Venha ajudar a construir um futuro no qual todas as vozes são ouvidas e consideradas! Neste evento gratuito, buscamos sensibilizar e promover o diálogo entre diferentes grupos sociais em busca de uma sociedade mais inclusiva, baseada na convivência harmoniosa com a diversidade e no respeito às diferenças.
A exposição “Vozes Femininas: Narrativas que Inspiram” é uma celebração das histórias e experiências de mulheres de diversas origens e contextos. Através de uma exposição de livros que buscam destacar as contribuições das mulheres para a sociedade e inspirar novas gerações.
Apresentar uma exposição dedicada à consciência negra, destacando a riqueza das palavras africanas que fazem parte do nosso cotidiano no Brasil. Através dessa iniciativa, buscamos valorizar e celebrar a herança cultural africana, promovendo reflexões sobre identidade, resistência e pertencimento. A exposição será composta por painéis interativos que apresentarão palavras de origem africana incorporadas à língua portuguesa, suas traduções, significados e contextos culturais.
Idealizador – Bruno Alves- Biblioteca BER
Apresentar uma exposição dedicada à consciência negra, destacando a riqueza das palavras africanas que fazem parte do nosso cotidiano no Brasil. Através dessa iniciativa, buscamos valorizar e celebrar a herança cultural africana, promovendo reflexões sobre identidade, resistência e pertencimento. A exposição será composta por painéis interativos que apresentarão palavras de origem africana incorporadas à língua portuguesa, suas traduções, significados e contextos culturais.
Idealizador – Bruno Alves- Biblioteca BER
Através do vídeo, convidamos cada pessoa a embarcar em uma jornada poderosa pela história da luta do povo negro, desde as inspirações de líderes icônicos como Martin Luther King e Malcolm X, até a resiliência e as vozes de figuras brasileiras fundamentais, como Carolina Maria de Jesus.
Com trechos impactantes e reflexões profundas, este material destaca a continuidade da luta contra a opressão e a busca por igualdade, celebrando a riqueza e a diversidade da cultura afro-brasileira. As mensagens proferidas ecoam a força e a determinação de gerações que se levantaram em busca de justiça.
Idealizador – Bruno Alves- Biblioteca BER
Através do vídeo, convidamos cada pessoa a embarcar em uma jornada poderosa pela história da luta do povo negro, desde as inspirações de líderes icônicos como Martin Luther King e Malcolm X, até a resiliência e as vozes de figuras brasileiras fundamentais, como Carolina Maria de Jesus.
Com trechos impactantes e reflexões profundas, este material destaca a continuidade da luta contra a opressão e a busca por igualdade, celebrando a riqueza e a diversidade da cultura afro-brasileira. As mensagens proferidas ecoam a força e a determinação de gerações que se levantaram em busca de justiça.
Idealizador – Bruno Alves- Biblioteca BER
Uma exposição que atravessa os cinco continentes para celebrar a moda como elo entre culturas e raízes. Fruto do trabalho de estudantes de moda orientados pelos docentes Eduardo Laurindo, Wellington Mendes e Kellen Cristina, e em parceria com as marcas Xodó da Preta e Xeidiarte, a mostra revela a moda como expressão de pertencimento e resistência. Em cada peça, ecoam vozes ancestrais que se conectam por meio de tecidos, cores e traços que carregam as histórias de povos do mundo todo, desafiando fronteiras e reafirmando o poder da moda enquanto manifestação cultural e política.
A oficina “Hortaliças e Poemas de Carolina Maria de Jesus” une o cultivo de hortaliças à obra literária de uma das mais importantes escritoras brasileiras. Inspirada na vida de Carolina, que usou a escrita para denunciar a fome e o racismo, a oficina busca promover conscientização sobre segurança alimentar e sustentabilidade. Além de ensinar técnicas de cultivo, a atividade incentiva reflexões sobre desigualdade social e racismo, mostrando como a agricultura urbana e a literatura podem ser ferramentas de resistência e transformação social.
Faixa etária: acima de 18 anos
Requisitos: Calça comprida, sapato fechado, com solado antiderrapante e camiseta de manga curta ou longa.
Inscrições pelo site em breve!
Funcionária do Senac Santos desde 2016, Juliana Straub Silva é docente da área de Gastronomia e Confeitaria, técnica em Nutrição e Confeitaria pelo Centro Estadual de Educação Paula Souza, graduada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduanda em Gestão em Negócios Gastronômicos pela Hotec. Atua como Consultora Gastronômica em serviços de Alimentos e Bebidas.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
O projeto pretende promover uma reflexão crítica sobre negritude em diferentes unidades do Senac Santos e Bertioga unidades, fomentando debates que explorem vivências e abordagens socioculturais, históricas e políticas por meio de trocas entre os participantes. Além disso, busca incentivar interações a partir das experiências do proponente. Também tem o objetivo de e promover e acolher a diversidade cultural. As oficinas terão um formato circular para estimular a interação visual entre todos os participantes, focando em um ambiente inclusivo. A proposta é estabelecer um diálogo baseado nas vivências dos participantes e do proponente, fortalecendo a importância da cultura, história pessoal e compreensão de si mesmo como ser humano.
Nascido em Petit-Goâve, Haiti, é cantor, compositor, escritor, poeta, tradutor e professor de Francês e Crioulo haitiano. Ele se destacou ao vencer o concurso internacional Mondo Blog, na França, em 2019. Dominique já publicou três livros: Mal et Mot (Haiti), A Musa, o Monstro e o Poeta, e Alvorecer do Exílio (Brasil). Em 2025, lançará seu primeiro álbum e, ainda este ano, publicará seu quarto livro, Paradoxo de 12, um diário sobre o terrível terremoto que abalou o Haiti. É idealizador e cofundador da associação Héritage Conscient/Legado Consciente, que será lançada este ano em parceria com colegas haitianos.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
Pós-graduado em MBA de Marketing Estratégico e formado em Design Gráfico. Docente de Design Gráfico no Senac Santos. Possui perfil analítico, criativo e dinâmico, acumulando mais de uma década de experiência na área de design, com foco em desenvolvimento de marcas e gestão de times multidisciplinares.
A oficina “Hortaliças e Poemas de Carolina Maria de Jesus” une o cultivo de hortaliças à obra literária de uma das mais importantes escritoras brasileiras. Inspirada na vida de Carolina, que usou a escrita para denunciar a fome e o racismo, a oficina busca promover conscientização sobre segurança alimentar e sustentabilidade. Além de ensinar técnicas de cultivo, a atividade incentiva reflexões sobre desigualdade social e racismo, mostrando como a agricultura urbana e a literatura podem ser ferramentas de resistência e transformação social.
Faixa etária: acima de 18 anos
Requisitos: Calça comprida, sapato fechado, com solado antiderrapante e camiseta de manga curta ou longa.
Funcionária do Senac Santos desde 2016, Juliana Straub Silva é docente da área de Gastronomia e Confeitaria, técnica em Nutrição e Confeitaria pelo Centro Estadual de Educação Paula Souza, graduada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduanda em Gestão em Negócios Gastronômicos pela Hotec. Atua como Consultora Gastronômica em serviços de Alimentos e Bebidas.
Pós-graduado em MBA de Marketing Estratégico e formado em Design Gráfico. Docente de Design Gráfico no Senac Santos. Possui perfil analítico, criativo e dinâmico, acumulando mais de uma década de experiência na área de design, com foco em desenvolvimento de marcas e gestão de times multidisciplinares.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
A oficina “Hortaliças e Poemas de Carolina Maria de Jesus” une o cultivo de hortaliças à obra literária de uma das mais importantes escritoras brasileiras. Inspirada na vida de Carolina, que usou a escrita para denunciar a fome e o racismo, a oficina busca promover conscientização sobre segurança alimentar e sustentabilidade. Além de ensinar técnicas de cultivo, a atividade incentiva reflexões sobre desigualdade social e racismo, mostrando como a agricultura urbana e a literatura podem ser ferramentas de resistência e transformação social.
Faixa etária: acima de 18 anos
Requisitos: Calça comprida, sapato fechado, com solado antiderrapante e camiseta de manga curta ou longa.
Funcionária do Senac Santos desde 2016, Juliana Straub Silva é docente da área de Gastronomia e Confeitaria, técnica em Nutrição e Confeitaria pelo Centro Estadual de Educação Paula Souza, graduada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduanda em Gestão em Negócios Gastronômicos pela Hotec. Atua como Consultora Gastronômica em serviços de Alimentos e Bebidas.
Pós-graduado em MBA de Marketing Estratégico e formado em Design Gráfico. Docente de Design Gráfico no Senac Santos. Possui perfil analítico, criativo e dinâmico, acumulando mais de uma década de experiência na área de design, com foco em desenvolvimento de marcas e gestão de times multidisciplinares.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
Nesta exposição fotográfica destacaremos as mulheres de nossa equipe da limpeza. Mulheres, que com dedicação e o valor inestimável, moldam e enriquecem nossos ambientes.
Horário de vistação
De segunda a sexta-feira, das 8 às 21 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas.
A oficina “Hortaliças e Poemas de Carolina Maria de Jesus” une o cultivo de hortaliças à obra literária de uma das mais importantes escritoras brasileiras. Inspirada na vida de Carolina, que usou a escrita para denunciar a fome e o racismo, a oficina busca promover conscientização sobre segurança alimentar e sustentabilidade. Além de ensinar técnicas de cultivo, a atividade incentiva reflexões sobre desigualdade social e racismo, mostrando como a agricultura urbana e a literatura podem ser ferramentas de resistência e transformação social.
Faixa etária: acima de 18 anos
Requisitos: Calça comprida, sapato fechado, com solado antiderrapante e camiseta de manga curta ou longa.
Funcionária do Senac Santos desde 2016, Juliana Straub Silva é docente da área de Gastronomia e Confeitaria, técnica em Nutrição e Confeitaria pelo Centro Estadual de Educação Paula Souza, graduada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduanda em Gestão em Negócios Gastronômicos pela Hotec. Atua como Consultora Gastronômica em serviços de Alimentos e Bebidas.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
Pós-graduado em MBA de Marketing Estratégico e formado em Design Gráfico. Docente de Design Gráfico no Senac Santos. Possui perfil analítico, criativo e dinâmico, acumulando mais de uma década de experiência na área de design, com foco em desenvolvimento de marcas e gestão de times multidisciplinares.
O projeto pretende promover uma reflexão crítica sobre negritude em diferentes unidades do Senac Santos e Bertioga unidades, fomentando debates que explorem vivências e abordagens socioculturais, históricas e políticas por meio de trocas entre os participantes. Além disso, busca incentivar interações a partir das experiências do proponente. Também tem o objetivo de e promover e acolher a diversidade cultural. As oficinas terão um formato circular para estimular a interação visual entre todos os participantes, focando em um ambiente inclusivo. A proposta é estabelecer um diálogo baseado nas vivências dos participantes e do proponente, fortalecendo a importância da cultura, história pessoal e compreensão de si mesmo como ser humano.
Nascido em Petit-Goâve, Haiti, é cantor, compositor, escritor, poeta, tradutor e professor de Francês e Crioulo haitiano. Ele se destacou ao vencer o concurso internacional Mondo Blog, na França, em 2019. Dominique já publicou três livros: Mal et Mot (Haiti), A Musa, o Monstro e o Poeta, e Alvorecer do Exílio (Brasil). Em 2025, lançará seu primeiro álbum e, ainda este ano, publicará seu quarto livro, Paradoxo de 12, um diário sobre o terrível terremoto que abalou o Haiti. É idealizador e cofundador da associação Héritage Conscient/Legado Consciente, que será lançada este ano em parceria com colegas haitianos.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
Pós-graduado em MBA de Marketing Estratégico e formado em Design Gráfico. Docente de Design Gráfico no Senac Santos. Possui perfil analítico, criativo e dinâmico, acumulando mais de uma década de experiência na área de design, com foco em desenvolvimento de marcas e gestão de times multidisciplinares.
Exposição informativa na biblioteca com dados, informações, depoimentos e curiosidades sobre os direitos e condições dos refugiados no Brasil.
Também haverá exposição de livros, indicações de fontes de informação e produções audiovisuais sobre o tema.
Espaço colaborativo que incentiva o compartilhamento de experiências de manipulação e silenciamento feminino, com termos como Gaslighting, Mansplaining, Manterrupting e Bropriating ligados à vivências reais. A iniciativa inclui um painel ilustrado “Voz Delas”, abordando a conquista de direitos femininos e exibindo capas de livros sobre feminismo e empoderamento. A curadoria é feita pelo TJMG e pelo acervo da biblioteca.
A exposição Calce os meus sapatos! é uma intervenção imersiva que convida os participantes a experimentarem e refletirem sobre as experiências e desafios enfrentados por mulheres em suas vidas diárias. Embora o título faça referência a sapatos, a verdadeira essência da atividade é promover empatia e compreensão através da vivência de diferentes perspectivas humanas.
Horário de visitação
De segunda a sexta-feira, das 8 às 21 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas.
A intervenção imersiva “Deixem-nos em paz!” oferece uma análise profunda de comportamentos como gaslighting, mansplaining, manterrupting, bropriating e manspreading. Esta ação colaborativa visa explorar e conscientizar sobre comportamentos prejudiciais que perpetuam a desigualdade de gênero e afetam a dinâmica social. Através de uma abordagem analítico-comportamental, os participantes serão convidados a refletir sobre o impacto desses comportamentos e a desenvolver estratégias para enfrentá-los.
Horário de visitação
De segunda a sexta-feira, das 8 às 21 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas.
Meninas, mulheres e deslocamento forçado. Nessa exposição, trazemos as principais emergências respondidas em 2024 pelo ACNUR Brasil – Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Todas as mulheres retratadas foram forçadas a se deslocar. Os motivos são diversos, mas todas buscam uma vida com mais dignidade e esperança.
A exposição será interativa e contará com QR Codes espalhados pelo espaço, conduzindo as pessoas às matérias que explicam o que é um campo de refugiados, as condições precárias e as carências dos refugiados, oferecendo uma imersão no cotidiano dessas pessoas que enfrentam condições extremas.
Local: Hall – 1º andar.
Um diálogo sensível sobre o direito humano à mobilidade, desconstruindo a ideia de fronteiras como barreiras naturais e revelando-as como construções que limitam vidas e sonhos. Conduzida por Elvis Campelo e Hortense Miwanza, a atividade explora as experiências de migração, os desafios e as potências de quem atravessa territórios em busca de dignidade e pertencimento. A apresentação musical de Oula Alsaghir e Raouf Jemni reforça a universalidade da expressão cultural como resistência e memória, unindo sons e histórias que rompem as barreiras impostas e ecoam o desejo por liberdade e justiça.
Exposição através de cartazes que exploram o mundo do feminino e seus desafios, tais como gaslighting, mansplaining, bropriating, manspreading, manterrupting.
Exposição de títulos literários acerca dos obstáculos encontrados pelas mulheres em um mundo sexista.
Exposição fotográfica 256 caminhos – A exposição é resultado de um processo de construção coletiva a partir das obras dos fotógrafos Anubis, Elaine Xavier, Rafa Félix e Tiago A. Santana. Esses artistas compartilham como ponto de intersecção suas identidades forjadas no território e na ancestralidade.
Local: Hall – Bloco A
Exposição de livros disponíveis no acervo local a respeito dos temas Refugiados e Feminino, com o intuito de despertar o interesse da comunidade local a ampliar o conhecimento.
Exposição produzida por estudantes do Programa Senac de Aprendizagem sobre a História do Feminismo no Brasil.
De 25 a 29 de novembro, o Senac Itaquera realizará a exposição “Conexões Culturais: A Arte de Lavi Kasongo”, apresentando as obras do artista refugiado da República Democrática do Congo, Lavi Kasongo. Durante esse período, os quadros pintados pelo artista estarão espalhados pelos espaços da nossa unidade, proporcionando uma imersão cultural única. Esta exposição é uma oportunidade imperdível para conhecer e apreciar a arte de Lavi Kasongo, que reflete suas experiências e perspectivas. Convidamos todos a prestigiar e celebrar a diversidade cultural através da arte. Não perca!
Lavi Kasongo, natural da República Democrática do Congo, estudou na Académie de Beux-Arts de Kinshasa. Vive no Brasil desde 2015 e participou de exposições na Maison de France, galeria Olido, Pinacoteca de São Paulo e Inn Gallery. Sua arte, inspirada na África e nas ruas de Kinshasa, inclui paisagens, retratos e telas abstratas. Atualmente, estuda em São Paulo e explora uma nova fase de arte abstrata nas ruas, promovendo a troca cultural entre África e Brasil.
Exposição produzida por estudantes do Programa Senac de Aprendizagem sobre a História dos Refugiados no Brasil.
Esta exposição interativa apresenta um mapa-múndi com QR codes, marcando regiões onde há refúgios e pessoas refugiadas. Cada código direciona o visitante a vídeos produzidos por estudantes do ensino médio técnico do Senac Ribeirão Preto, que elaboraram narrativas fundamentadas em saberes técnicos, mas que dialogam com as linguagens juvenis. Para isso, os estudantes exploraram temas como conflitos armados, crise climática e outras razões pelas quais as pessoas realizam migrações compulsórias. Assim, a exposição visa sensibilizar o público a respeito da complexidade do tema, bem como despertar empatia, promovendo a perspectiva de sustentabilidade e domínio técnico-científico. A experiência transforma os estudantes em agentes de conscientização social e oferece ao público uma oportunidade de mergulhar nas realidades e histórias por trás das migrações forçadas.
De 25 a 27/11, no Hall de Entrada, durante o horário de funcionamento da unidade. Exibe retratos que revelam histórias e identidades.
Uma conversa para compartilhar histórias e trajetórias no Brasil, conhecer os principais desafios enfrentados, analisar as políticas públicas brasileiras em relação aos refugiados e qual o papel das ONGs e da sociedade civil no apoio a essas pessoas. E finalmente refletir sobre como a comunidade pode se mobilizar e apoiar.
Nigeriana e ex-aluna do Senac, atualmente trabalha como profissional da beleza feminina.
Comunicóloga de formação e Educadora de coração, bacharel em Relações Públicas e pós-graduada em Gestão de Negócios, Tecnologias na Aprendizagem e Direitos Internacionais, atua na educação há 13 anos, com experiência nas modalidades do ensino médio, nivel técnico e superior.
Nesta palestra, discutiremos a importância do acolhimento e da integração de pessoas refugiadas no Brasil, destacando como esses processos são fundamentais para transformar vidas e fortalecer a sociedade. Através do trabalho do Instituto Adus, conheceremos as melhores práticas e iniciativas que promovem a autonomia e a dignidade das pessoas refugiadas.
Os participantes serão convidados a refletir sobre o papel de cada um na construção de um ambiente mais acolhedor e solidário. Ao final, esperamos fomentar um debate produtivo sobre como todos podem contribuir para um Brasil mais justo e inclusivo.
Graduado em Relações Internacionais, mestre em Ciências Sociais e doutor em Saúde Coletiva, sempre pesquisando as problemáticas de refugiados oriundos de Angola e da República Democrática do Congo. Também é formado em Mediação de Conflitos Extrajudicial e Judicial, e Facilitador de Processos Circulares em Justiça Restaurativa. Atuou como professor de sociologia, empreendedorismo social e relações internacionais em escolas particulares durante 8 anos. É um dos fundadores do Instituto Adus, associação que apoia refugiados e solicitantes de refúgio em seu processo de integração local.
Local: Prédio Acadêmico 2 – ALA I
Abertura
Para abrir a semana da Jornada Senac de Inclusão e Diversidade e exaltar a força feminina em nossa música, a DJ Sol preparou um set especial com músicas compostas e interpretadas exclusivamente por mulheres!
Serão duas apresentações:
Manhã 9h30 as 10h30
Tarde 15h30 as 16h00
Local: Bloco 6
Roda de diálogo que pretende promover a reflexão sobre os atravessamentos que o corpo da mulher negra enfrenta no contexto social brasileiro, no qual enfrenta-se opressões de gênero, raça e classe. Essa conversa abordará conceitos como interseccionalidade e lugar de fala, a partir de histórias de mulheres negras como Tereza de Benguela e Carolina Maria de Jesus, silenciadas e invisibilizadas, mas que ao ser contadas, se entrelaçam e resgatam também as nossas próprias histórias.
Mestre em História Social pela Universidade Federal de São Paulo com pesquisas envolvendo questão indígena e território. Especialista em Neurociência na Educação e atualmente cursando Psicologia Escolar. Atuou na educação básica na rede pública e particular e projetos sociais com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. No Senac São Paulo a 9 anos atuou na coordenação do programa Aprendizagem Senac e coordenação educacional em Projetos de inovação na educação, articulação e mediação de formações de professores em metodologias ativas, mediação na aprendizagem, educação antirracista, diversidade e inclusão.
Entre Olhares é uma instalação única onde o público terá a oportunidade de ver o mundo através dos olhos de atores e atrizes do curso técnico de teatro, vivenciando histórias reais de pessoas refugiadas. Nos conectando com diversos mundos e histórias, tudo através de um simples olhar. O público ficará frente a frente com cada ator e, através de fones de ouvido, ouvirá a história que aqueles olhos testemunharam.
As intervenções acontecerão no dia 25/11/24 nos seguintes horários: 10:00 às 10:30, 15:30 às 16:00 e das 19:30 às 20:00
Inscrições podem ser feitas pelo e-mail: mogiguacu.biblioteca@sp.senac.br
A cantora Jaqueline Cardoso fará uma homenagem às vozes femininas que marcaram a cultura brasileira. Vozes como: Marisa Monte, Elis Regina, Rita Lee. Clara Nunes, Beth Carvalho e Ana Vitória serão cantadas.
As apresentações acontecerão nos seguintes horários:
10h às 10h30/ 15h às 15h30/ 21h às 21h30
Cantora e multi-instrumentista especializada em Música Brasileira e Afromusic. Encanta o público com performances cheias de emoção e autenticidade, refletindo sua profunda conexão com a música e a cultura.
Local: Biblioteca do Centro Universitário Senac – Santo Amaro
Atividade será realizada na biblioteca
Por meio de vídeos de humor, fotos vibrantes e boomerangs envolventes, Mariam transmite uma mensagem clara de empoderamento e autenticidade. Além de abordar questões relacionadas à sua fé, ela também discute temas importantes como migração, imigração e refúgio, conectando essas experiências às vivências de sua própria vida.
Venha participar desse bate-papo inspirador e descubra como Mariam transforma desafios em oportunidades de diálogo e compreensão.
Para o bate-papo teremos Intérprete de Libras.
Vagas: – 30 vagas – por ordem de chegada.
Local: Auditório, Térreo.
Maior influenciadora muçulmana brasileira, mãe do pequeno Abudi, nutricionista de formação e empresária. No Instagram, Mariam Chami aborda seu cotidiano mostrando assuntos sobre beleza, casa, relacionamento, moda e família. Além de falar sobre a religião, o Islam, desmistificando com bom humor, leveza e didática.
Professora de História na área de Ciências Humanas no curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio do Senac São Miguel Paulista. Gosta de estudar sobre o “oriente médio”, especialmente sobre a Palestina, apesar de ser uma iniciante. Também interessa-se pelos estudos do Tempo, de Educação e das Artes Visuais contemporâneas. Fez graduação e mestrado em História e agora estuda Pedagogia.
Dia 25 de novembro de 2024, no Jardim da Unidade, das 10h às 11h e das 15h30 às 16h30.
Momento de descontração e cultura, com apresentação que estimulam a integração e a criatividade.
Local: Vão de Exposição do Acadêmico 2
A palestra tem como objetivo orientar os estudantes sobre o Letramento Racial para que seja possível pensar práticas antirracistas. O Letramento Racial tem como proposta conscientizar sobre as relações raciais na sociedade, combater o racismo e promover a equidade racial.
Local: Prédio do Acadêmico 1 – Sala A125
A Oficina de Costura Ancestral dos Povos Andinos será um encontro com o coletivo Cholitas da Babilônia e a cada encontro o público será convidado a tecer coletivamente uma grande bandeira Wiphala. Tecendo através da costura resgatamos as memórias das práticas ancestrais dos povos Andinos e a reafirmação das nossas raízes, cultura e resistências. Esse é um convite para cada pessoa presente, preservar os ensinamentos ancestrais, buscar o equilíbrio da Pacha (Terra), a reivindicação da nossa existência como indígenas Aymaras-Quechuas e o retorno da cosmovisão andina enquanto ordem da nossa mãe terra, Pachamama.
A oficina será também um momento de acolhimento, no qual compartilharemos informações, dúvidas e conversas com a comunidade boliviana no Brasil.
Local: Acadêmico 2 – Sala I342
Nesta roda de conversa, os palestrantes, de forma descontraída, abordarão a temática do empoderamento da pessoa com deficiência.
Eles discutirão os desafios e obstáculos enfrentados no dia a dia e compartilharão suas vivências cotidianas, com o objetivo de abordar os desafios para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade.
Bacharel em Direito e MBA em gestão empresarial, é docente de cursos na área de Tecnologias e Desenvolvimento Social no Senac Tatuapé, vice-presidente na ADEVIBEL (Associação dos Deficientes Visuais de Belo Horizonte), vice-presidente e instrutor de curso de Braille no CAIDI (Centro de Integração das Pessoas com deficiência de Itajubá), fundador da Frente Sulmineira de Inclusão das Pessoas com Deficiência. Fundador e presidente da ADEVALE (Associação das pessoas com Deficiência do Vale da Eletrônica).
É educador físico e técnico em Administração com uma carreira esportiva de destaque, sendo tetracampeão mundial e dono de 9 medalhas paraolímpicas. Participou das competições paraolímpicas em Atenas, Pequim, Londres e Rio de Janeiro.
Além de sua trajetória esportiva, ele é pai de duas filhas e tem uma paixão por cantar. Atualmente, está cursando o técnico em Massoterapia no Senac Limeira.
Roda de diálogo que pretende promover a reflexão sobre os atravessamentos que o corpo da mulher negra enfrenta no contexto social brasileiro, no qual enfrenta-se opressões de gênero, raça e classe. Essa conversa abordará conceitos como interseccionalidade e lugar de fala, a partir de histórias de mulheres negras como Tereza de Benguela e Carolina Maria de Jesus, silenciadas e invisibilizadas, mas que ao ser contadas, se entrelaçam e resgatam também as nossas próprias histórias.
Mestre em História Social pela Universidade Federal de São Paulo com pesquisas envolvendo questão indígena e território. Especialista em Neurociência na Educação e atualmente cursando Psicologia Escolar. Atuou na educação básica na rede pública e particular e projetos sociais com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. No Senac São Paulo a 9 anos atuou na coordenação do programa Aprendizagem Senac e coordenação educacional em Projetos de inovação na educação, articulação e mediação de formações de professores em metodologias ativas, mediação na aprendizagem, educação antirracista, diversidade e inclusão.
Neste evento, convidamos você a refletir e dialogar sobre os principais desafios enfrentados por refugiados e as perspectivas de acolhimento e integração. A roda de conversa proporcionará um espaço de troca de experiências, esclarecimentos e debates sobre as questões mais urgentes relacionadas à crise dos refugiados, como os direitos humanos, políticas públicas, acesso a serviços essenciais e as barreiras sociais e culturais.
Homem trans de 26 anos, refugiado da Tunísia, que vive em São Paulo desde outubro de 2021. Aluno do curso de Criação de Jogos Digitais no Senac Lapa Tito, ele também integra a REDE MILBI+, destacando-se em iniciativas voltadas para inclusão e diversidade.
Formado em Hotelaria, Pós-graduado em Docência em Gastronomia e Pós-graduando em História e Cultura da Gastronomia, além de uma extensão universitária em Jornalismo Gastronômico.
Na área das artes, é arte educador, contador de histórias, cronista e palhaço!
Seu projeto social “O Mundo cabe numa Lajinha”, que recebia refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade para cozinhar e gerar renda, foi escolhido entre um dos 4 projetos de gastronomia social mais relevantes do Brasil, e retratado em uma série de vídeos pela empresa multinacional Sazon.
Psicóloga, pós-graduada em Gestão de Negócios e Mestranda do Programa de Mudança Social e Participação Política da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.
É responsável pelo Programa de Inclusão e Diversidade do Senac São Paulo, iniciativa premiada pelo Governo do Estado de São Paulo e reconhecida internacionalmente.
Atua há mais de 15 anos na área de educação, coordenando equipes multidisciplinares e desenvolvendo ações formativas para as equipes do Senac São Paulo, além de liderar dois Programas de Formação de Novos Líderes para funções técnicas e administrativas.
Hortense Mbuyi, imigrante congolesa que reside no Brasil há quase 10 anos. Nascida na República Democrática do Congo, país que deixou após sofrer perseguição política, ela é formada em direito Econômico e Social, advogada, intelectual e militante. Foi leita membro titular do Conselho Municipal de Imigrantes (CMI) da cidade de São Paulo.
Nesta roda de conversa, os palestrantes, de forma descontraída, abordarão a temática do empoderamento da pessoa com deficiência.
Eles discutirão os desafios e obstáculos enfrentados no dia a dia e compartilharão suas vivências cotidianas, com o objetivo de abordar os desafios para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade.
Bacharel em Direito e MBA em gestão empresarial, é docente de cursos na área de Tecnologias e Desenvolvimento Social no Senac Tatuapé, vice-presidente na ADEVIBEL (Associação dos Deficientes Visuais de Belo Horizonte), vice-presidente e instrutor de curso de Braille no CAIDI (Centro de Integração das Pessoas com deficiência de Itajubá), fundador da Frente Sulmineira de Inclusão das Pessoas com Deficiência. Fundador e presidente da ADEVALE (Associação das pessoas com Deficiência do Vale da Eletrônica).
É educador físico e técnico em Administração com uma carreira esportiva de destaque, sendo tetracampeão mundial e dono de 9 medalhas paraolímpicas. Participou das competições paraolímpicas em Atenas, Pequim, Londres e Rio de Janeiro.
Além de sua trajetória esportiva, ele é pai de duas filhas e tem uma paixão por cantar. Atualmente, está cursando o técnico em Massoterapia no Senac Limeira.
Encontro com Rahima Khalil e Juliana Tubini abordarão abordarão Direitos Humanos, integração e inclusão social de pessoas em situação de refúgio.
Rahima Khalil é afegã e há um ano solicitou asilo ao Brasil. Ainda muito jovem, mudou-se para a Índia para cursar Psicologia, em uma tentativa de fugir do regime repressivo do talibã e como forma de auxiliar outras mulheres e meninas que passaram por experiências similares. Ela espera conseguir retomar os estudos e construir uma vida mais digna no Brasil, onde se sente mais segura e respeitada.
Juliana Tubini é formada em Relações Internacionais pela PUC-SP e é mestre em Administração Pública e Governo pela FGV-SP. Trabalha com direitos humanos, migrantes e refugiados há dez anos e atualmente é Assistente de Campo na Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
Necessário enviar e-mail registrando interesse em participar com nome completo, telefone celular, e-mail e CPF: jbq@sp.senac.br
No dia da atividade será necessário apresentar documento de identificação.
Juliana Tubini é formada em Relações Internacionais pela PUC-SP e é mestre em Administração Pública e Governo pela FGV SP. Trabalha com direitos humanos, migrantes e refugiados há dez anos e atualmente é Assistente de Campo na Agência da
ONU para Refugiados ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.
Rahima Khalil é afegã e há um ano solicitou asilo ao Brasil. Ainda muito jovem, mudou-se para a Índia para cursar Psicologia, em uma tentativa de fugir do regime repressivo do talibã e como forma de auxiliar outras mulheres e meninas que passaram por experiências similares. Ela espera conseguir retomar os estudos e construir uma vida mais digna no Brasil, onde se sente mais segura e respeitada.
Acompanhe a turma 104 da Aprendizagem, trazendo de forma descontraída, a forma como as emoções afetam o nosso dia a dia.
Graduada em Psicologia – Promoção e Prevenção da Saúde pelo Centro Universitário Nove de Julho, com Especialização (lato sensu) em Psicologia Organizacional pela Universidade Paulista. Integrante no Congresso UFSCAR – Jornada de Análise do Comportamento – certificada pela Universidade Federal de São Carlos. Certificação PHP – Recursos Humanos, Treinamento & Desenvolvimento e Relações Sindicais pela Integração Escola de Negócios.
Docentes dos cursos de Segurança do Trabalho abordam os desafios e perspectivas de mulheres na área.
Teremos uma apresentação incrível de capoeira com os talentosos assistidos do Recanto da Tia Marlene. A capoeira é uma expressão cultural brasileira que mistura arte marcial, dança, música e acrobacias. Originada pelos escravos africanos no Brasil, ela é um símbolo de resistência e liberdade. Vai ser uma experiência única, cheia de energia, cultura e muita emoção. 💪🏽✨
Queremos que todos se sintam parte dessa jornada transformadora, onde cada movimento e cada ritmo contam uma história de superação e união. Vamos juntos celebrar a diversidade e a inclusão de uma forma divertida e inspiradora!
Atividade será realizada na biblioteca
A palestra abordará os desafios e as experiências vividas por mulheres imigrantes e refugiadas no país. O evento discutirá o papel dessas mulheres no ativismo social, suas lutas por direitos e inclusão, e o impacto da diversidade cultural na sociedade brasileira. Será uma oportunidade para refletir sobre a importância da solidariedade e políticas públicas para fortalecer a integração e proteção desses grupos.
Serão três momento da palestra conforme a agenda abaixo. O evento será realizado no Auditório do Senac Tiradentes e a participação é por ordem de chegada.
25 de novembro: 16h às 17h30 e 19h30 às 21h
26 de novembro: 10h às 11h30
Mulher imigrante Peruana, cisgênero, indígena quéchua, radica dez anos no Brasil. Psicóloga com Mestrado em Psicologia Social, especialista em Terapias corporais e artísticas baseadas na Psicologia analítica. No Peru trabalhou como diretora de projetos sociais, professora universitária, psicóloga de centros educacionais e na consulta privada, no Brasil trabalha como psicoterapeuta e pesquisadora, faz oficinas sobre racismo, discriminação, refúgio e migrações, cultura e cosmovisão andina para Instituições educativas e culturais.
Com vasta experiência como enfermeira e docente, atuando há 14 anos no Senac São Paulo e na Faculdade e Escola Técnica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, sou Mestre em Ensino em Ciências da Saúde e Especialista em Educação em Saúde pela UNIFESP. Além disso, tenho contribuído para a área acadêmica como autora do livro “Esterilização e Medidas de Biossegurança” pela Editora Senac – SP.
O filme traz a história de Luísa, uma jovem de 16 anos, que ao descobrir que está grávida e enfrentar o abandono do namorado, encontra forças no amor de seus pais, na poesia e sua ancestralidade. Idealização e direção: Cris Vale.
Participe da palestra especial sobre a Cartilha “Será que é amor?”, uma ferramenta essencial para entender e combater as diversas formas de violência contra as mulheres, feita em parceria com a filosofa feminista Djamila Ribeiro. Vamos discutir os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha e os serviços especializados disponíveis para proteção e apoio. A violência contra as mulheres é um problema global e, no Brasil, os números são alarmantes. Venha se informar e fazer parte da mudança!
Junte-se a nós para aprender sobre as ações de prevenção e como podemos desconstruir a cultura machista através de atividades educativas e culturais. O Espaço Feminismos Plurais está comprometido em combater a discriminação e a violência contra as mulheres, e sua participação é fundamental para promover uma sociedade mais justa e igualitária. Não perca essa oportunidade de se engajar e contribuir para a proteção e promoção dos direitos das mulheres. Esperamos por você!
Mestra em Política Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e graduada em Serviço Social pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Atua como membro da Comissão de Representantes das Redes de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres em São Paulo e do Levante Feminista contra o Feminicídio. Foi eleita para o Conselho Municipal de Política para Mulheres (2024-2026).
Integra o Núcleo de Pesquisa sobre Direitos Humanos, Sociais e Cidadania (NUDHESC/UFF), onde participa de cursos de extensão e produção científica sobre Política Social, Direitos Humanos, Interseccionalidade, relações raciais e de gênero, e enfrentamento à violência de gênero. Tem mais de 15 anos de experiência em organizações sociais, com 8 anos na gestão de serviços e projetos para acolhimento de mulheres em situação de violência. Desenvolve formações, capacitações e palestras sobre o tema e elaborou a cartilha “Será que é amor? Enfrentamento à Violência contra as mulheres” em 2024.
Nesta roda de conversa, os palestrantes, de forma descontraída, abordarão a temática do empoderamento da pessoa com deficiência.
Eles discutirão os desafios e obstáculos enfrentados no dia a dia e compartilharão suas vivências cotidianas, com o objetivo de abordar os desafios para a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade.
Bacharel em Direito e MBA em gestão empresarial, é docente de cursos na área de Tecnologias e Desenvolvimento Social no Senac Tatuapé, vice-presidente na ADEVIBEL (Associação dos Deficientes Visuais de Belo Horizonte), vice-presidente e instrutor de curso de Braille no CAIDI (Centro de Integração das Pessoas com deficiência de Itajubá), fundador da Frente Sulmineira de Inclusão das Pessoas com Deficiência. Fundador e presidente da ADEVALE (Associação das pessoas com Deficiência do Vale da Eletrônica).
É educador físico e técnico em Administração com uma carreira esportiva de destaque, sendo tetracampeão mundial e dono de 9 medalhas paraolímpicas. Participou das competições paraolímpicas em Atenas, Pequim, Londres e Rio de Janeiro.
Além de sua trajetória esportiva, ele é pai de duas filhas e tem uma paixão por cantar. Atualmente, está cursando o técnico em Massoterapia no Senac Limeira.
Um bate-papo sobre Construções Imagéticas Dissidentes.
– com Neon Cunha (@neoncunha).
Teremos uma Roda de Conversa sobre os desafios e expectativas da maternidade atípica no contexto da inclusão com Ana Picolini e Fernanda Blanco.
Este será um espaço para compartilhar experiências, discutir dificuldades e explorar as expectativas das mães que enfrentam a maternidade de forma única e especial. 💬✨
A maternidade atípica traz consigo uma série de desafios que muitas vezes não são discutidos abertamente. Esta roda de conversa visa criar um ambiente acolhedor e seguro para que essas mães possam se expressar, trocar vivências e encontrar apoio mútuo. Vamos juntos entender melhor as necessidades e as lutas diárias dessas mães, promovendo a inclusão e o respeito.
Ana Picolini é a idealizadora do GETEA (Grupo de Estudos sobre Autismo). Ela se dedica ao estudo sobre Educação Inclusiva, é uma palestrante ativa e também é mãe atípica, trazendo uma perspectiva pessoal e profissional única para suas apresentações. Instagram: @geteaeducacao
O filme traz a história de Luísa, uma jovem de 16 anos, que ao descobrir que está grávida e enfrentar o abandono do namorado, encontra forças no amor de seus pais, na poesia e sua ancestralidade. Idealização e direção: Cris Vale.
Exposição em formato de trilha olímpica contando a história dos enfretamentos femininos no esporte e trazendo questões como desigualdades salariais, reconhecimento esportivo e assédios. Além de novas perspectivas para jovens atletas sonhadoras.
A atividade proposta visa promover um debate saudável sobre a perspectiva dos refugiados, utilizando o jogo Path Out! como ferramenta. Desenvolvido por Abdullah Karam, que vivenciou a fuga da Guerra Civil de 2014, o jogo recria sua jornada de refúgio. A proposta é jogar a versão educacional do jogo, que estará disponível em formato online, e após a experiência, realizar um debate sobre como os jogos podem impactar a forma de apresentar narrativas de refugiados, estimulando a empatia e a reflexão sobre esse tema.
Graduado em Jogos Digitais pela FATEC de Carapicuíba e pós-graduado em Animação e Modelagem 3D. Atualmente, integro o corpo docente do Senac Lapa Tito e da Etec, ministrando disciplinas nas áreas de Jogos Digitais e Computação Gráfica. Meu trabalho é voltado principalmente para o uso de softwares 3D, como Blender e Maya, além do desenvolvimento de jogos na plataforma Unity.
Através de uma roda de conversa + oficina realizaremos um momento para discutirmos os mitos que envolvem a existência de um corpo gordo, além de reflexões sobre a importância do combate ao padrão de beleza em nossa sociedade.
Graduação – bacharelado: Nutrição (Universidade de Taubaté – UNITAU), Graduação – licenciatura: Pedagogia (Anhanguera Educacional Uniderp), Pós-Graduação latu sensu – especialização em Docência do Ensino Superior (UNISAL), Pós-Graduação latu sensu – Nutrição Funcional (Universidade Cruzeiro do Sul) e MBA em Gestão de Pessoas (USP/ESALQ). Docente dos cursos de Gastronomia/Nutrição e Aprendizagem, Coordenadora de Curso, Supervisora de Estágio, Docente em Curso Técnico Municipal, Coordenadora de Projeto de Educação e Supervisora e Coordenadora Responsável Técnica (RT).
Técnico em Nutrição e Dietética – Etec Getúlio Vargas, Bacharel em Nutrição – Centro Universitário São Camilo (2014), Capacitação em Transtornos Alimentares pelo PROATA/UNIFESP (2020) e Mestre em Ciências – Programa de Educação e Saúde na Infância e Adolescência – UNIFESP (2022). Nutricionista Clínico Hospitalar, Controle de Qualidade de Alimentos, Atendimento ambulatorial de pacientes com Transtornos Alimentares, Docência no Ensino Técnico em Nutrição e Gastronomia e Coordenação de curso Técnico em Nutrição.
Cientista Social e professora de Sociologia de formação, especialista em Políticas Públicas e Mestra em Educação, focando seus trabalhos no Programa de Aprendizagem e nos conceitos de Gordofobia e Capacitismo. Atualmente Coordenadora de Negócios Educacionais no Senac Taboão da Serra e Representante do Comitê de Inclusão e Diversidade na unidade.
Mulheres inspiradoras da nossa Comunidade Escolar se reunem para compartilhar suas experiências e desafios como membros de famílias atípicas, com o intuito de conscientizar e refinar o olhar dos participantes com relação ao convívio com a diversidade.
Bacharel e Licenciada em Educação Física, Mestra e Doutora em Educação Especial pela UFSCar. Pós-Doutora em Educação.
Atualmente é Técnica de Desenvolvimento Profissional no Senac Sorocaba
Pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas – Senac São Paulo, Agente Técnico Administrativo – Setor Atendimento do Senac Sorocaba.
Formada em Comunicação Social e pós-graduada em Gestão Empresarial.
Atua no Senac Sorocaba desde 2010, inicialmente no setor de Atendimento ao Cliente e no momento como apoio às áreas de Idiomas, Turismo e Hospitalidade.
Representante de Inclusão e Diversidade. Tem Atrofia Muscular tipo 2 e compartilha seus desafios como PCD atuando como palestrante em empresas e universidades.
Graduada em Estética e Cosmética, pós-graduada em Saúde Estética Interdisciplinar, Especialista em Maquiagem e Micropigmentação e docente das áreas de Bem Estar (Estética) e Beleza (Maquiagem) do Senac Sorocaba. Ama falar sobre beleza, autoestima e uma eterna defensora da inclusão.
Complementando a nossa Jornada Senac de Inclusão e Diversidade, Empreendedorismo e Inovação e dada a importância do CRCM e o trabalho realizado em Itaquera, no dia 26/11, às 10h e às 14h, teremos uma palestra com Sandra Kocura, Coordenadora do CRCM – Casa da Mulher – Centro de Referência e Cidadania Itaquera.
A palestra abordará temas como violência doméstica, diferenças entre importunação e assédio, e a lei da importunação. Os Centros de Cidadania da Mulher são espaços de qualificação e cidadania ativa, defesa de direitos sociais, econômicos e culturais, onde as mulheres podem propor e participar de ações e projetos que promovam a igualdade e potencializem os serviços públicos para atender às suas necessidades e de sua comunidade.
Não perca!
Roda de Conversa sobre os vieses inconscientes que podem influenciar o processo seletivo em programas de vagas afirmativas.
Vamos discutir o tema Refugiados e entender mais sobre as realidades, desafios e direitos de quem busca recomeçar em um novo país.
Receberemos a equipe da Casa de Direitos para enriquecer essa conversa.
Espetáculo de música e poesia que propõe dialogar sobre a alternância dos espaços de poder.
Thata Alves ou Thayaneddy Alves – é escritora e encontrou nas palavras unguento. Com experiência empírica, segue poetizando pelo Aye. Os orixás a presentearam com inspiração para criar o Sarau da Ponte Pra Cá, atuando na organização e produção do encontro mensal, É autora de três obras literárias, todas lançadas pelo selo Academia Periférica de Letras: “Em Reticências”, “Troca” e “Ibejis Poesias do meu ventre”. Criadora, diretora e apresentadora do programa “Thata Troca” no seu canal do YouTube, onde em uma conversa intimista faz a fusão de música e poesia na sala da sua casa.
Nesta palestra inspiradora, vamos explorar o universo da moda plus size e discutir a importância de desconstruir os estereótipos associados aos padrões valorizando e potencializando os corpos plurais. A atividade será conduzida por Flavia especialistas da área de moda e inclusão, que compartilharão suas experiências e conhecimentos sobre como a moda pode ser uma ferramenta poderosa para a aceitação e valorização de todos os tipos de corpos.
Empreendedora, DJ, jornalista e ativista, Flávia Durante é criadora do Pop Plus, a maior feira de moda e cultura plus size do mundo, que hoje é também uma plataforma de conteúdo, curadoria e consultoria. Como comunicadora, escreveu para importantes veículos como os portais Tpm e Trip, Vírgula, Erika Palomino e Uol. Considerada mulher inspiradora por dois anos consecutivos pelo site Think Olga, a creator ainda foi destaque na revista Marie Claire, indicada ao prêmio MTV MIAW 2021 como Girl Boss e palestrou no TEDx Laçador, em Porto Alegre.
Local: Acadêmico 2 – Sala I342
Oficina de Estamparia Tátil: Outras Formas de Criar e Sentir.
– Com as docentes Ana Rita Colorida, Ana Luiza Garritano e Aline de Campos
Vamos discutir o tema Refugiados e entender mais sobre as realidades, desafios e direitos de quem busca recomeçar em um novo país.
Receberemos a equipe da CASA de Direitos para enriquecer essa conversa.
A “Caminhada Afetiva: Mapeando Histórias e Memórias” é uma atividade que convida os participantes a percorrerem a região, resgatando lugares relacionados à experiência dos refugiados. Durante o trajeto, serão identificados pontos de referência e memórias que conectam esses locais às trajetórias de acolhimento e migração. Ao final, os participantes criarão um mapa colaborativo, registrando as histórias e significados desses lugares, promovendo uma reflexão sobre mobilidade, acolhimento e pertencimento, e favorecendo a empatia entre diferentes histórias de vida.
Arquiteta e Urbanista graduada pela Fundação Armando Álvares Penteado e especializada em Humanidades: Educação, Política e Sociedade pelo Instituto Federal de São Paulo. Atua como docente nos cursos técnicos de Design de Interiores e Paisagismo no Senac Lapa Tito e, também, atua com projetos de arquitetura de interiores residencial.
Complementando a nossa Jornada Senac de Inclusão e Diversidade, Empreendedorismo e Inovação e dada a importância do CRCM e o trabalho realizado em Itaquera, no dia 26/11, às 10h e às 14h, teremos uma palestra com Sandra Kocura, Coordenadora do CRCM – Casa da Mulher – Centro de Referência e Cidadania Itaquera.
A palestra abordará temas como violência doméstica, diferenças entre importunação e assédio, e a lei da importunação. Os Centros de Cidadania da Mulher são espaços de qualificação e cidadania ativa, defesa de direitos sociais, econômicos e culturais, onde as mulheres podem propor e participar de ações e projetos que promovam a igualdade e potencializem os serviços públicos para atender às suas necessidades e de sua comunidade.
Não perca!
A palestra tem como objetivo orientar os estudantes sobre o Letramento Racial para que seja possível pensar práticas antirracistas. O Letramento Racial tem como proposta conscientizar sobre as relações raciais na sociedade, combater o racismo e promover a Equidade Racial.
Local: Biblioteca do Centro Universitário Senac – Santo Amaro
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mulheres têm mais chances de desenvolver transtornos de ansiedade e depressão do que os homens. Violência de gênero, pressão social, hormônios, maternidade, saúde reprodutiva e dupla jornada ajudam a explicar esse quadro.
Para entender e mostrar caminhos para reverter esse cenário, vamos promover um debate gratuito e on-line sobre saúde mental das mulheres. Participe!
Psicóloga pela Universidade de Brasília, terapeuta somática e comunicadora. É especialista em trauma e regulação emocional. Possui formação em psicotraumatologia e realizou diversos cursos nessa área, dentre eles The Advanced Master Program on the Treating of Trauma e The Trauma of Racism: Expert Strategies to Help Clients Heal, ambos pelo The National Institute for the Clinical Application of Behavioral Medicine. É pós graduanda em neurociências e comportamento. Possui experiência como psicoterapeuta, terapeuta somática. Atua há mais de 17 anos como instrutora de treinamentos no ambiente corporativo e para equipes interdisciplinares de saúde, educação e público geral. Também oferece consultorias para imprensa sobre comportamento, emoções, relacionamentos e trauma. Palestrante sobre temas como emoções, trauma, comportamento e relacionamentos.
Psicólogo formado na Universidade Presbiteriana Mackenzie, especializado em Gestão e Negócios pelo Senac São Paulo e em Terapia Cognitivo-comportamental pela CETCC. Tem experiência de 10 anos no setor público, onde trabalhou em delegacia de polícia de pessoas desaparecidas, centro de convivência, unidades básicas de saúde (UBS) e centro de atenção Psicossocial álcool crack e outras drogas (CAPS-AD). Atua como psicólogo e supervisor clínico, também é professor na pós-graduação do Hospital Albert Einstein e cursos na Wainer Psicologia. Membro do grupo de estudos em psicologia afrocentrada na lusofonia. Realiza palestras e treinamentos para empresas como Natura, Ordem dos Advogados do Brasil e Marinha do Brasil.
Psicólogo, formação em psicanálise, mestre em educação, arte e história da cultura. Coordena programas de convivência escolar, formação de professores e gestão de equipes e de projetos interdisciplinares. Professor universitário nos cursos de Pedagogia e Psicologia.
Mestre em Educação, é pós-graduada em Engenharia de Produção, Finanças e Controladoria. Atualmente, é coordenadora responsável da área de desenvolvimento social e infraestrutura, na Gerência de Desenvolvimento do Senac São Paulo.
A colagem é uma técnica artística que, em resumo, consiste em recortar imagens de um contexto e colar em um outro suporte (geralmente papel ou tela), criando novos objetos e imagens e, por consequência, novos significados. A técnica é simples e bastante livre, fazendo parte da história de toda pessoa. Quem nunca recortou imagens de revista na pré-escola para fazer um cartão de data comemorativa, por exemplo? Na oficina, vamos explorar a colagem para (re)pensar o feminino, a partir de conceitos teóricos de autoras reconhecidas (como bell hooks, Simone de Beauvoir e Judith Butler), o imaginário popular do que compõe o “universo feminino” e pela experimentação artística com a colagem. Além da parte conceitual, serão abordados aspectos técnicos como materiais, suportes, estilos de recorte, composição, uso do vazio, texturas, entre outros.
Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com experiência na área de educação, editorial, cultural, política e ambiental. Combina sua paixão por arte e literatura com a criação e gerenciamento estratégico de conteúdo em diversas plataformas. Já atuou em planejamento de comunicação, assessoria de imprensa, reportagem, comunicação corporativa, produção de conteúdo e social media. Além de jornalista, é artista visual colagista há seis anos, com experiência em exposições e oficinas. Também se aventura no universo do design gráfico e escrita criativa. É Analista de Comunicação no Senac Francisco Matarazzo.
Nesta roda de conversa, a vice-prefeita eleita de Araçatuba, Nice, aos 75 anos, comenta sua trajetória de vida e carreira, que é um verdadeiro exemplo de determinação e superação. Alfabetizada aos 16 anos e graduada em Direito aos 48, ela passou no primeiro concurso da 15ª Região do Tribunal Regional do Trabalho e se aposentou como diretora em 2010.
Não perca a oportunidade de conhecer de perto essa história inspiradora e aprender com as experiências de uma mulher que transformou desafios em conquistas.
Atividade não exige inscrição prévia. Vagas limitadas, preenchidas por ordem de chegada.
A oficina promove uma reflexão sobre o protagonismo feminino no empreendedorismo por meio de um cine-debate. A história de Dona Suzana destaca a força das mulheres que, apesar dos desafios sociais e econômicos, conquistam autonomia financeira e transformam suas comunidades. A oficina busca incentivar o empoderamento feminino, discutindo a superação de barreiras e a importância da igualdade de oportunidades no mundo dos negócios.
Inscrições pelo site em breve!
Funcionária do Senac Santos desde 2016, Juliana Straub Silva é docente da área de Gastronomia e Confeitaria, técnica em Nutrição e Confeitaria pelo Centro Estadual de Educação Paula Souza, graduada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduanda em Gestão em Negócios Gastronômicos pela Hotec. Atua como Consultora Gastronômica em serviços de Alimentos e Bebidas.
Graduada em Pedagogia pela FACSUL, com Especialização em Educação em Direitos Humanos e Educação Especial e Inclusiva pela UFABC. Já atuou na Fundação Casa e em projetos comunitários como o EDUCAFRO, focando em inclusão e cidadania. Docente do Senac Santos na área de Desenvolvimento Social desde 2018.
Na Semana de Inclusão e Diversidade teremos um Clube do Livro especial, onde exploraremos a impactante reportagem em quadrinhos “A Sala de Espera da Europa”, que retrata as condições no campo de refugiados na ilha grega de Lesbos.
Neste encontro, abordaremos questões fundamentais, como a violência simbólica enfrentada pelos refugiados, que se manifesta através de estigmatização e desigualdade, afetando sua dignidade. Discutiremos também a complexidade da identidade dos refugiados, que envolve a preservação de suas tradições culturais e a integração em novas sociedades. A exclusão social é outro tema importante, pois muitos refugiados enfrentam marginalização e dificuldades em acessar serviços e empregos. Por fim, falaremos sobre os desafios da empregabilidade, incluindo barreiras linguísticas e o reconhecimento de qualificações.
Não se preocupe se você não leu o livro. Cada participante receberá um exemplar no dia do evento. Junte-se a nós para um diálogo enriquecedor sobre essas questões atuais e urgentes. Sua participação é fundamental para ampliarmos nossa compreensão e solidariedade!
Vagas limitadas! Garanta sua inscrição.
Esperamos você!
Pós-graduanda em Jornalismo, atua como produtora de conteúdo digital e pesquisadora e crítica geopolítica, com ênfase no Oriente, especialmente no mundo muçulmano e na antropologia das religiões. É especialista em Turquia, focando em mulheres muçulmanas e nas religiões, como o cristianismo primitivo e o pré-Islã. Além disso, trabalha no combate à violência contra as mulheres através do Conselho das Mulheres de Istambul, conhecido como “Kadın Meclisleri”.
A atividade consistirá na exibição do documentário “Quem Matou Eloá?”, que investiga o caso do sequestro e assassinato de Eloá Pimentel, ocorrido em 2008. Após a exibição, será realizada uma roda de conversa para refletir sobre os aspectos sociais, psicológicos e jurídicos do caso, além de discutir questões relacionadas à violência de gênero, cobertura midiática e os desafios do sistema de justiça. O objetivo é proporcionar um espaço para análise crítica, troca de ideias e sensibilização sobre o tema.
Graduada em Psicologia pela Universidade de Araraquara (2013). Especialista em Promoção de Saúde na Comunidade pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMRP USP – 2016). Especialista em Garantia dos Direitos e Política de Cuidados à Criança e ao Adolescente pela Universidade de Brasília (UnB – 2022). Mestra em Gestão da Clínica pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar – 2023). Atualmente é pós-graduanda em Práticas Pedagógicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Docente de Desenvolvimento Social do SENAC de São João da Boa Vista – SP.
Graduado em Gestão Financeira, Pós-graduando em Gestão de Pessoas.
Integrante do setor administrativo do Senac (Compras) e Comitê de Cultura de Paz.
Atendente do SENAC desde 2022 e integrante do Comitê de Inclusão e Diversidade desde 2023. Possui graduação em Recursos Humanos, é pós-graduada em Psicologia Organizacional, também possui MBA em Gestão de Recursos Humanos e está cursando Pós-graduação MBA em Gestão Empresarial.
Graduanda em Tecnologia em Marketing e formada em cursos livres de Assessoria de Imprensa e Publicidade Digital. Com mais de 10 anos de experiência no comércio e varejo, desenvolvi sólida competência em atendimento ao cliente, focando na excelência e na resolução de problemas. Atualmente, busco integrar meu conhecimento acadêmico com minha experiência prática para ingressar na área de marketing, aplicando estratégias digitais e de comunicação de maneira eficaz.
Nesta roda de convesa, Jessica Prego traz reflexões sobre as experiências vividas, abordando temas cruciais como exclusão social, empregabilidade e violência simbólica, além de dialogar sobre os desafios e superações enfrentados por refugiados ao redor do mundo.
Jornalista pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Carlos III de Madri, na Espanha. Vive com uma deficiência física e, junto a seu par de muletas, viajou por 38 países, totalizando mais de 200 mil km percorridos pelo mundo. Publicou o livro Estamos Aqui, sobre sua experiência sozinha em uma zona de conflito na África, passando por Etiópia, Sudão, Sudão do Sul e Uganda. Dentre suas experiências estão reportagens sobre ciganos em periferias da Espanha, a chegada de venezuelanos em Roraima, e sua atuação no atendimento a refugiados na cidade de São Paulo. Atua como diretora executiva da Passaporte Acessível, empresa responsável por mapear acessibilidade em destinos turísticos pelo mundo.
Roda de Conversa:
Convidamos a professora Mirella Ferreira Perez e a aluna Sairis Salaverria do programa PLAC que atua no ensino da língua portuguesa para refugiados em Araraquara-SP, para dividir com a comunidade escolar suas vivencias sobre o tema.
Sem necessidade de inscrição, preenchimento de vagas por ordem de chegada.
Local: Auditório Senac
Graduada em letras e mestranda pelo programa de linguística e língua portuguesa da Unesp de Araraquara. Atua como professora de português para estrangeiros desde 2019 e pesquisa a relação entre políticas linguísticas e cidadania no contexto de refúgio.
Em 2018 Sairis tomou a difícil decisão de deixar sua terra natal, a Venezuela, em busca de novas oportunidades e uma vida melhor.
A insegurança e a escassez de recursos essenciais a motivaram a buscar um futuro incerto em outro lugar.
O aspecto mais importante dessa jornada foi garantir que suas filhas a acompanhassem, com o objetivo de proporcionar a elas um futuro mais seguro e cheio de possibilidades.
Nesta atividade analisaremos as políticas públicas e leis existentes para proteção das mulheres, discutiremos sobre o impacto da violência e a discriminação na saúde mental e bem-estar das mulheres. Conversaremos sobre as estratégias para promover o autocuidado e apoio psicológico, a importância da educação na promoção dos direitos das mulheres e a necessidade de programas educacionais voltados para a conscientização sobre os direitos.
Delegada de Policia há 31 anos, atualmente está na Delegacia de Defesa da Mulher de São José do Rio Preto. Formada em direito e pós-graduada em direito às obrigações.
Graduada em psicologia e pós-graduada em Saúde Mental e Desenvolvimento Humano. Atua na Delegacia de Defesa da Mulher em parceria com a Secretaria da Mulher.
Psicóloga e Pedagoga, pós-graduada em Neurociência, atua como Orientadora Educacional nos Municípios da região de São José do Rio Preto e Tutora de Aprendizagem no Senac São Paulo.
Bate-papo com a tatuadora bauruense Cintia Cavalcanti, que é especialista em arte botânica e cobertura de cicatrizes, com foco na restauração da autoestima feminina.
Graduada em Design pela UNESP, destacou-se como designer e diretora de criação na Tilibra, onde trabalhou em projetos importantes como os primeiros produtos da revista Capricho. No mercado de licenciamento, criou as personagens “Garotas do Brasil”, licenciadas por grandes marcas. Especializou-se em marketing pela Fundação Getúlio Vargas e fundou a agência OD Comunicação, desenvolvendo coleções de design e campanhas publicitárias premiadas. Atuou como consultora de branding e desenvolvimento de produtos para empresas do mercado feminino. Atualmente, Ci se dedica à tatuagem, com foco em arte botânica e cobertura de cicatrizes, ajudando a restaurar a autoestima feminina através de suas delicadas obras de arte na pele. Ci Cavalcanti é uma profissional criativa e apaixonada por transformar vidas.
Ariane Rosa é Apoio Técnico do Ensino Médio Técnico Integrado no Senac Bauru. Formada em Publicidade e Propaganda e pós-graduada em Gestão de Marketing.
A trajetória das mulheres negras no Brasil é uma linha contínua de lutas, resistências e conquistas. De cada uma delas herdamos a força e a coragem, como as de Dandara dos Palmares, que liderou batalhas pela liberdade; de Tereza de Benguela, que criou um quilombo em resistência; e de Lélia Gonzalez, que nos ensinou sobre identidade e pertencimento.
Ao conhecermos essas histórias, entendemos que não estamos sozinhas. Elas pavimentaram o caminho, e nós seguimos a jornada. Que cada um dos passos dados por elas inspire nossos passos de hoje, para que possamos continuar a construir um futuro em que a justiça, o respeito e a equidade sejam a base para todas. A história das mulheres negras no Brasil é viva e continua sendo escrita por cada uma de nós.
“Observação: Haverão vinte vagas reservadas para publico externo que serão preenchidas por ordem de chegada.”
Jéss Machado, mulher negra latina americana em diáspora, 32 anos, filha de Oxum, virginiana, vivendo em Ribeirão Preto/SP e apaixonada por cultura, curiosa do mundo e sobretudo sobre minhas origens africanas.
Formada em Ciências Sociais, com licenciatura e bacharelado pela Unesp Marília/SP, tem pós-graduação em História da África e diáspora Atlântica pelo IPN/RJ (Instituto Pretos Novos).
Analista de projetos, professora voluntária do cursinho pré vestibular CAPE RP, criadora de conteúdo, videomaker/storymaker, social media e aspirante a produtora cultural.
Roda de Conversa acerca do feminino no contexto contemporâneo do Século XXI. Abordaremos temas como igualdade de gênero, empoderamento feminino, desafios e conquistas das mulheres na educação e no mercado de trabalho. Este será um espaço aberto para compartilhar experiências, discutir perspectivas e promover a inclusão e a diversidade.
Graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1991) e graduação em Direito pelo Centro Universitário Eurípedes de Marília (1989), com Especialização em Direito Empresarial pela mesma Universidade (UNIVEM). Atualmente é advogada conveniada com a Procuradoria Geral do Estado de São Paulo/OAB/SP, Profissional Liberal e Professora Especialista.
Baseado nas famosas palestras e conferências Talks, este espaço dará voz a mulheres incríveis de diversas áreas de atuação, que terão até 15 minutos para compartilhar suas trajetórias de vida. Neste evento, vamos celebrar as conquistas de mulheres que estão ocupando espaços que antes eram considerados masculinos. Mas, mais do que isso, vamos reconhecer também os lugares de luta e resistência que essas mulheres habitam. Prepare-se para ouvir histórias de superação e determinação que nos lembram da importância da luta contínua por um mundo mais justo e igualitário.
Para o Elas Talks teremos Intérprete de Libras.
Vagas: 30 vagas – por ordem de chegada
Local: Auditório – Térreo
Tem 37 anos, ariana, tentou enfermagem, marketing, recursos humanos e hoje é formada em Letras/Português, é paulista e reside no centro histórico de São Paulo. Aos 28 anos descobriu uma doença degenerativa (esclerose múltipla). Com a ajuda de familiares e amigos, enfrentou o início de algo doloroso. Trabalha com vendas desde os 18 anos, liderou 2 equipes de vendas por 4 anos. Em 2016 aceitou o desafio de pertencer a equipe Senac São Paulo. Já atuou no atendimento ao cliente, e hoje integra a equipe da secretaria escolar e participante do comitê de inclusão e diversidade, como figura representativa de mulheres lésbicas, na condição Desfem (uma abreviação de “desfeminilizada” e é usado para referir-se a pessoas que não se enquadram nos padrões de feminilidade socialmente impostos). Acredita na premissa do Senac, de que todos somos educadores em diferentes áreas de conhecimento e atuação, pois o processo ensino aprendizagem vai além de estar em uma sala de aula.
Formada em Artes Visuais pela Universidade Cruzeiro do Sul. Técnica em Processos Fotográficos pelo Senac e Pós Graduação em Comunicação e Produção de Moda pela Universidade Anhembi Morumbi. Além de docente no Senac São Miguel Paulista, atua nas áreas de fotografia publicitária, moda e retratos.
Engenheira Ambiental com uma trajetória diversificada. Sua formação acadêmica inclui mestrado em Engenharia Biomédica e pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. Além disso, é bombeira civil, perita judicial e Auditora líder em certificações ISO pelo International Register of Certified Auditors, demonstra sua versatilidade e compromisso com a excelência. Uma carreira brilhante que inspira outras mulheres a seguirem seus sonhos e a fazer a diferença. Atualmente, como docente, ela forma novos profissionais para um futuro mais seguro e sustentável, provando que as mulheres podem alcançar qualquer objetivo.
Discutir machismo é crucial para promover a igualdade de gênero e criar um ambiente mais inclusivo e respeitoso para todos. Machismo, que se manifesta em atitudes e comportamentos que perpetuam a desigualdade entre homens e mulheres, pode ter impactos negativos profundos na sociedade, incluindo a perpetuação da violência de gênero, a discriminação no ambiente de trabalho e a limitação das oportunidades para mulheres e meninas.
Ao abordar esse tema, o evento pode conscientizar sobre as formas sutis e explícitas de machismo presentes no cotidiano, educar sobre os impactos negativos do machismo na vida das pessoas, promover a empatia e a compreensão, incentivando a mudança de comportamentos e atitudes, e fortalecer a comunidade ao criar um espaço seguro para discussões abertas e honestas. Essas conversas são passos importantes para construir uma sociedade mais justa e igualitária.
Psicóloga social e clínica, com formação em Sócio-Histórica Cultural, docente na área de Desenvolvimento Social. Especialista em Direitos Humanos no Contexto da Diversidade Cultural pela UNB. Já atuou na gestão pública na área de Assistência Social e foi membro dos Conselhos Municipais de Saúde, de Direitos da Criança e do Adolescente e de Assistência Social. Mediadora de Grupos Reflexivos para homens, formada pelo coletivo E Agora José?!. Enfoque nas questões educacionais e de gênero, violência de gênero e políticas públicas para as mulheres.
Bate-papo especial com Ana Paula, Coordenadora da Casa Afro, que discutirá o significativo papel da importância da independência financeira na quebra do ciclo da violência contra a mulher. Serão abordados temas como medidas de proteção, prevenção e apoio às vítimas de violência. Este evento representa uma oportunidade valiosa para compreendermos melhor sobre a segurança e o bem-estar das comunidades escolares.
Obras que vão da poesia ao romance e passando por autobiografias, a exposição destaca autoras que retratam vivências e desafios das mulheres no cenário literário.
Local: Biblioteca
A Feira de Empreendedorismo é um evento especial durante a Semana Senac da Inclusão e Diversidade! Venha conhecer um grupo inspirador de pessoas refugiadas que estão empreendendo em diversos segmentos e fazendo a diferença em suas comunidades.
Vagas: 30 vagas externo – por ordem de chegada.
Local: Térreo – Bloco C.
A palestra propõe uma reflexão sobre a realidade dos refugiados no Brasil e a importância da comunicação na defesa de seus direitos humanos. A palestrante explora os desafios enfrentados pelos refugiados no país, discutindo temas como integração social, preconceito e as barreiras na comunicação que dificultam o acesso a serviços essenciais. Jéssica Paula também analisa como os meios de comunicação podem desempenhar um papel crucial na promoção de uma visão mais inclusiva e humanitária, ajudando a construir uma sociedade mais empática e justa para os refugiados.
Jornalista pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Carlos III de Madri, na Espanha. Vive com uma deficiência física e, junto a seu par de muletas, viajou por 38 países, totalizando mais de 200 mil km percorridos pelo mundo. Publicou o livro Estamos Aqui, sobre sua experiência sozinha em uma zona de conflito na África, passando por Etiópia, Sudão, Sudão do Sul e Uganda. Dentre suas experiências estão reportagens sobre ciganos em periferias da Espanha, a chegada de venezuelanos em Roraima, e sua atuação no atendimento a refugiados na cidade de São Paulo. Atua como diretora executiva da Passaporte Acessível, empresa responsável por mapear acessibilidade em destinos turísticos pelo mundo.
A Jornada de Diversidade e Inclusão do Senac também contará com um Cine Debate do documentário “Invisíveis”, que aborda o tema das pessoas em situação de rua. Esse tipo de atividade é fundamental para sensibilizar e conscientizar a comunidade sobre a realidade enfrentada por essas pessoas, muitas vezes invisibilizadas pela sociedade.
O documentário “Invisíveis” oferece uma visão profunda e humana das dificuldades e desafios diários enfrentados por quem vive nas ruas, além de destacar a resiliência e a dignidade dessas pessoas. O Cine Debate proporcionará um espaço para reflexão e discussão, permitindo que os participantes compartilhem suas impressões e ideias sobre como podemos contribuir para melhorar a vida das pessoas em situação de rua. Essas atividades são essenciais para promover a empatia, a solidariedade e a ação social, elementos chave para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
No dia 27/11, das 09h às 21h, teremos uma “Feira de Empreendedorismo” em nossa unidade. Diversos pequenos empreendedores irão expor seus trabalhos, incluindo bonecas artesanais, acessórios infantis, tapetes, aromatizantes, camisetas personalizadas, artesanato com materiais reciclados, fotografia, biojoias, bolsas e serviços de consultoria.
Empresas participantes:
Não perca essa oportunidade de conhecer e apoiar os talentos locais!
Dia 27/11, no Saguão da Unidade, das 9h às 10h. Discussão interativa com troca de ideias sobre temas relevantes sobre feminilidade.
A banda ABAVIN apresentará um repertório diversificado incluindo samba, MPB e outros gêneros musicais.
Palestra com historiadora Karla Armani – trajetória das mulheres que marcaram a história de Barretos.
A historiadora Karla Armani abordará a trajetória das mulheres que marcaram a história de Barretos. Além disso, ela discutirá a participação feminina na política ao longo dos anos, destacando a quantidade de mulheres que ocuparam cargos políticos até os dias atuais.