a escuta, a troca e a escrita criativa, dando voz às histórias reais que muitas vezes ficam invisíveis
Local: Biblioteca
Ricardo da Paz, pseudônimo de Ricardo Barbosa da Silva, uma homenagem à sua mãe, Maria da Paz, uma migrante nordestina que veio criança para trabalhar em São Paulo. Cresceu na Cohab 2, Itaquera, Zona Leste, periferia da cidade de São Paulo. Lá brincou bastante na rua e, desde cedo, frequentou a biblioteca no bairro. Mas na adolescência precisou trabalhar, para ajudar sua mãe que era empregada doméstica. Foi somente aos vinte e quatro anos que, após um ano de cursinho pré-vestibular comunitário, ingressou no curso de Geografia da USP e saiu de lá depois de quatorze anos, já doutor em Geografia Humana.
A Semana Senac de Leitura convida você para uma experiência além da feira tradicional. Inspirado nas feiras livres brasileiras, o evento reúne cultura, encontros e vivências, celebrando as brasilidades de forma leve e cheia de identidade.
Cia Mapinguary, espetáculo “De repente, uma história popular das Escolas Literárias, Teatro mambembe, inspirado na literatura de cordel e no teatro popular, dividido em dois atos, percorrendo as escolas literárias desde a invenção do Brasil.
A Cia Mapinguary foi criada no ano 2000, por Carlos Godoy com a proposta de contação de histórias, com narrativa oral cênica. A fonte inspiradora da Cia é o folclore infantil, teatro de bonecos e os contos populares do Brasil e do mundo.
Uma experiência criativa de pintura no copo americano, ícone cultural brasileiro, utilizando tinta específica para este tipo de material. O objetivo é personalizar cada copo com gírias e expressões populares brasileiras, celebrando nossas diversas camadas de brasilidades. A oficina cria um espaço de conexão com a memória afetiva, estimula o pertencimento e a identificação. Ao final da oficina cada participante leva o copo para casa — novo xodó garantido!
Arte-educadora e multiartista. Formada em Artes Integradas e graduanda em Turismo pela Universidade Federal de São Carlos. Integra a equipe da Biblioteca do Senac Sorocaba e atua na mediação de oficinas artístico-culturais. Dentre suas múltiplas camadas, se encontra como “experimentadora de coisas”. Pesquisa os espaços culturais na cidade e sua prática une identificação, criação, expressão e contempla diferentes técnicas artísticas.
Promover a reflexão sobre a construção da identidade afro-brasileira e as estratégias de resistência histórica através do diálogo entre o romantismo social de Castro Alves e o realismo político de Jorge Amado.
📍Local: Biblioteca
Na Oficina Libras é Cultura Popular, Darthi Alves e seus estudantes apresentam a Libras como linguagem cultural e política. A atividade amplia a compreensão da comunicação para além da oralidade. Ensina sinais relacionados à cultura brasileira. Promove inclusão e reconhecimento da diversidade. A linguagem é compreendida como prática social e cultural.
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Turismóloga e pedagoga, atua como consultora em acessibilidade cultural e neurodiversidade. É docente do Programa Aprendizagem e de cursos livres no Senac Penha. Autora do livro/jogo “Acessibilidade Fora da Caixinha”, promove inclusão e pertencimento.
Na atividade Mãos que criam, raízes que inspiram, Náthaly Adamo propõe o fazer manual como prática de leitura e cuidado. A confecção de porta-livros articula criação, funcionalidade e afeto. Os participantes produzem objetos que dialogam com a leitura. A atividade valoriza saberes manuais. Um espaço onde o fazer constrói sentido.
Local: Sala 6
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Designer de moda, com pós-graduação em princípios criativos em modelagem pelo Senac, atua desde 2006 com costura, modelagem, figurinos e peças sob medida. É docente no Senac Penha ministrando os cursos de moda voltados para a área de desenho técnico, modelagem e costura.
A oficina propõe a prática do bordado como forma de expressão, com foco na criação de palavras, desenhos, símbolos e elementos que transmitam afeto. A atividade convida os participantes a explorarem a criatividade e a sensibilidade por meio da construção de peças significativas
Auxiliar de biblioteca no Senac, cozinheiro, artesão e especialista em bordado, desenvolvendo trabalhos que unem técnica e expressão afetiva
Uma experiência criativa que transforma fios em design e expressão.
Na oficina de macramê com Juliana Hurtado, os participantes aprendem, na prática, os principais nós e técnicas da tecelagem manual, enquanto desenvolvem um suporte de plantas cheio de personalidade. Mais do que aprender, é sobre criar com as próprias mãos e enxergar o potencial do fazer artesanal.
Local: Senac Votuporanga (Sala 8)
Juliana Hurtado é designer e cofundadora da OCA Objeto, estúdio que investiga a relação entre matéria, cultura brasileira e processos artesanais, criando peças autorais que transitam entre o design e a arte.
Seu trabalho valoriza o fazer manual como linguagem de expressão, com foco na sustentabilidade e na produção consciente. Além da criação, Juliana também desenvolve e ministra oficinas de macramê, promovendo experiências que estimulam a criatividade, o aprendizado técnico e a autonomia produtiva, ampliando possibilidades de geração de renda.
A oficina Tecendo Saberes propõe um espaço de encontro, reflexão e criação coletiva. A perspectiva é buscar compreender os espaços que se cruzam como lugar de possibilidades, de escuta, de troca e de construção de saberes plurais.
Durante a oficina, o fazer manual do crochê será utilizado como prática simbólica e pedagógica, conectando teoria e vivência. Por meio da confecção dos chamados quadradinhos do amor, as participantes serão convidadas a refletir sobre cuidado, solidariedade e ação comunitária, ao mesmo tempo em que desenvolvem uma atividade artesanal acessível e colaborativa.
Os quadradinhos produzidos serão destinados a ações de voluntariado, compondo mantas e peças que carregam não apenas fios, mas histórias, afetos e intenções coletivas. Assim, cada ponto se torna um gesto de compromisso social, fortalecendo vínculos e promovendo o bem-estar de quem faz e de quem recebe.
A oficina valoriza o aprendizado horizontal, o respeito às diferentes trajetórias e a construção conjunta do conhecimento, entendendo que, assim como no crochê, cada laço é fundamental para sustentar o todo.
Inscrições no link: https://tinyurl.com/2b48pjvw
Pedagoga, Pós-graduada em Gestão Estratégia de Pessoas e Supervisão Educacional. É docente do Programa Aprendizagem e de Prática Integrativas Complementares no curso de Reiki, no Senac Americana.
Cientista Social, Arteira e Mestre em Antropologia Social. Docente do Senac Americana na área de Desenvolvimento Social.
Esta atividade é um clube de leitura guiada da obra Oração para Desaparecer, de Socorro Acioli. A mediação propõe reflexões sobre os personagens, os elementos simbólicos da narrativa e as relações entre memória, identidade e pertencimento presentes na obra. Os participantes irão ampliar o repertório cultural a partir de questões sobre memória, invisibilidade e as diferentes narrativas que atravessam a sociedade brasileira.
Ator e educador. Formado em letras e teatro. dialoga com narrativas decoloniais para ensinar literatura e gêneros discursivos de textos como ferramentas de reflexão e construção social. Atualmente é Docente no Ensino Médio Técnico no Senac Jabaquara.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
Apresentação musical de voz e tambor. O coletivo paulistano Grupo Ilú Obá De Min traz o protagonismo da mulher negra e o fortalecimento das culturas de matriz africana.
Sarau como expressão de arte, espaço de trocas e de inspiração. Voltado a alunos do ensino médio, e trará ao palco poesia, rimas e arte como um presente a ser compartilhado.
A Slam das Minas SP é uma batalha de poesia falada com recorte de gênero criada em 2016 na cidade de São Paulo. Idealizada e organizada por mulheres, a coletiva nasceu com o objetivo de criar um espaço seguro e protagonista para mulheres, pessoas trans e dissidências de gênero dentro da cena do slam e da literatura periférica.

Em parceria com o Centro Cultural Tatuapé Ad Libitum, os músicos Walter Egéa e Junior Viola apresentam um concerto interativo que une a viola caipira e o pífano, dois instrumentos que entrelaçam histórias da cultura brasileira. O pífano, voz ancestral das flautas indígenas, e a viola caipira, herdeira das cordas lusitanas, ganham vida no palco por meio de solos e duetos que revelam a alma da música brasileira.
Compositor, escritor e multi-instrumentista. Já dividiu palco com feras como Bibi Ferreira, Luiz Batera e Claudio Nucci. Seu álbum ID foi lançado em show em Toronto, numa vibe superespecial no Unicorniun e no espaço alternativo Somewhere There. Ele tocou na Orquestra Jovem do Estado de São Paulo sob a regência de Mauricio Galindo e na North York Sinfonic Band com John Liddle na batuta. Hoje, lidera a Ad Libitum Jazz Band, que fechou com estilo o prestigioso Jazz Festival, Music In The Park em 2025.
Nascido em São Paulo e residente em Guarulhos, é um multi-instrumentista cuja trajetória artística se inicia na infância. Domina viola, baixo, bateria, canto e piano, combinando precocidade e experiência consolidada ao longo de décadas. Sua carreira inclui parcerias com renomados músicos brasileiros, como Michel Leme, Walter Égea e Amauri Falabella, e atuações em festivais relevantes como o Music In The Park e Palma Festival, evidenciando sua música como expressão da estética urbana e resistência cultural periférica paulistana
Um encontro potente de escuta, memória e resistência com autoras quilombolas do Vale do Ribeira, que compartilham memórias, poesias e vivências de seus territórios. A conversa percorre temas como ancestralidade, identidade e a força das mulheres quilombolas, destacando a escrita como ferramenta de afirmação cultural, educação e preservação dos modos de vida.
A atividade conta com a mediação de Márcia Cristina Américo, pesquisadora e liderança na educação quilombola, e reúne as escritoras Elvira Morato e Leonila Priscila da Costa Pontes, que trazem, por meio da literatura, as lutas, saberes e histórias de seus territórios.
Realização em parceria com o Sesc Registro.
Apresentação que integra poesia, oralidade e narrativa, promovendo reflexões sobre identidade, pertencimento, ancestralidade e cultura brasileira, além da força da palavra como ferramenta de expressão e transformação. Com linguagem acessível e envolvente, estabelece conexão com adolescentes e adultos, incentivando a identificação e a participação do público. A proposta conta com conteúdo autoral, abordagem sensível e potente, e possibilidade de interação.
Participação por ordem de chegada, sujeita à lotação do espaço.
Cleyton Mendes é escritor, poeta, palestrante slammer, mestre de cerimônias, arte educador, produtor e articulador cultural e ex-carteiro. Nos correios desenvolveu o projeto “Carteiro Poeta” onde entregava poesias junto com as correspondências. Formado em Publicidade e Propaganda, iniciou seu MFA em escrita criativa pela St.Francis College no Brooklyn, Nova York. Autor dos livros “ Relatos De Uma Insônia” “ContraIndicação” “Etcetera” e “África é Logo Aqui”. Esse último narra um pouco de suas vivências em sua passagem pelo continente africano, em Moçambique. Idealizador e apresentador do Sarau Pense Já, Sarau Afrônt Poesia e também do projeto África e suas diásporas.
Diante das Origens Recortadas” é um espetáculo que entrelaça passado, presente e futuro por meio de três mulheres que tecem suas histórias a partir de memórias fragmentadas. Entre cantos, rituais e vivências, a peça aborda ancestralidade, identidade e resistência, conduzindo o público a refletir sobre pertencimento e os impactos dos apagamentos históricos.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na sala 6/7 do prédio acadêmico.
As vagas são limitadas e as inscrições antecipadas.
Prepare-se para uma pausa ativa e cultural! A equipe do Sesc chega à nossa unidade para uma atividade de dança interativa dentro da programação da Semana Senac de Leitura. O objetivo é promover a integração e a expressão artística através do movimento, conectando os participantes com os ritmos que moldam a nossa identidade cultural. Não é necessário ter experiência prévia, apenas disposição para se movimentar!
Manhã: 10h30 às 11h20
Tarde: 15h30 às 16h20
Clique aqui para se inscrever nas atividades da Semana Senac de Leitura no Senac Largo Treze!
A artista irá compartilhar o processo criativo de confecção do Jogo Pindorama, que tem como base o Folclore Brasileiro
Onde: Biblioteca Senac Araraquara
Horário: 10h30
Vagas Limitadas!
Inscrições por ordem de chegada!
Sócia Gestora da Sabiá Gestão Criativa (2015-atualidade), especialista em Gestão Cultural pelo Senac/RS, parte da equipe criadora do jogo Pindorama: Causos do folclore brasileiro. Atua no desenvolvimento de projetos culturais com artistas, associações e empresas privadas. Já tendo participado de projetos através dos editais: Culturas Populares – Edição Leandro Gomes de Barros, Fundo Municipal de Direitos Difusos de Concórdia/SC, Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (SC) e Prêmio Descentrarte/ Funarte, além disso é atriz e produtora do G.A.S. – Grupo de Artistas Sérios.
Oficina criativa para customização de ecobags, com personalização de suas próprias peças de forma sustentável e divertida.
📍Local: Biblioteca
Recebemos Chavoso da USP, criador de conteúdo e referência em debates sobre educação, desigualdade e juventude periférica.
Em uma conversa franca, ele compartilha sua trajetória, da quebrada ao ambiente universitário, destacando desafios, conquistas e o papel da educação na transformação social. O diálogo convida o público a refletir sobre acesso, pertencimento, identidades e os diversos saberes que atravessam jovens das periferias brasileiras. Uma roda de conversa inspiradora que valoriza vivências plurais e reforça a literatura
como instrumento de resgate e potência.
@chavosodausp.02 – Professor, palestrante e youtuber. Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, tornou-se popular através de um post no Facebook relatando sua experiência na Universidade. Seu conteúdo é focado principalmente em questões educacionais, políticas e sociais.
Atividade inspirada nas obras O Conto da Aia e Os Testamentos, de Margaret Atwood, que convida os estudantes a vivenciar a literatura de forma interativa, refletindo sobre temas como democracia, gênero, autoritarismo e direitos reprodutivos, por meio do debate, da argumentação e do pensamento crítico.
📍Local: Centro de Convenções – Auditórios 3 e 4.
Este bate-papo com Renata Prado propõe uma reflexão sobre o funk como expressão legítima da cultura brasileira, articulando arte, território, identidade e resistência. A partir de sua trajetória acadêmica e vivência no movimento cultural, a convidada dialoga com os estudantes sobre o funk enquanto linguagem política, estética e pedagógica. Um convite à escuta ativa e ao debate crítico sobre juventude, cultura periférica, relações étnico-raciais e protagonismo feminino na construção das brasilidades contemporâneas.
Pedagoga e pesquisadora da cultura funk e relações étnico raciais formada pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo (EFLCH – UNIFESP). Idealizadora e articuladora nacional da Frente Nacional de Mulheres no Funk. Articuladora e liderança na Frente Parlamentar do Funk na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP). Dançarina, coreógrafa e professora de funk. Idealizadora do projeto Academia do Funk, ativista da organização política Coalizão Negra Por Direitos e curadora da exposição “FUNK: um grito de ousadia e liberdade” no Museu da Língua Portuguesa.
Educadora, artista‑pesquisadora e estudiosa das relações entre corpo e espaço. Formada em Geografia pela Universidade de São Paulo com especialização em Corpo: Dança, Teatro e Performance pela Escola Superior de Artes Célia Helena, investiga as Geografias, Filosofias e Artes dos Corpos a partir de uma perspectiva decolonial. Também é Pós‑graduada em ESG pelo Senac Jabaquara em que atualmente coordena a área de Segurança e Saúde no Trabalho.
Durante a Semana Senac de Leitura, o público poderá participar de uma oficina de isogravura, técnica marcante da literatura de cordel. Conduzida por alunos de Design Gráfico, com orientação da docente Karien, a atividade convida os participantes a conhecer a técnica e experimentar a criação de matrizes e impressões.
O workshop propõe uma reflexão sobre a ancestralidade alimentar brasileira a partir da panificação, apresentando como diferentes povos formadores que contribuíram para a construção dos sabores e técnicas que hoje fazem parte da identidade gastronômica do Brasil. A atividade aborda as influências indígenas, africanas e europeias, destacando ingredientes, saberes tradicionais e adaptações culturais que transformaram modos de preparo ao longo da história. A proposta será desenvolvida por meio de uma atividade prática e interativa, combinando contextualização histórica, preparo de receitas e momentos de degustação orientada. Ao longo das atividades, serão discutidos processos técnicos, memória afetiva e o papel da alimentação como expressão de identidade, resistência e continuidade cultural. Local: Cozinha. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
Gastrônomo, barista e docente na área de gastronomia, com mais de 10 anos de experiência. Tecnólogo em Gastronomia, possui trajetória profissional que inclui atuação em navio de cruzeiro internacional, além de passagens por gelateria e restaurante italiano. É barista sênior formado pelo CoffeeLab, com sólida experiência em cultura do café e técnicas de preparo. Em seu trabalho, busca conectar técnica, tradição e identidade alimentar, explorando ingredientes e saberes da culinária ancestral.
O café como pertencimento e literatura. A atividade busca mostrar de forma clara como o café está profundamente ligado à nossa região e intrinsecamente presente na literatura brasileira. Os participantes terão a oportunidade de conhecer um pouco da história dessa bebida que atravessa gerações e simboliza identidade cultural. Ao final, poderão vivenciar na prática essa tradição por meio da degustação de diferentes preparos de café, conectando memória, sabor e cultura em uma experiência única.
Sommelier de Cervejas, especialista em Harmonização, Mestre em Estilos e Consultor Empresarial. Atua no segmento de Alimentos e Bebidas com serviços de Sommelieria, treinamentos, comercial, formação de carta de cervejas. É docente do Senac Campinas na área de Turismo, Hospitalidade e Alimentação.
Que tal transformar uma camiseta em expressão de identidade e ancestralidade?
Nesta atividade criativa, você customiza peças a partir dos símbolos Adinkra, explorando os significados e ensinamentos presentes em cada um.
Uma experiência que une arte, cultura e filosofia de vida, valorizando a sabedoria tradicional africana.
Arquiteta Urbanista formada pela Unesp em 2008, com Pós Graduação em Design de Moda Pelo Senai Cetiqt 2016. Possui experiência na área de projetos de Interiores e Arquitetura. Docente no Senac nos cursos de Design de Interiores, Computação Gráfica e Moda desde 2014.
A partir de perguntas simples — o que nos assusta hoje? O que fingimos não ver? — a atividade convida o público a refletir sobre os medos contemporâneos, aproximando antigos monstros das inquietações do presente. Entre leitura, jogos e criação coletiva, surgem criaturas brasileiras atuais, que ganham forma em uma roda de histórias, como ao redor de uma fogueira imaginária.
A proposta é conduzida pela Cia Dondé, fundada em 2024 por Cris Tauffer e Jackson Souza. Formada por contadores de histórias com atuação em mediação cultural, a companhia reúne profissionais das áreas de educação, comunicação e artes, desenvolvendo ações em escolas, eventos e projetos sociais, com foco na leitura e na formação de público.

Oficina de poesia visual com antotipia, técnica de impressão fotográfica feita com pigmentos naturais. Utilizando cúrcuma, beterraba e cachaça, os participantes experimentam processos artesanais de imagem, explorando cor, luz e criatividade na criação de fotografias únicas.
Wellington Luz é professor de Fotografia no Senac, formado em História da Arte (Unifesp), Fotografia (Etec de Artes) e Multimídia (Etec Jornalista Roberto Marinho). Seu trabalho investiga o corpo negro com cianotipia e fotografia digital. Expôs no Museu de Arte do Rio (MAR) e recebeu prêmios como a Mostra Jovens Cineastas (2021).
Apresentações teatral que combinam oralidade, teatro, sonoplastia, ritmos e elementos da cultura popular, convidando o público ao encantamento e à redescoberta da riqueza cultural expressa nas palavras. Assim, o espetáculo fortalece o papel das narrativas orais e escritas em manter viva a memória brasileira e incentivar o hábito da leitura e do conhecimento.
O espetáculo se propõe a aproximar a juventude da literatura brasileira, de suas raízes e saberes por meio de um espetáculo teatral musical, poético e brincante.
Desde a sua fundação em 2020, a Cia Rabo de Cutia entrelaça teatro, literatura e música para celebrar a rica diversidade da cultura popular brasileira. Seu repertório abraça desde a literatura de cordel e contos afro-indígenas até o protagonismo feminino.
A roda de conversa propõe um diálogo sobre a culinária brasileira como expressão cultural, destacando seus regionalismos e a relação entre alimento, identidade, ancestralidade e memória.
Enquanto o docente Jorge aborda a importância da gastronomia na formação cultural do país, o representante do Projeto Cabaça apresenta especiarias presentes no território de Itaquera, e sua importância para preservação de costumes, ancestralidades e práticas de oralidade a partir do recorte da nossa região.
Mestre em Comunicação pela Universidade Paulista e iniciou sua carreira gastronômica na Bahia, no Restaurante Escola Senac Pelourinho. Atuou como chefe no Mosteiro de São Bento e nas plataformas da Petrobrás no Nordeste, criando pratos regionais. Em São Paulo, formou-se Tecnólogo em Hotelaria pelo Centro Universitário Senac – Águas de São Pedro, onde também concluiu os cursos de Cozinheiro Chefe Internacional e Sommelier. É pós-graduado em Docência do Ensino Superior, com pesquisa sobre a influência africana na cozinha brasileira, e em Psicopedagogia com foco em inclusão social. Foi chef-executivo dos hotéis-escola Senac em Águas de São Pedro e Campos do Jordão, priorizando ingredientes e histórias da culinária regional. Atualmente, é professor no Centro Universitário Senac – Santo Amaro, responsável pelas disciplinas de Cozinhas do Brasil, Habilidades Básicas de Cozinha e Práticas de Serviços Gastronômicos, além de coordenar a pós-graduação em Cozinha Brasileira. Atuou também como mediador de conhecimento na USP e desenvolve atividades como personal chef e consultor gastronômico no Brasil e no exterior.
Como forma de refletir sobre os elementos de uma das bases formadoras da nossa cultura brasileira – a cultura negra – vamos promover uma leitura coletiva e um bate-papo sobre o conto “O Cooper de Cida” no livro Olhos D’água da escritora Conceição Evaristo.
Sou graduado em Biblioteconomia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI), Ciências Sociais pela Universidade Cruzeiro do Sul, e atualmente, pós-graduando em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário Senac. Estou na biblioteca do Senac Celestino desde 2024, mas já atuei em biblioteca pública, comunitária e escolar, sempre promovendo ações que envolvam o incentivo à cultura e à leitura; entre elas: contação de histórias, clubes do livro, saraus, oficinas de escrita afetiva, entre outros. Pesquisador independente e curioso incurável, me interesso pelos temas sobre raça, gênero e classe social.
O Bingo Literário propõe uma experiência lúdica que conecta leitura, memória cultural e diversão.
Em vez de números, as cartelas trazem livros, autores, personagens e tradições brasileiras.
Ao longo do jogo, os participantes são convidados a reconhecer e celebrar diferentes expressões da cultura do Brasil, valorizando as raízes e os saberes presentes na literatura e nas manifestações culturais do país.
TEMSARAU é um sarau realizado em diversos espaços de Limeira, criado para valorizar a poesia, a literatura falada e as artes.
Com curadoria de Brunno, Fabiana, Fábio e Daniele, o evento reúne declamações, performances, música e dança, além de disponibilizar livros para leitura e uso no microfone.
Trata-se de um encontro acolhedor e acessível, dedicado à circulação da palavra e da arte na cidade.
TEM SARAU é um encontro artístico-literário que acontece em diversos espaços da cidade de Limeira, criado para valorizar a poesia, a literatura falada e as artes. Com curadoria de Brunno, Fabiana, Fábio e Daniele, o evento reúne declamações, performances, música e dança, além de disponibilizar livros para leitura e livre uso no microfone. As edições são registradas pelo fotógrafo Fábio Shiraga e divulgadas no Instagram @temsarau. Trata-se de um encontro acessível e acolhedor, dedicado à circulação da palavra e da arte na cidade.
A equipe Biblioteca convida você para a oficina “No passo da ginga, o chão vira história”.
Vamos mergulhar na saga de Bibiana e Belonísia, duas irmãs que guardam na boca e na pele os segredos de um Brasil profundo. É um encontro para falar de herança, de saberes que o tempo não apaga e da terra que, mais do que sustento, é identidade. Venha descobrir o que suas raízes têm a dizer.
Daniela Souza de Almeida, mas pode chamar de Dani Souza, cresceu entre livros e sempre teve um carinho especial pelas bibliotecas. Técnica em Biblioteconomia formada pelo Senac e atualmente cursando graduação na área, trabalha em biblioteca criando encontros entre leitura, escrita e sensibilidade. Estuda Libras e se dedica à colagem artística. Vencedora do concurso de poesia FLIPenha 2025, representando o Senac Guarulhos, com o poema “Eu, em casa”, segue rabiscando versos, memórias e pequenas histórias pelo caminho.
A atividade propõe uma abordagem dinâmica e participativa para refletir sobre os hábitos alimentares contemporâneos, em diálogo com o tema “Raízes e saberes: a cultura brasileira em palavras”. Por meio de intervenções rápidas e interativas, os participantes serão convidados a investigar e interpretar rótulos de alimentos presentes no cotidiano, como açaí, pão de queijo e farofa, estabelecendo conexões entre tradição, indústria e saúde.
Participação por ordem de chegada, sujeita à lotação do espaço.
Doutora em Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – ICB/USP. Especialista em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo – EEFE/USP. Graduada em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo – FSP/USP. Tem experiência em docência no ensino superior em diferentes cursos da Saúde, como Nutrição, Educação Física, Farmácia e Enfermagem, nas áreas de Biologia Celular e Tecidual, Patologia Clínica, Bromatologia, Unidades de Alimentação e Nutrição, Nutrição Clínica e Esportiva. Atualmente é Monitora de Educação Profissional da equipe de Nutrição, Gastronomia e Sala Bar do Senac de São Miguel Paulista e Pós-doutoranda pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP.
Essa atividade apresenta aos estudantes a capoeira como manifestação cultural afro-brasileira, abordando sua ancestralidade, história, musicalidade e prática corporal, promovendo compreensão histórica, cultural e vivência dessa expressão, inclusive pelas experiências internacionais vivenciadas em Cabo Verde, na África, contribuindo para ampliar o repertório cultural e social dos estudantes.
Palestrante, Mestre de Capoeira e Professor de Educação Física, com atuação voltada à formação humana, disciplina e promoção da saúde por meio da capoeira. Foi competidor entre 2001 e 2011 e técnico da equipe de capoeira de Marília de 2011 a 2015, contribuindo para o desenvolvimento de atletas e a expansão da modalidade na região. Também atua internacionalmente como representante do evento “Volta ao Mundo Capoeira”, participando de edições em Cabo Verde. Em suas atividades, promove valores como respeito, inclusão e superação por meio de palestras e vivências culturais.
Explore a riqueza da cultura brasileira através das ervas e do conhecimento ancestral. Nesta oficina especial, a docente da unidade irá apresentar diferentes ervas e seus diversos usos, como:
– Temperos;
– Aliados medicinais;
– Cura e limpeza energética dos espaços.
Após todo aprendizado será possível montar seu próprio sachê com as ervas de sua preferência, explorando seus significados e propriedades de forma prática e personalizada. Uma experiência sensorial, educativa e cheia de boas energias — perfeita para quem busca mais conexão com a natureza no dia a dia!
Nutricionista especializada em Gestão de Negócios de Alimentação e Segurança Alimentar. Atua há mais de 20 anos nas áreas de Alimentos & Bebidas, Hospitalidade e Eventos, com experiência em consultoria gastronômica, gestão de segurança alimentar, gestão de cardápios e treinamentos corporativos. É docente da área de Desenvolvimento Social do Senac Jaú (SP) e está à frente da consultoria SER – Soluções, Expertise e Resultados, voltada à gestão e qualidade em A&B e hospitalidade.
Esta atividade reconhece a cupópia, criptoleto preservado no Quilombo Cafundó, como forma de leitura do mundo, resistência cultural e circulação de saberes. A proposta valoriza a oralidade como tecnologia ancestral de transmissão de conhecimento.
Sobre o Grupo Turi Vimba:
Frente de cultura tradicional quilombola, fundado em 2005 por descendentes das comunidades Cafundó e Caxambú, tendo em sua formação cerca de 25 pessoas, majoritariamente descendentes quilombolas. Seu principal objetivo é preservar a cultura quilombola, resgatando as memórias e os saberes ancestrais do povo preto no interior do Estado de São Paulo. O nome “Turi Vimba” significa “Terra de Preto” em cupópia, refletindo a rica herança linguística das comunidades, que incorpora cerca de 160 palavras de origem africana, principalmente do tronco banto. O grupo se dedica a manter e transmitir esse saber por meio da música, expressando as tradições ancestrais do povo quilombola.
Que tal soltar a criatividade e deixar a arte conduzir o momento? Em uma atividade acolhedora e inspiradora, você é convidado a explorar memória, identidade e expressão artística, conhecendo a obra de Eliane Potiguara e personalizando sua ecobag de forma livre e cheia de significado. Um convite para criar, sentir e se expressar.
O Clube da BiblioFAU propõe um encontro especial com a escritora Socorro Acioli, autora de ‘Cabeça do Santo’ e ‘Oração para Desaparecer’, criando um espaço de escuta, troca e reflexão sobre o poder das histórias que conectam pessoas e territórios.
O bate-papo convida o público a mergulhar nas inspirações da autora, nas representações do Brasil presentes em suas obras e nos imaginários que atravessam suas narrativas, além de abrir diálogo sobre os desdobramentos e novas produções relacionadas a seus livros mais lidos no país.
Evento gratuito. Inscreva-se e atente-se ao horário de início da atividade para garantir seu lugar. Espaço sujeito à lotação.
Acompanhe a escola no instagram, em @senaclapafaustolo.
Escritora com mais de 20 livros publicados, vencedora do Prêmio Jabuti 2013 na categoria infantil. Nasceu em Fortaleza, Ceará. É jornalista e professora, com Mestrado em Literatura Brasileira e Doutorado em Estudos de Literatura. Escreve para crianças, jovens e adultos. Foi a única brasileira aluna de Gabriel García Márquez na oficina “Como contar um conto” em 2006. Além do Brasil, seu livro ‘A Cabeça do Santo’ foi publicado em países como Estados Unidos, Inglaterra, França, México e Itália.\ @socorroacioli
Bibliotecária, formada pela Universidade Estadual Paulista “Júlio Mesquita Filho” – UNESP – Marília. Atualmente, coordena a Biblioteca do Senac Lapa Faustolo.\@carlafaganelli
Docente no Senac Lapa Faustolo e consultora de pequenos negócios de moda, atua a partir da pesquisa criativa e da inovação como bases estratégicas. Trabalha com planejamento, organização e gestão da produção, priorizando a otimização de processos e a excelência no controle de qualidade. É formada em Modelagem, com pós-graduação em Gestão Estratégica em Negócios da Moda e formação técnica em confecção do vestuário. Dedica-se à formação de novos talentos e à promoção de uma moda mais ética, consciente e responsável.\ @keilabrandao
Atividade prática que apresenta a técnica da serigrafia, convidando os participantes a personalizar ecobags, unindo expressão artística, sustentabilidade e fazer manual.
Vagas limitadas, as senhas devem ser retiradas na biblioteca no dia da atividade.
📍Local: Prédio Acadêmico 1 – Sala A114
Kazé Carvalho é ator e professor do Centro Universitário Senac, com Doutorado e Mestrado em Multimeios. Profissional atuante nas convergências entre as mídias digitais e a arte, com experiência em direção geral e produção audiovisual de curtas-metragens e peças publicitárias audiovisuais.
Na Oficina Entre Linhas e Retalhos, Priscila Brito articula leitura e artesanato como práticas culturais. O fuxico é trabalhado como técnica e como memória. A atividade integra escuta, criação e partilha. Valoriza saberes tradicionais e coletivos. Um espaço de construção de vínculos e significados.
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Formada em Design de Moda, com especialização em Gestão Estratégica e formação técnica em Vestuário. Com 12 anos de experiência na indústria, atuou como modelista em diversos segmentos. É docente de Moda no Senac Penha.
Na Experiência Chás, curandeiras e benzedeiras, Maria Carolina Varella mobiliza saberes ancestrais ligados ao cuidado. A roda de conversa promove escuta e troca de experiências. A atividade valoriza práticas tradicionais e espiritualidade. Amplia a compreensão de saúde e cultura. Um espaço de partilha e reconhecimento.
Local: Área Externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Formada em Nutrição e especialista em Café. Docente do Senac Penha nos cursos de Barista e Vinhos.
Apresentação da história dos Muiraquitã e conversa sobre a criação de símbolos. Os participantes serão convidados a buscar signos relacionados à proteção em suas memórias pessoais e histórias familiares. Como exercício prático irão desenvolver um esboço/desenho do seu amuleto. Depois farão a modelagem do amuleto pessoal com argila.
Local: Jd. Pedagógico
Em sua pesquisa mais recente, se dedica a investigar as cosmovisões ancestrais sobre o tempo e a relação de pessoas negras com a memória e o passado, além de pensar o corpo negro como território de conexão com a ancestralidade.
Artista, educadora e assistente de arte. Filha de tapuyas cearenses migrantes, reside em São Paulo. É graduada em artes visuais, teve sua obra ‘Comigo ninguém pode’ exposta em todas as sete Caixas Culturais do Brasil fazendo parte da exposição ‘Mulheres que mudaram 200 anos’. Compôs a ocupação do 9° andar do Instituto Moreira Salles (IMS) de São Paulo em diálogo com a exposição ‘Xingu: Contatos’. Ilustrou em 2022 o livro “O Casamento entre o Céu e a terra “de Leonardo Boff, participou da I, II e III edição da Feira Margens realizada pelo Museu Afro Brasil e da exposição coletiva “IlustraDelas” realizada pelo Pátio Metrô São Bento em 2020. Produz ilustrações, videoarte, grafitte, lambe-lambe e realiza pintura sobre fotografias antigas como linguagem autoral para investigar identidade, memória e autoestima em uma perspectiva contracolonial.
A atividade focará na teoria e prática dos ritmos brasileiros, com destaque para os gêneros forró e samba. Será apresentado uma breve contextualização histórica dos ritmos; apresentação dos instrumentos de percussão que serão utilizados; os primeiros passos da prática musical percussiva dos ritmos xote e samba e a prática musical coletiva.
Onde: Bloco 6
Horário:14h
Vagas Limitadas
Inscrições por ordem de chegada!
Formado em Ciências Sociais(UNESP, 2013), com especialização em educação musical (UFSCAR 2019), trabalha com aulas particulares e em grupo, participa de projetos envolvendo educação e cultura. Como músico (guitarrista e violonista) já participou de bandas de rock, forró, samba e rodas de choro.
Um encontro que convida o público a se aproximar do universo do folclore brasileiro por meio da oralidade, da literatura e da criação artística. A oficina reúne um momento de sensibilização, uma breve provocação teórica e uma prática criativa inspirada no trabalho dos artistas Teresa Berlinck e Julio de Paula, a partir do Dicionário do Folclore Brasileiro, possibilitando que os participantes dialoguem com saberes e narrativas que atravessam gerações, reconhecendo o folclore como parte viva da memória cultural e da construção da nossa identidade.
Professor, arte-educador e pesquisador, João Paulo Paladino acredita no poder das histórias como ferramenta de transformação social e artística. Atua como docente de Desenvolvimento Social no Senac de São José do Rio Preto e desenvolve projetos que conectam cultura, arte e literatura. Com formação em Letras e mestrando na UNESP, João Paulo busca resgatar, por meio da oficina O Brasil que mora nas histórias, a riqueza das narrativas nacionais que sustentam nossa ancestralidade e diversidade cultural, na Semana Senac de Leitura.
Farmacêutica proativa com sólida experiência em liderança de equipes, capacitação e resolução de problemas. Especialista em farmácia clínica e hospitalar, com habilidade no gerenciamento de múltiplos projetos e aplicação de metodologias de excelência. Atualmente, dedica-se à docência, compartilhando conhecimentos técnicos e práticos no setor farmacêutico.
A atividade é uma imersão no universo das cores naturais, abordando o processo de coleta, extração e uso de pigmentos provenientes da natureza. Durante as atividades, os participantes aprendem a produzir tintas naturais a partir de sementes, algas, solos, raízes, cascas, folhas, flores e frutos. Essas tintas serão utilizadas para a criação de ilustrações inspiradas em aves brasileiras e na biodiversidade local.
Nossa história começa em Paraty, onde Vitória, engenheira ambiental, e Bruno, engenheiro agrônomo, decidiram unir seus conhecimentos e o amor pela natureza para criar o Aqua Bienta. Mais do que um projeto, este é um movimento que utiliza a arte e a cultura para promover saúde e cuidado com o meio ambiente.
O Aqua Bienta viaja por diferentes lugares, compartilhando oficinas, experiências e descobertas, sempre com um objetivo: mostrar que a natureza é um livro aberto, cheio de histórias que podem ser lidas com atenção, respeito e curiosidade.
Uma experiência criativa que transforma fios em design e expressão.
Na oficina de macramê com Juliana Hurtado, os participantes aprendem, na prática, os principais nós e técnicas da tecelagem manual, enquanto desenvolvem um suporte de plantas cheio de personalidade. Mais do que aprender, é sobre criar com as próprias mãos e enxergar o potencial do fazer artesanal.
Local: Senac Votuporanga (Sala 8)
Na sequência, iremos apreciar uma apresentação musical com um repertório de músicas populares brasileiras, valorizando a riqueza sonora e cultural do nosso país.
Nesta parceria com SESI Rio Claro, no qual iremos receber o músico e educador Cirilo Bento, teremos uma oportunidade para aprender, ouvir e se conectar com a música brasileira de forma leve e envolvente.
Inscreva-se e venha viver essa experiência musical!
É instrutor de Cordas Graves do Núcleo de Música do SESI Rio Claro. Graduado em Artes, com ênfase em Educação Musical. Possui formação em Musicoterapia, Pedagogia, Educação Especial e Letras. Atua como violoncelista da Orquestra Sinfônica de Ourinhos e desenvolve pesquisas sobre gêneros musicais populares.
Vamos embarcar em uma viagem pela história do livro: de suas origens orais e manuscritas, passando pela revolução de Gutenberg, até os formatos contemporâneos — físicos ou digitais. Durante esse percurso, os participantes aprenderão a encadernar de forma tradicional, costurando manualmente as folhas e compreendendo cada etapa do processo artesanal de criação de um livro. A oficina propõe uma experiência prática e sensorial, valorizando o fazer manual, a preservação dos saberes tradicionais e a relação afetiva com o objeto livro. Local: Biblioteca. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
A roda de conversa “Música viva e coletiva – entre memórias, conexões e saberes” é um espaço de encontro que valoriza a música como prática compartilhada e como expressão de experiências pessoais e coletivas. A proposta é criar um ambiente de diálogo e escuta, onde os participantes possam revisitar lembranças musicais, trocar histórias e refletir sobre como a música conecta pessoas, transmite saberes e fortalece vínculos comunitários.
Inscrições pelo e-mail: ribeiraopreto.biblioteca@sp.senac.br
Professor de História, Mestre e Doutor em História e Cultura Social com trabalhos sobre: História e Música, História do Disco e o Álbum Fonográfico; Clube da Esquina – Rock e História; Música e Imprensa no Brasil.
Oficina Presença em Movimento propõe uma vivência introdutória e prática em audiovisual a partir da integração entre escrita criativa, percepção corporal e criação de narrativas visuais. O corpo é compreendido como elemento central do processo criativo, atuando como território de identidade,memória e expressão. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a desenvolver pequenas autobiografias sensíveis, individuais ou coletivas, que se desdobram em vídeos experimentais produzidos com ferramentas acessíveis. A proposta valoriza o audiovisual como linguagem artística e comunicacional, estimulando a escuta, a observação e a construção de narrativas autorais. As tecnologias digitais são abordadas de forma simples e prática, favorecendo a autonomia criativa e o uso consciente de recursos como imagem, som e movimento.”
Multiartista e multidisciplinar afroindígena, cantora, compositora, performer e arte-educadora. Sua criação nasce do encontro entre corpo, voz, natureza e ancestralidade. Transitanto entre música, performance e audiovisual, transforma os espaços por onde passa em territórios políticos e poéticos, onde arte, espiritualidade e justiça social se entrelaçam como caminhos de resiliência e presença. Há mais de 20 anos atua na cena cultural independente de Botucatu (SP) e região. Em suas obras, faz do corpo e da voz instrumentos de denúncia, expansão de consciências e reconexão com saberes ancestrais, promovendo trocas de conhecimento e ecoando um grito por liberdade e transformação social.
Na Apresentação O cancioneiro das raízes brasileiras, Renã Lino e convidados apresentam a música como forma de narrativa cultural. As canções revelam histórias, afetos e identidades. A atividade convida à escuta sensível e reflexiva. A música é tratada como linguagem de memória. Um encontro entre arte e cultura.
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Psicólogo formado pela UFPB, mestre em Psicologia da Educação pela PUC-SP e doutorando em Psicologia Escolar pela USP. Atua como professor universitário e docente no Senac Penha.
Brincante de múltiplas artes, pesquisa brinquedos populares afro-nordestinos desde 2012. É arte-educador, ministrando oficinas de percussão e dança. Integra o Coletivo Maracastelo (PB) e a Nação do Maracatu Estrela Brilhante do Recife (PE), onde desenvolve atividades ligadas à percussão.
É ator formado pelo Curso Livre de Teatro da FUNESC (PB), integrante da Gualharufas de Teatro (PB), e participou do Grupo Imburana de Danças Populares da UFPB entre 2012 e 2019.
Bate-papo com a escritora, poeta e ativista indígena Márcia Wayna Kambeba. Nascida na aldeia Belém do Solimões, no coração da Amazônia, Márcia é geógrafa, mestra e doutora, e traz em sua escrita a força da memória, o respeito à terra e a resistência dos povos originários. Em obras como Ay Kakyri Tama – Eu moro na cidade, Saberes da Floresta e Kumiça Jenó: Narrativas Poéticas dos Seres da Floresta, ela nos convida a enxergar o mundo com outros olhos — onde o rio tem espírito, a floresta tem voz e a ancestralidade é caminho para o futuro. Oportunidade para educadores, estudantes e amantes da literatura mergulharem na força e na beleza da literatura indígena brasileira contemporânea.
Inscrições no link: https://tinyurl.com/buwuzuec
Doutora em Linguística, mestre em Geografia, multiartista, poeta, escritora com 17 livros publicados, contadora de histórias e palestrante sobre temas indígenas e ambientais. Realiza formações para educadores e atua no Brasil e no exterior com palestras, contação de histórias e atividades formativas, promovendo a valorização das culturas indígenas, da educação e do cuidado com a Amazônia.
Karaokê de Músicas brasileiras na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
A atividade integra roda de conversa e oficina prática, valorizando saberes populares e práticas tradicionais de cuidado em diálogo com a ciência. Com mediação de docentes das áreas de Enfermagem e Farmácia, o encontro aborda ancestralidade, oralidade e práticas como uso de ervas medicinais, e chás.
Na oficina, os participantes vivenciarão o preparo de escalda-pés, explorando propriedades terapêuticas e orientações referente ao uso seguro. Uma experiência formativa e sensorial que reforça a cultura brasileira como fonte legítima de conhecimento em saúde.
Graduada em Enfermagem pela Unip (Universidade Paulista de Sorocaba), especialista em Didática e Metodologia do Ensino Superior pela Faculdade Anhanguera Sorocaba, Saúde Pública com Ênfase em PSF pela Universidade Gama Filho São Paulo, Docência do Ensino Superior e Técnico na Área da Saúde, pela INESP ( Instituto Nacional de Ensino superior e Pesquisa) Polo Sorocaba e Enfermagem do Trabalho pela Universidade Cruzeiro do Sul, Polo Sorocaba. Carreira desenvolvida na área da enfermagem, como docente e supervisora de estágio com experiência no planejamento e execução de atividades do ambiente hospitalar e Saúde coletiva.
Farmacêutica, graduada pela UNIMEP. Especialista em Homeopatia, Análises Clínicas,Sistema de Gestão Integrada.
Experiência de 30 anos no setor magistral, docente do Senac Sorocaba na área de Farmácia
Atividade prática que convida o público a criar adornos utilizando cerâmica fria, explorando formas, texturas e a expressão artística por meio do trabalho manual.
Vagas limitadas, as senhas devem ser retiradas na biblioteca no dia da atividade.
📍Local: Modateca – 1º andar da biblioteca
Recebemos Chavoso da USP, criador de conteúdo e referência em debates sobre educação, desigualdade e juventude periférica.
Em uma conversa franca, ele compartilha sua trajetória, da quebrada ao ambiente universitário, destacando desafios, conquistas e o papel da educação na transformação social. O diálogo convida o público a refletir sobre acesso, pertencimento, identidades e os diversos saberes que atravessam jovens das periferias brasileiras. Uma roda de conversa inspiradora que valoriza vivências plurais e reforça a literatura
como instrumento de resgate e potência.
@chavosodausp.02 – Professor, palestrante e youtuber. Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, tornou-se popular através de um post no Facebook relatando sua experiência na Universidade. Seu conteúdo é focado principalmente em questões educacionais, políticas e sociais.
No auditório, às 15h, acontece o bate-papo com Katu Mirim, que traz a temática As raízes brasileiras – onde tudo começa. A atividade propõe uma reflexão sobre as origens culturais do Brasil, valorizando saberes ancestrais, identidade e pertencimento, a partir de diálogos que conectam passado, presente e futuro.
Em formato de gira temporal missivista, a peça traça um caminho desigual e único para contar a historia do Brasil através das cartas de amor, pedidos profissionais, telegramas de ódio e despedidas emocionantes. Figuras históricas como Getúlio Vargas, Luís Gama, Clarice Lispector e Dom Pedro I se tornam personagens que cantam e contam a história de nosso país com a ajuda da Música Popular Brasileira.
Fundada em 2023, a Cia Távola nasceu nas entranhas do teatro universitário paulistano, visando confundir e jamais explicar sempre fazendo teatro de maneira contemporânea e criando vanguarda para os próximos anos. A companhia tem o seu histórico como primeira montagem a peça M4N0, de Gabriela Lemos, Selvagem e Contrações, de Mike Bartlet e Atenciosamente, de Tuco Zamonaro.

Durante a Semana Senac de Leitura, o público poderá participar de uma oficina de isogravura, técnica marcante da literatura de cordel. Conduzida por alunos de Design Gráfico, com orientação da docente Karien, a atividade convida os participantes a conhecer a técnica e experimentar a criação de matrizes e impressões.
Após ouvir a lenda da Sereia de Cananéia, os participantes criam marca-páginas em papel utilizando bordado. A atividade une contação de histórias e criação manual, convidando o público a transformar linhas e papel em memória e imaginação.
Artista e docente, com foco em imagem, processos criativos e sustentabilidade. Designer de Moda pela UFPI e Mestre em Engenharia Têxtil pela UFRN. Atua como docente no Senac Registro.
Desde 2016, mora em Cananéia, onde desenvolve projetos que valorizam histórias ancestrais e a cultura do Vale do Ribeira. Seu trabalho inclui produções junto às comunidades, contação de histórias, oficinas de artes e atividades que promovem o pertencimento e a valorização da cultura local. Atua como gestora da Marta Estela Produções.
Exposição itinerante com peças históricas originais acompanhada de palestra e mediação pedagógica.
A atividade concretiza o subtema ao evidenciar como os saberes africanos se entrelaçaram à formação social, cultural e econômica do Brasil.
Dialoga diretamente com o tema geral ao reconhecer as raízes afro-brasileiras como parte essencial dos saberes que constituem o país.
Ao apresentar peças históricas e promover mediação crítica, a atividade demonstra como os saberes se entrelaçam na construção da identidade nacional.
Os interessados deverão procurar a biblioteca para realizar a inscrição.
Formado em Guia de Turismo pelo Senac MG (2003), Luís Cajazeiro é pesquisador e estudante de História, dedicando sua trajetória à salvaguarda da memória negra e ao estudo das heranças do período escravista no Brasil. Com mais de 20 anos de experiência, ele fundou o pioneiro Museu Itinerante da Escravidão, onde faz a curadoria de um acervo de documentos e objetos originais, utilizando-os como ferramentas essenciais para o letramento racial e a consciência histórica.
Proprietário da Acredite Turismo Pedagógico, referência em saídas escolares em Belo Horizonte, Luís une sua sólida base técnica ao compromisso educativo. Seu trabalho transforma o turismo em um ato de reflexão, levando escolas e instituições culturais a compreenderem os impactos do passado na construção de uma sociedade mais justa.
Esta atividade teórico-prática articula os conceitos de Matriarcado, Oralidade e Danças Negras a partir de referências africanas e afrodiaspóricas. Por meio de exposição dialogada e práticas corporais, serão exploradas movimentações tradicionais e urbanas, contextualizadas sócio-histórica e culturalmente. A vivência evidencia a centralidade da mulher negra na criação e transmissão dos saberes corporais.
Dançarina, coreógrafa, produtora cultural e pesquisadora de Danças Negras, tradicionais e urbanas. Mestra em Dança pela UFBA investigou Matriarcado e Oralidade nas Danças Negras. Desenvolve cursos que articulam história, cultura e corpo, como “Recontando a história africana pelo corpo”. É jornalista, pós-graduada em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça, e integrou a exposição “Pensamento Negro no Brasil” com a performance Mulher do Fim do Mundo.
É uma mulher negra, pedagoga, formada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pós-graduada em Gestão Escolar pela USP com trajetória consolidada na área educacional. Atuou como professora na rede pública municipal de São Paulo, experiência que fortaleceu sua convicção de que a educação é instrumento de transformação social e que as palavras têm potência revolucionária. Atualmente, está na Coordenação das áreas de Gestão e Negócios e Tecnologia da Informação do Senac Jabaquara.
Explore a riqueza da cultura brasileira através das palavras! Você participará de uma experiência inspiradora sobre a diversidade cultural do Brasil, revelando o significado e a força das palavras que fazem parte do nosso cotidiano. Mais do que aprender, você vai sentir! Cada palavra carrega histórias, emoções e identidades e você será convidado a se conectar com aquilo que mais representa o seu momento.
Ao final da oficina, os participantes irão confeccionar um lindo chaveiro de cerâmica, escolhendo a palavra que melhor expressa seus sentimentos no dia. Uma atividade criativa, reflexiva e cheia de significado, perfeita para se expressar e levar consigo uma lembrança única!
Graduada em Letras, Mestre em Literatura e Técnica em Teatro e Atriz, atua como contadora de histórias há 10 anos. É docente de teatro no Senac Jaú – SP e em cursos livres de Jaú e região.
A palestra apresenta a trajetória de João de Camargo, importante líder religioso negro da cidade de Sorocaba. Em um contexto marcado pelo racismo e pela desvalorização dos saberes de origem africana, ele fundou a Capela do Nosso Senhor do Bonfim, criando um território de acolhimento, espiritualidade e resistência para a população negra.
Conhecido como o “Papa Negro de Sorocaba”, João de Camargo tornou-se uma figura de grande respeito em sua época. Ao longo do tempo, porém, tanto sua memória quanto o território associado à sua atuação passaram a ser espaços de disputa, revelando os desafios e as tensões em torno do reconhecimento da história e da presença negra na cidade.
Mestre em Estudos da Condição Humana pela UFSCar, graduado em História pela UNESP. Atua como professor de História no Ensino Médio e desenvolve ações de formação continuada docente, com pesquisas nas áreas de cultura, música popular e indústria cultural. É membro fundador do Baobá – Grupo de Estudos Negros de Sorocaba-SP e pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Tecnologia e Sociedade.
Karaokê de Músicas brasileiras na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Diante das Origens Recortadas” é um espetáculo que entrelaça passado, presente e futuro por meio de três mulheres que tecem suas histórias a partir de memórias fragmentadas. Entre cantos, rituais e vivências, a peça aborda ancestralidade, identidade e resistência, conduzindo o público a refletir sobre pertencimento e os impactos dos apagamentos históricos.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na sala 6/7 do prédio acadêmico.
As vagas são limitadas e as inscrições antecipadas.
Na atividade , o profissional demonstrará o uso de bonecos autorais com técnicas essenciais de manipulação.
A atividade abordará as diferenças entre as linguagens televisiva e de teatro e o compartilhamento do seu processo criativo, do conceito à cena.
A atividade é gratuita e aberta ao público e acontece no Salão Cênico
As vagas são limitadas e as inscrições antecipadas.
Indicação: a partir dos 14 anos.
Ator, manipulador de bonecos e diretor, responsável por dar vida a personagens marcantes do universo infantil, como Júlio (Cocoricó), Gato Pintado, Relógio e Fura‑Bolos (Castelo Rá‑Tim‑Bum), além do X (X‑Tudo), Garibaldo (Vila Sésamo), Moleza (A Caverna Encantada) e Bookaboo (Gloob).
Nesta atividade, os alunos irão desenvolver um moodboard, tendo a ancestralidade como eixo central de pesquisa e criação. A proposta convida a assistir a um documentário e, a partir de suas vivências e do contato com a cultura brasileira, como tradições populares, saberes ancestrais e manifestações artísticas, selecionar e organizar imagens, palavras-chave e elementos visuais que expressem a ideia de ancestralidade. A produção será exposta no pátio.
A atividade propõe uma experiência coletiva de criação artística no espaço da biblioteca, convidando o público a participar ativamente da construção de uma obra visual. A partir da valorização de palavras, expressões e saberes da cultura brasileira, a intervenção integra leitura, escrita e arte, transformando o ambiente em um espaço vivo de troca e criação.O resultado é uma criação única e colaborativa, construída a muitas mãos, que reflete a diversidade de vozes, memórias e identidades presentes no cotidiano. Mais do que uma intervenção estética, a atividade propõe um exercício de escuta, pertencimento e expressão coletiva.
Participação por ordem de chegada, sujeita à lotação do espaço.
Profissional criativo e estratégico com mais de 18 anos de experiência em ilustração e design, profissional em marketing digital desde 2014 e entusiasta de inteligência artificial.
Atriz e arte-educadora. Formada em Artes Cênicas pela USP (2020), com habilitação em Interpretação Teatral. Licenciada em Artes Visuais (Uniplena, 2021) e graduanda em Pedagogia (Univesp, 2025). Foi atriz da Companhia Insólita de 2012 a 2017 e da Coletiva Olívias de 2017 a 2021, sendo contemplada pelo Edital Proac 03/18 com o espetáculo “Alfaces”. Dublou a personagem principal da animação “Quase-Herói” (2016); atuou nos curtas-metragens “Muros”, e “Ela Partiu” (2017), todos exibidos no Departamento de Audiovisual da ECA-USP.
Nesta roda de conversa com Thiago Torres Moura / Chavoso da USP, o público será convidado a refletir sobre educação, território e transformação social. A partir de sua própria trajetória da periferia à universidade pública ele propõe um diálogo sobre acesso, permanência e pertencimento nos espaços acadêmicos e culturais. A conversa abordará como as experiências vividas nos territórios periféricos produzem conhecimento, identidade e potência. Mais do que falar sobre desigualdade, o encontro busca evidenciar saberes que nascem nas margens e tensionam estruturas historicamente excludentes.
Thiago Torres, mais conhecido como Chavoso da USP, tem 26 anos, é da Zona Norte de São Paulo e formado em Ciências Sociais pela USP. Produz conteúdo nas redes sociais sobre sociologia, política e cultura periférica, além de palestrar e dar aulas em escolas públicas, cursinhos populares, presídios, ocupações, instituições socioeducativas, como a Fundação CASA, entre outros.
O II Festival Senac de Anime apresentará atividades que conectarão as culturas brasileira e japonesa com a participação da cantora Sayuri Hirata, que trará a energia contagiante das músicas de anime para promover uma troca cultural, aproximando o público brasileiro desse universo de forma envolvente
Cantora e performer com experiência em diversos musicais, onde desenvolveu sua expressividade artística e presença de palco. Estreou profissionalmente como integrante do grupo ROYS, destacando-se no cenário musical. Ao longo de sua carreira, teve a oportunidade de interpretar músicas tema de animes e filmes, ampliando seu reconhecimento e versatilidade artística. Atualmente, desenvolve suas atividades no Brasil, com foco em apresentações de músicas japonesas, especialmente anisongs (músicas de anime) e J-pop. Sua atuação no país tem se destacado pela forma envolvente com que apresenta a cultura musical japonesa ao público brasileiro, promovendo conexões culturais por meio de performances autênticas e emocionantes.
A atividade focará na teoria e prática dos ritmos brasileiros, com destaque para os gêneros forró e samba. Será apresentado uma breve contextualização histórica dos ritmos; apresentação dos instrumentos de percussão que serão utilizados; os primeiros passos da prática musical percussiva dos ritmos xote e samba e a prática musical coletiva.
Onde: Bloco 6
Horário:16h
Vagas Limitadas
Inscrições por ordem de chegada!
Formado em Ciências Sociais(UNESP, 2013), com especialização em educação musical (UFSCAR 2019), trabalha com aulas particulares e em grupo, participa de projetos envolvendo educação e cultura. Como músico (guitarrista e violonista) já participou de bandas de rock, forró, samba e rodas de choro.
A arte de contar histórias é um exercício de escuta do mundo. Nesta roda, convidamos você a um encontro onde a palavra é resgatada nas memórias, no chão que pisamos e nas histórias que nos formam.
À frente da atividade estará a turma do curso “Narração Criativa para Contadores de Histórias”com orientação da docente Elaine Gomes.
Doutoranda e Mestre em Literatura e Crítica Literária – PUC; Especialista em Arte Educação – Senac SP; Graduada em Artes Visuais – FAAP; Docente no Senac SP nos cursos: Guia de Turismo, Arte e Cultura, Comunicação e Lazer. Narradora de Histórias e Autora do livro: A Arte de Narrar Histórias
Karaokê de Músicas brasileiras na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Que tal repensar a história do Brasil a partir de novas perspectivas?
Nesta roda de conversa, baseada no jogo Lendas e Batalhas, você é convidado a analisar criticamente suas narrativas sobre a formação do país. A atividade propõe questionar visões eurocêntricas, refletir sobre a invasão portuguesa e valorizar a presença indígena.
Um espaço de diálogo que estimula o pensamento crítico, o respeito à diversidade cultural e a compreensão de múltiplas histórias.
Docente no Senac São Carlos com foco em Direitos Humanos e Desenvolvimento Social. É comunicador social com mestrado em Educação e especialização em Psicopedagogia.
Professora e comunicadora com expertise em Marketing, Branding e Criatividade. Especialista em metodologias ativas, utiliza jogos de tabuleiro para estimular o pensamento estratégico e colaborativo.
Atividade que convida os participantes a conhecer e praticar o slam, expressão da poesia falada que une palavra, ritmo e performance, estimulando a criatividade, a escuta e o protagonismo por meio da voz e da vivência coletiva.
📍Local: Biblioteca
Neste dia, Bene Martins realizará uma homenagem à música caipira e às suas raízes. A programação também contará com a exibição de um curta-metragem sobre Nhô Bentico, importante figura da região e poeta reconhecido.
Com uma trajetória de destaque na música raiz, o duo formado por Zé Martins (pai) e Bene (filho) é reconhecido por manter viva a tradição no meio caipira. A dupla já levou sua arte para grandes palcos e eventos de peso do gênero, como o tradicional Tributo a Tião Carreiro, na cidade de Pardinho. Além da forte presença em festivais, pai e filho também marcam presença constante em programas de rádio e televisão, encantando o público com autenticidade e amor à cultura sertaneja.
Neste encontro, a drag professora Rita von Hunty entretece uma questão cara à filosofia e especialmente cara em tempos de acirramento de horizontes mais humanos: “o que pode um corpo?”. Com o auxílio de Baruch Spinoza (1632-1677) e Gilles Deleuze (1925-1995) Rita discute o par afeto-efeito e quais são as nossas possibilidades de organizar, resistir e lutar contra os poderes estabelecidos e os tomadores de almas. Os trabalhos de Raymond Williams (1921-1988) e Paulo Freire (1921-1997) também são evocados para que possamos entender como os afetos tristes são instrumentalizados na/pela política e como a educação pode fazer furo nesta estrutura perversa. Ao fim, Ursula K. Leguin (1929-2018) e Toni Morisson (1931-2019) nos conduzem à ação e à intervenção artística sob o moto da esperança radical e da imaginação política como formas disruptivas de curar nossa civilização.
Local: Associação Luso Brasileira de Bauru
Rodovia Marechal Rondon, Km 336 – Vila Aviação, Bauru – SP, 17048-690
*OBS: Os 100 primeiros inscritos serão contemplados com a participação na sessão de autógrafos.
Uma noite de celebração com o lançamento de uma publicação inédita, resultado de uma pesquisa que entrelaça vivências e saberes da autora. O livro propõe reflexões sobre a criação de ambientes mais inclusivos, diversos e alinhados às múltiplas realidades culturais do planeta.
A obra é indicada para profissionais de arquitetura, interiores, decoração, paisagismo e áreas correlatas, além de qualquer pessoa interessada em pensar espaços como territórios de memória, identidade e diversidade.
Inscrições diretamente na biblioteca da unidade, pelo telefone: 3019-1194 ou pelo e-mail: mogiguacu.biblioteca@sp.senac.br
Multiartista mineira formada em Arquitetura, Design de interiores e especialista em educação e inovação. Há 6 anos no Senac São Paulo atua em Design de Interiores, Imagem de Moda e Maquiagem Artística. Pessoa trans não binária, pesquisa gênero e sexualidade, promovendo psicoeducação e ensino plural.
A Grande Ceia Quilombola é um documentário que retrata a força da cultura quilombola a partir do simbolismo do alimento e do encontro coletivo. Por meio da partilha da mesa, o filme mobiliza memórias, saberes ancestrais e histórias de resistência, evidenciando a relação entre território, identidade e luta por direitos. A obra convida o público a refletir sobre pertencimento, ancestralidade e a importância da preservação das tradições quilombolas no Brasil contemporâneo.
Local: Auditório
Formado em Tecnologia em Fotografia, pela Universidade Anhembi Morumbi, com Licenciatura em Letras – Português pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), técnico em Biblioteconomia pela ETEC Parque da Juventude e especialista em Comunicação e Retórica pelo Centro Universitário Belas Artes. Auxiliar de biblioteca no Senac São Bernardo do Campo, e mediador em rodas de conversa sobre literatura e cinema.
Um bate-papo para conhecer e refletir sobre a economia criativa no Vale do Ribeira e seu potencial para valorizar cultura, saberes e iniciativas locais. Participam Victor Yagyu e Wilson Monteiro, compartilhando experiências e perspectivas.
Victor Yagyu é produtor audiovisual e documentarista de Registro (SP), com mais de 15 anos de atuação no Vale do Ribeira. Desenvolve projetos que unem comunicação, cultura e território. Atua em produções, economia criativa e iniciativas que valorizam memória, identidade local e comunidades. Wilson Campos Teixeira Monteiro Filho atua no SESC Registro como responsável técnico pelo projeto Mosaico de Saberes.
Wilson Monteiro é geógrafo e pedagogo com especialização em educação sistêmica. Trabalha no Sesc SP desde 2013 e atualmente compõe a equipe de programação do Sesc Registro como Agente de Educação Ambiental promovendo atividades de Educação para Sustentabilidade e também na curadoria e promoção do projeto “Mosaico de Saberes: arte, cultura, ambiente e turismo no Vale do Ribeira“.
Isabela Prado é turismóloga, guia de turismo e docente no Senac Registro. Atua há 18 anos no turismo no Vale do Ribeira e é fundadora da Yza Tour, iniciativa dedicada à valorização de experiências, dos povos da Mata Atlântica, da cultura local e do empreendedorismo.
Ler é Pertencer: Acessibilidade, Tecnologias Assistivas e as Múltiplas Formas de Acessar a Cultura Brasileira.
📍Local: Biblioteca
A apresentação interativa de berrante convida o público a vivenciar de perto uma forte expressão da cultura sertaneja.
Onde toques marcantes e história ganham vida de forma dinâmica e envolvente.
Uma experiência que conecta gerações e valoriza as raízes culturais de Barretos.
Valdeane de Sousa, esposa, mãe, obreira, berranteira e contadora de histórias.
Nascida no Vale do Jequitinhonha, Valdeane resgata as raízes da cultura mineira com o som do berrante. Em suas apresentações, ela revive histórias, tradições e a força do povo jequitinhonhense.
“Sons que ecoam, raízes que falam.”
Já imaginou transformar literatura em expressão visual e vestir histórias que fazem parte de quem você é?
Nesta oficina criativa, moda e literatura se encontram para valorizar saberes, memórias e referências culturais. A proposta convida os participantes a criar uma peça única a partir de uma camiseta básica, inspirada em trechos, frases ou obras que marcaram suas trajetórias, estimulando a troca de repertórios e a construção coletiva de significados.
Alinhada ao fortalecimento dos ecossistemas da moda, a atividade promove conexões, incentiva a criatividade e valoriza a cultura brasileira como fonte de expressão e identidade.
A ação é realizada em parceria entre a Semana Fashion Revolution e a Semana Senac de Leitura, e será desenvolvida com os alunos do curso Técnico em Produção de Moda.
Cada participante deve trazer:
• 1 camiseta lisa (preferencialmente branca ou de cor clara)
• Uma frase ou trecho marcante de uma obra literária
Jornalista, consultora de imagem, analista de coloração Pessoal e professora acadêmica. Docente de Moda em cursos livres e técnicos no Senac Limeira. Possui especialização em Design de Produtos de Moda e uma vasta experiência editorial no mercado de luxo.
A atividade concretiza o subtema ao valorizar a tradição oral e as narrativas populares como formas de transmissão de saberes.
Ao relacionar lendas e acontecimentos históricos da região, promove a compreensão da cultura brasileira como construída também pela memória coletiva e pelas histórias que atravessam gerações.
Clique no botão e inscreva-se para participar do tour pelas ruas de Itapira, vagas limitadas.
Thiago de Souza é compositor, roteirista, humorista e contador de histórias.
Idealizador do projeto “O que te Assombra?” que reúne o acervo de contos de assombrações históricas de cidades, promovendo visitas aos pontos relacionados ás histórias.
Também é o idealizador do programa de políticas públicas para preservação de patrimônio material e imaterial chamado “saudade e suas vozes” já implementado nas Cidades de Campinas, São Paulo, Piracicaba e Rio de Janeiro.
Nascido e criado em Itapira, Eric Apolinário tem se debruçado sobre a história da cidade durante a última década. Trabalhou no Museu Histórico local, onde atuou na curadoria de exposições e ensino de história, memória e patrimônio para centenas de alunos das redes municipal, estadual e particular.
Publicou o livro “Inverno Escarlate – Vida e Morte nas Trincheiras do Front Leste”, que trata dos combates ocorridos na região do Circuito das Águas Paulista, Campinas e Sul de Minas Gerais durante a chamada Revolução Constitucionalista de 1932.
Participou da produção e pesquisa de diversos documentários históricos como “Entre Recortes – Histórias do Bicentenário de Itapira” e “13 de Maio: um símbolo de resistência”. Foi responsável pela curadoria e pelo projeto da exposição 1932 | 2022 – Entre trincheiras e memórias, 90 anos do Movimento Constitucionalista de 1932, no Hotel Fazenda Juca Mulato, em Eleutério, Itapira-SP.
Em dezembro publicará seu novo livro: “O Crime da Penha – Carnaval da Brutalidade”, uma profunda pesquisa sobre o assassinato de um delegado abolicionista em 11 de fevereiro de 1888.
Que tal soltar a criatividade e deixar a arte conduzir o momento? Em uma atividade acolhedora e inspiradora, você é convidado a explorar memória, identidade e expressão artística, conhecendo a obra de Eliane Potiguara e personalizando sua ecobag de forma livre e cheia de significado. Um convite para criar, sentir e se expressar.
Apresentação e mediação de conversa acerca de raízes e saberes inerentes à literatura e música popular denominada – Prosa, Ponteios e Poesia.
Osni Ribeiro é cantador, violeiro, compositor e produtor musical com 40 anos de carreira. Possui cinco álbuns gravados e participou em inúmeras montagens musicais, temáticas e autorais. Regente e coordenador da Orquestra Fraterna de Viola Caipira. Trabalha com pesquisa de memória e repertórios de música brasileira.
O encontro abordará a capoeira como um saber em movimento, explorando essa prática como tradição que transmite conhecimentos por meio do corpo, da música e da oralidade. Serão apresentados elementos como o berimbau, os cantos e o jogo, evidenciando como a capoeira preserva histórias, valores e identidades da cultura brasileira. Ao final, será proposta uma atividade interativa com o público
O evento promove um encontro especial com a escritora cearense Socorro Acioli, referência da literatura brasileira contemporânea. Autora de obras consagradas, ela compartilhará com o público suas experiências no processo criativo, reflexões sobre literatura, leitura e escrita, além de comentar sobre sua trajetória como autora.
Uma oportunidade única para leitores, educadores e amantes da literatura dialogarem com a autora, conhecerem seus bastidores criativos e se inspirarem por meio de histórias que unem sensibilidade, cultura e leveza.
Local: Auditório
Escritora, palestrante e professora da Unifor é autora de 24 livros. Doutora em Literatura, venceu o Jabuti em 2013 com a obra Ela tem olhos de céu, e seu romance A cabeça do Santo foi finalista do Los Angeles Times Book Prize. É uma das principais vozes da literatura brasileira contemporânea.
O encontro com a autora aproxima os leitores do universo literário por meio de uma conversa inspiradora e interativa. Durante o encontro, Clara compartilha sua trajetória, apresenta suas obras e fala sobre seu processo de escrita, além de dialogar com o público. A proposta é incentivar o gosto pela leitura, estimular a criatividade e promover reflexões a partir da literatura.
Clara Alves sempre foi apaixonada por livros. Formada em jornalismo, trabalhou por anos no mercado editorial até decidir seguir seu maior sonho: tornar-se escritora em tempo integral. É autora do best-seller LGBTQIAP+ Conectadas (2019), com mais de 100 mil exemplares vendidos, e de Romance Real (2022), traduzido para o inglês como London On My Mind. Também participou de antologias publicadas pelas editoras Seguinte, Rocco e Galera Record, além de lançar histórias independentes pela Amazon. Mora no Rio de Janeiro, onde dedica seus dias a criar e consumir romances clichês que aquecem o coração.
Na Contação de histórias Ubuntu Contos Africanos, a Cia Mapinguary mobiliza a oralidade como forma de transmissão de saberes. As narrativas são atravessadas por música e interação. A atividade valoriza a ancestralidade africana. Promove participação e envolvimento do público. Uma experiência cultural sensível e coletiva.
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
A Cia Mapinguary é um grupo artístico fundado em 2000 por Carlos Godoy, especializado em contação de histórias, música ao vivo e teatro de bonecos, focando no folclore brasileiro, lendas amazônicas e contos populares.
O que significa “contar” um país? Para o Guia de Turismo, o território é um tecido vivo de memórias. Nesta atividade de Mediação Cultural, a turma do curso Técnico em Guia de Turismo apresenta um olhar profundo sobre o Brasil que transborda dos livros e se revela na fala.
A atividade será orientada pela docente Elaine Gomes.
Doutoranda e Mestre em Literatura e Crítica Literária – PUC; Especialista em Arte Educação – Senac SP; Graduada em Artes Visuais – FAAP; Docente no Senac SP nos cursos: Guia de Turismo, Arte e Cultura, Comunicação e Lazer. Narradora de Histórias e Autora do livro: A Arte de Narrar Histórias
Uma conversa potente sobre escrita, vivência e transformação.
O escritor Wesley Barbosa, autor de Eu te amo, Ivan, Viela ensanguentada e O diabo na mesa dos fundos, conduz uma palestra que atravessa sua trajetória na literatura e destaca a força das narrativas periféricas. Um encontro para refletir sobre resistência, identidade e o poder das histórias como ferramenta de transformação social.
Local: Senac Votuporanga (Auditório)
Bate-papo com autor a partir da obra de dramaturgia Tybyra: uma tragédia indígena brasileira. Uma obra pela ótica indígena, futurista e brasileira que descristaliza o imaginário brasileiro sobre os povos originários. Juão Nÿn tem 36 anos e é multiartista Potyguara militante do Movimento Indígena do RN, comunicador da APIRN. integrante do Coletivo Estopô Balaio de Criação, Memória e Narrativa e vocalista/ compositor da banda Androyde Sem Par. Formado em Licenciatura em Teatro pela UFRN, transita há onze anos entre Rio Grande do Norte e São Paulo, lançou em 2020 o 1º livro intitulado TYBYRA e o 1º álbum solo todo em Tupi, chamado NHE’ETIMBÓ em 2024. Mestrando em Arte e Educação pela UNESP.
Com Juão Nyn e mediação de Gabriela de Sena Moura.

Apresentar aos visitantes a diversidade cultural do Brasil por meio de palavras típicas e degustação de preparações tradicionais de cada região, valorizando os saberes alimentares brasileiros. Local: Sala Bar. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
Elaine Christine Pisano, Nutricionista graduada pela Universidade do Sagrado Coração, na cidade de Bauru/SP, com especialização em Nutrição Materno Infantil e Gerontologia (UNIRP) e Pós-graduanda em Gestão em Segurança de Alimentos (SENAC). Atuou na administração de restaurantes e cozinhas industriais tendo como função os processos e fluxos de funcionamento na produção de refeições, também atuando, em alguns momentos, na consultoria em serviços de alimentação. Atualmente é docente no Senac Barretos com foco na formação de profissionais da área.
Encenação, inspirada no livro O Avesso da Pele, desenvolvida pelos alunos do Curso Técnico em Teatro do Senac Mogi Guaçu.
Por meio de cenas curtas, o espetáculo convida o público a refletir sobre o racismo estrutural e suas manifestações cotidianas, seja nos tribunais formais, seja nos tribunais invisíveis do cinismo, da hipocrisia e das violências simbólicas. Entre palavras e silêncios, a montagem expõe feridas de décadas e questiona padrões naturalizados, usando a força da linguagem teatral para denunciar estruturas que
sustentam desigualdades.
Nesta oficina, os participantes aprenderão o básico do macramê, uma técnica de tecelagem manual baseada em nós.
A atividade será focada na confecção de um chaveiro artesanal, explorando o nó espiral.

Entrega de senhas na Biblioteca com 30 minutos de antecedência da atividade.
Horário: 20h
Vagas limitadas!
Inscrições por ordem de chegada!
Miniaula de forró ministrada pela docente Ana Paula, aberta a toda a comunidade escolar. A atividade convida os participantes a vivenciar o ritmo e a cultura do forró de forma leve, acessível e envolvente.
Karaokê de Músicas brasileiras na biblioteca.
📍Local: Biblioteca
Neste dia, haverá um bate-papo com as autoras do livro Lendas Urbanas, que reúne diversas histórias marcantes. Uma dessas narrativas inspirou uma adaptação teatral, que também será apresentada ao público.
Ator e diretor teatral, Fabio Jurera iniciou sua trajetória nas artes cênicas em 1994, construindo uma carreira marcada pela dedicação à formação de elencos. Profissionalizou-se em 2002 pela Escola de Teatro Ewerton de Castro (SP), somando à sua bagagem formações em Comunicação Social (FKB) e Produção Cultural (SESI Sorocaba). Há 16 anos, é o coração criativo e diretor do Grupo Tapanaraca. Em sua visão, dirigir é uma experiência viva: ele defende que o teatro é, essencialmente, a arte do ator. Para Fabio, cada espetáculo é um novo desafio que só ganha vida através da colaboração e da entrega absoluta de todo o grupo.
Mais do que um gesto estético, o encontro cria um espaço de troca e reconhecimento, conectando beleza, cultura e ancestralidade. A atividade reúne conversas, experimentações e cuidado para valorizar diferentes texturas, histórias e identidades que atravessam nossos fios. Ao longo da vivência, cada participante é convidado a se ver, se reconhecer e se afirmar como parte viva dessa trama diversa que compõe o Brasil.
Docente de Beleza e Visagismo. Hair Designer pela PIVOT POINT BR. Técnica em estética pelo SENAC-SP
Graduanda em Estética e Imagem Pessoal
Na Experiência Sopa de letrinhas, Fernanda Suzumura e Elton Galves articulam linguagem e gastronomia. A atividade propõe uma experiência sensorial e lúdica. Os participantes constroem palavras enquanto degustam. Valoriza a cultura alimentar brasileira. Um espaço de aprendizagem e interação.
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Formada em Gastronomia, com pós-graduação em Gastronomia Funcional e especializações na Lenôtre, na França. Atuou como confeiteira no Restaurante Fasano e é consultora de projetos gastronômicos. Atualmente, é docente no Senac Penha, onde compartilha sua experiência com os alunos.
Formado em Gastronomia com especialização em Confeitaria e Panificação. Chef e consultor na área, atua como docente de Gastronomia no Senac Penha há 8 anos nos cursos técnicos, de capacitação profissional e livres.
Atividades realizadas no auditório do Senac Franca nos períodos da manhã e da tarde, que exploram o cordel como expressão cultural popular e a conexão entre diferentes saberes que compõem a identidade brasileira, promovendo troca, oralidade e valorização das narrativas coletivas.
Convidamos você para um bate-papo com o autor Otacílio Monteiro, um encontro dedicado à literatura, à troca de ideias e à valorização da cultura local.
Jornalista, escritor letrista e poeta, com forte atuação cultural em Limeira e região. É autor de 20 livros solo e co-autor em diversas coletâneas de Prosa e Poesia. É presidente da Sociedade Literária Limeirense e criador do Prêmio Cidadão de Poesia, realizado anualmente desde 1994.”Pau para toda obra” é seu romance de estreia.
Comunicador, bacharel em Direito, e atua no Senac Limeira há dez anos. Leitor assíduo, acredita no poder transformador da literatura como ferramenta de mudança social e pessoal, buscando sempre integrar clareza comunicativa e profundidade intelectual em seus projetos.
A atividade convida os participantes a vivenciarem uma experiência sensorial e cultural que celebra as raízes brasileiras por meio dos sabores. A partir da preparação de um doce à base de cambuci — fruto nativo da Mata Atlântica — harmonizado com chá, o encontro propõe um mergulho nos saberes tradicionais, na biodiversidade local e nas memórias afetivas que atravessam a nossa identidade. Entre aromas, texturas e histórias, o público é convidado a reconhecer a diversidade de ingredientes e culturas que compõem o Brasil, fortalecendo conexões e valorizando patrimônios alimentares ancestrais.
Local: Sala Bar
Uma conversa para explorar como a comida conta a história do Brasil. Entre curiosidades, memórias e tradições, serão apresentadas as origens de pratos e ingredientes, revelando as diversas influências culturais que moldam nossa identidade. Mais do que alimentar, a comida carrega saberes e narrativas em diálogo com a leitura, amplia o olhar sobre a cultura brasileira para além do prato.
Inscrições pelo e-mail: ribeiraopreto.biblioteca@sp.senac.br
Laila tem 38 anos, é bibliotecária no Senac Ribeirão Preto, pedagoga, tem formação em Gastronomia e em Mediação de Clubes de Leitura. Já atuou como confeiteira e tem grande carinho por essa época. É nerd nas horas vagas e tutora orgulhosa de três gatos.
Graduada em Hotelaria pela Universidade Anhembi Morumbi e pós graduada em Gestão de Negócios em Serviços de Alimentação pelo Senac. Possui especializações na área gastronômica pelo Centro Europeu e pelo Instituto Mausi Sebess. Atua na área de alimentação há mais de 15 anos e, atualmente, é docente do Senac nas áreas de Gastronomia e Alimentos e Bebidas.
Criatividade e diversão se encontram nesta atividade que une arte e leitura em um só momento.
Na oficina de marca-páginas, os participantes soltam a imaginação colorindo e criando peças únicas.
Já no Bingo Literário, a brincadeira ganha vida com referências do universo dos livros, despertando conhecimento de forma leve e interativa.
A atividade propõe uma imersão cultural que une gastronomia, linguagem e identidade, por meio da vivência de um café da manhã brasileiro inspirado em diferentes tradições regionais como as culinárias sertaneja ou amazônica. Os participantes serão convidados a explorar as histórias, origens e significados presentes nos nomes dos pratos que compõem esse repertório. Durante a atividade, o público terá acesso a essas informações por meio do cardápio comentado, que funcionará como um convite à leitura e à reflexão. A proposta busca, assim, ampliar a percepção sobre a relação entre linguagem e cultura alimentar, estabelecendo conexões entre aquilo que comemos, falamos e vivenciamos.
Participação por ordem de chegada, sujeita à lotação do espaço.
Professor de gastronomia, jornalista e produtor cultural especialista em Gastronomia: História e Cultura pelo Senac. Mestrando em Estudos Culturais pela EACH-USP. Docente da área de Gastronomia e Sala, Bar e Restaurante do Senac São Miguel Paulista. Pesquisador de educação alimentar, comida vegetariana, jornalismo gastronômico e cultura e história da gastronomia. Foi coautor e coordenador do Prato Firmeza: guia gastronômico das quebradas de SP, vencedor do Prêmio Jabuti 2021.
Formação técnica em Segurança e Saúde do Trabalho na ETEC, Graduada em Gastronomia pela UNIMEP – Piracicaba, realizou um curso de aperfeiçoamento de Educação em sistemas prisionais na FEUSP.
Pós-graduada em Panificação e Confeitaria pelo Senac, por 10 anos atuou em diferentes segmentos do ramo de alimentação, buffets, cafés, restaurantes, eventos e consultorias e desde 2015 na área da educação, em projetos sociais de capacitação de mão-de-obra para o mercado de trabalho no área de alimentos em 2018, ingressou como docente no Senac e desde 2022, atua como docente do Curso Técnico em Panificação no Senac São Miguel Paulista.
Atividade de dança com vídeo game.
📍Local: Biblioteca
O workshop de Cordel apresenta aos participantes a riqueza da literatura popular nordestina e seus elementos fundamentais, como rima, métrica e oralidade. Nessa vivência, Samuel de Monteiro compartilha saberes construídos ao longo de sua trajetória marcada pela poesia, pelo repente e pela tradição familiar, e conduz os participantes na criação de seus próprios versos, valorizando a memória, a cultura e as narrativas do povo. O objetivo é ampliar o acesso à cultura, incentivar a expressão artística e fortalecer os laços com as raízes nordestinas, aproximando crianças, jovens e adultos da arte do cordel de maneira sensível, formativa e encantadora.
Produtor cultural, compositor e cordelista dedicado à valorização e difusão das culturas populares nordestinas. Filho de migrantes, formou-se artisticamente pela oralidade, poesia popular e saberes comunitários. Sua obra em cordel e música usa a palavra como instrumento de memória, dialogando com a tradição e suas expressões contemporâneas. Como produtor cultural desenvolve projetos que fortalecem as culturas populares, promovem formação, ampliam o acesso à arte e valorizam mestres e práticas tradicionais.
O projeto nasceu no Café Literário em parceria com o CRCM, e hoje reúne mensalmente a equipe da biblioteca e mulheres atendidas pela instituição. Unindo literatura e crochê, criamos um espaço de escuta, partilha e acolhimento, valorizando histórias de vida e fortalecendo vínculos. Esses encontros celebram o bem-estar e o poder transformador da arte e da leitura.
Bibliotecário, formado em Biblioteconomia pela UNIFAI – Centro Universitário Assunção, Pós-Graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado, pelo Centro Universitário Senac São Paulo e Cursando Gestão Escolar, também pelo Centro Universitário Senac São Paulo. Está há 8 anos na instituição Senac SP, e atualmente coordena a Biblioteca do Senac Itaquera.
Esse projeto oferece uma imersão cultural na história da Música Caipira, acompanhando o nascimento e a valorização da música raiz ao longo do Rio Tietê.
Por meio da narrativa e da apresentação das trajetórias de figuras importantes como Cornélio Pires, Nhô Pai, Tonico e Tinoco, Raul Torres, Inezita Barroso, Anacleto Rosas Jr, Teddy Vieira e Rolando Boldrin, o público é convidado a conhecer as raízes caipiras que influenciaram a cultura musical brasileira, especialmente em São Paulo.
Companhia estrelada por Sandra Guzman – narradora de historias internacional, atriz, patrona da academia Brasileira de histórias (ABCH) e por Andre Gonçalves – músico percussionista, poeta, compositor, sonoplasta e responsável pela trilha sonora dos projetos.
Graduado em Psicologia pela UNESP, com MBA em Gestão de Ecommerce de Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e graduação em Design de Produto pela mesma instituição. Possui especializações em Ensino em Ambientes Virtuais de Aprendizagem e Tecnologia na Educação. Com experiência na Moda, cursou Estilista de Moda, Comprador de Moda, Marketing de Moda e Moulage no Senac. Ao longo de sua trajetória, tem se dedicado a integrar Design, Moda e Psicologia de forma inovadora, com foco nas necessidades do indivíduo e do mundo do trabalho, especialmente nas áreas de Educação, Mídias sociais e Cultura digital.
A proposta da atividade é conectar a criação de terrários à construção de narrativas, convidando os participantes a refletirem sobre suas próprias raízes, memórias e histórias.
Assim como no cultivo das plantas, cada elemento escolhido carrega um significado, permitindo que natureza e escrita se encontrem em uma experiência sensível, criativa e cheia de sentidos.
Profissional e docente do Senac Santana na área da Beleza. Encontrou nos minimundos e terrários um hobby que se transformou em propósito, unindo criação manual, concentração e encantamento, além de abrir possibilidades de renda.
O bambu da sorte, apesar de ter origem africana e forte presença na cultura chinesa, se integra aos saberes brasileiros por seu simbolismo ligado à proteção, prosperidade e boas energias — valores também presentes nas tradições do nosso país. Lendas orientais dizem que a planta transforma a vida de quem a acolhe, trazendo saúde e sorte, enquanto o Feng Shui a reconhece como harmonizadora dos ambientes.
No Brasil, essa ideia dialoga com nossas próprias crenças populares sobre plantas protetoras. O bambu, que “enverga, mas não quebra”, representa resiliência — qualidade profundamente ligada às raízes culturais brasileiras e à força do nosso povo.
Técnico em Contabilidade pelo Senac Sorocaba. Formado em Logística. Cursando Pós-Graduação em Logística e Suplly Chain. Tem como hobby, cuidar de seu jardim, horta e plantas, fazer caminhada, conversar com amigos e assistir ao youtube sobre curiosidades dos países e a vida dos animais.
Esta atividade, oficina de criação de mandalas em pontilhismo, integra arte, percepção visual e reflexão cultural. Os estudantes desenvolvem concentração, planejamento e organização espacial, ao mesmo tempo em que estimulam a autorregulação, atenção plena e a expressão não verbal, ampliam a compreensão sobre coletividade e interconexão nas brasilidades, valorizam o fazer manual e fortalecem competências socioemocionais essenciais à formação integral.
Psicóloga Escolar. Graduada em Psicologia e Pedagogia com pós-graduação em Psicopedagogia e Gestão Escolar. Com 18 anos de atuação na Educação e 23 anos na área clínica desenvolve um trabalho pautado na abordagem humanista. Atualmente integra a equipe do Senac Jabaquara contribuindo para a formação integral dos estudantes.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
Quando você pensa em tecnologia, você pensa em quê?
Convidamos você para conhecer e vivenciar a técnica de xilo como uma tecnologia ancestral de expressão, conectando imagem e palavra a partir das raízes da cultura brasileira e da literatura de cordel.
Ao explorar essa técnica, os participantes vivenciam um fazer artístico que articula tradição e contemporaneidade, dialogando com diferentes formas de leitura. A prática amplia a compreensão da leitura como experiência coletiva e sensível, que atravessa linguagens, corpos e territórios. Assim, valoriza saberes populares e fortalece a biblioteca como espaço de criação e diversidade cultural.
Evento gratuito. Inscreva-se e atente-se ao horário de início da atividade para garantir seu lugar. Espaço sujeito à lotação.
Acompanhe a escola no instagram, em @senaclapafaustolo.
Atividade com estudantes sobre memórias afetivas, em que receitas com valor emocional são compartilhadas, seguidas de um momento de degustação e troca de experiências. A proposta fortalece vínculos e valoriza histórias pessoais por meio da culinária.
A atividade é gratuita e acontece na sala 6/7 do prédio acadêmico.
*INSCRIÇÕES DISPONÍVEIS A PARTIR DO DIA 22/ABRIL
Na Oficina “A cura pelo afeto”, Carla de Oliveira apresenta a trajetória de Nise da Silveira como referência para práticas de cuidado. A atividade articula conversa e arteterapia. Valoriza o afeto como dimensão central da saúde mental. Promove reflexão sobre relações humanas. Um espaço de escuta e sensibilização.
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Psicóloga com pós-graduação em Arteterapia. Atua há 24 anos com projetos sociais e atendimento clínico. Docente no Senac Penha, ministra aulas no Programa Aprendizagem e cursos voltados ao desenvolvimento humano e arteterapia.
Apresentação musical de voz e tambor. O coletivo paulistano Grupo Ilú Obá De Min traz o protagonismo da mulher negra e o fortalecimento das culturas de matriz africana.
Clique aqui para se inscrever nas atividades da Semana Senac de Leitura no Senac Largo Treze!
Um convite para entender que cultura é viva, que folclore nasce do povo — e que também estamos criando nosso próprio bestiário.
Publicitária Designer e ilustradora. Brincante e contadora de histórias.
Brincante e contador de histórias Intérprete de Libras, Escritor e professor.
Oficina de percussão com o grupo Vivências Percussivas – Bloco do Hercu, focada no samba e na cultura popular brasileira, promovendo a ocupação cultural e a convivência comunitária.
A Biblioteca em parceria com os Comitês Ecos e Voluntariado, promoverão um espaço de doação de livros, destinados ao público local, incentivando a leitura e a circulação de saberes.
Local: Praça em frente ao Senac Jardim Primavera
Horário: 10 às 12 horas e das 14 às 16 horas
Durante a atividade, os participantes têm noções básicas de desenho e impressão artesanal ao experimentar a técnica da xilogravura como forma de expressão artística e valorização cultural.
Ao final, cada pessoa produz sua própria estampa autoral, transformando histórias e paisagens piracicabanas em arte impressa.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na sala 503.
As vagas são limitadas e as inscrições, antecipadas.
Indicação: a partir de 14 anos.
Artista visual, músico, produtor cultural, arte‑educador e mestre xilogravurista, com trajetória dedicada à valorização e difusão da cultura popular brasileira. Possui formação complementar no Museu Lasar Segall (São Paulo) e no Centro Cultural de Belém (Lisboa), e integrou o Grupo Guaianases de Gravura, em Pernambuco.
Grafismo indígena como representação da diversidade de povos indígenas no Brasil. Cada povo tem os seus grafismos com os seus significados, cores e traços diferentes. Aprender sobre essa arte é cultivar os saberes ancestrais de raízes brasileiras.
Com Ohanna e Thyeri.

Que tal viver a poesia como encontro e resistência?
Sérgio Vaz compartilha sua trajetória em uma roda de conversa que celebra a palavra como ponte entre culturas, gerações e territórios.
Um convite ao diálogo sobre raízes culturais, oralidade, identidade e a potência da arte como forma de afirmação e convivência.
Premiado por sua atuação literária e cidadã, Sergio Vaz é poeta, autor de nove livros e agitador cultural, atuando há mais de trinta anos na difusão da poesia da periferia de São Paulo. É cofundador do Sarau da Cooperifa (2001) e idealizador da Semana de Arte Moderna da Periferia (2007), marcos da literatura periférica. Também criou o projeto Poesia Contra Violência, que promove recitais e debates em escolas públicas.
Os estudantes organizarão estandes sobre diferentes aspectos da cultura indígena, como línguas, músicas, religiosidade, lutas, alimentação, arte, relação com a natureza, dentre outros. A proposta busca valorizar a diversidade cultural dos povos indígenas, ampliar o conhecimento sobre suas tradições e modos de vida e promover reflexões sobre sua importância histórica e social na formação do Brasil.
A oficina de criação de peteca sustentável com palha de milho valoriza saberes tradicionais da cultura brasileira.
A peteca, brincadeira de origem indígena e muito difundida na região Sudeste, especialmente em Minas Gerais, representa práticas culturais transmitidas entre gerações. A atividade também resgata o uso de materiais naturais e o fazer artesanal, conectando cultura, criatividade e sustentabilidade.
Engenheiro Agrônomo formado na UNESP e Doutor em Proteção de Plantas, atuou em manjeo sustentável em parques municipais e estaduais em São Paulo e Campos de Jordão, desenvolvimentos de projetos de reforma de viveiro municipal e arborização de ruas na Prefeitura de Botucatu além de diversos projetos residenciais e corporativos, entre eles implantação parcial do Pq. Villa Lobos. Docente no Senac Lapa Tito nos cursos técnicos de Paisagismo e Design de Interiores e cursos livres de jardinagem, paisagismo, horta, terrário e arranjos florais.
Na Apresentação Gírias que Matam, Geraldo Lins propõe uma leitura crítica da linguagem no contexto do trabalho. A atividade evidencia como expressões cotidianas podem impactar comportamentos e segurança. Estimula consciência no uso da linguagem. Relaciona comunicação e prevenção. Um espaço de reflexão aplicada.
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Graduado em Engenharia de Metalurgia e de Produção, Pós-Graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho. Atuou em empresas como a CET, e atualmente é consultor nas áreas de Saúde e Segurança do Trabalho e docente no Senac Penha.
Nesta oficina, os participantes aprenderão o básico do macramê, uma técnica de tecelagem manual baseada em nós.
A atividade será focada na confecção de um chaveiro artesanal, explorando o nó espiral.

Entrega de senhas na Biblioteca com 30 minutos de antecedência da atividade.
Horário: 10h30
Vagas limitadas!
Inscrições por ordem de chegada!
A parada literária convida o público a desacelerar e dedicar 20 minutos à leitura, transformando esse momento em uma pausa coletiva de silêncio, imaginação e conexão com as histórias.
11h às 11h20
17h às 17h20
18h30 às 18h50
Que tal viver o teatro de forma lúdica e criativa? Nesta vivência teatral, seremos convidados a explorar jogos teatrais, improvisações e a construção de personagens, despertando sons, gestos, ritmos e diferentes formas de expressão.
Nesta parceria com SESI Rio Claro, no qual iremos receber a artista e educadora Isabela Francisconi, a atividade propõe uma conexão com contos populares, lendas e narrativas transmitidas pela oralidade, estimulando a criatividade, a imaginação, a escuta e a criação coletiva em um ambiente de troca e experimentação.
Inscreva-se e venha experimentar o teatro em movimento!
Licenciada em Teatro pela Universidade Federal de São João del Rei, atua há mais de 15 anos na área teatral como atriz, produtora e arte-educadora. Atualmente é Instrutora de Teatro no SESI Rio Claro, compartilhando o saber teatral com crianças e adultos.
Uma experiência sensorial e criativa para quem gosta de arte, literatura e das muitas formas de contar histórias. Nesta oficina uniremos arte, memória e criatividade para criar velas artesanais inspiradas nos aromas e histórias do Brasil. A proposta é transformar elementos da cultura brasileira e referências da nossa literatura em pequenas peças de luz, que contam histórias e despertam sensações. Durante o encontro os participantes aprenderão uma técnica básicas de produção de velas enquanto exploram inspirações vindas da natureza brasileira, de personagens, paisagens e atmosferas presentes em obras literárias. Entre aromas e palavras, cada vela se tornará uma expressão única da imaginação e da riqueza cultural do Brasil.
Profissional da área farmacêutica e educacional, com atuação voltada à formação e desenvolvimento de técnicos em farmácia.
Além da atuação educacional, Andrea também desenvolve projetos na área de perfumaria artesanal, bem como na aromaterapia e velas perfumadas.
Mais do que um gesto estético, o encontro cria um espaço de troca e reconhecimento, conectando beleza, cultura e ancestralidade. A atividade reúne conversas, experimentações e cuidado para valorizar diferentes texturas, histórias e identidades que atravessam nossos fios. Ao longo da vivência, cada participante é convidado a se ver, se reconhecer e se afirmar como parte viva dessa trama diversa que compõe o Brasil.
Docente de Beleza e Visagismo. Hair Designer pela PIVOT POINT BR. Técnica em estética pelo SENAC-SP
Graduanda em Estética e Imagem Pessoal
Os aromas têm o poder de despertar lembranças e sensações que fazem parte da nossa história. Nesta oficina, vamos explorar a memória olfativa e a criação de perfumes aromáticos, conectando identidade e experiências por meio dos sentidos. Após essa vivência, os participantes irão produzir um aromatizador de ambientes com óleos essenciais, compreendendo aspectos básicos da composição aromática e do uso consciente dos aromas no dia a dia. A proposta é proporcionar um momento de pausa, troca e bem-estar, integrando prática, conhecimento e experiência sensorial na Semana Senac de Leitura. Salas: 301 e 302. Vagas Limitadas. Inscrições pelo telefone (14) 3302-4600
Laiz Rodrigues é farmacêutica há 10 anos, com atuação na área da farmácia desde 2008. É docente do Senac há quase três anos, atuando na área da saúde com foco em farmácia e manipulação de medicamentos e cosméticos. Atualmente cursa Pedagogia, ampliando sua formação na área educacional e fortalecendo seu compromisso com a educação como prática transformadora. Tem interesse e atuação em temas como inovação, diversidade e protagonismo feminino, além de desenvolver trabalhos voltados ao cuidado com o corpo, à saúde e ao bem-estar. Acredita na prática profissional como espaço de autonomia, criatividade e construção coletiva do conhecimento, integrando técnica, sensibilidade e propósito em sua atuação.
Docente do bem-estar, atua há cinco anos promovendo experiências de cuidado, escuta e reconexão. Sempre foi movida pelo amor ao trabalho de cuidar cuidar da pele, do corpo, das emoções e das histórias que cada pessoa carrega. Ao longo de sua trajetória, encontrou nas terapias integrativas e, especialmente, na Aromaterapia, uma chave de transformação pessoal e profissional. Acredita no poder dos sentidos como caminho de acesso à memória, às emoções e à essência.
Sua prática integra conhecimento técnico, sensibilidade e presença, criando vivências que despertam consciência, acolhimento e significado. Por meio da educação e da experiência sensorial, propõe espaços onde corpo, emoção e identidade se encontram de forma leve, respeitosa e transformadora.
Vamos conversar um pouco sobre a história das cafeterias como locais de saber, a relação cultural entre café e a sociedade brasileira, costumes e saberes populares em relação ao café.
Inscrições pelo e-mail: ribeiraopreto.biblioteca@sp.senac.br
Carlos Braghin é publicitário, barista e especialista em cervejas. Docente no Senac Ribeirão Preto, colunista da Rádio CBN Ribeirão e consultor em planejamento, gestão e capacitação de equipes no setor de bares e restaurantes.
Professor, pesquisador e escritor. Formado em Gastronomia, com especialização em Vinhos e pós-graduação em Docência no Ensino Superior. Atua no ensino de enologia, mixologia, barismo, destilados e avaliação sensorial de bebidas.
Momento de integração e diálogo, estruturado em uma roda de conversa sobre a musicalidade caipira e sua herança cultural, seguido de apresentação musical. Espaço de troca de conhecimentos, escuta ativa e valorização das vivências, fortalecendo o sentimento de pertencimento e a participação do coletivo social. Tem como objetivo promover reflexões sobre a cultura caipira, reconhecendo sua relevância na construção da identidade cultural e na preservação de seus saberes.
Uma experiência de leitura e diálogo que aproxima a literatura das vivências das periferias, convidando estudantes a refletir sobre desigualdade, identidade e cidade. A atividade valoriza a escuta, a troca e a escrita criativa, dando voz às histórias reais que muitas vezes ficam invisíveis.
Local: Biblioteca
Ricardo da Paz, pseudônimo de Ricardo Barbosa da Silva, uma homenagem à sua mãe, Maria da Paz, uma migrante nordestina que veio criança para trabalhar em São Paulo. Cresceu na Cohab 2, Itaquera, Zona Leste, periferia da cidade de São Paulo. Lá brincou bastante na rua e, desde cedo, frequentou a biblioteca no bairro. Mas na adolescência precisou trabalhar, para ajudar sua mãe que era empregada doméstica. Foi somente aos vinte e quatro anos que, após um ano de cursinho pré-vestibular comunitário, ingressou no curso de Geografia da USP e saiu de lá depois de quatorze anos, já doutor em Geografia Humana.
A Bahia é um dos maiores símbolos da diversidade cultural brasileira, marcada por tradições e influências africanas, indígenas e populares. Em Capitães da Areia, Jorge Amado retrata uma Salvador cheia de vida, histórias e resistência.
A oficina propõe uma viagem por esse universo, conectando literatura, cultura e turismo para mostrar como narrativas e saberes revelam a essência de um lugar.
Pós-graduada pelo Senac em Marketing, Turismóloga formada pela Universidade São Judas Tadeu e Especialista em Customer Experience. Atuou como agente de viagens especialista em roteiros para o Japão e outros destinos por mais de 20 anos, visando sempre a experiência no mercado de turismo de lazer, incentivo, eventos e corporativo. Atualmente é Docente de Guia de Turismo pelo Senac Guarulhos Faccini.
A oficina “Sabores da região: memória, território e criação” propõe uma experiência vivencial que une cultura, história, literatura e prática sensorial. A atividade convida os participantes a explorar sabores regionais como elementos de memória e identidade, compartilhando narrativas pessoais e coletivas a partir de aromas, ervas e frutas.
Como etapa final, os participantes criam drinks sem álcool inspirados nessas memórias, transformando relatos e sensações em uma experiência criativa e significativa.
Formada como Sommelier de Vinhos pelo Senac Sorocaba, Estudante de Gestão Comercial com experiência em Vendas e Gestão de Adegas e Workshop sobre a Região de Champagne.
Docente do Senac Sorocaba.
A comida, assim como a leitura, é um território de memória, identidade e afeto. Esta atividade propõe um encontro entre livros e sabores, onde receitas, textos literários e histórias pessoais se cruzam, criando um espaço de escuta, partilha e pertencimento.
Graduada em Gastronomia pela Uniso, atua como docente no Senac Sorocaba e é idealizadora do Buffet Affeto, especializado em gastronomia para eventos. É mestranda no PPGECH – Programa de Pós-Graduação em Estudos da Condição Humana, com pesquisa voltada à cozinha ancestral como forma de resistência às desigualdades do Brasil contemporâneo. Possui experiência na criação e coordenação de projetos gastronômicos, participou do desenvolvimento do Tempera Senac 2024 com olhar para a ancestralidade da alimentação brasileira, e atua como representante do Sistema Ecos de Sustentabilidade.
Profissional de Gastronomia com 4 anos de experiência no Senac como Auxiliar de Práticas Educacionais. Graduanda em Gastronomia (3º período), alia teoria e prática em ambiente pedagógico. Apaixonada por confeitaria, destaca-se em bolos decorados, criatividade, organização e atenção aos detalhes.
O objetivo é difundir a obra da escritora Carolina Maria de Jesus, assumindo a responsabilidade pela preservação e gestão de seu acervo.
Nesse contexto, destaca-se a o livro “Quarto de Despejo”.
Venha descobrir a relação entre cultura, linguagem e cuidado, evidenciando como o conhecimento sobre plantas medicinais atravessa gerações, dos povos originários às práticas atuais, por meio da oralidade, dos nomes populares, das tradições comunitárias e, hoje, também por registros técnico-científicos.
Aprenda o conceito de planta medicinal, as partes mais utilizadas (folhas, flores, cascas, raízes e sementes) e exemplos de espécies comuns em nossa região, ressaltando que uso tradicional não equivale, necessariamente, a segurança.
Este encontro vai abordar ainda os riscos do uso indiscriminado, como efeitos adversos, toxicidade, erros de identificação e interações com medicamentos, com atenção especial a grupos mais vulneráveis (crianças, idosos).
Também serão apresentadas orientações gerais sobre preparo adequado de chás, diferenciando infusão e decocção, com ênfase em boas práticas e uso responsável.
Docente da área de Farmácia no Senac Pindamonhangaba. É Bacharel em Farmácia pela FAPI, tem formação pelo Programa de Aprimoramento em Saúde Pública no Instituto Adolfo Lutz, Especialização em Farmácia Hospitalar pelo ICTQ e título de especialista em Oncologia pelo CRF-SP. Trabalhou como Farmacêutica Oncológica por 7 anos, dos quais 4 foram no Instituto de Oncologia do Vale e 3 anos no Instituto do Câncer Brasil. Trabalhou por 2 anos no Núcleo de Hemoterapia de Taubaté e sua última experiência como farmacêutica foi atuando na Saúde Pública de Taubaté, desde o componente básico até o componente especializado.
Natália Cardoso Lourenço é farmacêutica graduada pela Faculdade de Pindamonhangaba (FAPI), com especializações em Farmacologia Clínica e Interações Medicamentosas, Farmácia Hospitalar, Gestão da Qualidade e Auditoria em Processos Industriais, e Docência no Ensino Superior. Tem 12 anos de experiência em drogarias e serviços farmacêuticos, e há 3 anos e meio, atua no Senac Pindamonhangaba como docente e orientadora de estágio na área de Farmácia. Atualmente, é mestranda em Design, Tecnologia e Inovação, no eixo da Educação, pela UNIFATEA, e membro voluntária do Grupo Técnico de Trabalho do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo.
Na Apresentação Tecnoliteracia na cultura brasileira, Soró Linhares, Klaiber Miranda, Valéria Abud e Neide Maschio articulam literatura e tecnologia como campos em constante diálogo e transformação. A atividade mobiliza recursos digitais como dispositivos de criação e mediação da palavra. Amplia as formas de leitura, escrita e produção de sentidos no contemporâneo. Estimula criatividade, experimentação e inovação. Um espaço em que cultura, linguagem e tecnologia se atravessam e se reinventam.
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Sociólogo e docente do Programa Aprendizagem no Senac Penha.
Designer Digital, pós-graduado em Tecnologias Educacionais e Psicologia Positiva. Atua como consultor em internet e marketing digital no Senac e SEBRAE. É docente no Senac Penha, com foco em empreendedorismo, inovação e desenvolvimento pessoal.
Formado em Construção Civil, com especialização em Segurança do Trabalho, Pedagogia e Matemática. Atua como docente no Senac Penha nas áreas de Design, Arquitetura e Aprendizagem Profissional, além de lecionar no ensino técnico do Centro Paula Souza.
Docente do Senac Penha.
Nesta oficina, os participantes são convidados a vivenciar o processo criativo de forma prática, criando composições a partir de fotografias reveladas pela ação do sol. A atividade combina experimentação e observação, incentivando o contato com processos artísticos que dialogam com a natureza, a memória e a expressão pessoal.
Não é necessário ter experiência prévia, basta curiosidade e vontade de criar.
Fotógrafa e docente nas áreas de Fotografia, Moda e Marketing, com mais de 10 anos de atuação profissional. Graduada em Estilismo de Moda pela UEL, possui pós-graduação em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e em Negócios da Moda pelo Senac. Atua na produção de imagens comerciais e na formação de profissionais do mercado criativo. Seu trabalho integra técnica, estética e estratégia na criação de fotografias de produtos, com foco em comunicação visual eficiente para divulgação, vendas e e-commerce.
Esta experiência audiogustativa propõe uma jornada literária e sensorial inspirada em mulheres que contam o Brasil. Explorando literaturas diversas, esta programação exalta o protagonismo feminino em toda a sua pluralidade, trazendo à tona falas de resistência, disruptivas e decoloniais. Com trilha sonora potente e coquetéis não alcoólicos à base de café, este encontro celebra, essencialmente, o pensamento feminino.
Especialista em história da alimentação e patrimônio cultural, especialista em gestão de negócios gastronômicos, gastróloga, técnica em nutrição em dietética, bartender e sommelier de cachaças. Atua como docente de gastronomia e bebidas no Senac São Paulo desde 2015.
A oficina propõe uma jornada criativa para o resgate de lendas e memórias das regiões brasileiras, com foco especial nas histórias locais de Jaboticabal. Através da co-criação com Inteligência Artificial, os participantes transformarão fatos e mitos em narrativas fantasiosas, aprendendo a estruturar textos criativos e a ilustrar personagens e cenários digitalmente. A atividade une tradição e inovação tecnológica, permitindo que o público materialize visualmente o folclore regional e redescubra o patrimônio cultural da cidade sob uma nova perspectiva estética.
Docente de comunicação no Senac Jaboticabal, com uma trajetória que integra educação, comunicação e criatividade. Licenciado em Geografia com sólida experiência em sala de aula, possui especializações em Gestão Escolar e Docência em Comunicação, além de formação técnica em Música e Publicidade. Sua atuação profissional é pautada pelo uso de ferramentas inovadoras, como a Inteligência Artificial, para potencializar o aprendizado e resgatar narrativas culturais, unindo uma visão estratégica da comunicação ao repertório artístico e pedagógico.
Bate-papo que propõe uma reflexão sobre práticas de cuidado e saúde presentes em comunidades indígenas e quilombolas. A atividade abordará saberes tradicionais, formas de organização comunitária e a relação entre cultura, território e bem-estar, valorizando conhecimentos ancestrais e promovendo o diálogo entre diferentes perspectivas de cuidado.
Ará Jerá Claudia é moradora da aldeia Pindo-Ty, localizada em Pariquera-Açu. Atua como liderança das Kunhague Ara’i — grupo que reúne mulheres indígenas do Estado de São Paulo. “Kunhangue” significa mulheres, e Ara’i é seu primeiro nome indígena. Também exerce a função de auxiliar do pajé em sua comunidade.
Ataíde Vherá Mirim é videomaker e fotógrafo, fundador da Mídia Mbya. Assessor Técnico Indígena (DSEI Litoral Sul/SESAI-MS), atua na saúde indígena no estado de São Paulo e mora em Takuari (Eldorado) e é aprendiz de líder espiritual. Foi pesquisador do PARI-c e integra ações da Década de Línguas Indígenas.
Mariane Marinho, moradora do Quilombo de Ivaporunduva (Eldorado/SP), é técnica em enfermagem formada pelo Senac Registro (2020), com experiência em clínica, UTI e atendimento domiciliar. Atua na área de enfermagem e cursa graduação em Terapia Ocupacional.
Enfermeiro especialista em Cardiologia, Centro Cirúrgico e Enfermagem do Trabalho, com experiência em urgência, UTI, gestão hospitalar e docência. Atua no Senac, contribuindo para a formação de profissionais críticos, reflexivos e qualificados, com foco em educação, conhecimento e transformação social.
Roda de conversa que tem como objetivo promover uma reflexão qualificada sobre diversidade e inclusão, a partir da apresentação do livro “Juntos: um diálogo sobre diversidade e inclusão”. O encontro propõe um espaço de escuta, análise crítica e diálogo, voltado a jovens e adultos inseridos em contextos educacionais e corporativos. A atividade visa, sensibilizar incentivando posturas mais conscientes, empáticas e comprometidas com a inclusão no cotidiano profissional e social.
Evelyn Santos: Psicóloga, pós-graduada em neuropsicopedagogia, especialista em educação inclusiva, mestranda em Psicologia Social – Puc/SP, pesquisadora da área Diversidade e Inclusão. Atua como psicóloga clínica, atendimento direcionado à pessoas com deficiência e como docente de Desenvolvimento Social no Senac Francisco Matarazzo.
Carolina Lagarin: Profissional da Educação com formação em Letras e Pedagogia, pós-graduação em Psicopedagogia, gestão de projetos educacionais, além de estudos voltados à BNCC. Atua como coordenadora pedagógica, com experiência consolidada como professora na rede pública e privada. Trajetória marcada pelo compromisso com uma educação inclusiva e antirracista, que valoriza a diversidade e o desenvolvimento integral dos estudantes, por meio de práticas educativas sensíveis, crítica e reflexivas.

Proporcionar aos participantes conhecimentos básicos sobre a técnica japonesa de kokedama, alinhado aos cursos da unidade, utilizando plantas nativas das diferentes regiões do Brasil (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul) valorizando as raízes da biodiversidade brasileira e promovendo a troca de saberes sobre cuidado com as plantas, práticas sustentáveis, criatividade e consciência ambiental.
Engenheiro Agrônomo formado na UNESP e Doutor em Proteção de Plantas, atuou em manjeo sustentável em parques municipais e estaduais em São Paulo e Campos de Jordão, desenvolvimentos de projetos de reforma de viveiro municipal e arborização de ruas na Prefeitura de Botucatu além de diversos projetos residenciais e corporativos, entre eles implantação parcial do Pq. Villa Lobos. Docente no Senac Lapa Tito nos cursos técnicos de Paisagismo e Design de Interiores e cursos livres de jardinagem, paisagismo, horta, terrário e arranjos florais.
O workshop de Cordel apresenta aos participantes a riqueza da literatura popular nordestina e seus elementos fundamentais, como rima, métrica e oralidade. Nessa vivência, Samuel de Monteiro compartilha saberes construídos ao longo de sua trajetória marcada pela poesia, pelo repente e pela tradição familiar, e conduz os participantes na criação de seus próprios versos, valorizando a memória, a cultura e as narrativas do povo. O objetivo é ampliar o acesso à cultura, incentivar a expressão artística e fortalecer os laços com as raízes nordestinas, aproximando crianças, jovens e adultos da arte do cordel de maneira sensível, formativa e encantadora.
Produtor cultural, compositor e cordelista dedicado à valorização e difusão das culturas populares nordestinas. Filho de migrantes, formou-se artisticamente pela oralidade, poesia popular e saberes comunitários. Sua obra em cordel e música usa a palavra como instrumento de memória, dialogando com a tradição e suas expressões contemporâneas. Como produtor cultural desenvolve projetos que fortalecem as culturas populares, promovem formação, ampliam o acesso à arte e valorizam mestres e práticas tradicionais.
A vivência “O Corpo que Samba” propõe uma experiência artística e participativa que une apresentação cênica e prática coletiva, convidando o público areconhecer o corpo como território de memória, resistência e celebração das culturas afro diapóricas.
A proposta inicia com uma breve apresentação performativa, contextualizando historicamente os ritmos e suas relações com território, ancestralidade ecultura popular. Em seguida, acontece a vivência prática conduzida de forma acessível.
Encontro muito especial com a premiada autora cearense Socorro Acioli. Mais do que um bate-papo sobre livros, este será um momento de escuta, afeto e encantamento. Com uma escrita que transita entre a realidade e a fantasia, Socorro — que aprendeu sobre histórias com o próprio Gabriel García Márquez — vai compartilhar conosco os segredos por trás de obras como A Cabeça do Santo, Ela tem olhos de céu e Oração para desaparecer. Durante a conversa, ela nos convida a mergulhar em narrativas que exploram a memória, o sertão, o sagrado e a força das personagens que habitam suas histórias. O evento é uma oportunidade para qualquer pessoa que queira conhecer de perto o processo criativo de uma das vozes mais originais da literatura brasileira contemporânea.
Inscrições no link: https://tinyurl.com/yp5dxv7f
Escritora, palestrante e professora da Unifor é autora de 24 livros. Doutora em Literatura, venceu o Jabuti em 2013 com a obra Ela tem olhos de céu, e seu romance A cabeça do Santo foi finalista do Los Angeles Times Book Prize. É uma das principais vozes da literatura brasileira contemporânea.
Atividade de dança com vídeo game.
📍Local: Biblioteca
Roda de conversa leve e aberta, criada para trocar ideias e refletir sobre o que significa “ser homem” hoje. A partir de perguntas provocadoras, a atividade convida todo mundo a pensar sobre sentimentos, pressões, padrões e expectativas, incentivando um espaço de escuta, respeito e troca de experiências reais — sem julgamentos.
Guilherme é pai, filho, neto, esposo, professor — e nada disso o define como homem. Docente na área de Gestão e Negócios, acredita que os papéis sociais e profissionais são apenas fragmentos de uma identidade em constante construção. Sua trajetória é marcada pela curiosidade em entender como padrões e expectativas moldam comportamentos, e pela vontade de abrir espaços de diálogo onde vulnerabilidade e escuta tenham tanto valor quanto performance e resultado.
A oficina propõe a leitura comparativa dos contos “Meninas de Lá”, de Guimarães Rosa, e “Menina sem palavra”, de Mia Couto. A atividade será desenvolvida por meio de leitura coletiva, integral ou por trechos selecionados, seguida de um bate‑papo mediado, com o objetivo de estimular reflexões e inferências sobre as narrativas.
Como encerramento, está prevista uma atividade de produção de mandalas, relacionando a história dessa prática artística aos temas e imagens presentes nos textos literários.
📍Local: Biblioteca
A Cia Caracaxá, grupo percussivo de São Paulo fundado em 2003 e dedicado ao estudo e à prática do Maracatu de Baque Virado, uma das mais antigas tradições da cultura popular pernambucana — conduz uma atividade em três momentos: uma apresentação no auditório sobre a história, os instrumentos e a importância cultural do Maracatu, seguida de uma mini aula prática de ritmos com participação da plateia, e finalizando com um cortejo pelas ruas do bairro do Tatuapé, com passagem pela praça local e visita a uma escola pública da região.
A atividade promove o encontro entre o Senac e a comunidade do entorno, levando a cultura brasileira para além dos muros da unidade. Com alfaias, caixas, gonguês e xequerês, o grupo conecta o público às raízes afro-brasileiras do Maracatu, valorizando a oralidade, a memória e as tradições populares que formam a identidade cultural do Brasil
Referência em São Paulo há mais de 20 anos, a Cia Caracaxá (Vila Guilhermina/zona leste) pesquisa a musicalidade do Maracatu de Baque Virado. Sob regência de Luciana Felix, o grupo une a tradição das toadas tradicionais e autorais em apresentações que integram alfaias, caixas, agbês, canto e dança.
Oficina de escrita criativa com Beta Ferreira, explorando a potência da obra e da voz de Carolina Maria de Jesus para inspirar novas narrativas.
O encerramento da Semana Senac de leitura estabelece diálogo entre a história regional apresentada no curta e os conteúdos abordados no Museu da Escravidão, reforçando o subtema ao evidenciar que os saberes históricos se constroem em rede.
A atividade amplia a compreensão de que a identidade brasileira também se constitui a partir das narrativas locais.
Os interessados devem reservar sua entrada no curta, diretamente com a equipe da Biblioteca.
Nascido em Itapira SP, é formado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense e em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro.
É autor de uma trilogia de curtas-metragens: “O Crime da Penha”, “A Santa Mãozinha” e “A Missão de Chico Pitada” que se arriscam a recontar antigas histórias de sua terra, propondo reflexões sobre nossa memória.
Uma viagem pelo Brasil… sem sair do lugar! Neste workshop, cada canto do país ganha sabor: da Caatinga ao Cerrado, da Amazônia aos Pampas, representados por biscoitos artesanais e especiarias cheias de história.
Um encontro para nutrir o corpo e se conectar com o Brasil em cada detalhe.
Pós-graduada em Confeitaria e Panificação pelo Senac São Paulo e Especialista em Políticas Públicas pela Escola do Parlamento (CMSP). É Bacharel em Gastronomia pela Universidade Federal do Ceará e possui Licenciatura em História pela FMU. Com trajetória dedicada à educação e à gastronomia social e experiência em projetos voltados à inclusão produtiva e fortalecimento comunitário. Atuou na rede pública de ensino e desenvolveu projetos de Gastronomia Social nas cidades de Fortaleza (CE), São Paulo e Franco da Rocha (SP), promovendo formação e geração de renda em territórios vulneráveis. Atualmente, une a prática da gastronomia à reflexão sobre políticas públicas e cultura alimentar, promovendo uma gastronomia comprometida com o desenvolvimento social e sustentável.
Nesta atividade, os participantes serão convidados a refletir sobre diversidade, identidade e as múltiplas narrativas que compõem a cultura brasileira. A conversa abordará como a literatura pode revelar experiências, territórios e perspectivas que ampliam nossa compreensão sobre o Brasil.
Artista do povo indígena Wapichana. É músico, compositor, cineasta, contador de histórias, palestrante e escritor indígena premiado. Seu livro “A Boca da Noite” foi traduzido e reconhecido após concorrer a diversos prêmios e receber a Estrela de Prata do Prêmio Peter Pan, do International Board on Books for Young People, da Suécia. Em 2008, foi indicado ao Prêmio da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República por seu trabalho com a cultura indígena no Brasil.
Bibliotecária com pós-graduação em Jogos e Gamificação na Educação e em UX. Atua na interface entre informação, cultura e inovação. Desenvolve projetos que articulam leitura, brasilidades e tecnologias emergentes com atenção às dimensões éticas da Inteligência Artificial e aos ODS. Mediação cultural, organização de eventos formativos e parceria com docentes, estudantes e equipes. Pesquisa práticas educativas que integram experiência, sensibilidade e pensamento crítico.
Doutora em Saúde Global e Sustentabilidade (USP), Mestre em Tecnologias Ambientais (IPT). Pós-graduada em Gestão Ambiental (Senac) e Graduada em Ciências Biológicas (UMESP). É Coordenadora e Professora dos cursos de Pós-graduação no Senac Jabaquara.
Oficina que apresenta os princípios básicos do giz pastel, explorando cores, traços e mistura de tons, incentivando a experimentação artística e a expressão visual. Vagas limitadas, as senhas devem ser retiradas na biblioteca no dia da atividade.
📍Local: Modateca – 1º andar da biblioteca
Oficina de percussão com o grupo Vivências Percussivas – Bloco do Hercu, focada no samba e na cultura popular brasileira, promovendo a ocupação cultural e a convivência comunitária.
Clique aqui para se inscrever nas atividades da Semana Senac de Leitura no Senac Largo Treze!
Durante a atividade, os participantes têm noções básicas de desenho e impressão artesanal ao experimentar a técnica da xilogravura como forma de expressão artística e valorização cultural.
Ao final, cada pessoa produz sua própria estampa autoral, transformando histórias e paisagens piracicabanas em arte impressa.
A atividade é gratuita, aberta ao público e acontece na sala 503.
As vagas são limitadas e as inscrições, antecipadas.
Indicação: a partir de 14 anos.
Artista visual, músico, produtor cultural, arte‑educador e mestre xilogravurista, com trajetória dedicada à valorização e difusão da cultura popular brasileira. Possui formação complementar no Museu Lasar Segall (São Paulo) e no Centro Cultural de Belém (Lisboa), e integrou o Grupo Guaianases de Gravura, em Pernambuco.
Uma experiência sensorial e criativa para quem gosta de arte, literatura e das muitas formas de contar histórias. Nesta oficina uniremos arte, memória e criatividade para criar velas artesanais inspiradas nos aromas e histórias do Brasil. A proposta é transformar elementos da cultura brasileira e referências da nossa literatura em pequenas peças de luz, que contam histórias e despertam sensações. Durante o encontro os participantes aprenderão uma técnica básicas de produção de velas enquanto exploram inspirações vindas da natureza brasileira, de personagens, paisagens e atmosferas presentes em obras literárias. Entre aromas e palavras, cada vela se tornará uma expressão única da imaginação e da riqueza cultural do Brasil.
Profissional da área farmacêutica e educacional, com atuação voltada à formação e desenvolvimento de técnicos em farmácia.
Além da atuação educacional, Andrea também desenvolve projetos na área de perfumaria artesanal, bem como na aromaterapia e velas perfumadas.
Que tal viver a poesia como encontro e resistência?
Sérgio Vaz compartilha sua trajetória em uma roda de conversa que celebra a palavra como ponte entre culturas, gerações e territórios.
Um convite ao diálogo sobre raízes culturais, oralidade, identidade e a potência da arte como forma de afirmação e convivência.
Premiado por sua atuação literária e cidadã, Sergio Vaz é poeta, autor de nove livros e agitador cultural, atuando há mais de trinta anos na difusão da poesia da periferia de São Paulo. É cofundador do Sarau da Cooperifa (2001) e idealizador da Semana de Arte Moderna da Periferia (2007), marcos da literatura periférica. Também criou o projeto Poesia Contra Violência, que promove recitais e debates em escolas públicas.
Roda de conversa com a autora Aline Bei sobre os três romances publicados pela autora: Uma delicada coleção de ausências, Pequena Coreografia do Adeus e O peso do Pássaro Morto. Após o bate-papo, acontecerá uma sessão de autógrafos.
Local: Auditório do Senac Tiradentes – térreo
Escritora formada em Letras (PUC-SP) e Artes Cênicas, com pós em Escritas Performáticas (PUC-Rio). Autora de O Peso do Pássaro Morto e Pequena Coreografia do Adeus, romances premiados e finalistas do Jabuti. Lançou Uma Delicada Coleção de Ausências (2025).
Psicóloga com mais de 20 anos de atuação na área educacional. Pós em Gestão de Pessoas e MBA em Educação Corporativa. Docente há mais de 10 anos, atua com jovens aprendizes e no preparo para o mercado de trabalho. Psicóloga clínica. Docente do Senac Tiradentes.
Criatividade e diversão se encontram nesta atividade que une arte e leitura em um só momento.
Na oficina de marca-páginas, os participantes soltam a imaginação colorindo e criando peças únicas.
Já no Bingo Literário, a brincadeira ganha vida com referências do universo dos livros, despertando conhecimento de forma leve e interativa.
Local: Quadra – Senac Bauru Bloco 3 –
Av. Rodrigues Alves, 8-37 – Centro, Bauru – SP, 17015-002
Antônio Pedroso é mestre de capoeira e instrutor de defesa pessoal, dedicando-se ao ensino, pesquisa e divulgação da capoeira há mais de quatro décadas. Em 1984, fundou o Grupo de Capoeira Pau Brasil, uma academia e instituição cultural que, ao longo dos anos, formou diversos alunos, instrutores e professores, contribuindo diretamente para o fortalecimento da capoeira na região de Araraquara e em diversas cidades do interior paulista. Reconhecido por sua experiência, disciplina e dedicação, Mestre Toninho mantém vivo o compromisso com a preservação da cultura brasileira, a formação cidadã e a difusão da capoeira como arte marcial, expressão cultural e patrimônio imaterial.
Intervenção artística com pintura de mural e posterior roda de conversa com Joyce de Souza tem como objetivo contribuir na construção humana e social na comunidade pela prática da experimentação artística, sensibilização estética e percepção crítica nas diferentes dimensões do ser humano. A Arte de Rua promove o autoconhecimento e o fator de desenvolvimento humano através da sensibilidade e estímulo na criação. Ela gera o bem-estar psicológico valorizando o espírito crítico, o que enriquece para uma formação mais humanizada. O Graffiti/muralismo tem como finalidade a revitalização de espaços públicos, além de democratizar o acesso à Arte
Natural de Sertãozinho (SP), Joy é muralista e ilustradora e atua no cenário do Graffiti desde 2016, participando e organizando festivais. Em 2022 foi uma das responsáveis pelo primeiro evento de Graffiti para mulheres que ocorreu na cidade de Pelotas (RS) chamado “Elas na Rua”. Em 2024 pintou no Museu da Cultura Hip-Hop em Porto Alegre (RS), sendo a primeira artista paulista a realizar um mural neste espaço, considerado o primeiro Museu do Hip-Hop da América Latina. Já realizou pinturas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina , Rio Grande do Sul e no Uruguai. Seu trabalho, predominantemente urbano, retrata o feminino através de uma estética que preza pelo uso de cores diversas. Suas pinceladas vigorosas e combativas, evocam a força e a leveza dos elementos da natureza.
Que tal se encantar com a riqueza da cultura amazônica? Em uma apresentação de dança envolvente, você é convidado a mergulhar em diferentes manifestações culturais, descobrindo histórias e significados que ganham vida em cena — um espetáculo vibrante, repleto de movimento, cores e encantos da Amazônia.
Atividade de dança com vídeo game.
📍Local: Biblioteca
Esta oficina propõe um espaço de escuta sensível e diálogo sobre saberes ancestrais que atravessam a vida nas periferias urbanas, valorizando a memória, o território, o cuidado e as tecnologias produzidas por mulheres negras. A mediação de Cláudia Adão integra oralidade, ancestralidade negra, território e experiências das mulheres negras.
Data: 30/04/2026
Horário: 16h às 18:00
Local: Auditório
Assistente social, doula, pesquisadora, educadora e articuladora cultural, com atuação voltada às culturas negras, aos saberes quilombolas e às práticas de memória, cuidado e resistência nos territórios urbanos e tradicionais. Mestre pelo Programa de mudança social e Participação Políticas da EACH-USP, Doutora pela faculdade de arquitetura e urbanismo da USP.
A oficina proporciona um espaço de vivência cultural em que os participantes entram em contato com a capoeira, conhecendo seus fundamentos, sua história e seus significados.
Ao longo da atividade, serão experimentados movimentos básicos, o uso de instrumentos musicais e a importância do ritmo, culminando na participação em uma roda coletiva que valoriza a troca, o respeito e a cultura afro-brasileira.
Nesta atividade, faremos uma parceria com SESI Rio Claro, local em que acontecerá a atividade, portanto as inscrições serão pelo Meu Sesi. Inscreva-se aqui!
Praticante de capoeira desde 1994 e aluno da ABADÁ-Capoeira desde 1995. Atualmente atua como professor, com corda Marrom e Vermelha, desenvolvendo seu trabalho dentro do sistema da Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte Capoeira.
Em “Fulô do Mandacaru”, Cia Rabo de Cutia convida o público a atravessar a porteira do sertão profundo. Um lugar onde o saber pode ser encontrado nos livros, no repente, no bordado e na fala mansa dos mais velhos. É uma celebração da resistência e da beleza de um Brasil que pulsa forte no semiárido.
Desde a sua fundação em 2020, a Cia Rabo de Cutia entrelaça teatro, literatura e música para celebrar a rica diversidade da cultura popular brasileira. Seu repertório abraça desde a literatura de cordel e contos afro-indígenas até o protagonismo feminino.
Atividade de dança com vídeo game.
📍Local: Biblioteca
Nesta oficina, a ideia não é te transformar da noite pro dia, mas te ajudar a soltar a voz com leveza e diversão. Com jogos, improviso e a ludicidade do nosso cancioneiro popular, você vai descobrir que o teatro não é um bicho de sete cabeças…
É um espaço de encontro, expressão e muita troca.
É ator, professor de teatro e narrador de histórias, pós-graduado em arte-educação. Atua como agente cultural na região leste de São Paulo desde o ano de 2014. Busca promover o acesso à arte cultura, à leitura e à literatura em regiões carentes da cidade. Realizou diversas apresentações de narração de histórias em bibliotecas, livrarias, comunidades carentes e centros culturais.
Atualmente trabalha como agente técnico de biblioteca no Senac Guarulhos.
Fabiano Tovar Garcia Liporoni é roteirista, diretor e produtor transmídia. Mestre pela UFSCar e formado em Comunicação Social pela FAAP, com formação em cinema pela Université Lumière Lyon 2 (França). Dirigiu videoclipes para artistas nacionais e internacionais e criou a plataforma transmídia Já Viu?. Atualmente é professor de Criação de Conteúdo Transmídia no Senac Águas de São Pedro e desenvolve projetos audiovisuais ficcionais e documentais.
O Sarau Brasilidades acontece no período noturno e celebra a diversidade cultural brasileira por meio de apresentações artísticas, poesia, música e expressões culturais que valorizam identidades, vivências e repertórios plurais.
Convidamos você para um encontro com a autora Socorro Acioli, em um bate-papo que convida à escuta, à imaginação e ao encantamento pelas histórias.
Com uma escrita marcada pela sensibilidade realismo, Socorro constrói narrativas que atravessam memórias, afetos e territórios, aproximando o leitor de universos surpreendentes.
Neste encontro, o público será convidado a mergulhar em seus processos criativos, inspirações e caminhos na literatura — em uma conversa leve, profunda e cheia de significado.
Escritora, palestrante e professora da Unifor é autora de 24 livros. Doutora em Literatura, venceu o Jabuti em 2013 com a obra Ela tem olhos de céu, e seu romance A cabeça do Santo foi finalista do Los Angeles Times Book Prize. É uma das principais vozes da literatura brasileira contemporânea.
Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem, MBA em Gestão de Pessoas, especialista em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes e em Terapia de Casais e Famílias. Graduada em Psicologia. Experiência na área de gestão de pessoas e docência em cursos de nível superior e técnico. Atualmente gerencia a Unidade Senac Limeira.
Esta oficina propõe um espaço de escuta sensível e diálogo sobre saberes ancestrais que atravessam a vida nas periferias urbanas, valorizando a memória, o território, o cuidado e as tecnologias produzidas por mulheres negras. A mediação de Cláudia Adão integra oralidade, ancestralidade negra, território e experiências das mulheres negras.
Local: Sala 210
Assistente social, doula, pesquisadora, educadora e articuladora cultural, com atuação voltada às culturas negras, aos saberes quilombolas e às práticas de memória, cuidado e resistência nos territórios urbanos e tradicionais. Mestre pelo Programa de mudança social e Participação Políticas da EACH-USP, Doutora pela faculdade de arquitetura e urbanismo da USP.
No palco, Kimi apresenta músicas do álbum Herdeiro do Ódio, trabalho que evidencia sua evolução artística e seu posicionamento no rap, além do single Caçula, que revela novas camadas de sua musicalidade. Um encontro potente entre palavra, ritmo e presença, que convida o público a mergulhar em seu universo autoral.
Conhecido nas batalhas como Dragão do 2B, Kimi também se destaca na música. Com mais de três anos de estúdio, constrói sua identidade produzindo suas próprias faixas. Lançou “Herdeiro do Ódio”, que marca sua evolução, e o single “Caçula”, ampliando sua musicalidade.
Wellington Luz é professor de Fotografia no Senac, formado em História da Arte (Unifesp), Fotografia (Etec de Artes) e Multimídia (Etec Jornalista Roberto Marinho). Seu trabalho investiga o corpo negro com cianotipia e fotografia digital. Expôs no Museu de Arte do Rio (MAR) e recebeu prêmios como a Mostra Jovens Cineastas (2021).