Abram-se as cortinas, porque mais um grande evento vem aí! Com oficinas, apresentações, palestras e workshops, aproveite para aprender mais sobre as técnicas de encenação e se conectar com talentos do mundo artístico. Participe e venha se encantar!
E se o golpe de 8 de janeiro tivesse se concretizado? Ambientado em uma cidade interiorana e distópica, a peça conta a história do dia a dia de jovens passando pela “cura gay”, ou mais conhecida como processo de conversão e renúncia através da fé. Dentro daquele ambiente opressor, dinâmicas nada ortodoxas são praticadas todos os dias em busca dessa tal cura. Uma das jovens que passou pelo tratamento volta para falar como sua vida está boa e tem que lidar com alguns fantasmas do passado. O ambiente hostil pode levar um dos jovens até às últimas consequências.
Classificação indicativa: 16 anos
Apresentações às 16 horas e 20 horas
Os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do espetáculo no Setor de Atendimento do Senac Rio Preto
A Cia surge a partir de práticas realizadas no Curso Técnico em Teatro do Senac Rio Preto, e se consolida durante as pesquisas para o desenvolvimento do Projeto Artístico, intitulado “Cura”, provocado através de um tema gerador com ênfase em uma problemática social. Após quase um ano de pesquisa, o projeto estreou em fevereiro de 2026 no Centro Cultural Vasco.
Direção:
Matheus Santana
Dramaturgia:
Lilá Isabella
Elenco:
Gabriel Tonon
Hugo Campos
Kariane Dalpian
Lilá Isabella
Uriel Lucena
Sabrina Cherubin
Produção:
Lilá Isabella
Trilha sonora:
Uriel Lucena
Captação de Vídeo:
Lilá Isabella
Coreografia:
Kariane Dalpian
Oficina com experiência prática e artística focada em descobrir o palhaço interior através de jogos teatrais, improvisação e expressão corporal.
Ator profissional desde 2016, também atua como cantor e artista que transita entre o teatro e a música, explorando diferentes formas de expressão em cena. Iniciou sua trajetória nos palcos em 2015, com apresentação do espetáculo “A Noiva Cadáver”, marco que fortaleceu sua conexão com a arte e com o público.
Sua pesquisa artística envolve criação cênica, interpretação e a linguagem do clown, encontrando no jogo, no improviso e na vulnerabilidade caminhos potentes de conexão e verdade em cena. Na música, desenvolve trabalhos autorais, utilizando a composição como forma de expressão pessoal e narrativa, dialogando com emoções e experiências.
A oficina Narrativas Dançantes de Nossa Terra une contação de histórias às tradições de danças e brinquedos da nossa terra. A cultura popular tradicional brasileira é uma das principais formas de preservação da memória. É pela oralidade, pelo canto, pela dança e pela brincadeira que saberes e valores atravessaram gerações. De forma lúdica e criativa, ritmo, versos e corpo se entrelaçam para narrar as memórias da nossa terra.
Tina Curi é artista educadora em dança e teatro, atua como docente no curso técnico em teatro do Senac Limeira. Pesquisadora do movimento utiliza as danças e narrativas tradicionais como meio para o autoconhecimento e o desenvolvimento da expressividade em suas atividades educacionais. Esta pesquisa é resultado do percurso formativo realizado no Instituto Brincante, SP, estudos desenvolvidos com o mestre Tião Carvalho, pesquisas nas formações em Educação Social e Educação em Museus e Centros Culturais.
A participação é gratuita e as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição.
Inscrições pelo link: https://tinyurl.com/363dkx4v
Participe do Workshop de Iluminação Cênica e aprofunde seus conhecimentos sobre leitura de planos de luz e o estudo técnico de equipamentos utilizados no palco.
Vagas limitadas, por ordem de chegada.
Esse espetáculo propõe uma ginástica do imaginar, até culminar em um exercício coletivo de imaginação. Enquanto nos divertimos, vamos tentar olhar a tragédia nos olhos, perceber algo que sustenta nosso estilo de vida mas que é quase invisível. Vamos encontrar personagens humanas e não-humanas. Máscaras sociais e teatrais. Convites ao nosso imaginário, para viagens no tempo e na história dessa matéria tão abundante, comum e mágica: o plástico. O plástico que estrutura nossas ações cotidianas e a tragédia contemporânea do consumo: serão superáveis?
Ficha Técnica
Pesquisa e criação: Pamella Villanova
Assistência de direção e de dramaturgia: Dudu Ferraz
Orientação: Gina Monge Aguilar (Costa Rica), Veronica Fabrini (Brasil) e Victoria Perez Royo (Espanha)
Figurino: Sarah Gregório e Coletivo Passarinha
Consultoria em acessibilidade e descrição integrada: Maíra Schiavinato Massei e Lucas Carvalho Ré
Fotos: Zé Neto Fotografia, Chun Fotografia e Dudu Ferraz
Serão duas apresentações:
1ª apresentação: das 16 horas às 17h30
2ª apresentação: das 19 horas às 20h30
A participação não necessita de inscrição e se dará por ordem de chegada.
Nesta atividade, serão realizados diversos jogos envolvendo a troca de brinquedos de malabarismo em duplas e em grupos. O objetivo é desenvolver a atenção e o cuidado no ato de passar e receber os equipamentos, estimulando a memória, a coordenação motora e uma atitude colaborativa entre os participantes. Esse tipo de dinâmica é fundamental nas artes circenses, onde o trabalho coletivo é essencial — afinal são necessárias muitas mãos para se erguer uma lona.
Renan Parmigiani é biólogo e atua como educador no Senac, para além de sua ligação com a natureza e com a docência tem uma paixão pelas artes, dentre elas o Circo! Atuando como malabarista, palhaço e pirofagista na Trupe Circo Noar de Bertioga, com quem apresenta o espetáculo “Brincando de Circo” e realiza diversas apresentações em escolas, eventos, festas.
Bate-papo com o artista Júlio Oliveira sobre carreira no Teatro, Cinema e Dramaturgia.
Ator, diretor, produtor, professor de teatro e dramaturgo, com trajetória artística iniciada aos 13 anos e atuação contínua desde 2003. Com mais de 40 espetáculos realizados, 5 novelas, 2 longas-metragens, 1 minissérie e diversos trabalhos em publicidade, construiu uma carreira versátil entre a televisão, o cinema e o teatro, com destaque para o teatro musical brasileiro.
Na televisão, participou de novelas como Ti Ti Ti e Sangue Bom (Rede Globo), além de integrar produções da Record, como Milagres de Jesus e Os Dez Mandamentos, onde interpretou o egípcio Chibale. Também esteve em séries como Gamebros (Netflix) e Hard (HBO). Nos palcos, integrou importantes montagens como O Rei e Eu, Grease – O Musical, Madagascar – Uma Aventura Musical, além de trabalhos como The Boys in the Band e Hebe – O Musical. Destaque também para sua atuação em Píramo e Tisbe, que lhe rendeu indicação ao Prêmio FEMSA Coca-Cola de Melhor Ator.
Atualmente, segue em evidência no cenário do teatro musical, integrando novas produções como Brokeback Mountain e Flashdance, reafirmando sua potência cênica, versatilidade e presença artística.
A oficina busca construir um espaço laboratorial com os participantes, onde o corpo será a principal ferramenta de construção do artista-intérprete. A conexão entre Eugenio Barba (Odin Teatret/Dinamarca) e o trabalho feito no Brasil por Otávio Delaneza, culmina num ateliê de descobertas e experimentações para conscientes atores bailarinos.
Diretor, ator, bailarino e arte-educador. Especialista em Direção Teatral e Artes da Cena, pós-graduado pelo Teatro Escola Célia Helena e Licenciado em Artes Visuais, com formação no método Dance Of Intentions (Holstebro/Dinamarca) e residências artísticas imersivas com Eugênio Barba. Atua na formação e embasamento de grupos teatrais desde 2004.
É diretor convidado do espetáculo Via Crucis desde 2013. Foi o criador do musical Santa Bárbara 200 anos, reunindo artistas do teatro e da música numa homenagem ao município sede da Cia Arte-Móvel. Como convidado dirigiu os espetáculos “Muito barulho por nada”, da Cia D’Vergente de Teatro e “Abel e Caim”, da cia Karuna. É fundador da Cia Arte-Móvel (2009), onde é diretor de 6, dos 7 espetáculos em repertório da Cia.
Participe da oficina teatral mediada pelos estudantes do curso Técnico em Teatro, um momento pensado para experimentar a cena, explorar a criatividade e compartilhar processos de criação.
A atividade promove aprendizado coletivo, troca de experiências e aproximação com o fazer teatral, valorizando o protagonismo estudantil e o diálogo com o público.
Venha experimentar, criar e viver o teatro de perto!
Vagas limitadas, por ordem de chegada.
O espetáculo teatral “Joana e o pé de batata-doce” é uma reimaginação do clássico “João e o pé de feijão”. Em nossa versão, a protagonista é Joana, uma jovem curiosa e conectada com suas “raízes” familiares. Em vez de plantar feijões mágicos, Joana e seu amigo Tomé plantam uma batata-doce mágica, que, ao crescer para baixo, abre caminho para um mundo subterrâneo repleto de desafios, aventuras e descobertas. Para se livrar das regras subterrâneas de uma Monstrona bastante exigente, Joana precisará comprovar que é amiga da natureza.
Classificação indicativa: livre
Os convites serão distribuídos 1 hora antes do espetáculo no Setor de Atendimento do Senac Rio Preto
Criado em 2023, a partir do encontro de quatro artistas no Curso Técnico em Teatro do Senac, o Coletivo SINA nasce em São José do Rio Preto movido pelo desejo de construção coletiva e investigação cênica. Desde suas primeiras pesquisas, o grupo se dedica a tensionar temas contemporâneos em diálogo com a sociedade e o meio ambiente, buscando uma linguagem que articule presença, território e escuta.
Em seu segundo ano de trajetória, o coletivo foi contemplado pela Lei Aldir Blanc, na categoria “Primeiras Obras”, com pontuação máxima, para a criação do espetáculo Joana e o Pé de Batata-Doce, marco inicial de sua produção artística.
Agora, com sua estreia realizada, o coletivo começa a circular sua peça, passando por algumas cidades e instituições, como: Jales-SP, Sesc Rio Preto e Birigui, Senac São José do Rio Preto. Com isso, fomentando cada vez mais o acesso a obra.”
Ideia original: Nina Galvão
Elenco: Mabel Louíze, Jean Ferrari e João Vitor Boni
Direção e dramaturgia: Homero Kaneko
Operação de Luz: Icaro Negroni
Operação de Som: Nina Galvão
Produção de acessibilidade: Luah Poiani
Figurino: Clara Tremura
Identidade Visual: Luan Diego
Social Media: Giulia Midi
Oficineira: Mariana Gagliardi
Assistente de produção: Lari Luma
Costureiras: Gislaine Ferrari e Izabel Martins de Boni
Fotógrafo: Ricardo Boni
Assessoria de imprensa: João Vitor Boni
Produção Geral: Coletivo SINA
O espetáculo conta a história de três irmãs que vivem as margens do Rio São Francisco. A mais nova das moças, às vésperas de seu noivado, apaixona-se por um estrangeiro e se põe a esperar por seu retorno durante tempo indeterminável. A trama se desenrola em função dessa espera e de um acontecimento fantástico, que contagia a todos e os fazem viver na expectativa de que algo mude em suas vidas.
A atividade é um ensaio aberto da turma 4 do Técnico em Teatro.
A participação não necessita de inscrição e se dará por ordem de chegada.
Resultado do percurso formativo desenvolvido ao longo do curso Técnico em Teatro, o espetáculo reúne pesquisa cênica, construção dramatúrgica e trabalho coletivo dos alunos, consolidando o processo artístico da turma 6 em sua montagem final. O espetáculo divide-se em duas partes:
Na primeira, “O Bem Mais Que Amado”, em uma releitura de “O Bem-amado”, de Dias Gomes, a cidade de Santa Maria de Lagoa Branca, onde de tudo acontece, inaugura um presídio no mandato do prefeito Eudoro Pitangueira, que está sempre acompanhado de sua secretária Dona Jabuticaba. Porém, por ser uma cidade muito pacata, não há crime e nem preso. Esse cenário faz com que a jornalista e a delegada da cidade desconfiem dessa construção, enquanto Demerval e Moleza, trabalhadores da cidade, tentam armar um esquema para que eles sejam os carcereiros da cidade, nem que para isso eles tenham que contratar Bonnie e Clyde da roça.
Na segunda parte, “Cadê o Casamento?”, com a virada do milênio e o surgimento das redes sociais, o mundo ficou menor e as pessoas ficaram mais próximas. É assim que Carlos Eduardo conhece Elisa, que mora do outro lado do país: ele, de Recife e ela, do Rio. A distância é um mero detalhe para o relacionamento dos dois, até que a mãe de Cadu, como Elisa gosta de chamá-lo, falece e ele decide levar a nova mulher de sua vida para Recife. Inspirada na obra “O Casamento Suspeitoso”, de Ariano Suassuna.
Classificação indicativa: 16 anos
Apresentações às 16 horas e 20 horas
Os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do espetáculo no Setor de Atendimento do Senac Rio Preto
Texto: Lilá Isabella
Trilha Sonora: Uriel Lucena
Elenco:
Gabriel Tonon
Hugo Campos
Kariane Dalpian
Lilá Isabella
Love Gama
Matheus Santana
Murillo Salustiano
Sabrina Cherubin
Uriel Lucena
Texto:
Gustavo Bleg
Kon
Yolanda Del Bianco
Elenco:
Mariana Siqueira Duarte
Emanuelle Lima
Gustavo Bleg
Jonaz Moura
Kon
Tay Di Angelo
Yolanda Del Bianco
Direção Geral: Bhá Prince
Assistente de Direção: Carolina Cardinale
Iluminação e Operação de Luz: Bhá Prince
Operação de Som: Carolina Cardinale
Coordenação: Alexandre Melinsky
Apoio Técnico: Marlon Morelli
Criar figurinos para teatro vai muito além de costurar: é um exercício de olhar, invenção e estratégia.
Nesta oficina, a atriz e produtora cultural Lola Gutierrez compartilha técnicas acessíveis e soluções práticas para criar, adaptar e reinventar peças de forma criativa e econômica. A partir de materiais simples e do reaproveitamento inteligente, os participantes exploram possibilidades estéticas que potencializam a cena, valorizando o conceito artístico sem comprometer o orçamento. Ideal para quem deseja transformar limitações em potência criativa.
Participe da oficina teatral mediada pelos estudantes do curso Técnico em Teatro, um momento pensado para experimentar a cena, explorar a criatividade e compartilhar processos de criação.
A atividade promove aprendizado coletivo, troca de experiências e aproximação com o fazer teatral, valorizando o protagonismo estudantil e o diálogo com o público.
Venha experimentar, criar e viver o teatro de perto!
Vagas limitadas, por ordem de chegada.
Atravessando lugares é o espetáculo em forma de intervenção urbana da companhia de circo Mano a Mana. Nele, três companheiros de travessia – Mano, Mana e Mochila – interagem com acrobacias, afeto e brincadeiras. Em seus caminhos, a exploração de técnicas acrobáticas se une à experimentação de espaços inusitados, com investigação de ambientes urbanos, cênicos, sonoros, de moda e artesanais. O trabalho dialoga com crianças, jovens, adultos e idosos. A ideia é atravessar os caminhos do habitual e fazer um convite ao público: permite que este trabalho atravesse também os seus caminhos?
Essa roda de conversa tem como objetivo promover o diálogo e a troca de experiências, compartilhando a trajetória da Companhia Circense Mano a Mana. A atividade contará com a participação de um ex-aluno de Arte Dramática do Senac Santos, que apresentará seu percurso artístico e profissional no circo, buscando inspirar os participantes e estimular reflexões sobre caminhos possíveis nas artes cênicas.
É artista, portô, técnico em Artes Dramáticas (SENAC SANTOS) e Artes Circenses (ENCLO). Praticante da técnica mão a mão há 20 anos, se especializou na Europa e Argentina, idealizador e artista na companhia Mano a Mana, criador do Festival de Mão a Mão. Professor convidado na escola de formação Zip Zap Academy – Cidade do Cabo, África do Sul.
É artista, acrobata, autora, professora e Mestre em Artes da Cena pela UNICAMP. Criadora e coordenadora pedagógica do Espaço Escola Arena de Artes (2014 – 2019), idealizadora e artista na companhia Mano a Mana, criadora do Festival de Mão a Mão. Professora convidada na escola de formação Zip Zap Academy – Cidade do Cabo, África do Sul.
Os habitantes de uma cidade recém surgida em nome da ordem e do progresso têm o sonho da felicidade abortado por uma crise financeira. Para combatê-la, as autoridades constroem o “mais avançado artefato da tecnologia humana”, a “Bolha”, que do céu vigiará tudo e a todos.
A atividade é um ensaio aberto da turma 3 do Técnico em Teatro.
A participação não necessita de inscrição e se dará por ordem de chegada.
A Oficina é um espaço de experimentação e descoberta, voltado para pessoas sem experiência prévia que desejam explorar a arte de atuar de forma leve e divertida. Através de jogos teatrais e improvisações os participantes desenvolvem criatividade, comunicação e autoconfiança. Mais do que atuar, a proposta é se conectar consigo mesmo e com o outro, promovendo bem-estar e desinibição. A oficina será ministrada por alunos do curso Técnico em Teatro, e será aberta para alunos de outros cursos, funcionários e comunidade.
Atriz, pedagoga, contadora de histórias, produtora cultural, arteterapeuta. É docente de teatro no Senac Mogi Guaçu e atua há 16 anos no projeto Histórias de Mala e Cuia, entre outros de arte educação e qualidade de vida.
A Oficina é um espaço de experimentação e descoberta, voltado para pessoas sem experiência prévia que desejam explorar a arte de atuar de forma leve e divertida. Através de jogos teatrais e improvisações os participantes desenvolvem criatividade, comunicação e autoconfiança. Mais do que atuar, a proposta é se conectar consigo mesmo e com o outro, promovendo bem-estar e desinibição. A oficina será ministrada por alunos do curso Técnico em Teatro, e será aberta para alunos de outros cursos, funcionários e comunidade.
Atriz, pedagoga, contadora de histórias, produtora cultural, arteterapeuta. É docente de teatro no Senac Mogi Guaçu e atua há 16 anos no projeto Histórias de Mala e Cuia, entre outros de arte educação e qualidade de vida.
Na oficina, serão apresentados os papéis de portô (responsável por sustentar e equilibrar) e volante (responsável pelas manobras), com suas respectivas funções dentro da metodologia desenvolvida pelo grupo, fundamentada nos elementos da técnica. Serão propostas diferentes “poses” em acrobacias coletivas para que as pessoas possam experimentar essa modalidade circense.
É artista, portô, técnico em Artes Dramáticas (SENAC SANTOS) e Artes Circenses (ENCLO). Praticante da técnica mão a mão há 20 anos, se especializou na Europa e Argentina, idealizador e artista na companhia Mano a Mana, criador do Festival de Mão a Mão. Professor convidado na escola de formação Zip Zap Academy – Cidade do Cabo, África do Sul.
É artista, acrobata, autora, professora e Mestre em Artes da Cena pela UNICAMP. Criadora e coordenadora pedagógica do Espaço Escola Arena de Artes (2014 – 2019), idealizadora e artista na companhia Mano a Mana, criadora do Festival de Mão a Mão. Professora convidada na escola de formação Zip Zap Academy – Cidade do Cabo, África do Sul.
Para essa atividade teremos um espaço prático e lúdico de aprendizado com utilização de jogos, improvisações e exercícios cênicos para desenvolver habilidades como criatividade, expressão corporal, vocal, foco e interação em grupo.
Estudantes do curso Técnico em Teatro do Senac Itapira.
Em uma realidade cada vez mais imediatista as cobranças aumentam e junto delas a pressão mental.
Nessa leitura dramática te convidamos a conhecer os diferentes questionamentos e conflitos que só as convivências humanas podem oferecer apresentadas em uma dramaturgia que mistura o que há de mais catastrófico na sociedade com a incrível capacidade que só a mente humana tem de transformar até as coisas mais absurdas em piada então ria, questione e entre em colapso conosco nessa dramaturgia totalmente original e colaborativa.
Classificação: 16 anos
Os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do espetáculo no Setor de Atendimento do Senac Rio Preto
A Companhia Ralé de teatro foi formada em 2025 por um grupo de jovens atores durante o processo de formação Técnica em Teatro do Senac de São José do Rio Preto.
Fazem parte da trajetória da companhia adaptações de textos de autores consagrados como “A Partilha” de Miguel Falabella e “A Farsa da Boa Preguiça,” de Ariano Suassuna, assim como espetáculos autorais como “Cadê o Casamento” — uma obra inspirada no trabalho de Suassuna — e a o texto original “Colapsos,” uma dramaturgia colaborativa que debate os conflitos internos e interpessoais da juventude moderna.
Ficha técnica:
Dramaturgia: Yolanda Del Bianco
Atores:
Emanuelle Lima
Gustavo Bleg
Jonaz Moura
Kon
Mariana Samorano
Tay Di Angelo
Yolanda Del Bianco
A Oficina é um espaço de experimentação e descoberta, voltado para pessoas sem experiência prévia que desejam explorar a arte de atuar de forma leve e divertida. Através de jogos teatrais e improvisações os participantes desenvolvem criatividade, comunicação e autoconfiança. Mais do que atuar, a proposta é se conectar consigo mesmo e com o outro, promovendo bem-estar e desinibição. A oficina será ministrada por alunos do curso Técnico em Teatro, e será aberta para alunos de outros cursos, funcionários e comunidade.
Neto Villar é ator, diretor teatral, dramaturgo e publicitário. Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, possui especialização nas áreas de criação e marketing, direção cênica e teatro musical. É idealizador e diretor da Cia Teatral Oitonopalco com atuações em toda a região Baixa Mogiana e docente de comunicação e artes no Senac Mogi Guaçu.
A turma 7 do curso Técnico em Teatro do Senac apresenta: “Os Mamutes Morrem Lá Fora”. Uma adaptação do texto “Mamutes” e “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora”, ambos do dramaturgo mais premiado da atualidade, Jô Bilac. A montagem combina elementos de comédia e absurdo para discutir temas como banalização da morte, relações sociais e funcionamento do sistema capitalista.
Classificação indicativa: 16 anos
Os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do espetáculo no Setor de Atendimento do Senac Rio Preto
Alunos da turma 7 do curso Técnico em Teatro do Senac Rio Preto.
Três palhaces, atrapalhadamente, buscam iniciar sua grande e inovadora peça de teatro de rua, porém se deparam com empecilhos que impedem seu tão esperado começo. Com tantos preparativos, es palhaces se confundem sobre o que vão apresentar e tomam uma sequência de medidas desesperadas para não desagradar os seus consagrados espectadores.
De maneira jocosa e baderneira, a Companhia do Bagaço materializa em seu primeiro espetáculo presencial uma dramaturgia cômica cheia de vontades de aproximação com o público.
Ficha Técnica
Atores/Palhaces: Cachú Guilherme Martins, Camilla Puertas e Fernanda Nunes
Direção: Fernanda Jannuzzelli
Preparação Musical: Arturo Cussen
Figurino: Lara Prado
Cenografia e Adereços: Cláudio Saltini
Dramaturgia: Cachú Guilherme Martins
Coordenação de Produção: Companhia do Bagaço
Designer Gráfico: Maurício Oliveira
Fotografia: Dalton Yatabe
Realização: Companhia do Bagaço
A participação não necessita de inscrição e se dará por ordem de chegada.
A palestra com a atriz Adriana Lessa aborda o tema “Como trabalhar a flexibilidade artística nas diversas frentes como teatro, teatro musical, cinema, TV e publicidade”. O encontro propõe uma reflexão sobre a importância da versatilidade na carreira, trazendo insights práticos sobre adaptação entre linguagens, preparação e posicionamento profissional.
Com base em sua trajetória, Adriana compartilha experiências e estratégias para quem deseja atuar em múltiplos formatos com consistência, criatividade e autenticidade.
Atriz, Radialista, Locutora e Apresentadora.
Nascida em São Paulo, Adriana Lessa iniciou carreira em 1985 com Antunes Filho, apresentando‑se no Brasil e em festivais internacionais. Indicada aos prêmios Shell, Bibi Ferreira e FITA, atuou em montagens como A Partilha, Cartola e Os Monólogos da Vagina, além de diversos musicais e produções no exterior.
Na TV, apresentou programas na MTV, Telecurso 2000, TV Bandeirantes e RedeTV, e integrou o projeto A Cor da Cultura. Em dramaturgia, destacou‑se em Terra Nostra, O Clone, Senhora do Destino, Escrava Mãe, Sessão de Terapia, Cidade Proibida, Rota 66, Depois do Universo, Bugados, entre outros.
Atriz, dançarina e professora graduada em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, mestre e doutora em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas. Trabalha há 30 anos junto à companhia teatral Grupo Caldeirão e fundou, em 2007, o Núcleo Prema, companhia de dança. Desde 1999, dedica‑se ao estudo das danças da Índia, atuando como dançarina, coreógrafa e professora. É docente do curso Técnico em Teatro no Senac Lapa Scipião.
A apresentação celebra a força do coletivo por meio da música, reunindo solos e performances coletivas que valorizam a força da voz como forma de expressão, memória e transformação. Sob a condução cuidadosa da docente Mika, o grupo vocal dá vida a um repertório que atravessa diferentes estilos, épocas e culturas, revelando a riqueza sonora que nasce do encontro entre muitas vozes. O recital cênico-musical percorre diferentes momentos da experiência humana por meio de grandes canções da música brasileira. Entre reflexões sobre identidade, críticas sociais, histórias de resistência e celebrações da vida, as músicas são conectadas por uma narrativa teatral que conduz o público por temas como transformação, luta, esperança e liberdade.
Tribobó City, é um clássico de Maria Clara Machado, é uma comédia musical estilo faroeste que retrata uma cidade fictícia com críticas sociais e políticas através de personagens caricatos. E será adaptada pelos estudantes do curso Técnico em Teatro do Senac Itapira, a peça mistura humor, música e dança para abordar corrupção e união.
Estudantes do curso Técnico em Teatro do Senac Itapira.
Acompanhe a apresentação do espetáculo em formato de ensaio aberto, um convite para conhecer de perto o processo criativo, as escolhas de encenação e os caminhos da construção artística.
Após a apresentação, participe de uma conversa com o elenco, um momento de troca, escuta e reflexão sobre a experiência em cena, os desafios do fazer teatral e os sentidos que o espetáculo desperta.
Vagas limitadas, por ordem de chegada.