Mesmo profissionais com carreiras consolidadas precisam se atualizar diante das mudanças do mercado. Neste evento, vamos conversar como a atualização contínua pode impulsionar carreiras em diferentes segmentos. A ação promove a divulgação do ensino superior, com espaços de diálogo, networking e interação com professores.
Público-alvo: Profissionais da área, estudantes de comunicação e marketing e empresários.A oficina propõe uma reflexão sobre o arquivo fotográfico como espaço de memória, seleção e construção de narrativas. A partir das ideias de Ariella Azoulay e de referências artísticas, os participantes serão convidados a questionar e reelaborar narrativas presentes em álbuns de família e imagens de arquivo. Por meio da reorganização e intervenção em fotografias, serão exploradas lacunas, silêncios, ausências e diferentes possibilidades de construção e ressignificação da memória.
Encontro 1: 5/10. das 19h às 22h35
Encontro 2: 6/10, das 19h às 22h35
Fotógrafa, diretora e artista multidisciplinar afro-indígena, nascida e criada na periferia da Zona Sul de São Paulo. Sua prática investiga memória, ancestralidade, afeto, gênero e representações dissidentes por meio da imagem e da educação. Graduanda em Ciências Sociais pela FESPSP e formada em Fotografia Contemporânea pelo Centro de las Artes (Cidade do México), dirige projetos documentais centrados em pertencimento e oralidade. Como educadora, concebeu e ministrou cursos e oficinas em instituições como Instituto Moreira Salles (IMS), Centro Cultural Banco do Brasil(CCBB SP), Sesc São Paulo e Ação Educativa. Suas obras circulam em festivais de cinema, galerias e veículos editoriais como Time, The Washington Post, Vice, ELLE e Marie Claire.
Jéssica Mangaba é fotógrafa e professora de fotografia. Integrou o corpo docente do Senac Lapa Scipião e ao longo dos últimos anos participou de exposições e festivais no Brasil, Bolívia, Alemanha, França e Escócia. Em 2018 teve seu trabalho apresentado no IX Congresso Internacional CSO’2018 – Criadores Sobre outras Obras, pela pesquisadora Sandra Gonçalves na Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa, Portugal. Ao longo dos últimos 13 anos desenvolveu trabalhos para veículos de comunicação e instituições culturais, como Folha de S. Paulo, Editora Abril, Suplemento Pernambuco, Spotify, SP-Arte, Museu do Ipiranga, Itaú Cultural, Instituto Moreira Salles, Sesc São Paulo e outros.
A atividade propõe pensar a fotografia a partir de suas possibilidades de transformação, uso e circulação. A partir da apresentação de trabalhos autorais e de referências de outros artistas, serão discutidas diferentes formas de intervenção na imagem fotográfica. A oficina aborda a utilização de fotografias preexistentes como matéria para a criação de novas narrativas, explorando técnicas manuais como costura, bordado, colagem e sobreposição, além da reprodução por processos fotográficos alternativos. Esses procedimentos são apresentados como formas de modificar, deslocar e produzir outros sentidos para uma imagem. Serão apresentados exemplos de trabalhos que transformam e reorganizam imagens, buscando compreender como uma mesma fotografia pode adquirir outros sentidos a partir de diferentes ações e contextos. A proposta é ampliar a percepção sobre a imagem não como algo definitivo, mas como matéria aberta a novas versões.
Encontro 1: 5/10, das 19h às 22h35
Encontro 2: 6/10, das 19h às 22h35
É fotógrafa, artista visual e artista-educadora. Seu trabalho explora temas como identidade, memória e pertencimento, com ênfase nas experiências de gênero.
Suas pesquisas e projetos frequentemente partem de histórias pessoais e familiares entrelaçadas às vivências femininas. Por meio da apropriação de arquivos, do uso de técnicas manuais — como colagem, costura e bordado livre— e de processos fotográficos alternativos — cianotipia, antotipia e lumen print—, constrói narrativas visuais que transitam entre o íntimo e o coletivo.Também investiga o cotidiano e os ambientes domésticos, valorizando osaspectos ordinários da vida. Desde 2023, dedica-se ao estudo e à pesquisa dafotografia como prática e linguagem artística.É idealizadora e mentora da A Miúda Coisa, grupo de estudos em fotografia para mulheres fotógrafas. Conduz os encontros, realiza curadoria de conteúdos e orienta portfólios e processos criativos. Além disso, participa de cursos e grupos de estudo em fotografia e feminismo, ampliando continuamente suaprática.
Artista independente, fotógrafa, pesquisadora e docente. Bacharel em Fotografia pelo Centro Universitário e mestra em Artes Visuais pela ECA-USP, desenvolve projetos e pesquisas em fotografia que abordam o universo familiar, os laços afetivos entre pessoas e espaços e a busca por uma sociedade igualitária. Seus trabalhos tem circulação nacional e internacional, com participação em festivais e exposições e reconhecimento em importantes premiações da fotografia.
Em 2010 foi contemplada com o 1º lugar no 8º festival internacional da imagem fotográfica em Atibaia. Em 2017 participou da exposição International Discoveries VI – Fotofest em Houston- TX com a série transparências de lar. Esta mesma foi contemplada com o prêmio Nacional de fotografia Pierre Verger 2016/2017 e o Prêmio Nera Di Verzasca, 2018 em Verzasca foto festival, Sonogno, Suiça. Participou de expôsicoea em países como Brasil, Uruguai, EUA, China, França, Espanha, Russia, Italia, India e Holanda.
Uma investigação sobre a família e as narrativas pessoais como territórios de criação a partir da análise do uso da linguagem fotográfica e da construção de narrativas documentais. Por meio da apresentação de referências visuais e de processos autorais, serão abordadas questões como o direito à memória, pertencimento, identidade e representação. Propondo uma reflexão sobre o ato de fotografar o cotidiano e a intimidade, contando histórias que nos constituem.
Encontro 1: 5/10, das 19h às 22h35
Encontro 2: 6/10, das 19h às 22h35
Fotógrafa e artista visual. Por meio de um recorte íntimo e pessoal, seu trabalho se concentra em uma investigação constante sobre os modos como as noções de classe, raça e gênero influenciam a construção de um indivíduo. Recorrendo à fotografia formal e direta, preenchendo o espaço com muita luz, sua produção explora o potencial de construção de narrativas simbólicas. Ao expor imagens de forma individual ou em séries fotográficas, Lima revela linguagens muitas vezes encobertas por opressão e poder. Em 2018, Mariane foi indicada ao Joop Swart Masterclass da Fundação World Press Photo e recebeu menção honrosa no Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake. No mesmo ano, passou a integrar a coleção Joaquim Paiva de fotografia (MAM – RJ). Em 2019, realizou sua primeira exposição individual, “Maria, só Maria”, em Montevidéu, no Uruguai.
O “corpo” do título dessa oficina se refere à matéria física que constitui a imagem fotográfica (seja impressa em papel ou materiais diversos ou simplesmente visualizada pela luz das telas) e de como a fotografia materializa o cruzamento da dimensão temporal com o território em que nasce. A partir da apresentação dos trabalhos do artista gráfico Gilberto Tomé, que se utiliza da imagem fotográfica para consolidar uma visão de desenho e de composição, os participantes serão convidados a apresentarem-se através de uma pequena sequência de fotos, elegendo temas e materialidades, em formatos a serem previamente discutidos.
Encontro 1: 7/10, das 19h às 22h35
Encontro 2: 8/10, das 19h às 22h35
Paulistano, artista gráfico formado pela FAU USP em 1992, atualmente é doutorando em Poéticas Visuais no Depto. de Artes Plásticas (CAP) da ECA USP. Vem trabalhando com artes visuais, dedicando-se particularmente ao desenho e aos diversos sistemas de reprodução de imagens, da xilogravura ao digital. Em seu estúdio Fonte Design, desde 1996, desenvolve projetos gráficos de livros e outras publicações culturais e, em seu ateliê-editora, Gráfica-Fábrica, desde 2007, edita tiragens artesanais de seus próprios livros. Seu instagram é @tome.gilberto.
Professora do Centro Universitário SENAC, em cursos de graduação e pós-graduação. Graduou-se em Comunicação Social na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em 1997. Fez mestrado (2004) e doutorado (2010) em Antropologia Cultural na Universidad Autónoma Metropolitana do México, sob orientação de Néstor Garcia Canclini. Pós-doutora pelo Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (2012). Pesquisadora associada do Comitas Institute for Anthropological Study, em Nova York. Professora do programa de Pós Graduação em Marketing do ISEDE, da Universidade Católica do Uruguay. Co-organizadora do livro Depois Que a Chuva Não Veio: Respostas sociais às secas na Amazônia, no Nordeste e no Sul do Brasil (2010).
Uma mulher, uma família ou uma comunidade indígena podem ser a porta de entrada para compreender questões que atravessam fronteiras. Nesta oficina, o fotojornalista Dan Agostini e a jornalista Marina Dias compartilham suas experiências de reportagem e fotografia e mostram como transformar histórias pessoais em narrativas de impacto. Como encontrar personagens, construir confiança, fazer boas perguntas e revelar o contexto por trás de uma história? A oficina combina apuração, escuta, escrita e fotografia para conectar o particular ao coletivo, sem perder de vista as escolhas éticas na abordagem de pessoas em situações de vulnerabilidade. Um exercício de reportagem para descobrir, em uma história real, as questões que ajudam a explicar o mundo.
Encontro 1: 7/10, das 19h às 22h35
Encontro 2: 8/10, das 19h às 22h35
Repórter do jornal Washington Post no Brasil e apresentadora do videocast Duas e Tanto. Foi correspondente nos EUA pela Folha de S.Paulo e colaborou com as revistas New Yorker e piauí. Em 2020, foi finalista do Prêmio Gabo de Jornalismo por sua cobertura das eleições americanas.